Agosto 2019 - Devoção e Fé - Blog Católico

domingo, 18 de agosto de 2019

Hoje é celebrada Santa Helena, que resgatou a Santa Cruz de Cristo (18 de agosto)


REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 19 / 05:00 am (ACI).- Seu nome significa “tocha resplandecente”. Esta grande santa foi a mãe do imperador que concedeu a liberdade aos cristãos, depois de três séculos de perseguição, e conseguiu encontrar  o Santa Cruz de Cristo em Jerusalém.

Helena nasceu por volta do ano 250, em Bitínia (no norte da Turquia e junto ao Mar Negro). Era filha de um hoteleiro e em sua juventude era muito formosa.

Um dia, passou por essas terras um general muito famoso do exército romano, chamado Constâncio Cloro. Eles se apaixonaram e se casaram. O casal teve um filho chamado Constantino.

Anos mais tarde, o imperador de Roma, Maximiliano, ofereceu a Constâncio Cloro um cargo como seu colaborador mais próximo, mas com a condição de que repudiasse sua esposa Helena e se casasse com sua filha. Deixando-se levar por sua ambição de poder, Constâncio repudiou Helena.

A santa sofreu um abandono humilhante durante 14 anos. Entretanto, em meio à solidão, conheceu Deus e se converteu ao cristianismo.

Quando Constâncio morreu, Constantino foi proclamado imperador pelo exército.

Antes da batalha de Saxa Rubra contra seus inimigos na ponte Milvio, em Roma, Constantino teve um sonho em que Cristo lhe mostrava a cruz e dizia: “Com este sinal vencerás”. No dia seguinte, o imperador levou a Cruz no combate e venceu.

Após a vitória no ano 313, Constantino decretou a livre profissão da religião católica e expandiu o cristianismo por todo o império.

Constantino amava imensamente sua mãe Helena e a nomeou Augusta ou imperatriz. Mandou fazer moedas com a figura dela e lhe deu plenos poderes para empregar o dinheiro do governo nas obras de caridade que ela quisesse.

Helena foi a Jerusalém para buscar a Santa Cruz, levando consigo um grupo de trabalhadores que realizaram escavações no Monte Calvário e a encontraram.

No ano 326, a santa mandou trazer a Escada Santa do palácio de Pôncio Pilatos de Jerusalém. Segundo a tradição, Cristo subiu por ela na Sexta-feira Santa ao palácio para ser julgado e derramou sobre ela suas gotas de sangue. Está localizada em frente à Basílica de São João de Latrão, em Roma. Em 1723, foi forrada com madeira de nogueira para preservá-la dos desgastes, já que milhares de peregrinos sobem continuamente por ela de joelhos.

Santo Ambrósio narra que, apesar de ser a mãe do imperador, Santa Helena se vestia com simplicidade, ficava em meio aos pobres e utilizava o dinheiro que seu filho lhe dava para distribuir esmolas. Também era muito piedosa e passava muitas horas rezando no templo.

Na Terra Santa, construiu três templos: um no Calvário, outro sobre o Monte das Oliveiras e o terceiro em Belém.

Fonte: ACI digital


8 dados que  não saiba sobre a vida de Santa Helena, que achou a Cruz de Jesus

Santa Helena / Foto: Jean-Pol GRANDMONT (CC BY 3.0)

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 19 / 07:00 am (ACI).- Neste dia 18 de agosto, é celebrada a festa de Santa Helena, a mãe do imperador Constantino e conhecida por encontrar aquela que, segundo a tradição seria a Cruz na qual Jesus Cristo morreu, além de outras relíquias relacionadas ao Senhor.

Muitas dessas relíquias se encontram em países como Itália, Espanha e Alemanha. A seguir, apresentamos oito dados que talvez não conhecesse sobre a vida desta rainha que resgatou um grande patrimônio para a IgrejaCatólica.

1. Nasceu em uma família humilde

Flávia Júlia Helena Augusta nasceu por volta do ano 250, em Bitínia (no norte da Turquia e junto ao Mar Negro), no seio de uma família humilde.

Segundo a tradição, era muito bela e foi este o atributo que atraiu o famoso general romano Constâncio Cloro, quando a viu enquanto percorria a região.

2. Foi abandonada por seu esposo

Constâncio Cloro se apaixonou por Helena e se casou com ela. Aproximadamente no ano 270, tiveram um filho, ao qual chamaram Constantino.

Ambos tinham anos de casamento, quando o imperador Maximiliano ofereceu a Constâncio Cloro a oportunidade de ser nomeado seu mais próximo colaborador, mas com a condição de repudiar Helena e se casar com sua filha Flávia Maximiana Teodora.

Assim, motivado por sua ambição, Constâncio repudiou sua esposa. Helena sofreu por este abandono durante 14 anos, nos quais se converteu ao cristianismo.

3. Influenciou no fim da perseguição aos cristãos no Império Romano

Depois da morte de Constâncio Cloro, Constantino foi proclamado imperador de Roma pelo exército. Embora fosse pagão como seu pai, o jovem tinha sido instruído por sua amada mãe nos fundamentos do cristianismo.

Entretanto, converteu-se quando, mantes da batalha na região entre Saxa Rubra e Ponte Milvio, viu uma Cruz em seus sonhos com uma legenda que dizia: “Com este sinal vencerás”. No dia seguinte, o imperador levou uma Cruz ao combate e exclamou: “Confio no Cristo em quem minha mãe Helena crê”.

Após a vitória, Constantino decretou a livre profissão da religião católica. Assim, terminaram três séculos de sangrentas perseguições contra os cristãos.

4. Foi nomeada Augusta ou imperatriz

Constantino amava muito sua mãe e, por volta do ano 325, outorgou-lhe o título de Augusta ou imperatriz.

Além disso, mandou fazer moedas com a imagem dela e lhe deu plenos poderes para utilizar o dinheiro do governo nas boas obras que quisesse.

5. Ficava entre os pobres

Santo Ambrósio narrou que, apesar de ostentar tão alta dignidade, Santa Helena se vestia com simplicidade e ficava entre os pobres para ajuda-los. Também era conhecida por sua intensa vida de piedade.

6. Viajou para a Terra Santa para buscar as relíquias de Jesus

Com o apoio de seu filho Constantino, Santa helena viajou para a Terra Santa para buscar as relíquias relacionadas diretamente a Jesus Cristo.

São Crisóstomo e Santo Ambrósio assinalaram que, depois de realizar muitas escavações em Jerusalém, foram encontradas três cruzes.

Como não se podia distinguir qual era a de Jesus, levaram até o Monte Calvário uma mulher agonizante e, ao tocá-la com duas das cruzes, ela piorou. Mas, ao tocá-la com a terceira cruz, a enferma se recuperou instantaneamente. Assim, Santa Helena, o então Bispo de Jerusalém, Macário, e milhares de fiéis levaram a cruz em procissão pelas ruas da cidade.

A imperatriz encontrou outras relíquias de Jesus: os cravos que perfuraram suas mãos e pés, o “Titulus Crucis”, uma parte da túnica que usou antes de ser crucificado, um fragmento da manjedoura onde Ele repousou e a Escada Santa.

Também recuperou as relíquias dos Reis Magos e descobriu o sepulcro onde Jesus Cristo foi enterrado.

Na Terra Santa, mandou construir três templos: um no Calvário, outro no Horto das Oliveiras e o terceiro em Belém.

7. Colocou um cravo de Jesus no capacete de Constantino


Diz a tradição que, para proteger seu filho Constantino nas batalhas, Santa Helena colocou um dos cravos de Jesus em seu capacete e outro em seu cavalo.

8. Seu sarcófago está nos Museus Vaticanos

Santa Helena faleceu entre os anos 330 e 335. Foi enterrada nos arredores de Roma e seu sarcófago foi transferido em 1777 para o Vaticano e restaurado.

O sarcófago tem gravadas cenas de batalhas dos romanos contra os bárbaros e um par de leões. Pode ser visitado no Museu Pio Clementino, dentro dos Museus Vaticanos.

Fonte: ACI digital


Estes foram os achados de Santa Helena na Terra Santa

Por María Ximena Rondón

Santa Helena / Foto: Wikipédia (Domínio público)

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 19 / 08:00 am (ACI).- No século IV, Santa Helena, mãe do imperador Constantino, decidiu viajar à Terra Santa para buscar a Santa Cruz sobre a qual Cristo morreu e encontrou muito mais do que isso.

Diz a tradição que os trabalhadores que acompanharam a santa realizaram escavações no Monte Calvário. Encontraram a Santa Cruz e também outras relíquias relacionadas a Jesus Cristo.

A Santa Cruz
Escritores antigos, como São Crisóstomo e Santo Ambrósio, narraram que, depois de realizar muitas escavações, foram encontradas três cruzes.

Sem saber qual era a de Jesus, levaram até o Monte Calvário uma mulher agonizante e, ao tocá-la com duas das cruzes, ela piorou. Mas, ao tocá-la com a terceira cruz, a enferma se recuperou instantaneamente.

Macário, então Bispo de Jerusalém, Santa Helena e milhares de fiéis levaram a cruz em procissão pelas ruas da cidade.

Um pedaço do madeiro onde Jesus foi crucificado é conservado na cidade de Caravaca da Cruz, em Murcia (Espanha), e outro fragmento da Vera Cruz está na Catedral do Menina Jesus, na cidade de Aleppo (Síria).

Esta relíquia foi presenteada pelo falecido Vigário Apostólico Emérito de Aleppo, Dom Giuseppe Nazzaro. Durante todas as sextas-feiras da Quaresma, os fiéis têm a oportunidade de rezar a Via-Sacra com ela.

A Escada Santa

Santa Helena também mandou levar para Roma a Escada Santa do palácio de Pôncio Pilatos, que estava em Jerusalém. Diz a tradição que Jesus subiu por estes degraus de mármore na Sexta-Feira Santa para ser julgado e que derramou gostas de sangue ali.

Atualmente, a Escada Santa é conservada em frente à Basílica de São João de Latrão, em Roma. Em 1723, foi protegida com madeira nobre para preservá-la dos desgastes, pois todos os dias milhares de peregrinos sobem por ela de joelhos.

Em alguns degraus, podem-se apreciar através de um cristal as gotas de sangue que Cristo derramou.

A Escada Santa / Foto: Cortesia Ximena Rondón (ACIPrensa)

Em 1908, o Papa São Pio X concedeu a indulgência plenária a todos que sobem a escada com devoção, depois de cumprir as condições da Confissão, Comunhão e oração pelas intenções do Santo Padre.

Os cravos de Jesus e o “Titulus Crucis”

Santa Helena também encontrou os cravos que perfuraram as mãos e pés de Cristo. Diz-se que a santa os usou para proteger seu filho Constantino nas batalhas, colocando um cravo em seu capacete e outro em seu cavalo.

A santa também encontrou o “Titulus Crucis”, a tábua colocada na Cruz que diz: “Jesus Nazareno, Rei dos Judeus”. Este último objeto foi levado no século VII para Roma pelo Papa São Gregório Magno.

Um dos cravos e o “Titulus Crucis” / Foto: Cortesia Ximena Rondón (ACI Prensa)

O “Titulus Crucis” e um dos cravos podem ser venerados na Basílica da Santa Cruz, em Jerusalém. Acredita-se que os outros cravos estão no altar maior da Catedral de Milão, na chamada Coroa de Ferro que está na Catedral de Monza (Itália) e outro na Catedral de Colle di Val d’Elsa, na região italiana da Toscana.

A Santa Túnica

Na Catedral de Tréveris é conservada uma parte da túnica que Jesus usou antes de ser crucificado. O pedaço de tecido teria sido obtido por Santa Helena em Jerusalém e entregue ao então Arcebispo de Trier (Alemanha), Santo Agrício.

A manjedoura de Jesus

De sua viagem, a mãe do imperador Constantino trouxe consigo um fragmento da manjedoura onde, segundo a tradição, o Menino Jesus repousou. Esta relíquia se encontra na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.

Relíquias dos Reis Magos

De acordo com o site da Catedral de Colônia (Alemanha), Santa Helena encontrou as relíquias dos Reis Magos na cidade de Saba, localizada na Península Arábica, e as levou até Constantinopla (hoje Istambul), que na época era a capital do Império Romano.

Anos mais tarde, as relíquias foram presenteadas a Santo Eustórgio, Bispo de Milão (Itália), mas, no século XII, o imperador Frederico Barbarossa as levou para a Catedral de Colônia, onde permanecem até hoje.

O Santo Sepulcro

A Igreja do Santo Sepulcro, construída pelo imperador Constantino, foi levantada sobre o túmulo onde, segundo a tradição, Jesus Cristo foi enterrado. Este achado também foi descoberto por Santa Helena, no século IV.

Fonte: ACI digital



Solenidade da Assunção de Nossa Senhora-20° Domingo do Tempo Comum(Ano C)



A SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO 
DE NOSSA SENHORA

20° Domingo do Tempo Comum
 – Ano C

Evangelho de Lucas 1,39-56

Naqueles dias, 39 Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40 Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41 Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42 Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! 43 Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44 Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45 Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”. 46 Então Maria disse: “A minha alma engrandece o Senhor, 47 e o meu espírito se alegra em Deus, meu salvador, 48 porque olhou para a humildade de sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada, 49 porque o Todo-Poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo, 50 e sua misericórdia se estende, de geração em geração, a todos os que o respeitam. 51 Ele mostrou a força de seu braço: dispersou os soberbos de coração. 52 Derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes. 53 Encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias. 54 Socorreu Israel, seu servo, lembrando-se de sua misericórdia, 55 conforme prometera aos nossos pais, em favor de Abraão e de sua descendência, para sempre”. 56 Maria ficou três meses com Isabel; depois voltou para casa.”
Reflexão

A GLORIFICAÇÃO DE MARIA

A festa da assunção de Nossa Senhora leva-nos a repensar todo o seu peregrinar neste nosso mundo, pois se trata de celebrar o desfecho de sua caminhada. O fim da existência terrena de Maria consistiu na plenificação de todos os seus anseios de mulher de fé e disponível para servir. A expressão “repleta de graça”, dita pelo anjo, encontrou sua expressão consumada na exaltação dela junto de Deus.

A estreita conexão entre a existência terrena de Maria e a sua sorte eterna foi percebida desde cedo pela comunidade cristã, apesar de a Bíblia não contar os detalhes de sua vida e de sua morte. A comunidade deu-se conta de que Deus assumiu e transformou toda a sua história, suas ações e seu corpo.

O relato evangélico é um pequeno retrato de Maria. Sua condição de mãe do Messias, o “Senhor” esperado pelo povo, proveio da profunda comunhão com Deus e da disponibilidade total em fazer-se sua servidora. Expressou sua fé no canto de louvor – o Magnificat –, no qual proclamou as maravilhas do Deus e as grandezas de seus feitos em favor dos fracos e pequeninos.

A comunhão com Deus desdobrava-se, na vida de Maria, na sua disponibilidade a servir o próximo. A ajuda prestada à prima Isabel é uma pequena amostra do que era a Mãe de Deus no seu dia-a-dia.

Assunta ao céu, Maria experimentou, em plenitude, a comunhão vivida na Terra.

Oração do Dia

Pai, conduze-me pelos caminhos de Maria, tua fiel servidora, cuja vida se consumou, sendo exaltada por ti. Que, como Maria, eu saiba me preparar para a comunhão plena contigo.

O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE.




sábado, 17 de agosto de 2019

Esta imagem da Virgem Maria peregrina em defesa da vida há 7 anos


QUITO, 16 Ago. 19 / 01:00 pm (ACI).- Uma réplica do ícone peregrino de Nossa Senhora de Czestochowa, a devoção mariana amada por São João Paulo II, chegou ao Equador pela segunda vez, por ocasião de sua viagem ao redor do mundo para promover a defesa da vida.


“De oceano a oceano”, a campanha internacional responsável por promover essa devoção em defesa da vida, assinala que a imagem chama à conversão das almas “com seu olhar” e incentiva as mulheres e os homens a “defenderem o valor da vida humana desde a concepção até a morte natural”.

“A Madonna Negra tem muito a dizer para cada pessoa que a visita, chama a se aproximar mães, filhos e famílias inteiras. A Santa Mãe tem algo para expressar a cada um deles”, afirmam sobre a peregrinação cuja primeira etapa começou em 2012 na Rússia e que depois do Equador visitará a Colômbia.

Nossa Senhora de Czestochowa é considerada um ícone representativo para os católicos romanos e ortodoxos. Além disso, é conhecida como a "Rainha da Polônia" e como "a padroeira para interceder pela restauração dos valores familiares" na Rússia.

Segundo a tradição, o ícone foi descoberto por Santa Helena no século IV e enviado para Constantinopla, onde permaneceu por 500 anos. A tradição também indica que teria sido feito pelo evangelista São Lucas em uma tábua da mesa de cedro da casa da Sagrada Família.


Os registros históricos indicam que foi venerado, posteriormente, durante 600 anos na Ucrânia. Em 1430, ladrões hussitas anticristãos atacaram o ícone, danificando a região do rosto.

“Cada vez mais pessoas são atraídas pelo rosto doloroso da Virgem Maria, um rosto ferido com uma bochecha inchada [...]. As pessoas querem saber como as feridas foram feitas e, uma vez informadas de que o ícone original foi atacado por hussitas tchecos no século XV, ficam impressionadas com tamanha irreverência”, assinala “De oceano a oceano”.

Desta forma, a imagem convida os fiéis a testemunharem que, se estamos "protegidos sob Sua proteção", a luta contra a cultura da morte é possível.

O Ícone Peregrino da Virgem de Czestochowa visitou os santuários de Lourdes, Fátima e Guadalupe, assim como a ativista pró-vida Mary Wagner, que foi presa várias vezes por protestar pacificamente em frente aos centros de aborto no Canadá e atualmente está na prisão feminina de Vanier, em Milton.

Da mesma forma, os estúdios da EWTN nos Estados Unidos receberam o Ícone Peregrino em 2013. Nesta visita, Pe. Shenan Boquet e Pe. Peter West, de Human Life International, estiveram no programa “EWTN Live”, de Pe. Mitch para falar sobre a campanha. Da mesma forma, Pe. Wade Menezes celebrou uma Missa na capela. Também visitou o túmulo de Pe. Paul Marx, que fundou a organização Human Life International, em Minnesota.

A peregrinação

A primeira etapa da peregrinação começou em 14 de junho de 2012, no porto de Vladicostok (Rússia), e culminou em 8 de abril do mesmo ano, em Nazaré (Portugal). Viajou mais de 65 mil quilômetros em 24 países da Ásia e Europa naquela ocasião

Em sua segunda etapa, visitou 3 províncias do Canadá e 46 estados dos Estados Unidos, percorrendo 50 mil quilômetros. Começou em 24 de agosto de 2013, na ilha de São Clemente, onde os católicos ingleses "ofereceram a primeira Missa na América do Norte".

Em dezembro de 2014, foi a vez da América Latina. Passou quase dois anos viajando pelo México e chegou três anos depois ao Equador, visitando as cidades de Santo Domingo e Quito.

Por ocasião da Jornada Mundial da Juventude, viajou ao Panamá em novembro de 2018, com o objetivo de conhecer milhares de peregrinos, enquanto em agosto deste ano retornou ao Equador para visitar Guayaquil e Portoviejo. Depois, irá para a Colômbia.


Fonte: ACI digital



Hospital do Câncer Infantil toma forma no Peru para receber milhares de crianças da América do Sul


Os bispos visitaram o complexo hospitalar que está sendo erguido em Cusco 

O complexo hospitalar “Vidawasi”, sem fins lucrativos, conta com o apoio da Santa Sé e está sendo erguido no coração do Vale Sagrado dos Incas, em Cusco. No final de semana, representantes da Igreja católica participaram de uma cerimônia para conhecer as obras do espaço que irá atender crianças em situação vulnerável e seus cuidadores.

Andressa Collet – Cidade do Vaticano

As crianças mais vulneráveis com câncer da América do Sul terão um espaço especial no Peru dedicado ao tratamento da doença. O Hospital de Câncer Infantil “Vidawasi” (Casa da Vida), que tem apoio da Santa Sé, será o quarto no mundo, sem fins lucrativos, a se dedicar de maneira exclusiva ao câncer infantil. Os outros três ficam no México, nos Estados Unidos e no Egito.

As crianças da comunidade que também participaram da cerimônia

Igreja Católica conhece o Vidawasi

No último sábado (10), Dom Nicola Girasoli, Núncio Apostólico no Peru, e de Dom Richard Alarcón, arcebispo de Cusco, participaram de um evento que apresentou oficialmente à comunidade nacional o hospital pediátrico, que fica no coração do Vale Sagrado dos Incas em Cusco. Dom Girasoli afirmou que o complexo hospitalar “Vidawasi” é uma bênção para todos os peruanos, já que é um trabalho feito com coração e solidariedade, onde todos os pequenos doentes de câncer encontrarão tratamento e tranquilidade necessários nessa fase, graças à posição estratégica do hospital.

Na cerimônia também estavam presentes autoridades locais, representantes de instituições e os fundadores da organização de mesmo nome, isto é, Marina Cano e Jesús Dongo, que agradeceu a Igreja Católica por ter sido uma das primeiras instituições a abrir as portas para realizar o projeto. O fundador também convidou o país inteiro a se unir para terminar a obra que conta com parceiros internacionais e tem o propósito de “devolver a esperança de vida a milhares de crianças com câncer”, sem olhar situação econômica e lugar de origem dos pequenos.

Complexo Hospitalar para enfrentar as mortes por câncer

O tratamento oferecido será de alta qualidade para permitir melhorar a sobrevida e reduzir as taxas de abandono e mortalidade infantil. Segundo dados do site do projeto, a cada 2 minutos uma criança é diagnosticada com câncer no mundo e cerca de 800 não chegam ao hospital.

O complexo hospitalar faz parte de um projeto ambicioso que contempla a “Cidade Vidawasi”, que está ganhando forma depois de um trabalho de 6 anos. O prédio do hospital está em construção, mas áreas complementares já estão prontas, visto que o espaço vai oferecer ainda vilas médica e de voluntariado, uma capela, hotel aos familiares, clínica de tratamento, praça e salas de reunião, para a imprensa e atividades culturais. O conselho consultivo de honra conta com profissionais especialistas no assunto, como Patch Adams, idealizador do projeto da Risoterapia, e Luiz Fernando Lopes, diretor geral do Hospital Pediátrico Oncológico de Barretos, no Brasil.

Confira as fotos da visita dos bispos às obras do Hospital Vidawasi





Fonte: Vatican News



Sacerdote explica o grande erro da ideologia de gênero


Foto referencial. Crédito: Pixabay

PIURA, 16 Ago. 19 / 03:00 pm (ACI).- Um sacerdote que serviu no Pontifício Conselho para a Família, agora Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida no Vaticano, explicou o que considera o grande erro da ideologia de gênero.

“O grande erro da chamada ideologia de gênero é que se pretende que a identidade pessoal dependa apenas da autopercepção do sujeito (sua psicologia), dos condicionamentos da educação e da cultura ou da escolha do indivíduo emocional. Trata-se de separar radicalmente a identidade de gênero do sexo biológico”, explicou Pe. José Guillermo Gutiérrez Fernández, no dia 14 de agosto, por ocasião da conferência internacional “A ​​família, a vida e o acontecimento de Guadalupe”, que aconteceu na cidade de Piura, no norte do Peru, de 13 a 15 deste mês.

A abordagem de gênero ou ideologia de gênero é uma corrente que considera o sexo como uma construção sociocultural e que atenta contra a natureza humana. Isto foi criticado várias vezes pelo Papa Francisco e por outros membros da Igreja. Nesse sentido, o Vaticano publicou em junho o documento “Homem e mulher os criou. Para uma via de diálogo sobre a questão de gender na educação”.

Pe. José Guillermo Gutiérrez Fernández. Crédito: Arquidiocese de Piura

Em sua conferência "A Sacralidade da Vida e a Ideologia de Gênero", no Coliseu Dom Bosco, de Piura, diante de mais de cinco mil participantes, o sacerdote destacou que o erro da ideologia de gênero se torna "mais grave quando se pretende chegar a uma ‘neutralidade’, negando a heteronormatividade binária, dizendo que o gênero é algo fluido e não pode ser predeterminado”.

Segundo informa a Arquidiocese de Piura, Pe. Gutiérrez recordou que a Igreja não discrimina os homossexuais, porque “nosso Senhor chama todos os seus filhos para viver a vida cristã e alcançar a santidade. Todo mundo tem que fazer o seu próprio caminho a partir das circunstâncias nas quais se encontra”.

Além disso, o sacerdote afirmou que, “no mundo de hoje, há toda uma propaganda que nos vende a ideia errada de que não se pode ser feliz sem o exercício ativo da nossa genitalidade. Isso nos confunde e nos engana”.

"Parece que quando a Igreja convida os homossexuais a se absterem de ter relacionamentos íntimos, convida-os a viverem sem amor”, lamentou.

Coliseu Dom Bosco em Piura, onde ocorreu o congresso internacional. Crédito: Arquidiocese de Piura

O sacerdote assinalou que "devemos levar em consideração que todos os seres humanos têm uma vocação ao amor e isso não se vive necessariamente através do exercício ativo da nossa genitalidade".

“Existem outras maneiras de viver esse amor, como por exemplo: na entrega de si mesmo através do voluntariado, do serviço aos pobres, da amizade sincera e casta, da caridade, etc. É necessário recordar que as pessoas têm apenas uma identidade: a identidade de filhos de Deus, homem ou mulher”, explicou.

Pe. Gutiérrez também alertou para a possibilidade de que, “sob o pretexto de buscar a igualdade entre homens e mulheres, o Estado busque intervir de maneira dissimulada, tentando tirar dos pais a responsabilidade e o direito de serem os primeiros educadores de seus filhos”.

Os pais “são os responsáveis ​​pela educação da afetividade e sexualidade de seus filhos. Uma educação orientada ao amor que respeite a diferença sexual entre homens e mulheres, sua complementaridade e reciprocidade e que seja um chamado à comunhão de pessoas que nos faz imagem de Deus”.

Não ao aborto

O sacerdote também se referiu à importância de defender a vida humana, pois "o ser humano é a única criatura que Deus amou por si mesma, tem uma dignidade excelsa".

Pe. Gutiérrez também lembrou que "a vida começa desde o momento da concepção" e deve terminar "de maneira natural, por isso a importância de proteger a vida de todo ser humano e ainda mais quando está neste estado precoce e inicial de sua existência”.

"Portanto, não podemos falar em nenhum caso de 'interrupção da gravidez', porque a vida não é algo que possamos interromper e depois reiniciar".

“Todos os que estamos hoje aqui começamos esta maravilhosa aventura de nossa vida sendo um pequeno embrião e, a partir deste momento, fomos amados e protegidos. Por isso, somos chamados a estar sempre contra o aborto, porque se trata de matar um ser humano inocente”, destacou o sacerdote.

Fonte: ACI digital



sexta-feira, 16 de agosto de 2019

"Família volta a ser o que tu és”. Mas o que é a família?


Por Padre Reginaldo Manzotti

Filhos e filhas,

Estamos na Semana Nacional da Família que tem como tema neste ano de 2019: A Família, como vai? Esta semana traz um grande apelo para que a família se volte ao essencial.

São João Paulo II expressou isso muito bem com a frase “Família volta a ser o que tu és”. Mas o que é a família? É lugar de amor, é cheiro de saudade, é cheiro de comida caseira. Um pai e uma mãe que conseguirem marcar um filho, a casa com boas lembranças, já marcou positivamente.

Família volta a ser o que tu és, uma transmissora de vida, um lugar da presença de Deus, lugar de comunhão. A família nasce do amor e só tem sentido no amor, pois vem de Deus. O Criador quis que o homem tivesse a mulher como companheira e participassem da obra da criação.

A família é a primeira escola a nos ensinar a ser comunhão de amor, onde pessoas devem educar e se educar, pois formam uma comunidade de pessoas que vivem em comunhão. É na família que se aprende a viver a generosidade, a unidade, a solidariedade, a partilha, a fé e crescer a consciência de serem administradores dos próprios bens, dos bens comuns e da natureza.

A família é lugar de comunhão porque não visa o bem individual, mas o bem uns dos outros. E, como núcleo de comunhão, a família deve participar da vida da comunidade, trabalhando com outros, servindo como um só corpo.

O que sustenta essa missão de ser comunhão é o amor. O amor que deveria ser incondicional como nos ensina São Paulo. Um amor que é paciente, bondoso. Que não tem inveja, não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta (1Cor 13,4-7).

Família volta a ser o que tu és, um lugar de crescimento. “A família é o principal lugar de crescimento de cada um porque é através dela que o ser humano se abre à vida e à exigência natural de relacionar-se com os outros”. (Papa Francisco)

É no ambiente familiar que fazemos nossas primeiras experiências de vida, aprendemos a falar, a andar, a sorrir, a compartilhar as pequenas conquistas com aqueles que nos cercam. É também no ambiente familiar que aprendemos os valores morais, a usar corretamente a liberdade, a formar o caráter e anos depois nos tornarmos pessoas de bem, adultos maduros e capazes de contribuir com a construção de um mundo melhor.

Família volta a ser o que tu és, lugar de encontro. A família começa do encontro de duas pessoas que se amam e desejam formar uma só carne. A família é um lugar de encontro, de união e segurança.

Família volta a ser o que tu és, um lugar de superação de conflitos. O amor não é um sentimento, mas uma disposição de renunciar a si mesmo. Na família é necessário haver renúncias, senão, não sobrevive. Precisamos nos abrir e deixar Deus agir. Os familiares precisam estar dispostos a mudar uns pelos outros, para que haja harmonia e paz.

Não existem pessoas perfeitas, existem pessoas frágeis, limitadas. Valorizemos nossas famílias com seus defeitos e qualidades, suas alegrias e sofrimentos, erros e acertos, conquistas e conflitos. Acreditemos no amor que restaura e reconstrói, e deixemo-nos contagiar por esse amor de Deus, que tudo pode.

Deus abençoe,

Padre Reginaldo Manzotti

Nota: Boletim semanal recebido por e-mail.
Para receber o seu boletim, cadastre-se no site: 
https://www.padrereginaldomanzotti.org.br/



Missa em português transmitida pela Rádio Vaticano: reze conosco!


Acompanhe a live do Vatican News no Instagram toda quarta-feira

VATICANO

Toda quarta-feira é dia de live em português no Instagram!

Às 12h30 locais (07h30 no horário de Brasília), integrantes da equipe comentam as principais notícias do dia e da semana: as catequeses do Papa, seus compromissos e audiências, as nomeações para o Brasil e os eventos que envolvem a Santa Sé.

Cidade do Vaticano

Toda quarta-feira os fiéis de língua portuguesa têm um encontro marcado com o Vaticano: além da Audiência Geral com o Papa Francisco, o Vatican News faz uma live no Instagram.

Às 12h30 locais (07h30 no horário de Brasília), integrantes da equipe comentam as principais notícias do dia e da semana: as catequeses do Papa, seus compromissos e audiências, as nomeações para o Brasil e os eventos que envolvem a Santa Sé.

A live é uma oportunidade ainda para interagir com nossos seguidores e dar notícias em primeira mão.

As entradas ao vivo são feitas com frequência também no Facebook, seja com nossos convidados, seja para as cerimônias pontifícias, mas é no Instagram que há um espaço fixo para comentar as atividades da Igreja.

Por enquanto, as lives são somente em português. Não perca!

https://instagram.com/vaticannews


Missa em português transmitida pela Rádio Vaticano: reze conosco!

Todos os sábados, as 16:15, a Rádio Vaticano com auxilio de padre brasileiros, transmite a Celebração da Santa Missa direto da Capela da Anunciação.

Cidade do Vaticano - Padre Arnaldo Rodrigues

Com uma missão de informar e evangelizar, a Rádio Vaticano assumiu todos os sábados a celebração da Santa Missa às 16:15, diretamente da Capela da Anunciação, no segundo andar do prédio onde funciona parte do Dicastério para a Comunicação (Rádio Vaticano, o Vatican News e Vatican Media).

Missa Rádio Vaticano

A Rádio Vaticano foi inaugurada pelo Papa Pio XI no dia 12 de fevereiro de 1931. Ela tem como principal tarefa difundir a mensagem cristã de modo livre, fiel e eficaz e conectar o centro do catolicismo com os vários países do mundo.

Ela reflete a opinião e os ensinamentos da Igreja Católica,  por isso é uma das fontes oficiais da Santa Sé para a difusão de notícias relativas ao Papa, o Vaticano e a Igreja no mundo inteiro.

Hoje a Rádio possui 43 redações linguísticas com uma grande importância histórica, pois por muitos anos levou , e ainda leva, voz do Papa, sobretudo a lugares onde foi única forma para que os fieis pudessem ouvi-lo.

A Redação brasileira esta presente na maior parte do tempo da fundação da rádio, são 61 anos levando um pouco de Roma ao brasileiros e mostrando a também a igreja do Brasil ao mundo

As missas são retransmitidas por algumas rádios no Brasil e muito em breve pelo facebook do Vatican News.

15 agosto 2019


Fonte: ACI digital



Dogma da Assunção: afinal, Maria morreu ou dormiu antes de ser elevada aos Céus?


Redação da Aleteia | Ago 15, 2019

Existem as duas tradições: entenda o que é dito substancialmente por esse dogma fascinante

Uma das dúvidas mais frequentes no tocante ao dogma da Assunção de Nossa Senhora é esta: afinal, ela morreu biologicamente, como todos nós, antes de ser elevada aos Céus, ou não passou pela experiência da morte do corpo?

Vamos tentar entender por partes.

Para começar, o que é um dogma?

Na Igreja Católica, é entendida por “dogma” toda verdade de fé absoluta, definitiva, infalível, irrevogável e inquestionável, revelada por Deus mediante as Sagradas Escrituras ou a Sagrada Tradição, e que, uma vez proclamada como dogma pelo Magistério da Igreja, não pode mais ser revogada nem negada por quem quer que seja: nem sequer pelo Papa ou por um Concílio. Os dogmas, portanto, fazem parte indissociável da doutrina da Igreja.

A respeito de Nossa Senhora, especificamente, há 4 dogmas:

1. Maternidade divina

Cristo é pessoa divina e Maria é a Sua mãe. Foi declarado no Concílio de Éfeso, em 431. Na época a Igreja vivia uma profunda polêmica interna causada pelos nestorianos, corrente muito popular entre as comunidades cristãs do Oriente. Segundo eles, Jesus tinha duas naturezas, uma humana e outra divina, mas pouco ligadas. Maria seria mãe apenas de Cristo como homem. Para combater esse pensamento, a Igreja outorgou-lhe o título de Theotokos(Teótokos), expressão grega que significa “Mãe de Deus”.

2. Virgindade perpétua

Maria foi virgem antes, durante e depois do parto. Foi declarado no segundo Concílio de Constantinopla, em 553. A virgindade de Maria é uma ideia tradicional, que remonta às origens do cristianismo, mas gerou bastante polêmica ao longo da história da Igreja. Foi questionada pelos pagãos, que não compreendiam como uma virgem poderia dar à luz. Já as tendências gnósticas dentro do cristianismo achavam que Jesus era filho de José.
 
3. Imaculada Conceição

Maria foi totalmente isenta de pecado, inclusive quando concebida por seus pais, Santa Ana e São Joaquim. Todo o resto da humanidade, desde os nossos primeiros pais, nasceu com pecado original – daí, aliás, a necessidade da Salvação. Proclamado pelo Papa Pio IX em 1854, o dogma da Imaculada Conceição teve como pano de fundo a luta que na época a Igreja travava contra o racionalismo enviesado e exacerbado. Essa corrente, com ares de “científica”, negava a possibilidade de forças sobrenaturais agirem no mundo. O dogma da Imaculada realça justamente a intervenção direta de Deus no mundo ao preservar Maria do pecado original.

Nas aparições de Lourdes, a própria Nossa Senhora confirmou essa verdade de fé: confira neste artigo.

E, em outro caso impressionante, durante um exorcismo na Itália em 1823, dois sacerdotes dominicanos fizeram o diabo reconhecer esse mesmo dogma 30 anos antes de que ele fosse promulgado! Confira aqui.

4. Assunção

Esta verdade da nossa fé nos afirma que Maria, Mãe de Jesus, foi glorificada em corpo e alma e levada ao Céu ao final da sua vida terrena.

O dogma foi promulgado em 1º de novembro de 1950, mediante a constituição apostólica Munificentissimus Deus, do Papa Pio XII. O documento pontifício afirma, “ex cathedra“:

“A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”.


Assunção é a mesma coisa que Ascensão?

Não. A palavra “assunção” quer dizer que Maria “foi assunta”, “foi assumida”, “foi tomada”, “foi levada” por Deus.

Já a palavra “ascensão” refere exclusivamente a Jesus Cristo, pois significa “subida”: Ele ascendeu aos Céus, subiu aos Céus, por Si mesmo, como Deus.

Mas, então: Maria morreu ou não morreu?

O documento pontifício não especifica se Maria morreu do ponto de vista biológico.

A esse respeito, entrevistado pela agência católica ACI Digital, o respeitado exorcista espanhol pe. José Antonio Fortea comenta que a ambiguidade na constituição apostólica é proposital: “Não foi coincidência; foi expressamente desejada“.

O cerne deste dogma, afinal, “é somente a Assunção“: ou seja, o que é declarado como verdade de fé é que Maria foi assunta por Deus aos Céus. Se ela havia morrido previamente, é uma questão secundária que não afeta o dogma em si: não há demérito algum em morrer, dado que faz parte da natureza humana, nem haveria impedimento algum para que Deus poupasse Maria da morte física, dado que é Deus.

Sailko | CC BY SA 4.0

De fato, as duas possibilidades eram levadas em conta pela tradição. Os cristãos orientais adotaram preponderantemente a interpretação chamada de “dormição da Virgem Maria“: para eles, Nossa Senhora havia dormido, não morrido, e assim foi assunta sem passar pela morte. Em paralelo, também havia a tradição segundo a qual Nossa Senhora tinha, sim, falecido fisicamente, conforme o fluxo natural da vida terrena.

O pe. Fortea conclui:

“Como não havia unanimidade nesse tema e o que os dogmas expressam é a fé, optaram por deixá-lo ambíguo. A Igreja não se opôs às pessoas que disseram uma coisa nem às que disseram outra, sem chegar nunca a esclarecer o tema”.

São João Paulo II, por exemplo, considerava que Nossa Senhora morreu, sim, antes de ser assunta. Na catequese de 25 de junho de 1997, ele afirmou:

“[O Papa Pio XII] não quis negar o fato da morte; apenas não julgou oportuno afirmar solenemente a morte da Mãe de Deus, como verdade que devesse ser admitida por todos os crentes. Refletindo sobre o destino de Maria e sobre a sua relação com o Filho divino, parece legítimo responder afirmativamente: dado que Cristo morreu, seria difícil afirmar o contrário no que concerne à Mãe”.

A substância da Assunção é descrita assim pelo Catecismo da Igreja Católica, em seu número 966:

“A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos”.

Wikipedia | Domena publiczna

Assim sendo, tanto a tradição da dormição quanto a do falecimento coincidem na essência: por especial privilégio de Deus, Nossa Senhora não experimentou a corrupção do seu corpo, tendo sido assunta ao céu em corpo e alma para viver gloriosamente junto com Jesus.

A vida eterna com Deus é oferecida a todos os que forem salvos, mas, em nosso caso, passaremos normalmente pela morte e pela corrupção física do nosso corpo.

Nosso corpo, no entanto, será ressuscitado e tomará uma forma gloriosa, que não sabemos como será: trata-se de uma certeza de fé garantida por Deus, mas, nesta vida, o modo como ela se dará na eternidade permanece envolto no mistério.

Fonte: ACI digital



quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Hoje começa a Quaresma de São Miguel Arcanjo (15 de agosto)

São Miguel Arcanjo

REDAÇÃO CENTRAL, 15 Ago. 19 / 07:00 am (ACI).- Neste dia em que a Igreja celebra a Solenidade da Assunção de Maria, começa também a Quaresma de São Miguel, a qual surgiu por inspiração de São Francisco de Assis e se conclui no dia 29 de setembro, com a festa dos Santos Arcanjos.

Em artigo no site de Padre Paulo Ricardo por ocasião do início desta Quaresma em 2017, explica-se que o surgimento desta Quaresma remete à Idade Média, quando São Francisco de Assis, “achando muito longa a distância entre o Advento e a Quaresma, os dois períodos litúrgicos tradicionalmente dedicados à penitência e ao jejum, decidiu praticar um novo tempo de mortificações em honra ao príncipe da milícia celeste, São Miguel Arcanjo”.

A partir de então, começou a se tornar muito popular, “embora não esteja prevista no calendário litúrgico da Igreja”.

Este ciclo de quarenta dias de penitência, sem contar os domingos, começa exatamente em 15 de agosto, na Assunção da Santíssima Virgem Maria, e se encerra em 29 de setembro, festa dos Santos Arcanjos, o que remete a uma narrativa do Apocalipse.

“É interessante notar – indica o artigo – que o relato do capítulo 12 do livro do Apocalipse faz uma descrição exata da Quaresma de São Miguel, apresentando, em primeiro lugar, a ‘Mulher vestida de Sol’ e, por último, a vitória de São Miguel contra o dragão”.

Entretanto, lamenta-se que, “infelizmente, algumas pessoas vivem a Quaresma de São Miguel como uma superstição”, achando que basta “acender uma vela” ao Santo Arcanjo para “converter, por exemplo, alma de seus familiares”.

“Essas pessoas se esquecem da liberdade humana e que Deus jamais irá intervir no coração de alguém sem que esse mesmo alguém permita. Na verdade, a infalibilidade da Quaresma de São Miguel depende da disposição interior da pessoa que a está rezando, já que essa pessoa é a primeira que deve receber as graças dessa devoção”, acrescenta.

Nesse sentido, explica que o segredo desta Quaresma é “a humildade”. “Não é à toa que ela se inicia com a assunção de Nossa Senhora e se encerra com a festa de S. Miguel, as duas criaturas que, na ordem da graça, deram um grande testemunho de humildade diante de Deus”, explica.

“Maria e Miguel mostram que o caminho da perfeição deve ser trilhado pela via da humildade” e “venceram o dragão pelo sangue do Cordeiro porque se dispuseram a cumprir tudo o que Ele lhes dissera”.

Assim, acrescenta, também “nós precisamos recorrer ao auxílio divino, à intercessão dos anjos, de Nossa Senhora e do sangue do Cordeiro, caso queiramos vencer a batalha contra o diabo”.

A seguir, confira a Quaresma de São Miguel, disponibilizada pela site da Comunidade Canção Nova:

Todos os dias:

– Acender uma vela benta.
– Oferecer uma penitência.
– Fazer o sinal-da-cruz.
– Rezar a oração inicial.
– Rezar a Ladainha de São Miguel

Oração inicial:

São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate, sede nosso refúgio contra a maldade e as ciladas do demônio! Ordene-lhe Deus, instantemente o pedimos; e vós, príncipe da milícia celeste, pela virtude divina, precipitai ao inferno a Satanás e a todos os espíritos malignos, que andam pelo mundo para perder as almas. Amém.

Sacratíssimo Coração de Jesus! (três vezes)

Ladainha de São Miguel

Senhor, tende piedade de nós;
Jesus Cristo, tende piedade de nós;
Senhor, tende piedade de nós;
Jesus Cristo, ouvi-nos;
Jesus Cristo, atendei-nos!

Pai Celeste, que sois Deus, tende piedade de nós;
Filho Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós;
Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós;
Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, Rainha dos Anjos, rogai por nós;
São Miguel, rogai por nós;
São Miguel, cheio da graça de Deus, rogai por nós;
São Miguel, perfeito adorador do Verbo Divino, rogai por nós;
São Miguel, coroado de honra e de glória, rogai por nós;
São Miguel, poderosíssimo Príncipe dos exércitos do Senhor, rogai por nós;
São Miguel, porta-estandarte da Santíssima Trindade, rogai por nós;
São Miguel, guardião do Paraíso, rogai por nós;
São Miguel, guia e consolador do povo israelita, rogai por nós;
São Miguel, esplendor e fortaleza da Igreja militante, rogai por nós;
São Miguel, honra e alegria da Igreja triunfante, rogai por nós;
São Miguel, luz dos Anjos, rogai por nós;
São Miguel, baluarte da verdadeira fé, rogai por nós;
São Miguel, força dos que combatem sob o estandarte da Cruz, rogai por nós;
São Miguel, luz e confiança das almas no último momento da vida, rogai por nós;
São Miguel, socorro muito certo, rogai por nós;
São Miguel, nosso auxílio em todas as adversidades, rogai por nós;
São Miguel, mensageiro da sentença eterna, rogai por nós;
São Miguel, consolador das almas do Purgatório, rogai por nós;
São Miguel, a quem o Senhor incumbiu de receber as almas depois da morte, rogai por nós;
São Miguel, nosso Príncipe, rogai por nós;
São Miguel, nosso Advogado rogai por nós!

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos Senhor;
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor;
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós, Senhor.

– Jesus Cristo, ouvi-nos.
– Jesus Cristo, atendei-nos.
– Rogai por nós glorioso São Miguel, Príncipe da Igreja de Jesus Cristo.
– Para que sejamos dignos das Suas promessas. Amém!

Oremos

Senhor Jesus Cristo, santificai-nos por uma bênção sempre nova e concedei-nos, por intercessão de São Miguel, a sabedoria que nos ensina a ajuntar riquezas no Céu e a trocar os bens do tempo presente pelos bens eternos. Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém!

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrada a Solenidade da Assunção da Santíssima Virgem Maria (15 de agosto)


REDAÇÃO CENTRAL, 15 Ago. 19 / 05:00 am (ACI).- “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. Assim o Papa Pio XII definiu em 1950, através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, este dogma que é celebrado solenemente neste dia 15 de agosto – a Assunção da Santíssima Virgem Maria.

A Igreja no Brasil celebra essa solenidade no domingo seguinte, neste ano, dia 18 de agosto.

O dogma da Assunção se refere a que a Mãe de Deus, ao cabo de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória celestial.

Na celebração desta solenidade, em 2010, o Papa Bento XVI destacou a importância dessa data. “Nesta solenidade da Assunção, contemplamos Maria: ela nos enche de esperança a um futuro repleto de alegria e nos ensina o caminho para alcançá-lo: acolher na fé o Seu Filho; nunca perder a amizade com Ele, deixando-nos iluminar e guiar pela Sua Palavra; segui-lo cada dia, inclusive naqueles momentos nos quais sentimos que nossas cruzes ficam pesadas. Maria, a arca da Aliança que habita no santuário do céu, nos indica com claridade luminosa que estamos em caminha à nossa verdadeira Casa, a comunhão da alegria e da paz com Deus”.

O Catecismo da Igreja Católica explica que “a Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).

A importância da Assunção para homens e mulheres do começo do Terceiro Milênio da Era Cristã reside na relação que existe entre a Ressurreição de Cristo e nossa. A presença de Maria, ser humano como nós, que se encontra em corpo e alma já glorificada no Céu, é isso: uma antecipação da nossa própria ressurreição.

O Papa João Paulo II, em uma de suas catequeses sobre a Assunção, explicou isto nos seguintes termos: “O dogma da Assunção, afirma que o corpo de Maria foi glorificado depois de sua morte. Com efeito, enquanto para os demais homens a ressurreição dos corpos ocorrerá no fim do mundo, para Maria a glorificação do seu corpo se antecipou por singular privilégio”.

“Contemplando o mistério da Assunção da Virgem, é possível compreender o plano da Providência Divina com respeito a humanidade: depois de Cristo, Verbo Encarnado, Maria é a primeira criatura humana que realizou o ideal escatológico, antecipando a plenitude da felicidade prometida aos eleitos mediante a ressurreição dos corpos”, declarou São João Paulo II, na audiência geral de 9 de julho de 1997.

Ao celebrar esta solenidade em 1997, João Paulo II indicou: “Maria Santíssima nos mostra o destino final dos que ‘escutam a Palavra de Deus e a cumprem’ (Lc 11,28). Estimula-nos a elevar nosso olhar às alturas onde se encontra Cristo, sentado à direita do Pai, e onde também está a humilde escrava de Nazaré, já na glória celestial”.

Fonte: ACI digital


5 chaves para entender o dogma da Assunção da Virgem Maria

Por Liliana Montes

REDAÇÃO CENTRAL, 15 Ago. 19 / 06:00 am (ACI).- No dia 15 de agosto a Igreja celebra o dogma da Assunção da Virgem Maria aos céus. A seguir confira alguns pontos importantes que nos ajudarão a entender melhor esta verdade de fé:

1. O que é um dogma?
Um dogma é uma verdade de fé absoluta, definitiva, infalível, irrevogável e inquestionável revelada por Deus, através das Sagradas Escrituras ou da Sagrada Tradição. Depois de ser proclamado não se pode revogar ou negar, nem pelo Papa nem por decisão conciliar.

Para que uma verdade se torne dogma, é necessário que seja proposta de maneira direta pela Igreja Católica aos fiéis como parte de sua fé e de sua doutrina, através de uma definição solene e infalível pelo Supremo Magistério da Igreja.

2. O Dogma da Assunção da Virgem

Segundo a tradição e a teologia da Igreja Católica, a Assunção da Virgem é a celebração de quando o corpo e a alma de Maria, Mãe de Jesus Cristo, foram glorificados e levados ao Céu no final da sua vida terrena. Não deve ser confundido com a Ascensão, a qual se refere a Jesus Cristo.

Diz-se que a ressurreição dos corpos acontecerá no final dos tempos, mas no caso da Virgem Maria este acontecimento foi antecipado por um privilégio singular.

Este dogma também é celebrado pela Igreja ortodoxa.

3. Declaração do dogma

Desde 1849 começaram a chegar à Santa Sé diversos pedidos a fim de que a Assunção da Virgem fosse declarada doutrina da fé. No dia 1º de novembro de 1950, o Papa Pio XII publicou a Constituição Apostólica Munificentissimus Deus que declara como dogma de fé a Assunção da Virgem Maria com estas palavras:

“Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”.

4. Importância da Assunção da Virgem
Esta festa tem dois objetivos: a feliz partida de Maria desta vida e a assunção do seu corpo ao céu. A resposta do motivo desta celebração ser importante para os católicos é encontrada no Catecismo da Igreja Católica, que diz: “A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).

A importância da Assunção da Virgem para nós está relacionada com a Ressurreição de Jesus Cristo e a nossa ressurreição. O fato de que Maria esteja em corpo e alma já glorificada no Céu é a antecipação da nossa própria ressurreição, pois ela é um ser humano como nós.

5. Dormição ou Morte de Maria?

A Escritura não dá detalhes a respeitos dos últimos anos de Maria sobre a terra, de Pentecostes até a sua Assunção, apenas sabemos que a Virgem foi confiada por Jesus a São João. Ao declarar o dogma da Assunção de Maria, Pio XII não quis dizer se a Virgem morreu e ressuscitou em seguida ou se partiu diretamente ao céu. Muitos teólogos pensam que a Virgem morreu para se assemelhar mais a Jesus, mas outros sustentam a Dormição da Virgem, celebrada no Oriente desde os primeiros séculos.

Ambas as posições coincidem em que a Virgem Maria, por um privilégio especial de Deus, não experimentou a corrupção do seu corpo e foi assunta ao céu, onde reina viva e gloriosa, junto com Jesus.

Fonte: ACI digital



Homem invade igreja e quebra altar com marreta


Mesa do Altar e Mesa da Palavra depredados. Fotos: Diocese de Nova Friburgo / Divulgação

RIO DE JANEIRO, 14 Ago. 19 / 12:30 pm (ACI).- Na manhã de terça-feira, 13 de agosto, um homem invadiu a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, em Macaé (RJ), e depredou a Mesa do Altar e a Mesa da Palavra usando uma marreta.

Segundo a Diocese de Nova Friburgo, à qual pertence a Paróquia Nossa Senhora de Fátima, o indivíduo adentrou o templo “portando uma marreta camuflada em uma mochila” e, em seguida, “sacando-a”, praticou o “ato de vandalismo”.

Algumas pessoas que estavam presentes conseguiram conter o indivíduo, até a chegada da Polícia Militar, que foi acionada logo em seguida. Assim, conseguiram “evitar maiores danos”.

O homem foi conduzido “à autoridade policial competente”. Um boletim de ocorrência foi registrado “para dar seguimento às investigações do ato criminoso, porém, até o momento não há informação exata sobre a situação da prisão, bem como não foram calculados os prejuízos advindos do ataque e a previsão de início dos reparos dos bens depredados”.

De acordo com a Diocese de Nova Friburgo, funcionários da Paróquia informaram que “o mesmo homem tentou, no último domingo (11), pela manhã, perturbar a ordem no decorrer da Santa Missa, sendo impedido por paroquianos”.

A Matriz Paroquial Nossa Senhora de Fátima ficou fechada desde o atentado e deve ser reaberta “nos próximos dias”. Segundo a Diocese, o Bispo Dom Edney Gouvêa Mattoso, “celebrará a Santa Missa em desagravo pela profanação ocorrida”, porém ainda não foi divulgada a data.

“A Diocese de Nova Friburgo e seu Bispo expressam tristeza e lamentam tamanho ato de intolerância religiosa, manifestando absoluto e irrestrito apoio à comunidade paroquial de Nossa Senhora de Fátima”, expressa nota publicada no site da Diocese.

“Rogamos a intercessão da Virgem junto a Deus, nosso Pai, pela paz e liberdade religiosa e que Ele abençoe e conceda aos membros dessa querida comunidade a fortaleza de ânimo, e jamais se deixem abater no entusiasmo dando prosseguimento à obra da evangelização”, conclui o texto.

Fonte: ACI digital



Corpo de Irmã Dulce está “intacto”, segundo jornal


Obras Sociais Irmã Dulce

Redação da Aleteia | Ago 14, 2019

Reportagem revelou que o corpo da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres está em altíssimo grau de conservação; última exumação aconteceu em julho

Uma reportagem do jornal Correio revela que o corpo da Bem-Aventura Dulce dos Pobres, a Irmã Dulce está “intacto”.

De acordo com a publicação, a terceira e última exumação do corpo, uma exigência do processo de beatificação e canonização, aconteceu em julho de 2019, pouco mais de 27 anos após a morte de Irmã Dulce. Segundo o jornal, o corpo resistiu ao tempo e está altamente conservado.

A primeira exumação aconteceu em 2000. Na época, um legista e o postulador do Vaticano já tinham revelado que o corpo estava incorrupto.

Para a Igreja, a incorrupção é um sinal de virtude e graça. A integridade do corpo é diretamente relacionada à integridade da alma.

Porém, vale ressaltar que o reitor do Santuário Irmã Dulce, Frei Giovanni Messias, não comenta a última exumação, que ainda é mantida em sigilo.

Relíquias

As relíquias do “Anjo Bom da Bahia”, como a Bem-Aventurada Dulce dos Pobres é conhecida, estão no Santuário Irmã Dulce, em Salvador, BA.

O espaço, chamado de Capela das Relíquias, é uma sala circular, com pé direito triplo. O túmulo que guarda os restos mortais da Irmã Dulce fica ao centro.

A capela foi aberta no dia 09 de junho de 2010, quando o corpo da então Venerável Dulce foi trasladado da Capela Santo Antônio (localizada no Memorial Irmã Dulce) para sua nova morada. A transferência foi feita após a segunda exumação do corpo da religiosa.

Exposição do corpo

Ainda de acordo com o jornal Correio, o corpo de Irmã Dulce, que será canonizada em outubro, ficará exposto permanentemente ao público na Capela das Relíquias, provavelmente a partir de setembro. Ele será envolto a uma urna de vidro.

Entretanto, o corpo ainda passará por algumas correções artificiais no rosto antes da exposição.

Canonização

O processo de canonização da Irmã Dulce, a primeira santa nascida no Brasil, foi um dos mais rápidos da história recente da Igreja.

A causa foi iniciada em janeiro de 2000. A validação jurídica do virtual milagre presente no processo foi emitida pela Santa Sé em junho de 2003. Já em abril de 2009, o Papa Bento XVI reconheceu as virtudes heróicas da Serva de Deus Dulce Lopes Pontes, autorizando oficialmente a concessão do título de Venerável à freira baiana.

No dia 9 de junho de 2010 é realizada a exumação e transferência das relíquias (termo utilizado para designar o corpo ou parte do corpo dos beatos ou santos) da Venerável Dulce para sua capela definitiva, localizada na Igreja da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, situada ao lado da sede da OSID. A Capela das Relíquias foi construída na própria Igreja da Imaculada Conceição, erguida no local do antigo Cine Roma e do Círculo Operário da Bahia, construídos pela freira na década de 40.

Em outubro de 2010, a Congregação para a Causa dos Santos, reconheceu a autenticidade de um milagre atribuído à Irmã Dulce, cumprindo, dessa forma, a penúltima etapa do processo de Canonização: estágio que levaria à beatificação da religiosa no ano seguinte. O anúncio foi feito no dia 27 de outubro de 2010 pelo então Arcebispo Primaz do Brasil, cardeal D. Geraldo Majella Agnelo.

Já no dia 10 de dezembro de 2010, o Papa Bento XVI autoriza então a promulgação do decreto do milagre que transformava a Venerável Dulce em Beata, ou Bem-Aventurada. Com o reconhecimento final do Papa, abriu-se caminho então para a realização da Cerimônia de Beatificação de Irmã Dulce, evento ocorrido no dia 22 de maio de 2011, em Salvador. Na ocasião, a freira baiana passou a ser reconhecida com o título de “Bem-Aventurada Dulce dos Pobres”, tendo o dia 13 de agosto como data oficial de celebração de sua festa litúrgica.

Em julho de 2019, o Papa Francisco agendou a canonização de Irmã Dulce para o dia 13 de outubro.

Vida e obra 

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em Salvador no dia 26 de maio de 1914 e, desde a infância, começou a ajudar pessoas carentes na porta da própria casa, que chegou a ser apelidada de “Portaria de São Francisco”.

Em fevereiro de 1933, entrou na congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em São Cristóvão, no Estado de Sergipe, adotando o nome de Irmã Dulce em homenagem à sua mãe, falecida quando ela tinha apenas 7 anos.

Retornando a Salvador em 1935, iniciou seu trabalho de ação social e caridade cristã em favor de comunidades pobres como a de Alagados, um conjunto de palafitas no bairro de Itapagipe. Em 1939, encheu um velho galinheiro situado ao lado do convento com os primeiros 70 doentes aos quais passaria a se dedicar em paralelo à assistência aos pobres. Foi o nascimento das Obras Sociais Irmã Dulce, uma instituição que hoje realiza 4 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano.

Popularmente conhecida como “o Anjo Bom da Bahia“, Irmã Dulce foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz em 1988 pelo então presidente José Sarney, com o apoio da Rainha Sílvia, da Suécia.


Fonte: Aleteia



Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana dos Anjos/Devoção e Fé Blog