2019 - Devoção e Fé - Blog Católico

quarta-feira, 22 de maio de 2019

As catequeses do Papa Francisco sobre a oração do Pai Nosso


O Papa Francisco dedicou 16 catequeses à oração do Pai Nosso: tiveram início em 5 de dezembro e foram concluídas nesta quarta-feira, 22 de maio.

Cidade do Vaticano

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 22 de maio de 2019, o Papa Francisco concluiu sua série de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, iniciadas em 5 de dezembro de 2018:

5 de dezembro de 2018 – A oração do Pai Nosso: 
https://is.gd/W2O1Hd

12 de dezembro de 2018 – "Pedir com confiança": 
https://is.gd/InAm42

2 de janeiro de 2019 – "Pai Nosso no centro do Sermão da Montanha": 
https://is.gd/EzVyfJ

9 de janeiro de 2019 -   "Jesus orante": 
https://is.gd/AVz8MQ

16 de janeiro – "Abbà, Pai!": 
https://is.gd/JGPVnF

13 de fevereiro – "Pai de todos nós": 
https://is.gd/SHzBQv

20 de fevereiro – "Pai nosso que estais no céu": 
https://is.gd/O5MVak

27 de fevereiro -  "Santificado seja o vosso nome": 
https://is.gd/GbGZJI

6 de março – "Venha a nós o vosso Reino": 
https://is.gd/VQyLKr

20 de março – "Seja feita a vossa vontade":
https://is.gd/bQfnBR

27 de março - "O pão nosso de cada dia": 
https://is.gd/vGDIzz

10 de abril – "Perdoai-nos os nossos pecados assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido":
 https://is.gd/TYSBw2

24 de abril – "Como nós perdoamos a quem nos tenha ofendido": 
https://is.gd/IC56oY

01 de maio - "Não nos deixeis cair em tentação": 
https://is.gd/jtSFfU

15 de maio – “Livrai-nos do mal: 
https://is.gd/WNTpPZ

22 de maio -  "Onde quer que estiveres, invoque Pai":
https://is.gd/q4WYrG (catequese integral em italiano: https://is.gd/5FrbML)

22 maio 2019, 10:19

Fonte: Vatican News



Papa: "Rezar em toda situação, sem esquecer de nossos irmãos"


Na audiência geral, Francisco encerrou o ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, afirmando que “a oração cristã nasce da audácia de poder chamar Deus de ‘Pai’. No final do encontro, a saudação ao Card. José Falcão.

Cidade do Vaticano

Esta quarta-feira de sol e clima primaveril em Roma foi o cenário no qual cerca de 20 mil pessoas participaram do encontro semanal com o Papa, no Vaticano. Francisco entrou na Praça São Pedro e imediatamente deixou cinco crianças subirem no papamóvel e o acompanharem na volta da praça. É a ocasião em que o Pontífice cumprimenta todos os presentes distribuindo sorrisos e carinho.

Em sua reflexão, ele encerrou o ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, e concluiu que “a oração cristã nasce da audácia de poder chamar Deus de ‘Pai':

“Trata-se de um ato de intimidade filial, fruto da graça de Jesus que nos introduz na familiaridade com Deus.”

Francisco continuou explicando que em diversas passagens do Novo Testamento, podemos ver como Jesus, com o seu exemplo e palavras, nos ensina o sentido da oração do Pai-Nosso. Por exemplo, quando os discípulos que, ao ver Jesus passar longos momentos em oração, pedem que Ele lhes ensine como rezar. Ou no Getsêmani, onde, ao invocar a Deus chamando-o de Abbá, Jesus demonstra a confiança num momento de angústia.

Em meio às trevas, Jesus invoca Deus com o nome de “Abbà”, com confiança filial e embora sinta medo e angústia, pede que seja feita a sua vontade.

Quando Jesus fala da necessidade de rezar de modo insistente, lembra-se sempre dos irmãos, sobretudo com a disponibilidade de perdoar as ofensas recebidas. Em suma, Jesus nos ensina que o cristão pode rezar em qualquer situação, seja com expressões retiradas da Bíblia, como os salmos, seja com expressões que brotaram dos corações de tantos homens e mulheres que se sabiam amados pelo Pai.

O primeiro protagonista de toda oração cristã é o Espírito Santo

É ele que sopra no coração do discípulo e nos torna capazes de rezar como filhos de Deus. É ele que nos ensina a rezar:

“Este é o mistério da oração cristã: pela graça, somos atraídos ao diálogo de amor da Santíssima Trindade.”

Assim rezava Jesus, e por vezes usou expressões muito distantes do texto do Pai Nosso. Como quando na cruz, pronunciou as palavras ‘Deus meu por que me abandonastes’. A explicação é que naquele grito de angústia, está o núcleo da relação com o Pai, o fulcro da fé e da oração. Eis porque o cristão pode rezar em qualquer situação.

Francisco concluiu pedindo que nunca deixemos de recordar na oração ao Pai nossos irmãos e irmãs na humanidade, para que nenhum deles, especialmente os pobres, fique sem consolo e sem uma porção de amor.

Orações por missionária assassinada e cristãos na China

Em suas palavras finais, o Papa lembrou a Irmã espanhola Ines Nieves Sancho, missionária assassinada na República Centro-africana, pedindo a todos que rezassem com ele uma Ave Maria.

Sexta-feira, dia 24 de maio, celebra-se o dia de Nossa Senhora Auxiliadora, que é particularmente venerada na China, no Santuário da Virgem de Sheshan, em Xangai.

“Nesta feliz ocasião, expresso minha proximidade a todos os católicos na China, que, entre tantas dificuldades e provações, continuam a esperar e amar. Que a nossa Mãe do Céu os ajude a ser testemunhas da caridade e da fraternidade, mantendo-os sempre unidos na comunhão da Igreja universal.”

Dirigindo-se aos brasileiros, numerosos na Praça, o Papa recomendou que neste mês dedicado à Virgem Maria, busquemos contemplar mais intensamente a face do Senhor Jesus com a oração do Terço, para que Ele seja o centro de nossos pensamentos, de nossas ações e de nossa vida.

Enfim, fez uma saudação especial ao Cardeal José Falcão, arcebispo emérito de Brasília, que está completando 70 anos de ordenação sacerdotal. Dom José respondeu com um sorriso.

No final do encontro, o Papa concedeu a todos a bênção apostólica.

22 maio 2019, 10:12

Fonte: Vatican News




Hoje é celebrada Santa Rita de Cássia, padroeira das causas impossíveis (22 de maio)


REDAÇÃO CENTRAL, 22 Mai. 19 / 05:00 am (ACI).- Santa Rita de Cássia não teve uma vida fácil. Foi uma filha obediente e esposa fiel, mas maltratada por seu marido. Ficou viúva e viu seus filhos morrer. Entretanto, seu amor por Jesus Cristo a levou a ser a santa do impossível e padroeira dos necessitados por milagres que Deus realizou durante sua vida e depois de sua morte. Sua festa é celebrada neste dia 22 de maio.

Ela nasceu em 1381, na Itália, em um momento de conquista, rebeliões e corrupção. Como seus pais, era analfabeta, mas Deus lhe concedeu a graça de ler. Queria ser religiosa, mas seus pais escolheram um esposo e ela aceitou de forma obediente.

Seu marido tinha maus hábitos, bebia muito, era mulherengo e a maltratava. Mas, Santa Rita se manteve fiel na oração. Tiveram filhos gêmeos que possuíam o mesmo temperamento do pai. Após 20 anos de casamento, o marido se converteu, Rita o perdoou e, juntos, aproximaram-se ainda mais da vida de fé. Um dia, ele não voltou para casa e foi encontrado assassinado.

Os filhos juraram vingar a morte de seu pai e a dor de Santa Rita aumentou ainda mais. Nem suas súplicas os fizeram desistir. A mãe aflita rogou ao Senhor para salvar seus filhos e tirar suas vidas antes que eles mesmos se condenassem com um pecado mortal. Assim, ambos sofreram de uma terrível doença e antes de morrer perdoaram os assassinos.

Mais tarde, Santa Rita quis ingressar na congregação das Irmãs Agostinianas, mas não foi fácil, porque tinha sido casada e por causa da morte sombria de seu marido. Ela se colocou em oração e certa noite ouviu que a chamavam três vezes pelo nome. Ele abriu a porta e encontrou Santo Agostinho, São Nicolau de Tolentino e São João Batista, de quem era muito devota.

Eles pediram que ela os seguisse e, depois de percorrer as ruas, sentiu que a elevavam no ar e a empurravam suavemente para Cássia até se encontrar em cima do Mosteiro de Santa Maria Madalena. Ali, entrou em êxtase e quando voltou a si estava dentro do Mosteiro e as religiosas agostinianas não puderam negar mais o seu ingresso na comunidade.

Fez sua profissão religiosa no mesmo ano (1417) e foi colocada à prova com duras provações por parte de suas superioras. Santa Rita recebeu os estigmas e as marcas da coroa de espinhos na cabeça. Ao contrário de outros santos com este dom, as chagas dela exalavam um odor ruim e teve que viver isolada por muitos anos.

Depois de uma doença grave e dolorosa, partiu para a Casa do Pai em 1457. A ferida de espinho em sua testa desapareceu e no lugar ficou um ponto vermelho como um rubi, que tinha deliciosa fragrância. Seu corpo permanece incorrupto.

Fonte: ACI digital

Oração a Santa Rita de Cássia

Ó poderosa Santa Rita de Cássia, chamada Santa dos Impossíveis, advogada dos casos desesperados, auxiliar na hora extrema, refúgio na dor e salvação para os que se acham nos abismos do pecado e do desespero, com toda a confiança no vosso celeste patrocínio, a vós recorro no difícil e imprevisto caso que dolorosamente me aflige o coração.

Dizei-me, Santa Rita, não me quereis auxiliar e consolar? Afastareis vosso olhar piedoso do meu pobre coração angustiado? Vós bem sabeis, conheceis o martírio do coração. Pelos sofrimentos atrozes que padecestes, pelas lágrimas amargosíssimas que santamente chorastes, vinde em meu auxílio! Falai, rogai, intercedei por mim que não ouso fazê-lo ao Coração de Deus, Pai de misericórdia e fonte de toda a consolação, e obtende-me a graça que desejo. (Menciona-se a graça desejada).




Celebrações em honra de Santa Rita presididas pelo card. Becciu

Urna de Santa Rita de Cássia na Basílica de Cássia 

A cidade de Cássia está em festa para homenagear Santa Rita, a Santa dos casos impossíveis. Na homilia da Santa Missa, o cardeal Becciu, disse que “a beleza e a fecundidade” da mensagem de Santa Rita, “é saber perdoar e amar a cruz”.

Cidade do Vaticano

Era o dia 22 de maio de 1447 quando morria na cidade de Cássia, Margherita Lotti, monja agostiniana. Nesta quarta-feira (22/05) a Igreja recorda Santa Rita, a Santa dos casos impossíveis, como uma mulher humilde, forte, corajosa e de fé inabalável.

A cidade de Santa Rita, Cássia, festejou sua santa com um desfile de roupas históricas do século XV, seguido pela solene missa presidida pelo cardeal Giovanni Angelo Becciu, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos. 

Card. Becciu: não há santidade sem amor

Ser santos, saber perdoar, amar a cruz: esta é “a beleza e a fecundidade” da mensagem de Santa Rita, recordadas pelo cardeal Giovanni Angelo Becciu, na homilia da Santa Missa em Cássia. O Papa Leão XIII, na memória litúrgica da Santa a definiu: “a preciosa pérola da Úmbria”. Nas palavras do cardeal, o encorajamento a “transformar a nossa existência em um progressivo e diário encontro com o Senhor”, com a consciência de que “não há santidade sem amor” e que “o amor pede comportamentos de paciência e de gratuidade, de tolerância e de espera, de compreensão e de misericórdia”.

Santa Rita, acrescentou o cardeal Becciu, “transformou a dor em uma incrível expressão de amor que cede sem pedir e transforma todo o limite em uma força irresistível de elevação espiritual”, alcançando “a forma mais pura e mais alta da caridade”. O cardeal convidou também a pedir a intercessão à religiosa agostiniana nos momentos de dificuldade, como no caso do terremoto que abalou a cidade dois anos atrás, para que “nasça uma rede de solidariedade das famílias para enfrentar a difusa cultura secularizada, a indiferença religiosa e o relativismo moral”.

O compromisso dos cristãos em defesa da família

“Que os nossos cristãos - sublinhou o cardeal Becciu - sejam firmes na convicção de que a família desejada por Deus é o lugar onde um homem e uma mulher refletem o amor de Deus e se transformam em seus generosos e exclusivos colaboradores na transmissão da vida”. 

Na conclusão da Santa Missa, o tradicional rito da bênção das rosas, símbolo de Santa Rita, que apesar “dos espinhos” da vida, soube espalhar o bom perfume de Cristo.

As mulheres agraciadas pelos Reconhecimento Santa Rita 2019

Como recordação das virtudes de Rita, foi entregue como todos os anos, um prêmio de reconhecimento a quatro mulheres que imitaram o exemplo da Santa. O Reconhecimento Internacional Santa Rita 2019 foi entregue a Elisabetta Forlenza de Pavia, que depois de um difícil caminho de sofrimento, marcada pelo rancor, perdoou o homem que, embriagado, atropelou e matou seu filho. Ao conseguir a conversão do coração, transformou sua dor em amor a ser oferecido aos outros, com a criação de um grupo de oração que aproximou a Deus muitos jovens e adultos que estavam afastados da fé.

Fabrizia Felici de Núrsia, que abraçou a cruz acolhendo como maravilhoso dom de Deus, o nascimento de sua filha com uma doença rara a qual se dedicou com alegria, amor e generosidade também aos mais frágeis.

Rosanna Serantoni de Cássia, por ter dedicado toda sua vida, com amor e fé, aos cuidados da sua família, primeiro cuidando de seu filho com autismo e depois acompanhando seu marido na doença até a sua morte, e mais tarde de seu filho mais velho que foi atropelado e se tornou paraplégico.

Núncia Addolorata Epifania (Tina) de Matera, por ter acreditado com força em seu matrimônio, perdoando as repetidas traições do marido. Através de incessante oração confiante a Deus e por intercessão de Santa Rita,  o marido arrependeu-se e converteu-se.

22 maio 2019

Fonte: Vatican News



terça-feira, 21 de maio de 2019

Este trono durará para sempre de acordo com a Bíblia


Philip Kosloski | Maio 21, 2019

Enquanto a maioria dos tronos é destruída (alguns através do fogo), este trono é eterno

Ao longo da história, reinos se ergueram e tombaram. Impérios conquistaram vastos territórios, e depois foram destruídos. Frequentemente, os líderes dessas nações sentaram-se em um trono físico que representava sua autoridade e poder.

Muitos líderes ornamentavam seus tronos com muito esmero, tornando-os muito mais do que uma peça de mobiliário. Para alguns líderes, era como se o trono fosse a fonte do poder, e muitos lutaram para saber quem se sentaria nele. Todos esses tronos tombaram após algumas gerações. É um poder temporal que é passageiro, muitas vezes corrompendo a pessoa que detém.

No entanto, há um trono que foi profetizado no Antigo Testamento que dura até hoje e durará por toda a eternidade.

Deus falou ao rei Davi através do profeta Samuel sobre um trono eterno.

Quando chegar o fim de teus dias e repousares com os teus pais, então suscitarei depois de ti a tua posteridade, aquele que sairá de tuas entranhas, e firmarei o seu reino. Ele me construirá um templo, e firmarei para sempre o seu trono real. Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. (2 Samuel 7, 12-14)

Embora em alguns aspectos isso tenha sido cumprido através do filho de Davi, Salomão, foi finalmente cumprido por meio de Jesus Cristo, o verdadeiro Filho de Davi. Ele é o Messias da linhagem de Davi e é aquele que cumpre essa profecia estabelecendo um novo reino que não tem fronteiras.

O próprio Jesus descreveu onde este trono existe quando fala aos seus apóstolos.

Respondeu Jesus: Em verdade vos declaro: no dia da renovação do mundo, quando o Filho do Homem estiver sentado no trono da glória, vós, que me haveis seguido, estareis sentados em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. (Mateus 19, 28)

Jesus também descreve como no final deste mundo ele retornará à Terra de uma maneira gloriosa.

Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. (Mateus 25, 31-33)

O livro do Apocalipse confirma a existência deste trono eterno na Jerusalém celeste, onde ele tem uma aparência espetacular.

Imediatamente, fui arrebatado em espírito; no céu havia um trono, e nesse trono estava sentado um Ser. E quem estava sentado assemelhava-se pelo aspecto a uma pedra de jaspe e de sardônica. Um halo, semelhante à esmeralda, nimbava o trono. Ao redor havia vinte e quatro tronos, e neles, sentados, vinte e quatro Anciãos vestidos de vestes brancas e com coroas de ouro na cabeça. Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante do trono ardiam sete tochas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus. Havia ainda diante do trono um mar límpido como cristal. Diante do trono e ao redor, quatro Animais vivos cheios de olhos na frente e atrás. (Apocalipse 4, 2-6)

Ao refletir sobre este trono, ele deve nos lembrar o lugar onde devemos, em última análise, depositar nossa confiança. Líderes terrestres se levantarão e cairão, e embora devamos promover a verdade e a justiça na sociedade, esses líderes não são aqueles em quem devemos depositar toda a nossa confiança.

Somos filhos de um Rei que governa o mundo em amor e misericórdia e cujo trono não é feito de ferro. Seu trono é um trono eterno que nunca terminará e brilhará intensamente quando este mundo chegar ao fim. Esse pensamento deveria nos dar paz e serenidade.


Fonte: Aleteia
Foto: Vasiliy Koren' | Public Domain



Realizado Ato de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria (Vídeo Completo-21/05/2019)


O presidente Jair Bolsonaro assinou, por meio do seu Ministro, o Ato de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria, nesta terça-feira (21/5). O evento ocorreu no Palácio do Planalto, às 14h.

O ato foi idealizado pelo deputado Eros Biondini (PROS-MG) com participação da Congregação Mariana e outros grupos católicos. Na assinatura, esteve presente o bispo da Admistração Apostólica São João Maria Vianney, Dom Fernando Rifam.

Nas suas aparições em Fátima, Portugal, no ano de 1917, Nossa Senhora havia pedido expressamente que os países se consagrassem ao seu Imaculado Coração como forma de afastar as guerras e o comunismo. Em 1942, enquanto a Segunda Guerra Mundial exterminava milhões de pessoas, o Papa Pio XII consagrou o mundo inteiro ao Imaculado Coração de Maria.

Nas redes sociais, a repercussão começou ainda na segunda-feira, quando a tag #OrePeloBrasil se posicionou entre as mais mencionadas do Twitter.

Cerimônia Completa
https://youtu.be/Op4VFyNivvI

Católicos profetizam o novo no Brasil 
após ato de Consagração ao 
Coração da Virgem Maria


Foto: captura de video
Fonte: Filhos de Deus / Vídeo: Folha do Brasil

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Para Saber Mais: A Consagração do Brasil  ao Imaculado Coração de Maria em 1946

Nota do Blog: Hoje foi realmente realizado a renovação do Ato de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria?
Chris Tonietto fez alguns esclarecimentos em seu facebook.




segunda-feira, 20 de maio de 2019

Redes sociais sobre “Cristo Redentor” fotografado no céu da Argentina: “sinal”?

Mónica Aramayo / Redes Sociais (Reprodução)

Redação da Aleteia | Maio 20, 2019

Foto de 2018 viralizou nesta semana: o que pode ser dito a respeito de mais este caso?

Viralizou nos últimos dias uma fotografia de 18 de outubro de 2018, registrada logo antes de uma tempestade em San Salvador de Jujuy, na Argentina. O sucesso da foto tirada por Mónica Aramayo se deve ao fato de que as nuvens e a luz do sol parecem formar uma silhueta de Jesus Cristo, comparada por muitos usuários de redes sociais com a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Mónica declarou ao site argentino Todojujuy.com que havia tirado várias fotos naquele fim de tarde, mas que, na hora, não havia notado a imagem que agora descreve como “um presente da natureza“:

“O que me impressionou foi o raio de sol que entrava no meio das nuvens, como se fosse começar uma tempestade”.

Ela garante que a foto não sofreu edição alguma e acrescentou que a imagem lhe foi pedida para ser examinada por um cientista italiano “que se dedica a estudar imagens religiosas e que aparecem nas nuvens, árvores, pedras e outros meios“.

Como é frequente em episódios semelhantes, não faltaram internautas descrevendo a imagem como “milagrosa”.

Mas é um “milagre”?

Não. Não se pode falar tecnicamente em milagre quando existem explicações científicas plausíveis para um acontecimento. É muito comum que elementos da natureza apresentem formas curiosas e inspiradoras, inclusive recordando pessoas. Pode acontecer não só com as nuvens, mas também com flores, com a disposição dos ramos de uma árvore, com os contornos de uma montanha, com as curvas de um rio fotografado do alto… Existe um termo científico para definir o fenômeno pelo qual desenhos abstratos nos dão a impressão de formas reais: pareidolia (do grego para-, semelhante a, e eidolon,imagem, figura).

O uso do termo “milagre” é bastante popular e comum diante de fenômenos que parecem sobrenaturais: na grande maioria dos casos, o uso dessa palavra é bem intencionado, mas precipitado e equivocado como termo técnico.

Milagres são fenômenos cientificamente inexplicáveis, que contradizem as regras da natureza conforme as conhecemos. Os casos em questão, no entanto, são perfeitamente explicáveis pela ciência.

Para que algum fenômeno possa ser oficialmente declarado como de caráter sobrenatural, são necessários criteriosos e detalhados estudos. A Igreja católica segue critérios científicos bastante rígidos para afirmar algum milagre. Os milagres de cura, por exemplo, chegam a demorar décadas até serem reconhecidos. Os fatos precisam ser cuidadosamente estudados por médicos, revisados por cientistas (na maioria dos casos, laicos e até mesmo ateus), expostos às críticas públicas e, só depois de feitos todos os estudos científicos, a própria Igreja faz a análise teológica mediante o trabalho das suas comissões de especialistas em teologia. Aliás, você pode conhecer um pouco mais sobre a delicada avaliação de supostos milagres por parte da Igreja clicando no seguinte artigo sobre os 7 critérios para se declararem milagrosas as curas que acontecem no santuário de Lourdes:

Então é um sinal?

Entendendo-se por “sinal” aquilo que contém um “significado”, certamente não há erro em dizer que são sinais naturais – ou seja, estão “previstos” na ordem natural das coisas e, por mais que pareçam inusitados ao nosso olhar, significam primariamente a própria existência dessa ordem natural. E isto já é grandiosamente instigante: existe uma ordem natural em vez de mero acaso.

De fato, não é apenas o sobrenatural que pode nos impactar: a natureza mesma, incluindo a nossa capacidade natural de admirar o belo, também tem muito a nos “dizer”, dado que o fascínio da natureza, em si mesmo, já nos remete a uma das perguntas-chave da filosofia e da ciência: qual é a origem de tudo isso?

Mesmo um acontecimento tranquilamente explicável pela ordem natural das coisas pode servir como “gatilho” para reflexões importantes.

O cristão acredita que Deus nos fala através de sinais, sejam naturais, sejam sobrenaturais, e que Ele sempre deixa à liberdade de consciência de cada um a decisão final de como interpretá-los. Os próprios ateus, aliás, costumam enfatizar que as tragédias são uma “prova” de que Deus não existe, apelando para a sua “fé” na inexistência de Deus com base em sinais passíveis de interpretações pessoais (que, aliás, cientificamente falando, não são válidos como provas).

Para quem crê na inexistência de Deus, tudo é e será sempre mero acaso e falta de sentido. Para quem acredita em Deus e no sentido sobrenatural da existência, tudo é e será sempre um grande milagre, testemunhado por uma abundância de sinais repletos de sentido.

“Narram os céus a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de Suas mãos” (Salmo 18, 2) (Fonte: Aleteia)


Estão sendo fotografados “sinais do céu”?

Redação da Aleteia | Mar 12, 2019

Será que as nuvens e o sol estão simbolizando alguma mensagem divina por meio de tantas imagens chamativas que têm sido vistas?

Recentemente, diversas fotografias compartilhadas em redes sociais chamaram muitas atenções mundo afora para fenômenos visuais envolvendo as formas das nuvens e as manifestações da luz do sol. Não faltou quem procurasse descrevê-las recorrendo a termos como “sinais”, “milagres” ou “avisos”, inclusive com matizes apocalípticos.

Entre as imagens que mais repercutiram, recordamos quatro:

1 – A nuvem em forma de bebê em gestação na França
Laury Moussière

A fotografia viralizou na internet depois de aparecer no canal de TV France 3 em 22 de junho de 2018, mas tinha sido tirada em agosto de 2017 por Laury Moussière, moradora da cidade de Cournon d’Auvergne, no centro da França. Ela mostra nuvens cuja forma lembra o rosto de um bebê no útero materno. Grande parte dos comentários dos internautas está relacionando a imagem com a recente onda pró-aborto em diversos países e, em decorrência, interpretando o formato da nuvem como um “sinal sobrenatural” em favor da vida.

2 – A nuvem em forma de “Espírito Santo” sobre Roma
Reprodução Internet

Há quem veja neste conjunto de nuvens a gigantesca imagem de uma “pomba da paz”, de uma “águia” ou até uma visível manifestação do Espírito Santo. Trata-se de uma foto que circula pela internet há vários anos e cuja autenticidade não foi comprovada. A localização do registro já foi apontada como Jerusalém, Zacatecas (México) e Roma. De fato, o edifício ao lado direito da imagem é a Basílica de São Pedro, no Vaticano.

3 – Os raios de luz em forma de “Cristo Redentor” na Itália
Alfredo Lo Brutto / Facebook

Tirada ao pôr-do-sol no sul da Itália e atribuída a um empresário italiano chamado Alfredo Lo Brutto, de Agropoli, esta imagem apresenta uma figura de luz formada pelos raios de sol entre as nuvens. Suas formas evocam Jesus Cristo, em pé sobre o Mar Tirreno, e foram apontadas por internautas como semelhantes às da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

4 – O arco-íris que “envolveu” a basílica mariana da Costa Rica
Twitter Marvin Urena

Aconteceu num sábado, dia da semana dedicado a Nossa Senhora. Era 3 de novembro de 2018 e o local era a cidade de Cartago, perto de São José, capital da Costa Rica, justamente sobre o local em que se encontra a Basílica de “Nuestra Señora de los Ángeles”, a padroeira do país centro-americano. Um arco-íris, como tal, não tem nada de extraordinário: é um fenômeno bastante frequente e perfeitamente natural. O que cativou o público foi a sua “perfeição” e, obviamente, o simbolismo: um arco de luz e cor ornamentando uma igreja dedicada a Nossa Senhora como padroeira de toda a nação. (Fonte: Aleteia)



As palavras da Virgem Maria na Bíblia que questionam o mundo hoje


REDAÇÃO CENTRAL, 19 Mai. 19 / 05:00 am (ACI).- Nos Evangelhos, encontra-se pouco do que a Virgem Maria falou, porém, quando aparecem citações de suas palavras, é possível apreciar que essas não geram apenas uma reação do Senhor, mas também questionam ao mundo de hoje. São João Paulo II nos ofereceu uma profunda reflexão sobre cada uma delas.


A Anunciação (Lc 1,26-38)

As primeiras palavras da Virgem são contadas por São Lucas quando o Anjo Gabriel visitou Maria e lhe revelou que conceberia Jesus. Ela perguntou: “Como se fará isso, pois não conheço homem?”. E o mensageiro divino, com paciência, explicou a ação do Espírito Santo. “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra”, respondeu Maria.

Sobre esta passagem, São João Paulo II escreve na Redemptoris Mater, parágrafo 13, que a Mãe de Deus “respondeu, pois, com todo o seu ‘eu’ humano e feminino. Nesta resposta de fé estava contida uma cooperação perfeita com a ‘prévia e concomitante ajuda da graça divina’ e uma disponibilidade perfeita à ação do Espírito Santo, o qual ‘aperfeiçoa continuamente a fé mediante os seus dons’”.


A visita a sua prima Isabel (Lc 1,39-56)

Maria, movida pela caridade, colocou-se a serviço de sua prima idosa Isabel. Nesse encontro familiar, Isabel a felicitou e a simples Virgem louvou a Deus e proclamou uma das orações mais excelsas do cristianismo, inspirada no Antigo Testamento: o Magnifica.

“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva...”.

“Com sua visita a Isabel, Maria realiza o prelúdio da missão de Jesus e, colaborando desde o começo de sua maternidade na obra redentora do Filho, transforma-se no modelo de quem na Igreja se coloca em caminho para levar a luz e a alegria de Cristo aos homens de todos os lugares e de todos os tempos” (São João Paulo II, Audiência Geral, 1996).


Jesus é encontrado no Templo (Lc 2,41-52)

Quando Jesus tinha doze anos, ficou em Jerusalém e seus pais, não o achando na caravana, voltaram para busca-lo. Depois de três dias, encontraram-no no Templo dialogando com os doutores da lei e Maria lhe disse: “Meu filho, que nos fizeste? Eis que teu pai e eu andávamos à tua procura, cheios de aflição”.

Jesus respondeu que tinha que se ocupar das coisas de seu Pai e a Virgem e São José não entenderam aquela resposta.

São João Paulo II explica que “Jesus tinha a consciência de que ‘só o Pai conhece o Filho’ (cf. Mt 11, 27); tanto assim, que até aquela a quem tinha sido revelado mais profundamente o mistério da sua filiação divina, a sua Mãe, vivia na intimidade com este mistério somente mediante a fé! Encontrando-se constantemente ao lado do Filho, sob o mesmo teto, e ‘conservando fielmente a união com o Filho’, Ela ‘avançava na peregrinação da fé’, como acentua o Concílio”.


Bodas de Caná (Jo 2,1-11)

Maria, como toda boa mãe, vivia preocupada para que não faltassem as coisas da casa e muito menos em um casamento. Foi assim que, em Caná, alertou seu Filho: “Eles já não têm vinho”. Com a confiança de saber que Jesus ajudaria, adiantou a “hora” do Senhor e deu uma mensagem aos servos e, nela, a todos os crentes: “Fazei o que ele vos disser”.

“Em Caná, graças à intercessão de Maria e à obediência dos servos, Jesus dá início à ‘sua hora’. Em Caná, Maria aparece como quem acredita em Jesus: a sua fé provoca da parte dele o primeiro ‘milagre’ e contribui para suscitar a fé dos discípulos” (São João Paulo II, Redemptoris Mater, 21).

Não há mais palavras de Maria na Bíblia, mas as que aparecem têm especial significado para cada geração e, por isso, São João Paulo II, em sua visita no ano 2000 à Basílica da Anunciação em Nazaré, expressou um de seus maiores desejos:

“Peço à Sagrada Família que inspire todos os cristãos a defender a família, a defender a família contra as numerosas ameaças que atualmente pesam sobre a sua natureza, a sua estabilidade e missão. Confio à Sagrada Família os esforços dos cristãos e de todas as pessoas de boa vontade a fim de defender a vida e promover o respeito pela dignidade de cada ser humano”.


Fonte: ACI digital



12 regras de ouro para portar-se bem durante a Missa


REDAÇÃO CENTRAL, 20 Mai. 19 / 06:00 am (ACI).- A fim de aproveitar ao máximo os grandes frutos espirituais que se recebe na Missa é necessário participar da celebração com reverência.

A seguir, confira 12 regras de ouro ou conselhos práticos que servem para aproveitar a Missa e participar, ativa e reverentemente, na Eucaristia.

1. Não use o celular: Você não precisa dele para falar com Deus

Os celulares nunca devem ser usados na Missa para fazer ligações ou enviar mensagens de texto. É possível atender um telefonema de emergência, mas do lado de fora do templo. Por outro lado, é possível usar o telefone para leituras espirituais ou orações, embora seja necessário ser discreto.

2. Fazer jejum antes da Celebração Eucarística

Consiste em deixar de comer qualquer alimento ou tomar algo, pelo menos uma hora antes da Sagrada Comunhão, com exceção da água e dos remédios.

Os doentes podem comungar embora tenham tomado algo neste período antes da Missa. O objetivo do jejum é ajudar na preparação para receber Jesus na Eucaristia.

3. Não comer nem beber na Igreja

As exceções seriam: uma bebida para crianças pequenas ou leite para os bebês, água para o sacerdote ou para as pessoas do coral (com discrição) e para os doentes.

Levar um aperitivo à igreja não é apropriado, porque o templo é um lugar de oração e de reflexão.

4. Não mascar chiclete

Ao fazer isso, rompe-se o jejum, ocorre uma distração, está sendo indelicado em um ambiente formal e não ajuda na oração.

5. Não usar chapéu

É falta de educação usar um chapéu dentro de uma Igreja. Embora esta seja uma norma cultural, deve ser cumprida. Assim como tiramos o chapéu quando se faz um juramento, assim se deve fazer na Igreja como um sinal de respeito.

6. Fazer o sinal da cruz com água benta ao entrar e sair do templo

Esta é uma forma de recordar o Batismo, sacramento pelo qual renascemos para a vida divina e nos tornamos filhos de Deus e membros da Igreja. É necessário estar plenamente consciente do que acontece ao fazer o sinal da cruz e se deve fazer pronunciando alguma oração.

7. Vestir-se com modéstia

Os católicos são convidados a participar da Eucaristia vestidos adequadamente, pois, se normalmente se vestem bem para ir a uma festa ou a algum outro tipo de compromisso, não há razão para não fazer a mesma coisa na Missa.

8. Chegar alguns minutos antes do início da Missa

Se por algum motivo não consegue chegar a tempo, é recomendável sentar-se na parte de trás para não incomodar as outras pessoas. Chegar à Missa cedo permite rezar e se preparar melhor para receber Cristo.

9. Ajoelhar-se diante do Sacrário ao entrar e sair do templo

Ao permitir que o nosso joelho toque o chão, reconhecemos que Cristo é Deus. Se alguém é fisicamente incapaz de se ajoelhar, então, fazer um gesto de reverência é suficiente. Durante a Missa, se passamos diante do altar ou do tabernáculo, devemos inclinar a cabeça com reverência.

10. Permanecer em silêncio durante a celebração

Ao ingressar no templo, deve-se guardar silêncio. Se tiver algo para falar, faça de forma silenciosa e breve. Lembre-se de que manter uma conversa pode incomodar alguém que está rezando.

Se tiver uma criança ou um bebê, pode se sentar perto de uma saída para qualquer contratempo.

Recorde que não há razão para sentir vergonha por ter que acalmar o controlar seu filho, dentro ou fora da igreja. Ensine-os a se comportar, especialmente com seu próprio exemplo.

11. Inclinar-se ao receber a Comunhão

Se diante de você está Deus, então pode mostrar respeito inclinando a cabeça como reverência. Se desejar, pode fazer uma genuflexão. Esta é uma prática antiga que continua até os dias de hoje.

12. Espere que a Missa termine

Devemos permanecer na Missa até a bênção final. Lembre-se de que um dos mandamentos da Igreja é participar da Missa nos domingos e festa de guarda.

É um bom hábito, embora não seja obrigatório, oferecer uma oração de ação de graças depois da celebração.

Finalmente, a saída deve ser em silêncio para não incomodar as outras pessoas que desejam permanecer no templo rezando.


Fonte: ACI digital



Cerimônia de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria com o Presidente Jair Bolsonaro (21 de maio)


Brasil será consagrado ao Coração de Maria em cerimônia com o Presidente da República

Grande notícia: amanhã será realizado um dos atos mais importantes para colocar nosso país definitivamente sob o estandarte da Cruz: a consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria, que ocorrerá no Palácio do Planalto, nesta terça-feira às 14h. O documento será assinado pelo Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, contando com a ilustre presença do bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, Dom Fernando Arêas Rifan.

O ato foi idealizado pelo deputado Eros Biondini, em conjunto com a Congregação Mariana e outros grupos católicos. Estaremos lá com toda a Frente Parlamentar Católica, da qual faço parte. Manifestamos nosso apoio mais veemente, e rogamos a Deus para que abençoe nosso amado Brasil, Terra de Santa Cruz!

Viva Cristo Rei!

Fonte: facebook Chris Tonietto

* Nota do Blog: É uma bênção de Deus para o nosso Brasil! Que a divina luz do Coração Imaculado de Nossa Senhora ilumine o Brasil e seus governantes, principalmente o nosso Presidente da República.🙏🏼



domingo, 19 de maio de 2019

O Distintivo do Discípulo-5° Domingo da Páscoa(Ano C)


O DISTINTIVO DO DISCÍPULO

5° Domingo da Páscoa
 – Ano C

Evangelho de João 13,31-35

31 Depois que Judas saiu do cenáculo, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do homem, e Deus foi glorificado nele. 32 Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo e o glorificará logo. 33 Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. 34 Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. 35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.
Reflexão

O DISTINTIVO DO DISCÍPULO

A profissão de fé no Cristo Ressuscitado incide, diretamente, na vida do discípulo. Ela não é um discurso vazio, uma abstração intelectual, nem tampouco uma bela teoria. A fé consiste em acolher Jesus de tal forma, que toda a existência do cristão passe a ser moldada por esta opção. E o molde da vida cristã é a vida de Jesus. Seu distintivo é o amor mútuo.

Estando para concluir o ciclo de orientações aos discípulos, o Mestre resumiu tudo quanto havia ensinado, num único mandamento, chamado de mandamento novo: "Amem-se uns aos outros, como eu amei vocês". A prática do amor mútuo é a expressão consumada da fé em Jesus. Não existe fé cristã autêntica, se não chegar a desembocar no amor.

Não se trata de um amor qualquer. O modelo é: amar como Jesus amou as pessoas, a ponto de entregar a própria vida para salvá-las.

O verdadeiro discípulo distingue-se pelo amor. Quanto mais autêntico e radical for este amor, mais revelará o grau de sua adesão a Jesus.

A capacidade de amar-se mutuamente indica o quanto Jesus está agindo na vida do cristão. A presença salvadora de Jesus tem o efeito de desatar o nó do egoísmo, que afasta os indivíduos de seus semelhantes e, por conseqüência, de Deus também. O cristão, salvo por Jesus, manifesta a eficácia desta salvação na vivência do amor.

Oração do Dia

Espírito de amor não permitas que eu seja mesquinho no amor; antes, que eu seja capaz de amar como Jesus.


O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE.




sábado, 18 de maio de 2019

Em um dia como hoje, há 99 anos, nasceu São João Paulo II


REDAÇÃO CENTRAL, 18 Mai. 19 / 06:00 am (ACI).- Há 99 anos, São João Paulo II nasceu na pequena cidade de Wadowice, localizada a 50 quilômetros de Cracóvia (Polônia). Hoje, seus fiéis devotos no mundo inteiro o recordam com um carinho especial.

Karol Józef Wojtyla é o nome que deram ao Papa peregrino que nasceu no dia 18 de maio de 1920. Foi o mais novo de três irmãos: Edmund era médico e Olga faleceu antes dele nascer.

Seu pai era Karol Wojtyla, um suboficial do exército que faleceu em 1941, e sua mãe Emilia Kaczorowska, que morreu em 1929 quando São João Paulo II tinha nove anos de idade.

Durante seu pontificado, costumava passar o seu aniversário como um “dia normal” de trabalho, como descreveu em 2004 o então diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Joaquín Navarro-Valls, ao narrar aos meios de comunicação como o Santo Padre comemoraria seus 84 anos de vida, o último aniversário que celebrou antes do seu falecimento.

Naquela oportunidade, Navarro-Valls detalhou que “para o Santo Padre, hoje (18 de maio de 2004) foi um dia de trabalho normal e, sobretudo, de ação de graças a Deus pelo dom da sua vida. A única coisa extraordinária foi convidar para um almoço os colaboradores mais próximos da Cúria”.

São João Paulo II costumava receber saudações e felicitações de todo o mundo no dia de seu aniversário, não só de católicos que também lhe ofereciam suas orações, mas também de personalidades da política, empresários, artistas, entre outros.

Logo depois de sua morte em 2005, os fiéis continuaram recordando e festejando a data do seu aniversário. Em 18 de maio de 2011, por exemplo, quando João Paulo II já havia sido proclamado Beato, foi inaugurada em Roma uma grande estátua de bronze dedicada à sua memória.

Na ocasião, o Vigário Geral de Roma, Cardeal Agostino Vallini, declarou ao Grupo ACI que “esta estátua significa que João Paulo II já não está presente entre nós, mas o seu coração está dando as boas-vindas a todos. Acredito que esta é uma grande mensagem de que necessitamos hoje em dia”.

Para conhecer mais sobre João Paulo II, acesse: www.acidigital.com/joaopauloii

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrada Santa Rafaela Maria do Sagrado Coração, religiosa espanhola (18 de maio)


REDAÇÃO CENTRAL, 18 Mai. 19 / 05:00 am (ACI).- “Dentro de Deus temos que estar e Dele receber tudo”, é uma frase de Santa Rafaela Maria do Sagrado Coração (ou Santa Rafaela Porras y Ayllón), uma religiosa e fundadora da congregação das Escravas do Sagrado Coração.

“A vida e a obra da Santa, se observarmos por dentro, são uma excelente apologia da vida religiosa, baseada na prática dos conselhos evangélicos, calcada no esquema ascético-místico tradicional, do qual a Espanha foi mestra com figuras tão imponentes como Santa Teresa, São João da Cruz, Santo Inácio de Loyola, São Domingos, São João D’Ávila e outros”, disse o Papa Paulo VI na Missade canonização de Rafaela Porras y Ayllón.

A santa nasceu em 1º de março de 1850 no povoado espanhol de Pedro Abad, perto de Córdoba, no seio de uma família rica daquela época.

Aos 15 anos, fez seu voto perpétuo de castidade, dedicou-se à oração e a cuidar dos enfermos e necessitados, apesar da oposição de seus irmãos.

Nove anos depois, viajou para o convento das monjas clarissas em Córdoba para ter um período de reflexão. Em pouco tempo, fundou junto com sua irmã o Instituto de Adoradoras do Santíssimo Sacramento e Filhas de Maria Imaculada.

Depois, mudou-se com outras 16 religiosas para Madri, onde recebeu a aprovação diocesana em 1877. Dez anos mais tarde, o Papa Leão XIII aprovou a Congregação com o nome de Escravas do Sagrado Coração de Jesus.

Por unanimidade, foi eleita superiora geral e, em 4 de novembro de 1888, realizou sua profissão perpétua.

“A Madre Rafaela Maria dirige o novo Instituto durante 16 anos com grande dedicação e tato. Demonstra também claramente sua extraordinária profundidade espiritual e sua virtude heroica quando, por motivos infundados, tem que renunciar a direção de sua obra. Nesta humilhação aceita, morrerá em Roma, praticamente esquecida, no dia 6 de janeiro de 1925”, acrescentou Paulo VI na Missa de canonização desta santa.

Durante 30 anos, foi um membro anônimo em seu instituto, davam-lhe os trabalhos mais pesados, humilhavam-na e a isolaram até o dia de sua morte. Entretanto, seguiu vivendo com humildade e fazendo o que a ordenavam, embora tenha fundado sua Congregação.

O Papa Pio XII a beatificou no dia 18 de maio de 1952 e foi canonizada pelo Papa Paulo VI no dia 23 de janeiro de 1977.

Está sepultada na Casa Generalícia da Congregação em Roma e, como morreu no dia da Epifania, sua festa é celebrada no dia 18 de maio, data da sua beatificação e do translado de seus restos mortais.

Fonte: ACI digital



Capítulo Geral da Ordem dos Frades Conventuais


Frades ficarão reunidos em Capítulo por um mês

Tomarão parte do Capítulo Geral as Ordem dos Conventuais 100 delegados, representantes dos cerca de 4000 frades, 68 países, 608 comunidades, 28 províncias, 20 custódias, 22 delegações e 7 missões.

Manoel Tavares - Cidade do Vaticano

Os Frades Menores Conventuais se reunirão em Assis, na Itália, a partir de hoje, 18 de maio, até 17 de junho próximos, para seu 202º Capítulo Geral Ordinário, que elegerá o novo Ministro geral e o governo, que guiarão a Ordem no próximo sexênio.

A primeira parte dos trabalhos se realizará em Assis, cidade de São Francisco; depois, os trabalhos continuarão e se concluirão em Collevalenza.

Tomarão parte do Capítulo Geral as Ordem dos Conventuais, 100 delegados, representantes dos cerca de 4000 frades, 68 países, 608 comunidades, 28 províncias, 20 custódias, 22 delegações e 7 missões.

Origem da Ordem

A família dos Franciscanos Conventuais é um ramo da Ordem religiosa, fundada por São Francisco, em Assis, em 22 de dezembro de 1209. Seu nome original era Ordem dos Frades Menores, à qual, depois, foi acrescentado o título de Conventuais. Mais tarde, foi feita uma reforma ao carisma deste ramo da Ordem Franciscana, dando origem aos Frades Franciscanos da Imaculada.

O nome Conventual da Ordem surgiu entre 1249 e 1250 para identificar as Comunidades de frades que moravam em conventos, dedicados aos estudos e ao trabalho apostólico em igrejas chamadas conventuais, que valorizavam intensamente a fraternidade desejada por São Francisco de Assis, como característica da sua Ordem religiosa.

Desde o início, a comunidade dos Frades Menores foi considerada uma verdadeira Ordem religiosa, caracterizada, porém, por diversos elementos de grande novidade, em relação ao estilo de vida dos religiosos da época: os monges.

Irmãos itinerantes

Seus membros, provenientes de todas as camadas da sociedade, tornavam-se irmãos, segundo o princípio evangélico da fraternidade. Os irmãos não viviam em mosteiros, mas eram itinerantes, detendo-se, às vezes, em eremitérios por breves períodos.

Estes irmãos eram ligados entre si pela figura arrebatadora do fundador, Francisco de Assis. O espírito franciscano e a unidade entre os frades eram assegurados pela Regra de Vida, escrita por São Francisco, pelo ele da obediência e por um sinal externo: o saio franciscano, de cor cinza.

Duas vezes por ano, os Frades se reuniam em capítulos para falar das coisas de Deus, para tomar decisões acerca de seu estilo de vida e cultivar o elo de unidade e fraternidade.

Dificuldades e transformações


Embora este fosse um estilo de vida fascinante, logo, porém, começaram a aparecer algumas dificuldades: o perigo da ociosidade; frades que perambulavam separados dos demais; a pobreza radical, que colocava os frades em situações de extrema penúria; nenhum asilo para abrigar os irmãos enfermos e idosos.

Por isso, nos últimos anos da vida de São Francisco de Assis (1220-26), a Ordem Franciscana passou por profundas transformações, que o próprio Fundador aprovava e procurava harmonizar com o espírito original da sua comunidade. Assim, começaram a surgir outros elementos, que caracterizam a vida franciscana: os frades itinerantes se tornavam estáveis e moravam em conventos; os iletrados, como Santo Antônio e outros, tornaram-se estudiosos de teologia; o zelo pela pregação do Evangelho levou os frades a transferir seus conventos para as cidades e a se dedicarem ao trabalho pastoral; procuravam meios menos precários de sustento com uma consequente administração mais elaborada.

Com estas transformações, a fraternidade franciscana começou a contar com elementos que a levaram a adotar um estilo de vida conventual, como nova dimensão de unidade e fraternidade.

Com esta tendência, concordavam Francisco de Assis, todos os membros de boa vontade da Ordem e a Igreja Católica Romana.

As fontes franciscanas, historicamente mais próximas a São Francisco, demonstram que ele mesmo favoreceu tais mudanças, embora certas fontes afirmassem o contrário.

18 maio 2019

Fonte: Vatican News



sexta-feira, 17 de maio de 2019

Em um dia como hoje, Santa Teresinha do Menino Jesus foi canonizada


Santa Teresinha do Menino Jesus / Foto: Domínio Público

REDAÇÃO CENTRAL, 17 Mai. 19 / 06:00 am (ACI).- Em um dia como hoje, há 94 anos, o Papa Pio XI canonizou Santa Teresinha do Menino Jesus, também conhecida como Santa Teresa de Lisieux, Doutora da Igreja e Padroeira das Missões.

Esta carmelita francesa morreu em 30 de setembro de 1897, aos 24 anos. Um ano depois, foi publicado o livro “História de uma alma”, baseado em seus escritos, o qual revela o intenso amor que ela professava por Jesus.

A religiosa foi beatificada pelo Papa Pio XI em 29 de abril 1923 e, em 17 de maio de 1928, foi canonizada pelo mesmo Papa.

Praça de São Pedro iluminada na véspera da canonização de Santa Teresinha do Menino Jesus/ Foto: Wikipédia (Domínio Público)

Missa da sua canonização na Basílica de São Pedro / Foto: Wikipédia (Domínio Público)

Em sua homilia, Pio XI indicou que a santa francesa “o Espírito de verdade lhe comunicou e manifestou o que coube esconder ‘aos sábios e entendidos’ e revelar ‘aos pequeninos’”.

Destacou que, “de fato, ela – segundo o testemunho do nosso Predecessor – foi dotada de tal ciência das coisas celestes a ponto de indicar aos outros a via correta da salvação. E esta participação abundante na divina luz e na divina graça acendeu em Teresa um incêndio tão grande de caridade que, portando-a continuamente quase fora do corpo, por fim, a consumou, de modo que, pouco antes de deixar a vida, pôde candidamente declarar que ‘não havia dado a Deus nada mais do que amor’”.

O Santo Padre também disse sobre seus escritos que, “difundidos em todo o mundo, ninguém lê sem querer reler mais e mais vezes, com alegria máxima para a alma e com fruto”.

Santa Teresinha do Menino Jesus foi proclamada Doutora da Igreja por São João Paulo II em 19 de outubro de 1997.

Naquele dia, o Pontífice polonês destacou que “entre os ‘Doutores da Igreja’, Teresa do Menino Jesus e da Santa Face é a mais jovem, mas o seu ardente itinerário espiritual demonstra muita maturidade, e as intuições da fé expressas nos seus escritos são tão vastas e profundas, que a tornam digna de ser posta entre os grandes mestres espirituais”.

“O desejo que Teresa exprimiu, de ‘passar o seu Céu fazendo o bem sobre a terra’, continua a realizar-se de modo maravilhoso. Obrigado, ó Pai, porque hoje a tornais próxima de nós a novo título, para louvor e glória do Vosso nome nos séculos”, acrescentou.

Os pais desta doce religiosa, Luis Martin e Zélia Guérin, foram canonizados pelo Papa Francisco em 18 de outubro de 2015 em Roma, durante o Sínodo da Família.


Fonte: ACI digital



Papa Francisco aceita renúncia de bispo brasileiro acusado de encobrir delitos sexuais


Dom Vilson Dias de Oliveira. Foto: Captura de tela. Canal Youtube da Diocese de Limeira (SP)

Vaticano, 17 Mai. 19 / 03:00 pm (ACI).- Nesta sexta-feira, 17, o Vaticano informou que o Papa Francisco aceitou a renúncia de Dom Vilson Dias de Oliveira ao governo da diocese de Limeira (SP) e nomeou Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida (SP), como Administrador Apostólico. A justiça brasileira investiga se Dom Vilson acobertou casos de abuso sexual de menores perpetrados por um sacerdote diocesana na cidade de Americana (SP).

Após as denúncias apresentadas contra o Padre Leandro, a Diocese de Limeira informou que o sacerdote foi suspenso por Dom Vilson em janeiro deste ano: “Enquanto as investigações são conduzidas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, que tramitam em segredo de justiça, Dom Vilson já suspendeu de Ordem o padre Leandro Ricardo, no dia 27 de janeiro, através do Decreto de Suspensão de Ordens (AD CAUTELAM), estando o referido religioso temporariamente afastado da função de reitor e pároco da Basílica Santo Antônio de Pádua, de Americana, até que todas as denúncias sejam esclarecidas, conforme observância do Código de Direito Canônico”.

Antes de deixar o governo pastoral de Limeira (SP), Dom Vilson escreveu uma carta, que foi lida aos fiéis na manhã de hoje, quando também foi divulgada a acolhida do Santo Padre ao pedido de renúncia que o prelado apresentou. Vale recordar que além da acusação de ter acobertado o padre Leandro Ricardo, Dom Vilson também é acusado de ter extorquido sacerdotes de sua diocese.

Segundo a imprensa local, Dom Vilson reiterou sua posição de colaboração com a Justiça e que não medirá esforços para que todas as verificações sejam conduzidas em relação às referidas denúncias”.

Estas foram as palavras do agora bispo emérito de Limeira (SP) em sua carta aos fiéis:

“Queridos irmãos e irmãs, nesses últimos meses enfrentamos todo tipo de cruzes, por meio de ataques à nossa Igreja Particular de Limeira, a mim e a vários presbíteros. Reconheço minhas limitações, mas também levo no coração todo amor que aqui recebi do bom Povo de Deus presente nos 16 municípios que compreendem esta Igreja Particular de Limeira.

Com imensa gratidão, digo-lhes que sempre fui muito bem acolhido e aceito pelo povo desta importante Diocese de Limeira. Hoje me despeço de vocês como Bispo Diocesano e peço minha renúncia por amor à Igreja de Cristo e pelo bem desta Diocese para que os trabalhos pastorais possam continuar crescendo e se fortalecendo com a doação incansável de cada um de vocês que se dedicam ao Reino de Deus.

Foram quase 12 anos de minha nomeação (13/06) que tive a oportunidade de servir ao Senhor e à Santa Mãe Igreja nestas terras, enfrentei com alegria cada desafio da realidade aqui encontrada. Sei que a dimensão pastoral é imensa, e muito trabalhei para isso. No entanto, neste momento, sinto-me pequeno frente à grandeza da missionariedade que esta Igreja Particular tomou em suas proporções.

Levo no meu coração este aprendizado, na confiança e certeza de que a obra é de Deus, e me coloco à disposição da Santa Mãe Igreja para servi-la não importando o lugar e o ministério a mim confiado por Deus daqui para frente.

Minha bênção episcopal na certeza de que o Espírito Santo conduz a Igreja e cada um dos diocesanos que aqui se doaram e se doam no serviço eclesial.

Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora das Dores, padroeira da Diocese de Limeira, nos abençoe e nos guarde. Em Cristo Jesus, nossa paz”.


Fonte: ACI digital



Depois de restaurada, tapeçaria de Leonardo da Vinci é exposta nos Museus Vaticanos


O laboratório de restauração de tapeçarias e têxteis dos Museus Vaticanos, devolveu o esplendor à tapeçaria do século XVI da Última Ceia, que será exposta no Castelo de Clos Lucé em Amboise e no Palácio Real em Milão.

Eugenio Murrali - Cidade do Vaticano
É grande como um apartamento de dois cômodos, os fios e bordados são de seda, ouro e prata, os séculos e as exposições, sobretudo durante o período da Páscoa, reduziram a sua qualidade, mas felizmente encontrou as mãos habilidosas dos restauradores do Vaticano. A admirável tapeçaria que retrata o Cenáculo, de Leonardo da Vinci, está de volta à Galeria de Arte dos Museus Vaticanos, onde permanecerá até o final do mês, quando sairá para duas exposições.

Nos passos de Leonardo

A obra inteiramente restaurada foi apresentada nos Museus Vaticanos no evento chamado “Nos passos de Leonardo na França. O enigma da tapeçaria da Última Ceia". Tomaram parte a diretora dos Museus, Barbara Jatta, os estudiosos Pietro Marani e Alessandra Rodolfo, a restauradora Chiara Pavan e François Saint Bris, proprietário do Castelo de Clos Lucé, onde a partir do dia 6 de junho a obra será exposta na Mostra "La Ceène de Léonard de Vinci pour François Ier, uma chef-d'oeuvre en or et soie", pelos 500 anos do aniversário da morte de Leonardo, ocorrida no castelo próximo de Amboise.
A história

A tapeçaria chegou ao Vaticano já em 1533, quando Francisco I a doou ao Papa Clemente VII que, desembarcando em Marselha em 15 de outubro de 1933, celebrou no dia 28 do mesmo mês o casamento entre Catarina de Médici e Henrique II, filho de Francisco I. Uma atenta leitura iconográfica - explicou Alessandra Rodolfo durante o encontro - permitiu ligar a tapeçaria a Luisa di Savoia e seu filho Francisco I.
A datação

Do brasão de armas, pertinente à tecelagem, e que antes da restauração se pensava ter sido acrescentado, permite-se deduzir que a tapeçaria remonta a pouco depois de 1515.
Outros detalhes movem a datação para o final de 1516, quando – como nos recorda um dos maiores especialistas em Leonardo, Pietro Marani - o gênio toscano já está em Amboise. Não sabemos quem é o autor da tapeçaria, nem onde ela foi feita, mas uma série de indícios nos permite não excluir o ambiente de Leonardo.
A restauração

A maravilhosa obra estava bastante desgastada. Chiara Pavan, que guiou os trabalhos de restauração realizados pelo laboratório dos Museus Vaticanos, explicou que um novo protocolo teve que ser criado para intervir na tapeçaria. Para complicar as operações, também as restaurações anteriores, agora integradas por um suporte posterior.
Uma análise das fibras revelou que a obra-prima estava se despolimerizando. Foi necessário estudar um tipo de restauração como aquela realizada em tecidos. Procedeu-se com uma limpeza mecânica a seco. No entanto, a umidificação controlada foi essencial para reidratar as fibras. Nos 45 metros quadrados de tapeçaria foi, portanto, feita uma espécie de hidratação com esponja, e em seguida, uma consolidação feita à agulha.
A técnica usada
Toda a equipe do laboratório, composta por sete pessoas, esteve envolvida na difícil tarefa, mas sobretudo Viola Ceppetelli, Laura Pace Morino e Emanuela Pignataro executaram a restauração completa.
Seguindo a técnica “sandwich”, foi utilizado o linho de antigas restaurações como suporte de costura e foi posicionado sobre várias áreas, moldando-o, um tule de nylon previamente tingido, para proteger ainda mais a tapeçaria. A grande operação foi dedicada à restauradora Natalia Maovaz, falecida tragicamente em 2014.

16 maio 2019, 07:42
Fonte: Vatican News















Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana dos Anjos/Devoção e Fé Blog