Abril 2019 - Devoção e Fé - Blog Católico

terça-feira, 30 de abril de 2019

Cardeal Müller responde a críticos de Bento XVI por documento sobre abusos


Vaticano, 29 Abr. 19 / 12:04 pm (ACI).- Ao oferecer uma resposta clara àqueles que criticaram o Papa Emérito Bento XVI por seu documento sobre a origem dos abusos sexuais, o Cardeal alemão Gerhard Müller afirmou que a renovação na Igreja Católica deve se centrar em Cristo e em seus ensinamentos.

"Reconstruir e renovar toda a Igreja só pode ter êxito em Cristo, se formos guiados pelo ensinamento da Igreja sobre fé e moral", escreveu o Prefeito Emérito da Congregação para a Doutrina da Fé, em um artigo publicado em 26 de abril na revista ‘First Things’, com o título "Bento e seus críticos".

O documento de Bento XVI publicado pela ACI Digital em 11 de abril analisa a crise dos abusos sexuais na Igreja à luz da revolução sexual dos anos 1960, o colapso da teologia moral e seus efeitos na vida dos sacerdotes e na formação de seminaristas.

Após sua publicação, alguns criticaram sua abordagem como se o Sumo Pontífice Emérito tivesse expressado uma posição contrária ao Papa Francisco.

Além do Cardeal Müller, o analista italiano Giulio Meotti também saiu em defesa de Bento XVI com um artigo intitulado "O 68 dos pedófilos", no qual explica como os intelectuais de esquerda das décadas de 60 e 70 defenderam e promoveram a pedofilia como parte da revolução sexual, identificada por Bento XVI como a origem dos abusos sexuais na Igreja Católica.

Em seu escrito de 26 de abril, o Cardeal Müller destacou que "Bento XVI é a figura mais importante na luta da Igreja contra esta crise" por causa de seu papel na elaboração das normas eclesiais em 2001 para combater os crimes mais graves: "Ele tem a visão mais ampla e profunda sobre esse problema, suas causas e história", disse o Purpurado alemão.

Bento XVI "está em uma posição melhor do que todos os cegos que querem guiar outros cegos", indicou o Cardeal. Aqueles que criticam o Papa Emérito, acrescentou, "faltam-lhe com o respeito e estão ideologicamente cegos".

Por outro lado, o Purpurado disse que, ver o problema dos abusos como algo que se origina no clericalismo ou no celibato, acaba sendo uma ideologia que socava a "tolerância zero como a única política correta".

"O abuso sexual contra adolescentes ou inclusive contra seminaristas adultos não pode ser tolerado em nenhuma circunstância, mesmo que o abusador queira se desculpar, afirmando que pode haver consentimento entre adultos", continuou.

O verdadeiro clericalismo, explicou o Cardeal Müller, ocorre quando o bispo "exige que seus clérigos deem a Sagrada Comunhão às pessoas que não estão em plena comunhão com a fé da Igreja ou àqueles que precisam ser absolvidos de um pecado grave através da penitência”. Se um prelado faz isso, então “abusa da autoridade que Cristo lhe concede e obriga outros a agirem contra os mandamentos do Senhor”.

Na opinião do Prefeito Emérito, a reação negativa de algumas pessoas ao documento de Bento XVI evidencia “seu diagnóstico: que um tipo de teologia moral, que durante um bom tempo não foi católica, colapsou”.

O Purpurado também denunciou aqueles que "nas costas dos jovens vítimas de abusos sexuais, tentam substituir o ensinamento moral da Igreja, fundamentado na lei natural e na revelação divina, com uma moral sexual própria em conformidade com o princípio egoísta do prazer da década de 1970".

Para aqueles que culpam a Igreja de "interpretar os mandamentos de Deus de uma maneira passada de moda" e que exigem uma nova forma “de acordo com as ciências humanas modernas”, o Purpurado alemão ressaltou que a “moralidade sempre será a distinção entre o bem e o mal”.

Nesse sentido, o Cardeal questionou: "O adultério pode ser bom só porque uma sociedade descristianizada acredita em algo que é diferente ao que o sexto mandamento (Não cometerás atos impuros) estabelece?".

"Nos atos imorais, especialmente contra o amor matrimonial e sua fecundidade, (o apóstolo São) Paulo detecta uma negação de Deus porque a vontade do Criador não se reconhece como a medida de nossas boas obras", continuou.

Nesse sentido, o Cardeal explicou que uma consequência concreta para a vida da Igreja é que "só podemos admitir à ordenação sacerdotal os candidatos que tenham os pré-requisitos naturais, que sejam intelectual e moralmente capazes, e que mostrem a disposição espiritual para entregar-se totalmente ao serviço do Senhor”.

O Purpurado ressaltou também que considerar o celibato como sendo a causa dos abusos na Igreja é algo que só pode surgir da "perspectiva materialista e ateia". "Não há prova disso. As estatísticas sobre o abuso sexual indicam o contrário".

Essa perspectiva ateia, continuou, também está "nos argumentos daqueles que culpam um ‘clericalismo’ inventado ou a estrutura sacramental da Igreja como a origem dos abusos". Também lembrou que os clérigos não são meros "oficiais", mas aqueles que devem servir com seu ministério ao povo de Deus.

Finalmente, disse o Prefeito Emérito da Congregação para a Doutrina da Fé, "todos nós temos que voltar a nos centrar na origem e centro de nossa fé: Deus Trino, a encarnação de Cristo, (...) a proximidade a Deus na Santa Eucaristia e a confissão frequente, a oração diária e a disposição para sermos guiados na nossa vida moral pela graça de Deus”.

“Nenhuma outra coisa nos dará a forma de sair da crise atual de fé e moral para um bom futuro", concluiu.

Fonte: ACI digital



segunda-feira, 29 de abril de 2019

Hoje é celebrada Santa Catarina de Sena: de analfabeta a Doutora da Igreja (29 de abril)


REDAÇÃO CENTRAL, 29 Abr. 19 / 05:00 am (ACI).- “Se formos o que devemos ser, incendiaremos o mundo”, dizia Santa Catarina de Sena, Doutora da Igreja, grande defensora do Papado e proclamada copadroeira da Europa por São João Paulo II, cuja festa é celebrada neste dia 29 de abril.

Era uma jovem corajosa, filha de humildes artesãos, analfabeta, e que vestiu o hábito da Ordem Terceira de São Domingos.

Santa Catarina nasceu em Sena (Itália), em 1347, em uma família de pais piedosos. Gostava muito da oração, das coisas de Deus, e aos sete anos fez um voto particular de virgindade. Mais tarde, sua família tentou persuadi-la a se casar, mas ela se manteve firme e serviu generosamente aos pobres e doentes.

Aos 18 anos, recebeu o hábito da Ordem Terceira de São Domingos, vivendo a espiritualidade dominicana no mundo secular e sendo a primeira mulher solteira a ser admitida. Teve que superar muitas tentações do diabo que procurou fazer com que desistisse, mas ela seguia confiando em Deus.

Em 1366, Santa Catarina viveu um “casamento místico”. Ela estava em seu quarto rezando quando viu Cristo acompanhado por sua Mãe e um cortejo celeste.

A Virgem pegou a mão de Catarina e a levou até Cristo, que lhe deu um anel, desposou-a consigo e manifestou que ela estava sustentada por uma fé que podia superar todas as tentações. Depois disso, apenas Catarina podia ver o anel.

Naquele tempo, surgiu uma peste e a santa sempre se manteve com os doentes, preparava-os para a morte e chegou até mesmo a enterrá-los com suas próprias mãos. Além disso, tinha o dom de reconciliar até os piores inimigos, mais com suas orações a Deus do que com suas palavras.

Nesta época, os Papas viviam em Avignon (França) e os romanos se queixavam de terem sido abandonados pelos seus Bispos, ameaçando realizar um cisma.

Gregório XI fez um voto secreto a Deus de regressar a Roma e, ao consultar Santa Catarina, ela lhe disse: “Cumpra com sua promessa feita a Deus”. O Pontífice ficou surpreso porque não tinha contado a ninguém sobre o voto e, mais tarde, o Santo Padre cumpriu sua promessa e voltou para a Cidade Eterna.

Posteriormente, no pontificado de Urbano VI, os cardeais se distanciaram do Papa por seu temperamento e declararam nula sua eleição, designando Clemente VII, que foi residir em Avignon. Santa Catarina enviou cartas aos cardeais pressionando-os a reconhecer o autêntico Pontífice.

“Embora fosse filha de artesãos e analfabeta por não ter estudos nem instrução, compreendeu, no entanto, as necessidades do mundo do seu tempo com tal inteligência que superou muito os limites do lugar onde viveu, ao ponto de estender a sua ação para toda a sociedade dos homens; não havia maneira de parar a sua coragem nem o seu anseio pela salvação das almas”, escreveu sobre ela João Paulo II em 1980 para o sexto centenário de sua morte.

A santa também escreveu a Urbano VI, exortando-o a levar com temperança e alegria os problemas, controlando o temperamento. Santa Catarina foi a Roma, a pedido do Papa, que seguiu suas instruções. Também escreveu aos reis da França e Hungria para que deixassem o cisma.

Em outra ocasião, Jesus voltou a aparecer a ela e lhe mostrou duas coroas, uma de ouro e outra de espinhos, para escolher. Ela disse: “Eu gostaria, ó Senhor, viver aqui sempre conforme a tua paixão e encontrar na dor e no sofrimento meu repouso e deleite”. Em seguida, tomou a coroa de espinhos e colocou na cabeça.

Santa Catarina morreu no dia 29 de abril de 1380 em Roma, com apenas 33 anos, de um súbito ataque. O Papa Paulo VI a nomeou Doutora da Igreja em 1970 e foi proclamada copadroeira da Europa por São João Paulo II em 1999, ao lado de Santa Brígida da Suécia e Santa Teresa Benedita da Cruz.
(Fonte: ACI digital)


11 dados fascinantes sobre a vida de Santa Catarina de Sena

REDAÇÃO CENTRAL, 29 Abr. 19 / 06:00 am (ACI).- “Se formos o que devemos ser, incendiaremos o mundo”, costumava dizer Santa Catarina de Sena, Doutora da Igreja, que pertenceu à Ordem terceira de São Domingos.

Santa Catarina nasceu em Sena (Itália), em 1347, em uma família de pais piedosos, e foi chamada à Casa do Pai em 29 de abril de 1380, em Roma, com apenas 33 anos.

Hoje o mundo inteiro celebra a festa desta grande santa. Por isso, apresentamos 11 dados que provavelmente você não conhecia sobre sua vida:

1. Tinha uma irmã gêmea

Embora não esteja claro se eram idênticas ou não, Santa Catarina teve uma irmã gêmea chamada Giovanna. Nasceram prematuramente quando sua mãe tinha 40 anos, mas, infelizmente, sua irmã faleceu ainda criança. Dois anos depois, sua mãe teve outra filha e também a chamou de Giovanna.

2. Teve 24 irmãos

Santa Catarina foi uma dos 25 filhos de sua família; todos dos mesmos pais. Só a metade deles chegou à idade adulta, por causa da alta taxa de mortalidade infantil.

3. Seu apelido era “Eufrosina”

Era tão alegre que uma criança de sua família a chamou de “Eufrosina”, que em grego significa “alegria”.

4. Teve uma visão mística do Menino Jesus

Uma antiga biografia escrita por seu confessor afirma que, quando tinha 5 e 6 anos, teve uma visão de Jesus entronizado no céu e rodeado de seus apóstolos Pedro, Paulo e João.

5. Teve uma visão mística de São Domingos

Os dois caminhos aceitos culturalmente para uma mulher de seu tempo era se casar ou se tornar uma monja de clausura. Santa Catarina resistiu a ambas as opções.

Aparentemente, o próprio São Domingos de Gusmão apareceu a ela em uma visão e a convenceu de ser dominicana terciária, algo que até então normalmente estava reservado para as viúvas. Também obteve uma permissão especial para usar o hábito.

6. Teve outra visão de Jesus quando tinha 21 anos
A princípio, ela viveu sua vocação como dominicana terciária em seu lar. Quando tinha 21 anos, experimentou uma visão de Jesus na qual Ele a levava como sua noiva e inclusiva lhe dava uma aliança. Cristo lhe pediu que abandonasse sua solidão e servisse aos pobres, o que cumpriu.

7. Teve a graça de experimentar a dor dos estigmas de Cristo
Segundo a biografia escrita por seu confessor, Catarina recebeu em 1375 uma versão dos estigmas de São Francisco de Assis, que só eram visíveis para ela própria, mas causavam a mesma dor.

8. Contribuiu diretamente com o pontificado de seu tempo

Quando tinha quase 20 anos, enviou cartas a vários governantes e clérigos, pedindo pela paz entre os estados e que o papado voltasse a Roma, saindo de Avignon, na França (1309-1377). Foi tão respeitada que também a enviaram em diversas missões diplomáticas de paz por vários governos.

9. Sobreviveu a uma tentativa de assassinato

No começo de 1378, foi enviada pelo Papa Gregório XI a Florença (Itália) para buscar a paz entre esta cidade e Roma. Entretanto, pouco depois estourou a violência e, em 18 de junho, em meio à violência, tentaram assassiná-la.

10. Foi atacada por demônios em seu leito de morte
Isto testemunhou uma testemunha ocular: “Santa Catarina começou a mudar e a fazer vários sinais com a cabeça e os braços, como se quisesse demonstrar que sofria graves ataques de demônios, e permaneceu neste estado calamitoso durante uma hora e meia, na qual a metade desse tempo passou em silêncio...”.

11. É copadroeira de Roma, da Itália e da Europa

O Papa Pio IX a declarou copadroeira de Roma em 1866; Pio XII a declarou copadroeira da Itália em 1939; e, em 1999, São João Paulo II a declarou copadroeira da Europa.


Fonte: ACI digital



Papa: das chagas de Jesus brota a misericórdia, são fonte de paz, alegria e missão


Neste segundo domingo de Páscoa, somos convidados a nos aproximar de Cristo com fé, abrindo o nosso coração à paz, à alegria e à missão. Mas não esqueçam as chagas de Jesus, que dali brota a paz, a alegria e a força para a missão.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

Aproximar-se de Jesus e tocar suas chagas, em nossos irmãos sofredores. Este foi o convite do Papa aos milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro para a Oração do Regina Coeli - e também a nós - neste II Domingo da Páscoa, o Domingo da Divina Misericórdia.

Francisco recordou que é das chagas de Jesus que brota a misericórdia, que todos temos necessidade, e é “dali que brota a paz, a alegria e a força para a missão”.

A paz

Sua reflexão foi inspirada na passagem do Evangelho de São João, que narra a incredulidade de Tomé após a aparição de Jesus aos discípulos. Com sua morte, “estavam desorientados e com medo”, por isso - disse Francisco - eram os primeiros a ter necessidade da paz oferecida por Jesus em suas primeiras palavras: "A paz esteja convosco!"

Tomé, ao ser informado deste “evento extraordinário”, mantém-se incrédulo. Assim, oito dias mais tarde – exatamente hoje, observa o Papa – “a aparição se repete: Jesus vai de encontro à incredulidade de Tomé, convidando-o a tocar suas chagas”.

“Elas constituem a fonte da paz, porque são o sinal do imenso amor de Jesus que derrotou as forças hostis ao homem, o pecado e a morte. ”

As chagas são um tesouro, delas brota a misericórdia

É como se Jesus nos dissesse, a todos nós: "Mas se tu não estás em paz, toca as minhas chagas":

“Tocar as chagas de Jesus, que são os tantos problemas, dificuldades, perseguições, doenças, de tantas pessoas que sofrem. Tu não estás em paz? Vai, vai visitar alguém que é o símbolo da chaga de Jesus. Toca a chaga de Jesus. Mas daquelas chagas brota a misericórdia, por isso hoje é o Domingo da Misericórdia. Um santo dizia que o corpo do Jesus crucificado era como um mar de misericórdia, que por meio de suas chagas veio até nós”.

“Todos nós temos necessidade de misericórdia, sabemos disso.”

Assim – foi a exortação do Santo Padre – “aproximemo-nos de Jesus e toquemos suas chagas, em nossos irmãos que sofrem”:

“As chagas de Jesus são um tesouro, delas vem a misericórdia. Sejamos corajosos e toquemos as chagas de Jesus. Com estas chagas Ele está diante do Pai, as mostra ao Pai, como se dissesse: "Pai, este é o preço, estas chagas são o que paguei pelos meus irmãos". Isto é, com as chagas, Jesus intercede diante do Pai. Nos dá misericórdia se nos aproximamos e intercede por nós. Não esqueçam as chagas de Jesus.”

A alegria

O segundo dom que Jesus ressuscitado traz aos discípulos - acrescentou o Papa - é alegria, como relatado pelo evangelista: "os discípulos encheram-se de alegria em ver o Senhor":

“Também conosco quando, quem sabe algo de incrível, de belo tenha acontecido, nos vem de dizer: “Eu não posso acreditar, isso não é verdade!” Assim eram os discípulos, eles não podiam acreditar, tamanha alegria. Esta é a alegria que Jesus nos traz. Se tu estás triste, se tu não estás em paz, olha para Jesus crucificado, olhe para o Jesus ressuscitado, olhe para suas chagas e experimente essa alegria”.

A missão

Depois da paz e da alegria, Jesus também dá aos discípulos a missão, dizendo: "Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio":

“A ressurreição de Jesus é o início de um novo dinamismo de amor, capaz de transformar o mundo com a presença do Espírito Santo”.

Assim, neste segundo domingo de Páscoa, somos convidados a nos aproximar de Cristo com fé, abrindo o nosso coração à paz, à alegria e à missão”.

“Mas não esqueçam as chagas de Jesus, que dali brota a paz, a alegria e a força para a missão.”

"Confiemos esta oração à materna intercessão da Virgem Maria, Rainha do céu e da terra", disse o Santo Padre, antes de rezar a oração do Regina Coeli.

Líbia

Após a oração, o Santo Padre recordou as beatificações de quatro mártires na Argentina, felicitou os cristãos das Igrejas Orientais e Ortodoxas que celebram a Páscoa neste Domingo, e fez apelos pelas vítimas do conflito na Líbia:

“Convido-os a unirem-se à minha oração pelos refugiados que se encontram em centros de detenção na Líbia, cuja situação já é muito séria, e se torna ainda mais perigosa pelo conflito em curso. Apelo para que especialmente as mulheres, as crianças e os doentes, possam ser o mais rapidamente evacuados, através de corredores humanitários”.

Inundações na África do Sul

E também pelas vítimas de inundações na África do Sul:

“E rezemos também por aqueles que perderam a vida ou sofreram sérios danos com as recentes inundações na África do Sul. Também a esses nossos irmãos, não falte a solidariedade e o apoio concreto da comunidade internacional”.

Ao saudar os diversos grupos presentes, Francisco recordou em particular “dos devotos da Divina Misericórdia”, que neste domingo estão reunidos na Igreja Santo Spirito in Sassia - proximidades do Vaticano - para as celebrações da Festa da Divina Misericórdia.

Óh! Sangue e Água que jorraste do Coração de Jesus como Fonte de Misericórdia para nós, eu confio em Vós!

28/04/2019

Fonte: Vatican News



domingo, 28 de abril de 2019

Este é o livro que o demônio nunca quis que se difundisse


Por Diego López Marina

REDAÇÃO CENTRAL, 28 Abr. 19 / 11:00 am (ACI).- No passado, o demônio tentou evitar a difusão do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”, de São Luís Maria Grignion de Montfort – cuja festa se celebra hoje –, o qual propõe um método de consagração a Jesus Cristo por meio de Nossa Senhora, adotado por grandes santos como São João Paulo II ou São Pio X.

O Tratado, que ficou extraviado durante 130 anos, foi reconhecido por sua autenticidade e pureza doutrinal pelo Papa Pio IX em um decreto no dia 12 de maio de 1853, um ano antes da promulgação do dogma da Imaculada Conceição.

No mesmo manuscrito, Grignion de Montfort prenuncia a perseguição de sua obra, seu quase desaparecimento e os padecimentos que ele mesmo viveria por ter revelado a doutrina que explica a função da Santíssima Virgem no plano divino da salvação e na vida do cristão.

“Prevejo que muitos animais frementes virão em fúria para rasgar com seus dentes diabólicos este pequeno escrito e aquele de quem o Espírito Santo se serviu para o compor. Ou pelo menos procurarão envolver este livrinho nas trevas e no silêncio de uma arca, a fim de que não apareça” (nº 114).

Monfort sofreu uma tentativa de assassinato e sua Congregação dos Missionários da Companhia de Maria recebeu diversos ataques no período de heresias como o jansenismo ou o iluminismo.

“Atacarão mesmo e perseguirão aqueles que o lerem e puserem em prática. Mas, que importa? Tanto melhor! Esta visão me anima e me faz esperar um grande êxito, isto é, um grande esquadrão de bravos e valorosos soldados de Jesus e Maria, de ambos os sexos, que combaterão o mundo, o demônio e a natureza corrompida, nos tempos perigosos que mais do que nunca se aproximam!” (nº 114).

Por seu conteúdo, o manuscrito sempre foi alvo de ódio do demônio, entretanto, não pôde fazer com que desaparecesse. Foi ocultado “nas trevas e no silêncio de uma arca” (nº 114) e escondido em uma capela de um campo francês.Tempos depois, foi levado à biblioteca da Companhia de Maria na Casa principal (França), onde foi descoberto pelo Pe. Pedro Rautureau no dia 29 de abril de 1842.

A primeira publicação do Tratado foi feita em 1843. Logo se tornou um dos livros mais apreciados do catolicismo contemporâneo e um dos que mais contribuíram e fomentaram a piedade cristã no mundo inteiro.

São Luís Maria explica em sua obra que esta devoção é o caminho mais “fácil, curto, perfeito e seguro para chegar à união com Deus, na qual consiste a perfeição cristã” (nº 152).

“Por esta devoção damos a Jesus Cristo tudo o que lhe podemos dar. Fazemo-lo da maneira mais perfeita, visto ser pelas mãos de Maria. E damos assim muito mais do que pelas outras devoções, em que lhe consagramos parte do nosso tempo, ou parte das nossas boas obras, ou parte das nossas satisfações e mortificações. Aqui tudo fica dado e consagrado, até mesmo o direito de dispor dos bens interiores, e das satisfações que se ganham com as boas obras de cada dia. Isto não se pede nem mesmo em uma ordem religiosa” (nº 123).

Para defender esta postura, assinala que “a Santa Igreja, com o Espírito Santo, abençoa em primeiro lugar a Virgem e só depois Jesus Cristo: ‘Bendita sois Vós entre as mulheres e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus’ (Lc 1, 42). Não é que Maria seja mais que Jesus, ou igual a Ele: dizê-lo seria uma heresia intolerável. Mas, para mais perfeitamente abençoar Jesus Cristo, é preciso louvar antes a Virgem Maria” (nº 95).

O Beato Pio IX afirmou que a verdadeira devoção proposta por São Luís Maria é a melhor e mais aceitável, enquanto o Papa São Pio X aprovou a fórmula de consagração do santo.

São João Paulo II se reconheceu devedor de Luís Maria Grignion de Montfort ao adotar como lema episcopal ‘Totus tuus’ (Todo teu), fórmula de consagração a Maria do fundador francês e um de seus lemas marianos.

Da mesma forma, expressou na encíclica Redemptoris Mater que era grato recordar “a figura de São Luís Maria Grignion de Montfort, o qual propunha aos cristãos a consagração a Cristo pelas mãos de Maria, como meio eficaz para viver fielmente o compromisso do batismo”.

No final de sua vida, em uma carta dirigida à família montfortiana em 2003, o Papa Wojtyla contou que em sua juventude a leitura do “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem” o ajudou muito, porque ali encontrou a resposta às suas dúvidas sobre o temor do culto excessivo a Maria que poderia deixar de lado a supremacia do culto a Cristo.

“Sob os cuidados sábios de São Luís Maria, compreendi que, se vivemos o mistério de Maria em Cristo, esse perigo não existe. Em efeito, o pensamento mariológico deste santo ‘está baseado no mistério trinitário e na verdade da encarnação do Verbo de Deus’”, assinalou o Pontífice polonês.

Também assinalou que “a doutrina deste santo exerceu uma profunda influência na devoção mariana de muitos fiéis e também em minha vida. Trata-se de uma doutrina vivida, de notável profundidade ascética e mística, expressa com um estilo vivo e ardente, que muitas vezes utiliza imagens e símbolos”.

Na atualidade, congregações e grupos da Igreja preparam milhares de fiéis em diversos países que desejam consagrar-se à Mãe de Deus através do método de São Luís Maria.

Fonte: ACI digital


Hoje é celebrado São Luís Maria Grignion de Montfort, o “escravo de Maria”


REDAÇÃO CENTRAL, 28 Abr. 19 / 08:00 am (ACI).- “A quem Deus quer fazer muito santo, o faz muito devoto da Virgem Maria”, disse São Luís de Montfort, o “escravo de Maria” que propagou a devoção à Virgem, motivo o que levou a sofrer muito. São João Paulo II fez de sua frase mariana “Totus Tuus” (Todo teu) o lema de seu pontificado.

São Luís nasceu em Montfort (França), em 31 de janeiro de 1673. Era muito tímido, preferia a solidão e tinha grande devoção pela Eucaristia e pela Virgem Maria. Para ir à Missa, tinha que caminhar duas milhas até a Igreja. Quando estudou com os jesuítas, visitava o templo antes e depois da escola.

Aos 20 anos, sentiu-se chamado ao sacerdócio. No seminário de Paris, o bibliotecário o autorizou a ler muitos livros da Virgem Maria e, como velador de morto, compreendeu que tudo neste mundo era vão e temporário.

Os superiores não sabiam se o tratavam como um santo ou como um fanático e, pensando mal dele, o mortificavam, humilhavam e insultavam na frente de todos. Era incompreendido por seus companheiros, que riam de Luís e o rejeitavam. Mas o santo se manteve firme na paciência como participação da cruz de Cristo.

Aos 27 anos, foi ordenado sacerdote, escolhendo como lema: “ser escravo de Maria”. Os superiores, sem saber o que fazer com ele, negaram-lhe que atendesse confissões e fizesse pregações, mantendo-o com ofícios menores.

Mais tarde, foi enviado a um povoado para ensinar catequeses às crianças e, em seguida, nomeado capelão do Hospital de Poitiers, asilo para pobres e marginalizados. Sua simplicidade e naturalidade para servir aos necessitados e os ensinamentos marianos que propagava fizeram com que fosse visto como um perigo.

Quando retornou à Paris, lançaram falso testemunho contra ele, seus amigos mais próximos o rejeitaram e o Bispo mandou que não falasse mais. Logo compreenderia a razão dos ataques à doutrina mariana que propagava: o demônio se aborrecia.

São Luís recorreu ao Papa Clemente XI para saber se estava errado em seus ensinamentos. O Pontífice o recebeu e lhe deu o título de Missionário Apostólico.

Desta forma, realizou centenas de missões e retiros que se caracterizaram pela recitação do Santo Rosário, procissões e cânticos à Virgem, incentivando a retornar aos sacramentos. “A Jesus por Maria” era a sua proposta.

Neste contexto, também foi perseguido pelos hereges jansenistas, os quais diziam que não se devia receber os sacramentos quase nunca porque ninguém é digno.

Fundou as congregações “Filhas da Sabedoria” e “Missionários Montfortianos (Companhia de Maria)”.

Escreveu o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”. Alguns pensadores católicos chegaram a considerar esta obra como um exagero culto da Mãe de Deus, mas a Igreja não encontrou nenhum erro.

São Luís partiu para a Casa do Pai em 28 de abril de 1716, com apenas 43 anos. Foi enterrado na Igreja de Saint-Laurent. Passados 43 anos, a Beata Maria Luísa de Jesus, a primeira das “Filhas da Sabedoria”, morreu no mesmo dia, hora e local que São Luís. Foi, então, enterrada ao lado dele.

Séculos mais tarde, São João Paulo II o tomou como referência em sua encíclica “Redemptoris Mater” e visitou o túmulo de São Luís. Ali, ao lado da tumba, sofreu um atentado, pois plantaram uma bomba que foi descoberta pelos seguranças. Providencialmente, nada deteve o Papa de honrar o santo que tanto amava.

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrada a Festa da Divina Misericórdia


REDAÇÃO CENTRAL, 28 Abr. 19 / 05:00 am (ACI).- “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores”, disse Jesus ao aparecer a Santa Faustina Kowalska, revelando a ela a festa que a Igreja celebra neste segundo domingo da Páscoa.

A Festa da Divina Misericórdia foi instituída por São João Paulo II, com o decreto emitido pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em 23 de maio de 2000. Seu nome oficial é “Segundo Domingo da Páscoa ou Divina Misericórdia”.

O então Papa João Paulo II havia anunciado durante a canonização da polonesa Irmã Faustina Kowalska, no dia 30 de abril daquele mesmo ano: “Em todo o mundo, o segundo domingo de Páscoa receberá o nome de domingo da Divina Misericórdia. Um convite perene para o mundo cristão enfrentar, com confiança na benevolência divina, as dificuldades e as provas que esperam o gênero humano nos anos que virão”.

Santa Faustina, que é conhecido como a mensageira da Divina Misericórdia, recebeu revelações místicas nas quais Jesus mostrou o seu coração, a fonte de misericórdia, e expressou seu desejo de que fosse estabelecida esta festa. O Papa dedicou uma de suas encíclicas à Divina Misericórdia – Dives in Misericordia.

Os apóstolos da Divina Misericordia estão integrados por sacerdotes, religiosos e leigos, unidos pelo compromisso de viver a misericórdia com relação aos irmãos, tornar conhecido o mistério da divina misericórdia, e invocar a misericórdia de Deus para os pecadores. Esta família espiritual, aprovada em 1996 pela Arquidiocese de Cracóvia, Polônia, está hoje presente em 29 países do mundo.

O decreto vaticano esclarece que a liturgia do segundo domingo da Páscoa e leituras do breviário permanecem sendo as que já contemplava o missal e o rito romano.

Fonte: ACI digital



As Portas Fechadas-2° Domingo da Páscoa(Ano C)


AS PORTAS FECHADAS

2° Domingo da Páscoa
 – Ano C

Evangelho de João 20,19-31
* 19 Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20 Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21 Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22 E depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23 A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. 24 Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 26 Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27 Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28 Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29 Jesus lhe disse: “Acreditaste porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!” 30 Jesus realizou muitos outros sinais, diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31 Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

Reflexão

AS PORTAS FECHADAS

As portas fechadas por medo dos judeus simbolizavam a situação crítica vivida pela comunidade cristã, quando da morte de Jesus. Como as portas do local, também estavam fechadas as portas das inteligências e dos corações dos discípulos. O medo era fruto da falta de fé, e esta carência, da incapacidade de aceitar a ressurreição do Senhor como um fato consumado, que eliminava qualquer dúvida ou suspeita. A incredulidade deixara-os confusos, sem rumo, bloqueados pela perplexidade diante da morte do Mestre.

Foi preciso uma intervenção enérgica do Mestre para arrancá-los dessa lastimável situação. E a ação do Senhor foi progressiva: fez-se presente no lugar em que se encontravam, mesmo estando fechadas as portas, como se as estivesse escancarando; exortou-os a recobrar a paz interior, deixando de lado os sentimentos negativos que agitavam seus corações; fez-lhes compreender que estavam diante do mesmo Jesus que fora crucificado – as marcas nas mãos e no lado não davam margem para dúvidas –; finalmente, comunicou-lhes o Espírito Santo e os enviou em missão.

O medo e o conseqüente ensimesmar-se têm sido, ao longo dos séculos, a grande tentação dos discípulos de Jesus. A hostilidade do mundo somada à precariedade da fé explicam esta atitude. É mister deixar que o Ressuscitado rompa as barreiras  e nos envie em missão, com a força do Espírito.

Oração do Dia

Pai, abre todas as portas que me mantém fechado no medo e na insegurança, para que eu vá ao encontro do mundo a ser evangelizado.

O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE.




sábado, 27 de abril de 2019

Há cinco anos, Francisco canonizava João Paulo II e João XXIII


Dois novos Santos, dois Papas amados que tornaram a Igreja sempre mais parecida com Cristo. Há cinco anos, no dia 27 de abril de 2014, no Domingo da Divina Misericórdia, o Papa Francisco canonizava João Paulo II e João XXIII, na presença do Papa Bento XVI.

Benedetta Capelli - Cidade do Vaticano

A Praça São Pedro ainda ornamentada com as cores da Páscoa da Ressurreição, perfumada pelas flores, mas acima de tudo de santidade. É 27 de abril de 2014, o centro do cristianismo oferece ao mundo o testemunho de "dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo", o rosto da bondade e da misericórdia de Deus.

O Papa Francisco assim define João XXIII e João Paulo II na homilia da Missa celebrada na Praça São Pedro, na presença de mais de 500 mil pessoas, provenientes de diversas partes do mundo.

Santos no Domingo da Divina Misericórdia

É o Domingo da Divina Misericórdia, instituído por João Paulo II em 1992, no primeiro domingo depois da Páscoa, a chamada Domenica in albis. Uma decisão também inspirada nas visões da Irmã Faustina Kowalska, a religiosa polonesa que viveu no início do século XX e canonizada pelo próprio Wojtyla no ano 2000.

Na Missa na Praça São Pedro, também a presença de Bento XVI, escolhido por João Paulo II em 1981 para guiar a Congregação para a Doutrina da Fé, e seu sucessor no trono de Pedro. Um verdadeiro vínculo de amizade na fé.

O milagre que permitiu a canonização de João Paulo II foi a cura de uma grave lesão cerebral em Floribhet Mora, em 1º de maio de 2011, dia de sua beatificação. Para João XXII, tratou-se de uma canonização Pro gratia, isto é, sem a comprovação de algum milagre.

Viam Jesus em cada sofredor

Francisco define os dois Papas como aqueles que "tiveram a coragem de olhar para as feridas de Jesus, para tocar suas mãos chagadas e seu lado traspassado". Eles não se envergonharam da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da sua Cruz;  não tiveram vergonha da carne do irmão, porque em cada pessoa sofredora viam Jesus ”.

Olharam e amaram. Dois homens contemplativos, cheios de "esperança viva" e de "alegria indescritível e gloriosa", capazes de restituir ao mundo e à Igreja os dons recebidos de Deus.

Pastores do Povo de Deus

Santos capazes de seguir em frente e fazer crescer a Igreja, explica Francisco, que descreve João XXIII como o Papa da docilidade ao Espírito Santo. Ao convocar o Concílio Vaticano II em 1959, “deixou-se conduzir e foi para a Igreja um pastor, um guia-guiado, guiado pelo Espírito ”.

"O Papa da Família" foi como Francisco definiu por sua vez João Paulo II; uma luz para o caminho rumo ao Sínodo por ele anunciado em outubro de 2013. O Papa os chama de "pastores do povo de Deus", aos quais recomenda de nos ensinar "a não escandalizar-nos das chagas de Cristo, a entrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama".

Algumas imagens da Missa de canonização dos dois Pontífices







Fonte:  Vatican News



O que eram as santas missões do Venerável Frei Damião? Postulador reponde



Frei Damião de Bozzano / Foto: www.capuchinhos.org.br

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Abr. 19 / 09:00 am (ACI).- No início de abril, o Papa Francisco reconheceu as virtudes heroicas do agora proclamado venerável Frei Damião de Bozzano, um capuchinho que atuou no Brasil, de modo particular na região Nordeste, onde ficou conhecido por suas santas missões.

Mas, o que eram essas santas missões promovidas por Frei Damião? Em entrevista concedida a Vatican News, o Postulador de sua Causa de Beatificação, Frei Jociel Gomes, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, explicou que se tratava de “uma continuidade daquilo que faziam os antigos missionários capuchinhos franceses e italianos que por aqui estiveram”.

Frei Damião nasceu em Bozzano, na Itália, em 5 de novembro de 1898, tendo recebido o nome de Pio Gianotti. Ingressou na Ordem dos Frades Menores Capuchinhos em 17 de março de 1911, foi ordenado sacerdote em 25 de agosto de 1923 e, em 1931, foi enviado ao Brasil, onde desenvolveu sua missão na região Nordeste.

De acordo com Frei Jociel Gomes, ao chegar ao Brasil, Frei Damião “continua esta forma de evangelização” dos capuchinhos, que consistia, geralmente, “em sete dias em cada cidade”.

“A programação desses dias tinha sempre caminhadas penitenciais pelas madrugadas – geralmente começava às 4h –, em seguida, a celebração da Eucaristia”. Ao longo do dia, dedicava-se a atender confissões, sendo das mulheres, jovens, adolescentes durante o dia e, à noite, dos “homens, porque a maioria trabalhava”.

“Também havia encontros específicos para diversos grupos durante esses dias, para casais, só para mulheres, só para homens, só para jovens, só para crianças”, conta o postulador.

Além disso, explica que, “quando na cidade tinha uma cadeia, também em um dos dias ele visitava os presos”. Também realizava visitas a “escolas, hospitais”.
“Quando alguém não podia ir à Igreja, geralmente ele ou os companheiros que estavam com ele também iam até a casa dessa pessoa para atender a confissão, para dar a unção dos enfermos”.

A noite, segundo o capuchinho, “era sempre marcada pelo grande sermão”, pois, “como a Missa era pela manhã, à noite, as pessoas iam para a praça, para a igreja, para escutar os sermões do Frei Damião, muitos conselhos a partir daquilo que diz os Evangelhos, a orientação da Igreja”.

“Então, o povo ia e ficava realmente atento, porque sabia que as palavras do Frei Damião resplandeciam a própria Palavra de Deus”, acrescentou.

Reconhecimento das virtudes heroicas

Depois de uma reunião no dia 6 de abril com o Cardeal Angelo Becciu, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, o Papa Francisco assinou, entre outros, o decreto que reconheceu as virtudes heroicas de Frei Damião Bozzano.

A notícia sobre este decreto foi divulgada pela Santa Sé em 8 de abril e recebida “com muita alegria” pelos capuchinhos e pelos fiéis no Brasil. “É realmente uma resposta ao nosso povo que clama por isso”, declarou a Vatican News Frei Jociel Gomes.

“Costumo dizer que, aqui no Nordeste, na Igreja no Brasil, Frei Damião já tem um altar no coração das pessoas. Mas, a Igreja precisa reconhecer isso oficialmente e, para isso, nós temos um processo formal de canonização”, assinalou.

Nesse sentido, assegurou que o reconhecimento das virtudes heroicas de Frei Damião foi recebido “com muita alegria, com muito entusiasmo, nessa esperança de que, ao reconhecer o testemunho de vida e santidade de Frei Damião, com certeza, a nossa Igreja só vem a ganhar, o Brasil de modo especial”.

“Frei Damião é um grande referencial de fé, de esperança, de caridade para a nossa gente, em particular, para a juventude, que hoje clama por essas referências”, garantiu.

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrada Santa Zita, padroeira das empregadas do lar (27 de abril)



REDAÇÃO CENTRAL, 27 Abr. 19 / 05:00 am (ACI).- Neste dia 27 de abril é celebrada a festa de Santa Zita, padroeira das empregadas do lar. Ela era de condição muito humilde e, desde pequena, teve que trabalhar como empregada para manter sua família. Sofreu muitas zombarias, mas seu amor aos pobres fez com que até os anjos a ajudassem nas tarefas da casa.

Santa Zita nasceu perto de Lucca (Itália) em 1218 e, desde os doze anos de idade, serviu por 48 anos a uma família muito rica.

Como se preocupava muito com os desfavorecidos, certo dia foi ajudar um necessitado, deixando por um momento seu trabalho na cozinha. Os outros empregados disseram à família, que foi à cozinha investigar e encontrou os anjos fazendo o trabalho da santa.

Dessa maneira, foi-lhe permitida mais liberdade para servir aos pobres. Mas, nem por isso pararam os ataques e zombarias dos outros empregados.

Naquela época, uma grande fome atingiu a cidade e Santa Zita repartiu até a sua própria comida com os pobres. A necessidade dos mais desfavorecidos chegou a tal ponto que a santa teve que repartir as reservas de grãos da família. Quando os patrões foram ver, depararam-se com a surpresa de que a despensa estava milagrosamente cheia.

Na véspera de Natal, Zita se encontrou com um homem que tremia de frio na entrada da Igreja de são Frediano. A santa lhe deu um manto caro da família para que se aquecesse e pediu que o devolvesse ao terminar a Missa, mas o homem desapareceu.

No dia seguinte, o patrão ficou enfurecido com Zita, mas um idoso desconhecido no povoado chegou e devolveu o manto. Os cidadãos interpretaram que este necessitado tinha sido um anjo e, desde aquele momento, a porta de São Frediano foi chamada “A Porta do anjo”.

Santa Zita partiu para a Casa do Pai em 27 de abril de 1278 e, imediatamente, sua fama de santidade se expandiu em todo o país e na Inglaterra. Seus restos mortais repousam na capela de Santa Zita da Igreja de São Frediano, em Lucca (Itália).
(Fonte: ACI digital)

1 - Oração de Santa Zita

Ó gloriosa Santa Zita, que tão bem soubeste aliar a vida de trabalho à vida de oração, dando como Maria o coração a Deus, e como Marta os braços ao próximo, alcançai-me de Deus Nosso Senhor, esta ciência divina dos Santos, a graça da santificação do trabalho pela vida de Fé, uma Fé viva que me ensine a ver nos homens e seus atos a mão da Providência que pelo calvário e pela cruz me quer conduzir ao triunfo da Ressurreição gloriosa da bem-aventurança.

Amém.

2 - Oração à Santa Zita
(Padroeira das empregadas domésticas)

Ó Santa Zita, que no humilde trabalho doméstico soubestes ser solícita como foi Marta, quando servia a Jesus, em Betânia, e piedosa como Maria Madalena, aos pés do mesmo Jesus, ajudai-me a suportar com ânimo e paciência todos os sacrifícios que me impõem os meus trabalhos domésticos: ajudai-me a tratar as pessoas da família a que sirvo como se fossem meus irmãos.

Ó Deus, recebei o meu trabalho, o meu cansaço e as minhas tribulações, e pela intercessão de Santa Zita, dai-me forças para cumprir sempre meus deveres, para merecer o reconhecimento dos que sirvo e a recompensa eterna no céu. Santa Zita, ajudai-me.

Amém.

Fonte: O Poder da Oração



Padre Cícero: da suspensão do exercício do sacerdócio até a revisão do Papa Bento

Pe. Gabriel Vila Verde | Abr 23, 2019

O pe. Gabriel Vila Verde resume a trajetória de um dos sacerdotes mais incompreendidos e ao mesmo tempo mais venerados do Brasil

Sacerdote muito estimado e reconhecido nas redes sociais pela defesa da autenticidade da doutrina católica diante das deturpações que a desfiguram, o pe. Gabriel Vila Verde compartilhou em sua página no Facebook a seguinte exposição sobre o Padre Cícero:

    Me pediram que falasse um pouco a respeito do Padre Cícero. É impossível resumir a vida deste sacerdote em uma postagem de Facebook, mas vou tentar, para matar a curiosidade de quem perguntou. Pois bem!

    Padre Cícero foi ordenado em Fortaleza, e veio exercer seu ministério no interior do estado. Um dia foi convidado pelos moradores do povoado de Tabuleiro (hoje Juazeiro), para celebrar a Missa de Natal. Ao deitar numa rede para descansar, teve um sonho, onde Jesus celebrava a última ceia com os Apóstolos, e de repente uma multidão de famintos entra na sala onde Jesus estava. O Senhor aponta para os pobres e diz: “E você, Cícero, tome conta deles!”.

    Padre Cícero toma a decisão de morar no povoado. Ali, começou um trabalho de evangelização, acabando com a cachaçada e os sambas, levando os moradores a ingressarem na Irmandade do Coração de Jesus.

    Numa sexta feira da Quaresma, ao dar a Sagrada Comunhão para algumas beatas, uma delas, Maria de Araújo, pobre, negra e analfabeta, percebe que a hóstia se transformou em sangue na sua boca. A notícia se espalha pelo Cariri, e começam as romarias para ver o “milagre”. Até então, tudo bem. Só que um padre da época, da cidade do Crato, organizou uma romaria com três mil pessoas, e celebrou uma Missa no Juazeiro dizendo que Jesus derramou novamente o seu sangue para redimir o mundo. Palavras mal colocadas, cheirando à heresia. Começa o calvário de Padre Cícero!

    O Bispo, Dom Joaquim, não gostou da notícia. Mandou que uma comissão fosse averiguar o fenômeno. O parecer da comissão foi: “não há explicação científica para o fato”. Dom Joaquim não se deu por satisfeito e criou outra comissão.

    Quando o padre da segunda comissão deu a Eucaristia à beata, a hóstia não se transformou. Maria de Araújo foi obrigada a ficar com a boca aberta por longo tempo, mas nada aconteceu. Por fim, ela disse: “Jesus manda dizer que o milagre não aconteceu, porque o Padre da comissão não está em estado de graça”. Aquilo foi o fim da picada. Recebeu bolos de palmatória e foi trancada num convento.

    Padre Cícero foi obrigado a subir no púlpito e negar toda a história. Obediente, fez o que o Bispo tinha pedido e nunca mais tocou no assunto. Porém, os romeiros não pararam de ir ao Juazeiro à procura do Padre. Eram procissões contínuas que adentravam àquele novo “santuário”.

    Dom Joaquim, incentivado por um bispo amigo com quem trocava correspondência, quis por fim na história de Juazeiro e suspendeu o Padre Cícero, ficando ele impossibilitado de celebrar qualquer Sacramento. E além do mais, nenhuma criança poderia ser batizada com o nome de Cícero. Se alguém carregasse uma medalha do Padre Cícero no pescoço, não poderia ser atendido em Confissão.

    Padre Cícero vai até Roma, onde pede ao Papa Leão XIII que lhe absolva. Pedido aceito, volta ele para casa, sendo recebido com festa.

    No Juazeiro, morava um rapaz de nome Floro Bartolomeu, baiano, que tinha muita liderança política. Conquistou a amizade do Padre Cícero para ter prestígio no povoado. Ele foi o responsável por toda as revoluções da época, chegando a organizar um batalhão de soldados para transformar Juazeiro em município. O mesmo Floro convidou Lampião para visitar Juazeiro e ajudar na empreitada. Só que, por ironia do destino, todas essas polêmicas caíam sobre o Padre Cícero, que era visto como um desordeiro.

    Mais uma vez, o padre é suspenso de ordem. Sem poder celebrar Missas, ficava na janela de sua casa, dando conselhos aos romeiros, ensinando a rezar o Rosário e promovendo a paz. Morreu fiel à Igreja, usando sua batina, obediente ao Bispo e amigo de todos. O Papa Bento XVI pediu que sua história fosse revista, e deu à Matriz de Juazeiro o título de Basílica Menor. Quem quiser saber mais, leia os seguintes livros:

    Padre Cícero. Poder, fé e guerra no sertão (Lira Neto)
    O Padre Cícero que eu conheci (Maria Amália Xavier)
    Milagre em Joaseiro (Ralph Della Cava)
    Padre Cícero – santo do povo, santo da Igreja (Anette Dumoulin)

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Padre Gabriel Vila Verde, via Facebook

Fonte: Aleteia



10 coisas que deve saber sobre o Domingo da Divina Misericórdia


REDAÇÃO CENTRAL, 26 Abr. 19 / 06:00 am (ACI).- A Igreja está prestes a celebrar o segundo Domingo da Páscoa ou da Divina Misericórdia. O que é este dia e por que é tão importante para os católicos? Estas são 10 coisas que deve saber sobre esta data:

1. O Domingo da Misericórdia se baseia em revelações privadas

Esta celebração acontece no segundo Domingo da Páscoa. Baseia-se nas revelações privadas a Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa que recebeu as mensagens de Jesus sobre sua Divina Misericórdia no povoado de Plock, na Polônia.

2. Faz parte do calendário da Igreja por ação de São João Paulo II

No ano 2000, o Papa João Paulo II canonizou Santa Faustina e, durante a celebração, declarou: “É importante, então, que acolhamos inteiramente a mensagem que nos vem da palavra de Deus neste segundo Domingo de Páscoa, que de agora em diante na Igreja inteira tomará o nome de ‘Domingo da Divina Misericórdia’” (Homilia, 30 de abril de 2000).

3. Esta revelação privada tem efeitos válidos na liturgia

Em seu comentário teológico sobre a mensagem de Fátima, o então Cardeal Joseph Ratzinger, agora Papa Emérito Bento XVI, escreveu: “Podemos acrescentar que frequentemente as revelações privadas provêm da piedade popular e nela se refletem, dando-lhe novo impulso e suscitando formas novas. Isto não exclui que aquelas tenham influência também na própria liturgia, como o demonstram por exemplo a festa do Corpo de Deus e a do Sagrado Coração de Jesus”.

4. A Igreja convida a celebrar a Divina Misericórdia de várias formas

Entre outras coisas, oferece uma indulgência plenária: “Para fazer com que os fiéis vivam com piedade intensa esta celebração, o mesmo Sumo Pontífice (João Paulo II) estabeleceu que o citado Domingo seja enriquecido com a Indulgência Plenária”, “para que os fiéis possam receber mais amplamente o dom do conforto do Espírito Santo e desta forma alimentar uma caridade crescente para com Deus e o próximo e, obtendo eles mesmos o perdão de Deus, sejam por sua vez induzidos a perdoar imediatamente aos irmãos” (Decreto da Penitenciaria Apostólica de 2002).

5. A imagem da Divina Misericórdia foi revelada pelo próprio Jesus

Esta imagem foi revelada a Santa Faustina em 1931 e o próprio Jesus lhe pediu que a pintasse. Em seguida, explicou-lhe seu significado e o que os fiéis alcançarão com ela.

Na maioria das versões, Jesus se mostra levantando sua mão direita em sinal de bênção e apontando com sua mão esquerda o peito do qual fluem dois raios: um vermelho e outro branco.

“O raio pálido significa a Água que justifica as almas; o raio vermelho significa o Sangue que é a vida das almas (...) Feliz aquele que viver à sua sombra, porque não será atingido pelo braço da justiça de Deus” (Diário, 299).

Toda a imagem é um símbolo da caridade, do perdão e do amor de Deus, conhecida como a “Fonte da Misericórdia”.

6. Esta devoção conta com orações particulares

O Terço da Divina Misericórdia é um conjunto de orações usadas como parte da devoção à Divina Misericórdia.

Costuma-se rezá-lo às 15h(momento da morte de Jesus), usando as contas do terço, mas com um conjunto diferente de orações.  Primeiramente, reza-se o Pai Nossa, a Ave Maria e o Credo.

Depois, nas contas do ‘Pai Nosso’, diz-se: “Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro”.

E nas contas da ‘Ave Maria’, reza-se: “Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro”.

Ao final, deve-se rezar três vezes: “Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”.

7. A Divina Misericórdia está vinculada ao Evangelho do segundo Domingo da Páscoa

A imagem da Divina Misericórdia representa Jesus no momento em que aparece aos discípulos no Cenáculo – após a ressurreição –, quando lhes dá o poder de perdoar ou reter os pecados.

Este momento está registrado em João 20,19-31, que é a leitura do Evangelho deste domingo.

A leitura é colocada neste dia porque inclui a aparição ao apóstolo Tomé (quando Jesus o convida a tocar suas chagas). Este evento ocorreu no oitavo dia depois da Ressurreição (João 20,26) e, por isso, é utilizado na liturgia oito dias depois da Páscoa.

8. Os sacerdotes têm um poder especial para administrar a Divina Misericórdia

Em João 20,21-23, afirma-se: “Novamente, Jesus disse: ‘A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio’. E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: ‘Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos’”.

9. A confissão é a ação da Divina Misericórdia até o fim dos tempos

Jesus capacitou os apóstolos (e seus sucessores no ministério) com o Espírito Santo para perdoar ou reter (não perdoar) os pecados.

Como estão facultados com o Espírito de Deus para fazer isso, sua administração do perdão é eficaz: realmente elimina o pecado em vez de ser um símbolo de perdão.

10. Nas revelações privadas, Jesus dá suma importância a sua Segunda Vinda

Jesus promete regressar em glória para julgar o mundo no amor, como claramente diz em seu discurso do Reino nos capítulos 13 e 25de São Mateus.

Somente no contexto de uma revelação pública como é ensinado pelo Magistério da Igreja se pode situar as palavras da revelação privada dada a Irmã Faustina.

“Prepararás o mundo para a minha última vinda” (Diário, 429).

“Fala ao mundo da Minha misericórdia, que toda a humanidade conheça a Minha insondável misericórdia. Este é o sinal para os últimos tempos; depois dele virá o dia da justiça. Enquanto é tempo, recorram à fonte da Minha misericórdia” (Diário, 848).

“Fala às almas desta Minha grade misericórdia, porque está perto o dia terrível, o dia da Minha justiça” (Diário, 965).

“Prolongo-lhes o tempo da Misericórdia, mas ai deles, se não reconhecerem o tempo da Minha visita” (Diário, 1160).

“Antes do Dia da justiça envio o dia da misericórdia” (Diário, 1588).

“Quem não queira passar pela porta de Minha misericórdia, tem que passar pela porta de Minha justiça” (Diário, 1146).

Fonte: ACI digital



sexta-feira, 26 de abril de 2019

Sacrário é roubado e devolvido em Brasília: mas onde está o Corpo de Cristo?

Cerca de 70 hóstias consagradas estavam dentro do sacrário roubado em pleno Domingo de Páscoa

Um sacrário contendo cerca de 70 hóstias consagradas foi roubado na tarde deste Domingo de Páscoa, 21 de abril, da Paróquia Nossa Senhora da Saúde, em Brasília. Antes da Santa Missa das 18h, o pároco percebeu que, durante a tarde, uma das portas da igreja tinha sido aberta sem sinais de arrombamento e o sacrário havia desaparecido. Após registro de boletim de ocorrência, a polícia passou a investigar o caso, que se torna complicado porque não há filmagens de câmera de vigilância.

Nesta quarta-feira, 24, porém, uma reviravolta: o sacrário tinha sido vendido a um ferro-velho por R$ 160 – embora valha cerca de R$ 20.000 porque tem peças em ouro. A proprietária do estabelecimento reconheceu tratar-se de um sacrário e foi devolvê-lo à paróquia. Por ter sido arrombado, ele precisa passar por uma restauração.

Mas as hóstias consagradas não estavam mais dentro do sacrário quando ele foi vendido ao ferro-velho, conforme explicou o pe. Kazimerz Wojno, pároco da igreja roubada.

Na mesma quarta-feira, fiéis da paróquia organizaram uma noite de oração em reparação pela profanação do sacrário e pelo sacrilégio perpetrado contra o Corpo de Cristo. O convite aos paroquianos, enviado pelo WhatsApp, declarava:

    “Somos todos Igreja, somos todos católicos, não importa a paróquia de que você faz parte”.

Unamo-nos espiritualmente a esta oração da Igreja em reparação por mais uma tristíssima profanação sofrida por Nosso Senhor na Santíssima Eucaristia.

A imagem que ilustra esta matéria é meramente ilustrativa: não se trata das hóstias consagradas desaparecidas.

Fonte: Aleteia



Em um dia como hoje era celebrada a primeira Missa do país mais católico do mundo

Primeira Missa no Brasil, quadro de Victor Meirelles / Imagem: Domínio público

REDAÇÃO CENTRAL, 26 Abr. 19 / 07:00 am (ACI).- Há 519 anos, no dia 26 de abril de 1500 – domingo da oitava de Páscoa –, era celebrada a primeira Missa daquele que viria a ser o país com o maior número de católicos batizados no mundo, o Brasil.

A Santa Missa foi presidida por Frei Henrique de Coimbra e concelebrada por outros sacerdotes em Santa Cruz Cabrália, litoral sul da Bahia, sobre o ilhéu da Coroa Vermelha.

Em sua carta ao rei Dom Manuel, o escrivão Pero Vaz de Caminha descreveu a celebração feita em um “altar mui bem arranjado” e que, segundo observou, “foi ouvida por todos com muito prazer e devoção”.

Os portugueses chegaram ao Brasil em 22 de abril de 1500, nas 13 caravelas lideradas por Pedro Alvares Cabral, o qual, avistando do mar um monte, chamou-o de Monte Pascoal, por ser oitava de Páscoa. Àquela terra, inicialmente, colocou o nome Terra de Vera Cruz.

Após desembarcarem em terra firme e terem os primeiros contatos com os índios, seguiram a bordo de suas caravelas para um lugar mais protegido, parando na praia da Coroa Vermelha. Foi neste local que celebraram a Santa Missa.

Terminada a celebração, conforme relata Pero Vaz de Caminha, o sacerdote subiu em uma cadeira alta e “pregou uma solene e proveitosa pregação, da história evangélica; e no fim tratou da nossa vida, e do achamento desta terra, referindo-se à Cruz, sob cuja obediência viemos, que veio muito a propósito, e fez muita devoção”.

Conforme indicam os relatos, o escrivão Caminha acreditava que a conversão dos índios seria fácil, pois demonstraram respeito quanto à religião. Neste sentido, pediu ao rei que enviasse logo clérigos para batizá-los.

A representação mais famosa da celebração é o quadro “A Primeira Missa no Brasil“, feito em 1861 pelo pintor catarinense Victor Meirelles de Lima.

Após esta, a segunda Missa foi celebrada no dia 1º de maio, na foz do rio Mutarí. Os anos se passaram e, hoje, o Brasil é o país com o maior número de católicos batizados no mundo.

Segundo o Anuário Pontifício 2018 e o Anuário Estatístico da Igreja 2016, no Brasil vivem 173,6 milhões de católicos, o que representa 13,3% de fiéis do mundo e 27,5% da América do Sul..

Fonte: ACI digital



Papa Francisco: a Bíblia não é uma coletânea de livros para estudar

Por Mercedes de la Torre

Vaticano, 26 Abr. 19 / 10:25 am (ACI).- O Papa Francisco recordou que "a Bíblia não é uma bela coletânea de livros sagrados a estudar, é Palavra de vida a semear".

Assim disse nesta sexta-feira, 26 de abril, quando recebeu os participantes de um Congresso Internacional promovido pela Federação Bíblica Católica (CBF) por ocasião dos 50 anos de sua fundação.

No início da audiência, o Arcebispo de Manila (Filipinas), o Cardeal Luis Antonio Tagle, disse que o Congresso teve como tema "A Bíblia e a vida: a inspiração bíblica de toda a vida pastoral e missão da Igreja – Experiências e desafios”.

Nesta linha, o Santo Padre concentrou seu discurso em duas palavras: Bíblia e vida, "binômio inseparável".

"A Palavra de Deus é viva: não morre nem envelhece, permanece para sempre. Ela permanece jovem diante de tudo que acontece e conserva do envelhecimento interior aqueles que a colocam em prática. Está viva e dá vida", destacou o Papa.

Portanto, Francisco assinalou que "é importante recordar que o Espírito Santo, o Vivificador, ama agir através das Escrituras", porque "a Palavra traz ao mundo, de fato, o sopro de Deus, infundindo no coração o calor do Senhor". Acrescentou ainda que "todas as contribuições acadêmicas, os volumes que são publicados são e não poderiam deixar de estar ao seu serviço".

"A Bíblia não é uma bela coletânea de livros sagrados a estudar, é Palavra de vida a semear, presente que o Ressuscitado pede para receber e distribuir para que haja vida em seu nome", exclamou o Papa.

Deste modo, o Santo Padre assegurou que na Igreja a Palavra de Deus "é uma insubstituível injeção de vida. Por isso, as homilias são fundamentais", disse e recordou que "a pregação não é um exercício de retórica e nem mesmo um conjunto de sábias noções humana", mas é “ao invés compartilha do Espírito, da Palavra divina que tocou o coração do pregador, o qual comunica aquele calor, aquela unção".

Referindo-se às numerosas palavras e informações que recebemos diariamente, o Papa Francisco destacou que "não podemos renunciar à Palavra de Jesus, à única Palavra de vida eterna de que necessitamos cotidianamente".

Neste sentido, o Santo Padre expressou que "seria belo que a Palavra de Deus se tornasse sempre mais o coração de toda atividade eclesial", porque a palavra "dá vida a cada fiel para ensiná-lo a renunciar a si mesmo para anunciá-La".

"A Igreja que se nutre da Palavra, portanto, vive para anunciá-La. Não fala de si mesma, mas lança-se pelas estradas do mundo: não porque gostem ou sejam fáceis, mas porque são os locais do anúncio", afirmou.

Assim, o Papa assegurou que "a Bíblia é a melhor vacina contra o fechamento e autopreservação da Igreja", porque "é a Palavra de Deus, não nossa, e nos preserva da autossuficiência e do triunfalismo, continuamente nos chama a sair de nós mesmos".

"A Palavra de Deus tem uma força centrífuga e não centrípeta: não se volta para dentro, mas se lança para fora, para aqueles que ainda não chegaram. Não garante seguranças, porque é fogo e vento: o espírito que inflama o coração e move os horizontes, dilatando-os com a sua criatividade", disse.

Antes de concluir, o Pontífice encorajou a abraçar estas duas palavras, "Bíblia e vida", para que "jamais uma fique sem a outra".

Por esta razão, Francisco incentivou a rezar e trabalhar para "que a Bíblia não fique na biblioteca entre os muitos livros que falam dela, mas corra pelas estradas do mundo e espere onde as pessoas vivem”.

"Faço votos para que vocês sejam bons portadores da Palavra, com o mesmo entusiasmo que lemos nesses dias nas narrações pascais, onde todos correm: as mulheres, Pedro, João, os dois de Emaús... Correm para encontrar e anunciar a Palavra Viva. Desejo-lhes do fundo do coração e agradeço-lhes por tudo o que fazem", concluiu.

Fonte: ACI digital
Papa Francisco na Sala Clementina do Vaticano.
Foto: Vatican Media



50 dias no Cenáculo com Maria–Nossa Senhora de Pentecostes

Acabou a Páscoa! Como continuar conectado a Cristo?

Autor best-seller de "9 meses com Maria", Pe. Luís Erlin lança livro pela Editora Ave-Maria em coedição com a Editora Canção Nova que conta como foram os 50 dias após a Ressurreição de Jesus

Com mais de meio milhão de livros vendidos em todo o Brasil e diversos títulos traduzidos para vários idiomas, o autor best-seller Pe. Luís Erlin, CMF, lança pela Editora Ave-Maria em coedição com a Editora Canção Nova a obra “50 dias no Cenáculo com Maria – Nossa Senhora de Pentecostes”.

Na nova narrativa, o autor convida os leitores a praticarem uma nova experiência de fé e aprender com Nossa Senhora a acolher o Espírito Santo, e deixar-se transformar por ele.

Escrito em primeira pessoa, assim como os livros “3 meses com São José” e “9 meses com Maria”, o livro faz com que o leitor possa vivenciar o dia a dia de Maria e dos Apóstolos reunidos no cenáculo após a Ressurreição de Jesus, até o dia em que a promessa de Deus se cumpre e o Paráclito desce sobre todos eles no dia de Pentecostes.

“A intenção deste livro é que, em companhia de Maria, assim como a Igreja que nascia, durante cinquenta dias, aprendamos com Ela a esperar e a deixar o Espírito Santo de Deus agir em nós… Se você é um discípulo amado de Cristo, recebeu Maria por sua Mãe e a acolheu em sua vida, então, com ela, vamos por meio des­te livro esperar que venha sobre cada um de nós o Divino Espírito, que tem o poder de renovar todas as coisas com os seus sagrados dons e carismas.” (Págs. 11 & 12)

Toda a história é escrita como se a própria Mãe de Jesus narrasse o dia a dia no cenáculo, proporcionando ao leitor uma experiência transformadora de acolher o Espírito Santo de Deus a exemplo de Maria.

Ficha Técnica
Editora Ave-Maria
Editora Canção Nova
Autor: Pe. Luís Erlin, CMF                                                                              
I.S.B.N.: 978-85-276-1636-2
Formato: 14x21 cm
Número de Páginas: 128 págs.
Preço: R$ 24,90

Fonte: LC agência de comunicação




O terço que Jesus deu a Santa Faustina para alcançar a Divina Misericórdia


REDAÇÃO CENTRAL, 24 Abr. 19 / 05:00 am (ACI).- Todos os anos, o Segundo Domingo da Páscoa é a Festa da Divina Misericórdia, estabelecida por São João Paulo II. Em 1935, Santa Faustina recebeu de Cristo as seguintes indicações: “Essa oração serve para aplacar a Minha ira. Tu a recitarás por nove dias, por meio do Terço do Rosário da seguinte maneira: Primeiro dirás o ‘Pai Nosso’, a ‘Ave Maria’ e o ‘Credo’”.

“Depois, nas contas de ‘Pai Nosso’, dirás as seguintes palavras: Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro”.

“Nas contas de ‘Ave Maria’ rezarás as seguintes palavras: Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro. No fim, rezarás três vezes estas palavras: Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro”.

Este Terço geralmente é concluído com a seguinte oração escrita no diário de Santa Faustina: “Oh sangue e água que jorrastes do coração de Jesus como fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós”.

Com a expansão da devoção ao Senhor da Divina Misericórdia, são muitos os fiéis que rezam este terço todos os dias às três horas da tarde, a “hora da misericórdia”, e seguindo a promessa de Cristo: “Recita, sem cessar, este Terço que te ensinei. Todo aquele que o recitar alcançará grande misericórdia na hora da sua morte”.

Certo dia, o Senhor da Divina Misericórdia disse à Santa Faustina: “Oh, que grandes graças concederei às almas que recitarem esse Terço”.

Em outra ocasião, Jesus pediu à Santa: “Escreve que, quando recitarem esse Terço junto aos agonizantes, Eu Me colocarei entre o Pai e a alma agonizante não como justo Juiz, mas como Salvador misericordioso”.

Fonte: ACI digital
Crédito das fotos: Flickr - Enrique Lopez Tamayo Biosca _(CC-BY-2.0)
5 boas razões para rezar o Terço da Divina Misericórdia

REDAÇÃO CENTRAL, 23 Abr. 19 / 06:00 am (ACI).- O Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME) publicou em 2017 um artigo no qual propõe 5 boas razões para rezar o Terço da Divina Misericórdia pelas intenções pessoais, saúde de um enfermo, um moribundo ou pelo que cada pessoa tenha em seu coração.

O artigo foi escrito por Alejandra María Sosa Elízaga e apresenta as seguintes razões:

1. Jesus pede

Jesus apareceu a Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa (1905-1938) e lhe pediu para divulgar a misericórdia divina através de três meios:

a) A imagem com a inscrição “Jesus, eu confio em Vós”.

Jesus disse: “Prometo que a alma que venerar esta Imagem não perecerá” (Diário de Santa Faustina, 48).

b) A festa da Divina Misericórdia, o Segunda Domingo da Páscoa (neste ano, 8 de abril).

Jesus disse: “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores (...). A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas” (Diário, 699).

c) A oração que ele ditou: “O Terço da Divina Misericórdia”.

2. São obtidas graças extraordinárias

Jesus disse: “Oh, que grandes graças concederei às almas que recitarem esse Terço; as entranhas de Minha misericórdia se enternecem por quem reza este Terço” (Diário, 848).

Afirmou: “Ainda que o pecador seja o mais endurecido, se recitar este Terço uma só vez, alcançará a graça da Minha infinita misericórdia... desejo conceder graças inimagináveis às almas que confiam em Minha misericórdia” (Diário, 687).

Prometeu: “Defendo toda alma que recitar esse terço na hora da morte, como se fosse a Minha própria glória, ou quando outros o recitarem junto a um agonizante, eles conseguem a mesma indulgência” (Diário, 811).

3. O Papa Francisco recomenda

No Segundo Domingo da Quaresma de 2016, o Papa Francisco mandou distribuir entre os fiéis na Praça de São Pedro “caixinhas de Misericórdia”, “remédio para o mundo de hoje”, que continham a imagem do Senhor da Divina Misericórdia, a explicação do Terço da Divina Misericórdia e um terço para rezar.

Em sua bula Misericordiae Vultus, o Papa chama Santa Faustina de “grande apóstola da Misericórdia” e pede sua intercessão.

4. É muito fácil de rezar

Jesus ensinou assim a Santa Faustina: Reza-se “por meio do Terço do Rosário da seguinte maneira: Primeiro dirás o ‘Pai Nosso’, a ‘Ave Maria’ e o ‘Credo’. Depois, nas contas de ‘Pai Nosso’, dirás as seguintes palavras: ‘Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro’. Nas contas de ‘Ave Maria’ rezarás as seguintes palavras: ‘Pela Sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós e do mundo inteiro’. No fim, rezarás três vezes estas palavras: ‘Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro’” (Diário, 476).

5. Só demora cinco minutos

Em um retiro com um grupo de seminaristas, Sosa Elízaga convidou para rezar em grupo o Terço às 15h, dizendo: “Só demora cinco minutos”. Ao terminar, um deles comentou: “Verifiquei com meu relógio e, efetivamente, são cinco minutos”.

Fonte: ACI digital
Terço / Foto: Daniel Ibañez (ACI Prensa)



quinta-feira, 25 de abril de 2019

Cinco Pedras de Davi–Histórias reais de fé e amor pela missão católica

Histórias reais de fé e amor pela missão católica

Eles levaram a devoção a lugares que poucos chegaram. Cinco missionários, muitas histórias e emoções reunidas na obra "Cinco Pedras de Davi", publicada pela Editora Ave-Maria

A história de Davi e do gigante Golias é uma das histórias bíblicas mais conhecidas do Antigo Testamento e continua motivando milhões de pessoas por conta da destreza e da coragem do jovem israelita em enfrentar seus inimigos.

Essa história bíblica inspirou o título do mais novo livro da Editora Ave-Maria, escrito pelos jornalistas Roberto Mancuzo Jr e Thaisa Sallum Bacco, Cinco Pedras de Davi – Histórias reais de fé e amor pela missão católica.

Nesta obra, os jornalistas entrevistam os missionários Dunga, Pe. Pedro, Astromar Braga, Irmã Zélia e Rodrigo Ferreira, que em cada capítulo do livro contam como receberam o chamado à vida missionária e entregaram suas vidas inteiramente em prol das causas cristãs, e também, sobre os desafios de manter viva a fé e a espiritualidade no mundo de hoje.

Assim como as cinco pedras coletadas por Davi para derrubar o Gigante Filisteu, estes cinco missionários são como pedras nas mãos de Deus, lançadas ao mundo para levar o amor e a alegria do Evangelho de Jesus Cristo.   O Prof. Felipe Aquino que assina o prefácio da obra afirma:

“Este livro, rico de experiências pessoais, muito pode ajudar a todos que na Igreja querem servir a Deus como leigo ou religioso, pois o caminho percorrido por cada um deles pode ser inspirador para muitos e pode servir de lição a quem deseja seguir o mesmo caminho.”

A obra promete ser um eficaz instrumento de evangelização, que apresenta aos leitores os quatro pilares do Catecismo da Igreja Católica: a profissão de fé, os sacramentos da fé, a vida na fé e a oração na vida da fé.

Ficha Técnica
Editora Ave-Maria                                                                                        
Autores: Roberto Mancuzo Junior & Thaisa Sallum Bacco
I.S.B.N.: 978-85-276-1641-6
Formato: 13,7x21 cm
Número de Páginas: 168 págs.
Preço: R$ 24,90

Sobre o autor: Roberto Mancuzo Junior é Doutor em Geografia pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT/Unesp), campus de Presidente Prudente (SP). Mestre em Comunicação Empresarial pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Graduado em jornalismo pela Universidade Estadual Paulista de Bauru (SP). Docente da Faculdade de Comunicação Social de Presidente Prudente (SP) da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste).

Sobre a autora: Thaisa Sallum Bacco é Doutora em Educação pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (FCT/Unesp), campus de Presidente Prudente (SP). Mestre em Comunicação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Especialista em O Ensino do texto: Teoria e Prática na Sala de Aula pela FCT/Unesp. Graduada em jornalismo pela UEL. Docente da Faculdade de Comunicação Social de Presidente Prudente (SP), da Universidade do Oeste Paulista de Presidente Prudente (Unoeste).

Editora Ave-Maria na web:
Site: www.avemaria.com.br
Facebook: @EditoraAveMaria
Instagram:@EditoraAveMaria
Youtube: @EditoraAveMaria
Twitter: @editoravemaria

Fonte:LC agência de comunicação





Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana dos Anjos/Devoção e Fé Blog