Junho 2019 - Devoção e Fé - Blog Católico

terça-feira, 25 de junho de 2019

Amistoso cancelado: Associação de Mulheres do Vaticano manifesta seu pesar


“A elas, nós, como mulheres, gostaríamos de dizer que acolhimento, capacidade de diálogo, respeito por quem pensa diferente, são qualidades às quais não devemos renunciar, porque são parte da nossa riqueza e diversidade enquanto mulheres”, escrevem as sócias da Associação de Mulheres do Vaticano.

Cidade do Vaticano

Deploração e pesar: assim a “Associação Mulheres no Vaticano” define o episódio ocorrido sábado passado em Viena, no amistoso feminino previsto entre o time vaticano e as austríacas do FC Mariahilf.

No momento do hino, algumas adversárias levantaram suas camisetas expondo frases a favor do aborto e proclamando mensagens em controvérsia com as posições da Igreja. Das arquibancadas surgiram também faixas polêmicas.

Surpreendidas com as provocações, as jogadoras do time do Vaticano, que fariam sua estreia internacional, deixaram o campo.

“A instrumentalização do encontro esportivo não ofendeu somente os componentes da formação vaticana, e o próprio Vaticano por esta representado, mas prejudicou a ideia de desporto, competição leal entre adversários, não entre inimigos”, destaca a Associação, que considera “inoportuno” o tipo de manifestação.

Mulheres contra mulheres

Todavia, o grande desprazer foi ver mulheres contra mulheres:

“A elas, nós, como mulheres, gostaríamos de dizer que acolhimento, capacidade de diálogo, respeito por quem pensa diferente, são qualidades às quais não devemos renunciar, porque são parte da nossa riqueza e diversidade enquanto mulheres”, escrevem as sócias.

Elas concluem recordando que um campo de futebol não é o local apto para conduzir uma batalha ideológica e que o esporte deve ser vivido como local de encontro e de promoção de fraternidade e paz. “Do contrário, as consequências são mais fechamentos e abismos sempre mais profundos.”

25 junho 2019, 12:05

Fonte: Vatican News



Por que Jesus permitiu que transpassassem seu Sagrado Coração na cruz?


Por Abel Camasca

REDAÇÃO CENTRAL, 25 Jun. 19 / 05:00 am (ACI).- Nas Sagradas Escrituras se narra que Jesus, morto na cruz, teve o coração transpassado por uma lança. Séculos depois, o Senhor revelou a Santa Catarina de Sena, italiana e doutora da Igreja, a mensagem contida neste fato.

A Santa perguntou ao Senhor: “Doce Cordeiro sem mancha, Tu estavas morto quando teu peito foi aberto. Por que então, permitiste que Teu Coração fosse ferido e aberto com tanta violência?”.

Jesus respondeu: “Eu tinha várias razões, mas vou lhe dizer a principal. Meu amor pelo gênero humano era infinito, enquanto os tormentos e os sofrimentos que eu suportava eram finitos”.

“Já que meu amor é infinito, eu não podia por este sofrimento manifestar o quanto te amo. Por isso, mostrando meu lado aberto, eu queria que vissem o segredo do meu coração: que eu amava vocês muito mais do que eu podia mostrar com o meu sofrimento finito”.

Posteriormente, no século XVII, Jesus Cristo apareceu a Santa Margarida Maria Alacoque, mostrando-lhe o seu coração e disse:

“Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor. Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia. Entretanto, o que Me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim”.

“Por isto te peço que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa particular para honrar Meu Coração, comungando neste dia, e O reparando pelos insultos que recebeu durante o tempo em que foi exposto sobre os altares. Prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada”

Neste ano, a Igreja celebrará a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus nesta sexta-feira, 28 de junho, e no dia seguinte será celebrado o Imaculado Coração de Maria, que estava sempre unida ao seu Filho.

Fonte: ACI digital



Oremos com os Sagrados Corações de Jesus e de Maria-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Na semana passada (17/06/2019) o querido Padre Marcelo Rossi estreou na Rádio Capital AM 1040, o seu novo programa diário "No Colo de Jesus e de Maria".
O Padre Marcelo Rossi iniciou esta semana de orações com o lema: "Sagrado Coração de Jesus e Imaculado Coração de Maria"
E hoje trouxe para vocês as mensagens que o padre envia por e-mail, dos dias 24 e 25 de junho/2019. 
Fiquem todos na paz de Deus, um abençoado dia no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:


24/junho/2019 - LEMA DA SEMANA:
SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

NESTA SEMANA IREMOS FAZER ALGO MUITO ESPECIAL, POIS VAMOS EXTERNAR OS NOSSOS MAIS PUROS E BELOS SENTIMENTOS, QUE ESTÃO CONCENTRADOS NO FUNDO DOS NOSSOS CORAÇÕES! 
ESPALHANDO E AMPLIANDO AS VIRTUDES E A SANTIDADE QUE EXISTE EM CADA SER HUMANO, ATRAVÉS DA PRESENÇA DE JESUS DENTRO DE CADA UM DE NÓS! NESTA SEMANA, VAMOS ORAR COM O SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E O IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA!!!

Como colocamos acima, orar com o Sagrado Coração de Jesus, é resgatar tudo de melhor que o coração de Jesus nos deixou como ensinamentos. Todas as qualidades e virtudes que podemos deixar neste mundo para as próximas gerações, os bons exemplos que damos para os menores e o que de mais engrandecedor e positivo que se possa fazer e valorizar. Portanto, nesta semana vamos nos espelhar NOS SAGRADOS CORAÇÕES DE JESUS E DE MARIA!!!

Orar com os Sagrados Corações é receber valiosas lições sobre as formas de edificarmos nossas vidas na rocha que é Jesus, aprendendo e refletindo profundamente sobre o que tudo isso significa em nossa existência. Voltaremos ao ano de 1673, quando a irmã Margarida Maria recebeu a primeira visita de Jesus, na França, trazendo-lhe pedidos e promessas específicas sobre respeito, paz nas famílias, refúgio na vida e na morte, misericórdia para os que erram e muitas outros pontos sobre o modo de vida dos seres humanos. Além disso, vamos mergulhar no Imaculado Coração de Maria, voltando também para as aparições de Nossa Senhora, na cidade de Fátima, em Portugal. Assim, preparemos nossos corações, para procuremos espelhá-los NO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E NO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA!!!


25/junho - COMEÇAMOS MUITO BEM ESTA SEMANA, EM QUE IREMOS ESPELHAR NOSSOS CORAÇÕES NOS SAGRADOS CORAÇÕES DE JESUS E DE MARIA, ELEVANDO NOSSO SER E NOSSA PASSAGEM NESTA VIDA! COMO ANUNCIAMOS ONTEM, A DEVOÇÃO AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS COMEÇOU EM 1673, COM A IRMÃ MARGARIDA MARIA, QUE RECEBEU JESUS E 12 PROMESSAS, POR ISSO VAMOS ORAR E APRENDER COM O SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E O IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA!!!

Jesus apareceu à irmã Margarida Maria por três vezes. A primeira foi em dezembro de 1673, a segunda um ano depois e a última no ano seguinte. Nestas aparições, Jesus fez alguns pedidos à Margarida Maria e lhe apresentou 12 promessas. Estas promessas nos trazem importantes lições que podemos aplicá-las em nossas vidas, para que nossos corações se aproximem dos SAGRADOS CORAÇÕES DE JESUS E DE MARIA!!!

Como lembramos acima, Jesus deixou 12 promessas à irmã Margarida Maria, as seis primeiras foram: A minha bênção permanecerá nas casas em que se achar exposta e venerada a imagem de meu Sagrado Coração. Darei aos devotos de Meu Coração todas as graças necessárias a seu estado. Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias. Eu os consolarei em todas as suas aflições. Serei refúgio seguro na vida e principalmente na hora da morte. E lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos. Quem não quer ter paz na família? Quem não quer ser consolado em um momento de aflição? Quem não quer ter um refúgio na vida e na morte? Ou ter o trabalho e empreendimentos abençoados por Jesus? Por tudo isso, vamos encher nosso coração de esperança e nos entregar nesta semana em honra AO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS E AO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA!!!


Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso, em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 

***********************


*Facebook Padre Marcelo Rossi:

+ Programa No Colo de Jesus e de Maria:   
De segunda a sábado das 8h às 9h da manhã na Rádio Capital:


Obs.: Se você não pode ouvir no horário, escute o programa gravado diariamente no site da rádio (no link acima) ou no site do Padre Marcelo Rossi (no link abaixo): procure por Web Radio e clique escute (se for sua primeira vez, o site do Padre pedirá para você se cadastrar). Toda vez que acessar o site deverá colocar seu e-mail para confirmar que está cadastrado(a).

*Site Padre Marcelo Rossi: 




Um exame de consciência para adultos (para uma boa Confissão)




Um exame de consciência para adultos

Acredito num Salvador que me ama, que perdoa os meus pecados e que me dá a graça de me tornar santo. Jesus Cristo, através do ministério dos Seus sacerdotes, faz ambas as coisas no Sacramento da Penitência. "Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio. . . Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, ser-lhe-ão perdoados; e a quem os retiverdes, ser-lhe-ão retidos." (João 20:21-23)

"Mesmo que os teus pecados sejam como escarlate, ficarão brancos como neve." (Isaías 1:18)

"Não vim chamar os justos, mas os pecadores." (Mateus 9:13)

"Os homens receberam de Deus um poder que não foi dado aos anjos nem aos arcanjos. Nunca foi dito aos espíritos celestes, ‘O que ligardes e desligardes na terra será ligado e desligado no céu’. Os príncipes deste mundo só podem ligar e desligar o corpo. O poder do sacerdote vai mais além; alcança a alma, e exerce-se não só em batizar, mas ainda mais em perdoar os pecados. Não coremos, pois, ao confessar as nossas faltas. Quem se envergonhar de revelar os seus pecados a um homem, e não os confessar, será envergonhado no Dia do Juízo na presença de todo o Universo."
(S. João Crisóstomo, Tratado sobre os Sacerdotes, Liv. 3) 


Oração para antes da Confissão:

Senhor, iluminai-me para me ver a mim próprio tal como Vós me vedes, e dai-me a graça de me arrepender verdadeira e efetivamente dos meus pecados. O Virgem Santíssima, ajudai-me a fazer uma boa confissão.

Como se Confessar:  

Antes de mais, examine bem a sua consciência. Em seguida, diga ao sacerdote que pecados específicos cometeu, e, com a maior exatidão possível, quantas vezes os cometeu desde a sua última boa confissão. Só é obrigado a confessar os pecados mortais, visto que pode obter o perdão dos seus pecados veniais através de sacrifícios e atos de caridade. Se estiver em dúvida sobre se um pecado é mortal ou venial, mencione ao confessor a sua dúvida. Recorde-se, também, que a confissão dos pecados veniais ajuda muito a evitar o pecado e a avançar na direção do Céu.

Condições necessárias para um pecado ser mortal

Matéria séria 
Reflexão suficiente
Pleno consentimento da vontade

Considerações preliminares: 

- Alguma vez deixei de confessar um pecado grave, ou conscientemente disfarcei ou escondi um tal pecado?

Nota: Esconder deliberadamente um pecado mortal invalida a confissão, e é igualmente pecado mortal. Lembre-se que a confissão é privada e sujeita ao Sigilo da Confissão, o que quer dizer que é pecado mortal um sacerdote revelar a quem quer que seja a matéria de uma confissão.

- Alguma vez fui irreverente para com este Sacramento, não examinando a minha consciência com o devido cuidado?

- Alguma vez deixei de cumprir a penitência que o sacerdote me impôs?

- Tenho quaisquer hábitos de pecado grave que deva confessar logo no início (por exemplo, impureza, alcoolismo, etc.)?

* Primeiro Mandamento: Eu sou o Senhor teu Deus, Não terás deuses estranhos perante Mim (incluindo pecados contra a Fé, Esperança e Caridade).

Descuidei o conhecimento da minha fé, tal como o Catecismo a ensina, tal como o Credo dos Apóstolos, os Dez Mandamentos, os Sete Sacramentos, o Pai Nosso, etc?

Alguma vez duvidei deliberadamente de algum ensinamento da Igreja, ou o neguei?

Tomei parte num ato de culto não católico?

Sou membro de alguma organização religiosa não católica, de alguma sociedade secreta ou de um grupo anti-católico?

Alguma vez li, com consciência do que fazia, alguma literatura herética, blasfema ou anti-católica?

Pratiquei alguma superstição (tal como horóscopos, adivinhação, tábua Ouija, etc.)?

Omiti algum dever ou prática religiosa por respeitos humanos?

Recomendo-me a Deus diariamente?

Tenho rezado fielmente as minhas orações diárias?

Abusei os Sacramentos de alguma maneira? Recebi-os com irreverência, como, por exemplo, a Comunhão na Mão sem obedecer aos princípios e às sete regras promulgadas por Paulo VI como sendo obrigatórias neste caso?

Trocei de Deus, de Nossa Senhora, dos Santos, da Igreja, dos Sacramentos, ou de quaisquer coisas santas?

Fui culpado de grande irreverência na igreja, como, por exemplo, em conversas, comportamento ou modo como estava vestido?

Fui indiferente quanto à minha Fé Católica — acreditando que uma pessoa pode salvar-se em qualquer religião, ou que todas as religiões são iguais?

Presumi em qualquer altura que tinha garantida a misericórdia de Deus?

Desesperei da misericórdia de Deus?

Detestei a Deus?

Dei demasiada importância a alguma criatura, atividade, objeto ou opinião?

* Segundo Mandamento: Não tomarás o Nome do Senhor teu Deus em vão.

Jurei pelo nome de Deus falsamente, impensadamente, ou em assuntos triviais e sem importância?

Murmurei ou queixei-me contra Deus (blasfêmia)?

Amaldiçoei-me a mim próprio, ou a outra pessoa ou criatura?

Provoquei alguém à ira, para o fazer praguejar ou blasfemar a Deus?

Quebrei uma promessa feita a Deus?

* Terceiro Mandamento: Recorda-te de santificar o Dia de Sábado.

Faltei à Missa nos Domingos ou Festas de guarda?

Cheguei atrasado à Missa nos Domingos e Dias Santos de guarda, ou saí mais cedo por minha culpa?

Fiz com que outras pessoas faltassem à Missa nos Domingos e Dias Santos de guarda, ou saíssem mais cedo, ou chegassem atrasados à Missa?

Estive distraído propositadamente durante a Missa?

Fiz ou mandei fazer trabalho servil desnecessário num Domingo ou Festa de guarda?

Comprei ou vendi coisas sem necessidade nos Domingos e Dias Santos de guarda?

* Quarto Mandamento: Honra o teu pai e a tua mãe.

Desobedeci aos meus pais, faltei-lhes ao respeito, descuidei-me em ajudá-los nas suas necessidades ou na compilação do seu testamento, ou recusei-me a fazê-lo?

Mostrei irreverência em relação a pessoas em posições de autoridade?

Insultei ou disse mal de sacerdotes ou de outras pessoas consagradas a Deus?

Tive menos reverência para com pessoas de idade?

Tratei mal a minha esposa ou os meus filhos?

Foi desobediente ao meu marido, ou faltei-lhe ao respeito?

Sobre os meus filhos:
Descuidei as suas necessidades materiais?
Não tratei de os fazer batizar cedo? *(Veja-se em baixo.)
Descuidei a sua educação religiosa correta?
Permiti que eles descuidassem os seus deveres religiosos?
Consenti que se encontrassem ou namorassem sem haver hipótese de se celebrar o matrimônio num futuro próximo? (Santo Afonso propõe um ano, no máximo).
Deixei de vigiar as companhias com quem andam?
Deixei de os disciplinar quando necessitassem de tal?
Dei-lhes mau exemplo?
Escandalizei-os, discutindo com o meu cônjuge em frente deles?
Escandalizei-os ao dizer imprecações e obscenidades à sua frente?
Guardei modéstia na minha casa?
Permiti-lhes que usassem roupa imodesta (mini-saias; calças justas, vestidos ou camisolas justos; blusas transparentes; calções muito curtos; fatos de banho reveladores; etc.)? †
Neguei-lhes a liberdade de casar ou seguir uma vocação religiosa?

* As crianças devem ser batizadas o mais cedo possível. Além das prescrições diocesanas particulares, parece ser a opinião geral . . . que uma criança deve ser batizada cerca de uma semana ou dez dias a seguir ao nascimento. Muitos católicos atrasam o batismo por quinze dias ou um pouco mais. A ideia de administrar o Batismo nos três dias que se seguem ao parto é demasiado estrita. Santo Afonso, seguindo a opinião geral, pensava que um atraso não justificado de mais de dez ou onze dias a seguir ao parto seria um pecado grave. Segundo o costume moderno, que é conhecido e não corrigido pelos Ordinários locais, um atraso de mais de um mês sem motivo seria um pecado grave. Se não houve perigo aparente para a criança, os pais que atrasem o batismo por três semanas, pouco mais ou menos, não podem ser acusadas de pecado grave, mas a prática de batizar o recém-nascido na semana ou dez dias que se seguem ao parto deve recomendar-se firmemente; e, de fato, pode mesmo recomendar-se um período ainda mais curto. — H. Davis S.J., Moral and Pastoral Theology, Vol. III, pg. 65, Sheed and Ward, New York, 1935

* Quinto Mandamento: Não matarás.

Procurei, desejei ou apressei a morte ou o ferimento de alguém?

Alimentei ódio para com alguém?

Oprimi alguém?

Desejei vingar-me?

Provoquei a inimizade entre outras pessoas?

Discuti ou lutei com alguém?

Desejei mal a alguém?

Quis ferir ou maltratar alguém, ou tentei fazê-lo?

Recuso-me a falar com alguém, ou ressentimento de alguém?

Regozijei-me com a desgraça alheia?

Tive ciúmes ou inveja de alguém?

Fiz ou tentei fazer um aborto, ou aconselhei alguém a que o fizesse?

Mutilei o meu corpo desnecessariamente de alguma maneira?

Consenti em pensamentos de suicídio, desejei suicidar-me ou tentar suicidar-me?

Embriaguei-me ou usei drogas ilícitas?

Comi demais, ou não como o suficiente por descuido (isto é, alimentos nutritivos)?

Deixei de corrigir alguém dentro das normas da caridade?

Causei dano à alma de alguém, especialmente crianças, dando escândalo através de mau exemplo?

Fiz mal à minha alma, expondo-a intencionalmente e sem necessidade a tentações, como maus programas de TV, música reprovável, praias, etc.?

* Sexto e Nono Mandamentos: Não cometerás adultério. Não cobiçarás a mulher do próximo.

Neguei ao meu cônjuge os seus direitos matrimoniais?

Pratiquei o controle de natalidade (com pílulas, dispositivos, interrupção)?

Abusei dos meus direitos matrimoniais de algum outro modo?

Cometi adultério ou fornicação (sexo pré-marital)?

Cometi algum pecado impuro contra a natureza (homosexualidade ou lesbianismo, etc.)?

Toquei ou abracei outra pessoa de forma impura?

Troquei beijos prolongados ou apaixonados?

Pratiquei a troca prolongada de carícias?

Pequei impuramente contra mim próprio (masturbação)?

Consenti em pensamentos impuros, ou tive prazer neles?

Consenti em desejos impuros para com alguém, ou desejei conscientemente ver ou fazer alguma coisa impura?

Entreguei-me conscientemente a prazeres sexuais, completos ou incompletos?

Fui ocasião de pecado para os outros, por usar roupa justa, reveladora ou imodesta?

Fiz alguma coisa, deliberadamente ou por descuido, que provocasse pensamentos ou desejos impuros noutra pessoa?

Li livros indecentes ou vi figuras obscenas?

Vi filmes ou programas de televisão sugestivos, ou pornografia na Internet, ou permiti que os meus filhos os vissem?

Usei linguagem indecente ou contei histórias indecentes?

Ouvi tais histórias de boa vontade?

Gabei-me dos meus pecados, ou deleitei-me em recordar pecados antigos?

Estive com companhias indecentes?

Consenti em olhares impuros?

Deixei de controlar a minha imaginação?

Rezei imediatamente, para afastar maus pensamentos e tentações?

Evitei a preguiça, a gula, a ociosidade, e as ocasiões de impureza?

Fui a bailes imodestos ou peças de teatro indecentes?

Fiquei sozinho sem necessidade na companhia de alguém do sexo oposto?

Note bem: Não tenha receio de confessar ao sacerdote qualquer pecado impuro que tenha cometido. Não esconda ou tente disfarçá-lo. O sacerdote está ali para o ajudar e perdoar. Nada do que possa dizer o escandalizará; por isso, não tenha medo, por mais envergonhado que esteja.

* Sétimo e Décimo Mandamentos: Não roubarás. Não cobiçarás os bens do teu próximo.

Roubei alguma coisa? O quê, ou quanto?

Danifiquei a propriedade de outrem?

Deixei estragar, por negligência, a propriedade de outrem?

Fui negligente na guarda do dinheiro ou bens de outrem?

Fiz batota ou defraudei alguém?

Joguei em excesso?

Recusei-me a pagar alguma dívida, ou descuidei-me no seu pagamento?

Adquiri alguma coisa que sabia ter sido roubada?

Deixei de restituir alguma coisa emprestada?

Lesei o meu patrão, não trabalhando como se esperava de mim?

Fui desonesto com o salário dos meus empregados?

Recusei-me a ajudar alguém que precisasse urgentemente de ajuda, ou descuidei-me a fazê-lo?

Deixei de restituir o que roubei, ou obtive por embuste ou fraude? (Pergunte ao sacerdote como poderá fazer a restituição, ou seja, devolver ao legítimo dono o que lhe tirou).

Tive inveja de alguém, por ter algo que eu não tenho?

Invejei os bens de alguém?

Tenho sido avarento?

Tenho sido cúpido e invejoso, dando demasiada importância aos bens e confortos materiais? O meu coração inclina-se para as posses terrenas ou para os verdadeiros tesouros do Céu?

* Oitavo Mandamento: Não levantarás falsos testemunhos contra o teu próximo.

Menti a respeito de alguém (calúnia)?

As minhas mentiras causaram a alguém danos materiais ou espirituais?

Fiz julgamentos temerários a respeito de alguém (isto é, acreditei firmemente, sem provas suficientes, que eram culpados de algum defeito moral ou crime)?
Atingi o bom nome de alguém, revelando faltas autênticas mas ocultas (maledicência)?

Revelei os pecados de outra pessoa?

Fui culpado de fazer intrigas (isto é, de contar alguma coisa desfavorável que alguém disse de outra pessoa, para criar inimizade entre eles)?

Dei crédito ou apoio à divulgação de escândalos sobre o meu próximo?

Jurei falso ou assinei documentos falsos?

Sou crítico ou negativo sem necessidade ou falto à caridade nas minhas conversas?

Lisonjeei outras pessoas?

As obras de Misericórdia espirituais e corporais

Descuidei-me no cumprimento das obras seguintes, quando as circunstâncias me pediam?

As sete obras de Misericórdia espirituais

1. Dar bom conselho aos que pecam. 2. Ensinar os ignorantes. 3. Aconselhar os que duvidam. 4. Consolar os tristes. 5. Sofrer com paciência as fraquezas do nosso próximo. 6. Perdoar as injúrias por amor de Deus. 7. Rogar a Deus pelos vivos e pelos defuntos.

As sete obras de Misericórdia corporais

1. Dar de comer a quem tem fome. 2. Dar de beber a quem tem sede. 3. Vestir os nus. 4. Visitar e resgatar os cativos. 5. Dar pousada aos peregrinos. 6. Visitar os doentes. 7. Enterrar os mortos.

Lembre-se que a nossa Santa Fé Católica nos ensina que ... assim como o corpo sem o espírito está morto, também a fé sem obras está morta (Tiago 2: 26).

Os sete pecados mortais e as virtudes opostas

1. Soberba.................................................Humildade
2. Avareza..............................................Liberalidade
3. Luxúria...................................................Castidade
4. Ira............................................................Paciência
5. Gula....................................................Temperança
6. Inveja.......................................................Caridade
7. Preguiça.................................................Diligência

Os cinco efeitos do orgulho

1. Vanglória: a. Jactância b. Dissimulação/ Duplicidade
2. Ambição
3. Desprezo dos outros
4. Ira/ Vingança/ Ressentimento
5. Teimosia/ Obstinação.

Nove maneiras de ser cúmplice do pecado de outrem

a. Alguma vez fiz deliberadamente com que outros pecassem?
b. Alguma vez cooperei nos pecados de outrem:
1. Aconselhando? 2. Mandando? 3. Consentindo? 4. Provocando?
5. Lisonjeando? 6. Ocultando? 7. Compartilhando? 8. Silenciando?
9. Defendendo o mal feito?

Os quatro pecados que bradam aos Céus

1. Homicídio voluntário. 2. O pecado de sodomia ou lesbianismo.
3. Opressão dos pobres. 4. Não pagar o salário justo a quem trabalha.

Os seis Mandamentos da Igreja

1. Ouvi Missa nos Domingos e Festas de guarda?
2. Cumpri o jejum e a abstinência nos dias prescritos, e guardei o jejum eucarístico?
3. Confessei-me pelo menos uma vez no ano?
4. Recebi a Sagrada Eucaristia pelo menos uma vez por ano?
5. Contribui, na medida do possível, para as despesas do culto?
6. Observei as leis da Igreja sobre o Matrimônio, ou seja, quanto ao matrimônio sem a presença de um sacerdote, ou no caso de matrimônio com um parente próximo ou um não-Católico?

As cinco blasfêmias contra o Coração Imaculado de Maria

1. Blasfemei contra a Imaculada Conceição?
2. Blasfemei contra a Virgindade Perpétua de Nossa Senhora?
3. Blasfemei contra a Maternidade Divina de Nossa Senhora? Deixei de reconhecer a Nossa Senhora como Mãe de todos os homens?
4. Tentei publicamente semear nos corações das crianças indiferença ou desprezo, ou mesmo ódio, em relação à sua Mãe Imaculada?
5. Ultrajei-A diretamente nas Suas santas imagens?

Finalmente:

Recebi a Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal? (Este é um sacrilégio muito grave).

O exame dos pecados veniais de Santo António Maria Claret

A alma deve evitar todos os pecados veniais, especialmente os que abrem caminho ao pecado grave. 
Ó minha alma, não chega desejar firmemente antes sofrer a morte do que cometer um pecado grave. 
É necessário tem uma resolução semelhante em relação ao pecado venial. Quem não encontrar em si esta vontade, não pode sentir-se seguro. Não há nada que nos possa dar uma tal certeza de salvação eterna do que uma preocupação constante em evitar o pecado venial, por insignificante que seja, e um zelo definido e geral, que alcance todas as práticas da vida espiritual — zelo na oração e nas relações com Deus; zelo na mortificação e na negação dos apetites; zelo em obedecer e em renunciar à vontade própria; zelo no amor de Deus e do próximo. Para alcançar este zelo e conservá-lo, devemos querer firmemente evitar sempre os pecados veniais, especialmente os seguintes:

- O pecado de dar entrada no coração de qualquer suspeita não razoável ou de opinião injusta a respeito do próximo.
- O pecado de iniciar uma conversa sobre os defeitos de outrem, ou de faltar à caridade de qualquer outra maneira, mesmo levemente.
- O pecado de omitir, por preguiça, as nossas práticas espirituais, ou de as cumprir com negligência voluntária.
- O pecado de manter um afeto desregrado por alguém.
- O pecado de ter demasiada estima por si próprio, ou de mostrar satisfação vã por coisas que nos dizem respeito.
- O pecado de receber os Santos Sacramentos de forma descuidada, com distrações e outras irreverências, e sem preparação séria.
- Impaciência, ressentimento, recusa em aceitar desapontamentos como vindo da Mão de Deus; porque isto coloca obstáculos no caminho dos decretos e disposições da Divina Providência quanto a nós.
- O pecado de nos proporcionarmos uma ocasião que possa, mesmo remotamente, manchar uma situação imaculada de santa pureza.
- O pecado de esconder propositadamente as nossas más inclinações, fraquezas e mortificações de quem devia saber delas, querendo seguir o caminho da virtude de acordo com os caprichos individuais e não segundo a direção da obediência.

Nota: Fala-se aqui de situações em que encontraremos aconselhamento digno se o procurarmos, mas nós, apesar disso, preferimos seguir as nossas próprias luzes, embora frouxas.

Oração para uma boa confissão:

Meu Deus, por causa dos meus pecados crucifiquei de novo o Vosso Divino Filho e escarneci d,Ele. Por isto sou merecedor da Vossa cólera e expus-me ao fogo do Inferno. E como fui ingrato para convosco, meu Pai do Céu, que me criastes do nada, me redimistes pelo preciosíssimo sangue do Vosso Filho e me santificastes pelos Vossos santos Sacramentos e pelo Espírito Santo! Mas Vós poupastes-me pela Vossa misericórdia, para que eu pudesse fazer esta confissão. Recebei-me, pois, como Vosso filho pródigo e dai-me a graça de uma boa confissão, para que possa recomeçar a amar-Vos de todo o meu coração e de toda a minha alma, e para que possa, a partir de agora, cumprir os Vossos Mandamentos e sofrer com paciência os castigos temporais que possam cair sobre mim. Espero, pela Vossa bondade e poder, obter a vida eterna no Paraíso. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor. Amem.

Nota final
Lembre-se de confessar os seus pecados com arrependimento sobrenatural, tendo uma resolução firme de não tornar a pecar e de evitar situações que levem ao pecado. Peça ao seu confessor que o ajude a superar alguma dificuldade que tenha em fazer uma boa confissão. Cumpra prontamente a sua penitência.

Ato de Contrição

Meu Deus, porque sois infinitamente bom e Vos amo de todo o meu coração, pesa-me de Vos ter ofendido, e com o auxílio da Vossa divina graça, proponho firmemente emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender. Peço e espero o perdão das minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia. Amem.


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"O Último Cume" (La Última Cima): Filme Católico na Netflix


Bom dia irmãos e irmãs de fé. Paz e Bem!
Hoje trago para vocês a sugestão de um lindo filme católico que assisti semana passada: "La Última Cima" (O Último Cume). Vale a pena conferir!


Este é um documentário sobre a vida do sacerdote espanhol Pablo Dominguez, que morreu com 42 anos de idade, praticando o hobby que ele amava, montanhismo. O filme lançado em 2010 foi recorde de bilheteria na Espanha e mostra a marca profunda que pode deixar um bom padre, em pessoas com as quais se cruza.

Para  o diretor do filme Juan Manuel Cotelo, a destacada resposta dos espectadores –tanto em número como em histórias de conversão–, "deve-se ao magnetismo que Deus tem sobre qualquer pessoa". "Se Pablo for atrativo… é porque o amor de sua vida também o é. O protagonista da vida de Pablo é Deus e, no filme, também. Não há, entre todos os atores e atrizes mais famosos do mundo, um protagonista mais atrativo e atraente que Deus", indicou.

O Último Cume
2010 ‧ Documentário ‧ 1h 22m
O filme "La última cima" está na Netflix: Clique aqui

No Youtube eu não encontrei o filme completo com legenda em português, somente o trailer.

Trailer do filme 


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A seguir, entrevista da ACI com o diretor do filme:

ACI Prensa: Como nasceu a idéia de filmar "La Ultima Cima"?

Cotelo: Surgiu contra minha vontade, inicialmente. Primeiro resisti a conhecer Pablo, mas o conheci pela insistência de um amigo. Encontrei nele um sacerdote simpático, brincalhão, profundo, carinhoso e próximo, que imediatamente se pôs ao meu serviço. Duas semanas depois soube que havia falecido e descobri várias coincidências entre sua vida e a minha: ele nasceu três dias antes que eu, no mesmo bairro, e compartilhávamos nosso amor às montanhas. Penso que também nos unia o desejo de apresentar o amor de Deus aos homens de modo amável, atrativo, singelo, simpático, otimista, para todos os públicos, quebrando barreiras. Porque não há outro modo de apresentar o Evangelho. E, pouco a pouco, conforme averigüei mais coisas sobre ele, percebia que sua vida merecia ser conhecida, porque era estimulante para qualquer pessoa.

ACI Prensa: O que há na vida do Pe. Pablo Domínguez que chamou tanto a atenção do público?

Cotelo: A eficácia maravilhosa que pode ter um cristão coerente. Sobre tudo, destaca sua alegria contagiosa, e seu amor contagioso de Deus e das pessoas. Pablo é um modelo próximo, imitável, de carne e osso. É alguém que demonstra com atos que a santidade, hoje, é possível para qualquer um. Que não é preciso realizar grandes gestas para que sua vida seja plena para você e para os que o rodeiam. Todo isso chega ao espectador, que sai do cinema muito comovido, não só pelo que conheceu sobre a vida de Pablo, mas também pelo que descobre que pode ser também sua própria vida a partir desse momento. Só assim se explica que haja dúzias de espectadores que experimentem um processo de conversão pessoal, depois de ver o filme.

ACI Prensa: O filme é um êxito de bilheteria. A que se deve isto?

Cotelo: Isto se deve a vários fatores. Em primeiro lugar, à personalidade de Pablo, que é tão atrativa. Todos gostam de conhecer e de aproximar-nos de boas pessoas e Pablo o é. Por isso o filme sobre sua vida atrai tanta gente, do mesmo modo que suas missas estavam repletas de pessoas que queriam escutá-lo e vê-lo celebrar a missa. Em segundo lugar, deve-se a que os espectadores, quando saem da sala, recomendam-na a outras pessoas com entusiasmo. Não existe melhor publicidade que uma pessoa viva e próxima que recomende algo. O êxito não se deveu à publicidade "inerte", nem a um plano estratégico, mas à promoção viva que fizeram os próprios espectadores, em pessoa ou através da Internet, com seus contatos, conhecidos, amigos e familiares. E em terceiro lugar diria que, sobre tudo, deve-se ao magnetismo que Deus tem sobre qualquer pessoa. Se Pablo for atrativo… é porque o amor de sua vida também o é. O protagonista da vida de Pablo é Deus e, no filme, também. Não há, entre todos os atores e atrizes mais famosos do mundo, um protagonista mais atrativo e atraente que Deus.

ACI Prensa: Qual é a importância de difundir uma autêntica vida sacerdotal especialmente na conjuntura que a Igreja vive hoje?

Cotelo: A situação que vive hoje a Igreja é idêntica à que viveram os primeiros cristãos. Há um desejo insaciável de Deus, em todas as pessoas, e muitos buscam satisfazê-lo com sucedâneos que, antes ou depois, nos deixam de novo com apetite. Está cheio de vendedores que atuam sem complexos prometendo a felicidade com produtos falsos: a saúde, o dinheiro, o êxito profissional, as viagens, a diversão ou um tamanho maior de sutiã. Os sacerdotes, hoje e sempre, podem facilitar às pessoas o acesso ao único que pode encher o coração humano: o amor incondicional de Deus a cada pessoa, seja como for, viva como viva. A autêntica vida sacerdotal é a missão mais transcendente que uma pessoa pode ter encomendada na vida: levar até o coração das pessoas o amor e a paz de Deus, a única garantia de felicidade completa que existe. Essa missão não caducará jamais, nem deverá ser reinventada cada vez que as circunstâncias sociais variem. Por isso não acredito que deverei perder muito tempo analisando a "conjuntura social", mas será necessário por mãos à obra, dando amor a quem tenhamos adiante, como fez Pablo, sem maiores argumentos.

ACI Prensa: Quais foram os principais problemas que encontraram para filmar o filme?

Cotelo: Mentiria se falasse de problemas externos, porque não houve. Nenhum. O único problema real foi minha própria reticência a pôr-me a trabalhar neste filme. A partir de então, tudo foi facilidades. Não existe dia em que não aprendamos, desfrutemos e nos emocionemos com tantas coisas preciosas que nos acontecem, sem buscá-las. Este filme é um maior presente para nós e para muitas pessoas.

ACI Prensa: O Bispo de San Sebastián (na Espanha), Dom José Ignacio Munilla, manifestou em uma entrevista que o filme teve o atrevimento de quebrar mitos e moldes. Você acredita que isso é assim?

Cotelo: Temos quebrado mitos e moldes criados por mentalidades estreitas, mas sem nenhum atrevimento por nossa parte. Simplesmente, o fizemos, sem que houvesse nisso um ato de valentia. Quebramos o mito que um documentário tem que ser necessariamente tedioso, ou dirigido a um público especial. Quebrado o molde que pretende enquadrar todos os sacerdotes como pessoas retrógradas, antipáticas, pederastas… Mas na realidade, quem quebra o molde é quem pretende reduzir a realidade a tópicos. Nós não inventamos nada novo, mas contamos a verdade: o mundo está cheio de gente boa, maravilhosa, exemplar, em quem os meios de comunicação não se fixam. Entre eles, muitos são sacerdotes. Mas basta saindo à rua com os olhos abertos, livres de preconceitos, para encontrar tantas histórias bonitas que ninguém conta. Um mero exemplo: uma pessoa beija a outra. Isso, deveria ser notícia. E, em troca, a notícia que costumamos ver é que alguém agrediu o outro.

ACI Prensa: Vocês receberam notícias de espectadores jovens que graças ao filme decidiram optar por uma vocação sacerdotal. Você poderia dar-nos alguns detalhes?

Cotelo: Pertence ao âmbito da intimidade dessas pessoas e, portanto, não devo fazê-lo público, embora eles tenham tido a generosidade de compartilhá-lo conosco. Simplesmente direi que, diariamente, chegam-nos muitas mensagens, cartas escritas à mão, chamadas telefônicas, de pessoas que compartilham conosco de modo íntimo que o filme os motivou a viver uma vida mais generosa com Deus e com as pessoas que têm perto. É muito emocionante, precioso. Passamos o dia dando graças a Deus por servir-se do nosso trabalho para despertar tantas pessoas adormecidas.

ACI Prensa: Muitas pessoas perguntam se será possível que o filme seja visto na América Latina. Vocês pensam fazê-lo?

Cotelo: É obvio. Agora começaremos a fechar acordos de distribuição com países de todo o mundo, de onde nos chegam as solicitudes. Tudo vai muito rápido, temos que organizá-lo, contando com a ajuda de pessoas em cada país, que colaborem a divulgar este filme. Começaremos na Colômbia, México, Chile, Argentina, República Dominicana, Estados Unidos… em todos esses países já começamos a trabalhar.

ACI Prensa: Logo depois deste êxito vocês têm algum outro filme em projeto?

Cotelo: Sim, temos vários projetos preciosos, que foram freados quando Pablo cruzou por nossas vidas. Agora os retomaremos todos, um por um. O objetivo não é produzir muitos filmes, mas sim que cada um dela possa tocar o coração das pessoas, convidando-as à reflexão, ao descobrimento da beleza de Deus, das pessoas e do mundo. Isso exige trabalhar com mimo, sem pressa, dando prioridade à criatividade por cima da quantidade.  (19/07/2010) - Fonte: Canção Nova






segunda-feira, 24 de junho de 2019

O celibato é desumano? Sacerdote responde em conferência TEDx


Cidade do México, 24 Jun. 19 / 11:30 am (ACI).- Em uma conferência TEDx no México, o sacerdote católico César Montijo falou sobre os questionamentos sobre se o celibato é algo desumano ou desnecessário e destacou que pode ser “parte da solução” para o drama dos abusos sexuais.

Ao participar na TEDxHumaya, em 8 de maio, em Culiacán, no estado mexicano de Sinaloa, Pe. Montijo assinalou que "costuma-se pensar que o celibato é algo exclusivo para os sacerdotes e religiosos da Igreja Católica, que nos comprometemos a viver a continência perfeita e total pelo Reino dos Céus. Ou seja, não manter relações sexuais".

As conferências TED (siglas em inglês de Tecnologia, Entretenimento e Design) são eventos que reúnem especialistas em diversas áreas do conhecimento humano. Os programas do TEDx são eventos coordenados independentemente da TED, com base em uma licença livre, mas que mantêm um formato similar.

No início da sua palestra, Pe. Montijo ressaltou: "Hoje, quero falar para vocês do celibato como uma dimensão natural, positiva e conveniente para qualquer pessoa que deseja ser feliz".

"Se você quer ser fiel ao seu companheiro, precisa aprender a ser celibatário para o resto do mundo. Caso contrário, quem não possa, será infiel. E sabemos através de diferentes estudos, também pelo senso comum, que as pessoas que sofrem de infidelidade sofrem lesões em sua autoestima, ansiedade, depressão, perda do sentido de sua própria existência".

O sacerdote indicou que quando não se tem limites claros, o amor erótico pode levar a "cair em intimidação ou no assédio sexual, do qual são vítimas de 40% a 60% das mulheres, segundo dados da ONU. E mais de 25% dos homens".

"Mas, a parte mais difícil deste cenário é o abuso sexual", disse, porque são "eventos que ocorrem em cenários próximos, como na própria casa ou nas escolas".
"Por isso, para prevenir a infidelidade, o assédio, a intimidação, o abuso, precisamos falar sobre o valor positivo do celibato", destacou.

Pe. Montijo assinalou que "um professor que é capaz de olhar para suas alunas sem assediá-las, sem vê-las como objetos, está sendo celibatário com elas. Assim como também o pai de família que sabe abraçar, beijar e acariciar seus filhos sem cair no incesto".

"O celibato é algo natural", destacou. "Ou o que pensaria da mãe ou do pai de família que constantemente tenha que aguentar a vontade de ter algo assim com os seus filhos?”.

O sacerdote continuou indicando que. "se ainda pensa que o celibato é algo estranho, certamente é algo que você já vive se considera que é uma pessoa capaz de amor, de amizade e de carinho pelos teus amigos, vizinhos, companheiros, animais de estimação”, sem que isso chegue ao ponto de ser “direta ou indiretamente sexual”.

No entanto, Pe. Montijo lamentou que vivemos em "um mundo invadido pelo marketing que exibe o corpo humano como uma vitrine ou um acessório para vender produtos, quando merece ser visto como um santuário e um caminho para manifestar a grandeza de nosso espírito e transformar o universo".

Em seguida, o sacerdote assinalou que "o celibato tem a ver com nossa inteligência. Sabemos que as pessoas cujos corpos parecem mais saudáveis são mais atrativas e queremos nos apropriar desses genes. É o que a evolução nos ensinou”.

"Precisamos da inteligência emocional, que nos permite integrar o que sentimos e vivemos em nossa capacidade de se relacionar, humanizando nossas relações chefe-secretária, cliente-fornecedor, companheiro-companheira de trabalho, primo-prima, amigo-amiga”.

Pe. Montijo disse que, "como milhares de pessoas, eu sou um celibatário em tempo completo. Eu me considero um explorador que busca milhões de maneiras de amar, porque eu sei que o amor é infinito, e não apenas erótico e sexual, servindo e amando aqueles que eu posso”.

"Eu sei que também na minha Igreja, algumas pessoas acreditam que o celibato é um problema ou, inclusive, que é a causa dos abusos. Mas, o celibato não seria parte da solução? Pois esta lista de abusos que podem ocorrer nas famílias, escolas, campos desportivos, ginásios, piscinas, banheiros públicos e um horrendo e lastimável etc., são um sintoma do longo caminho que nos fica como sociedade para aprender e dar amor celibatário”.

Para o sacerdote mexicano, "precisamos aprender" a viver "o celibato em nossas vidas".

"Todos nós precisamos experimentar o abraço de um professor, de um companheiro, de um amigo, de alguém que diga 'eu te amo' sem que soe estranho", disse.

Pe. Montijo destacou que "deixar de falar do celibato seria renunciar a uma das muitas bandeiras da liberdade e do amor, e quem esteja livre do amor que atire a primeira pedra".

Fonte: ACI digital




Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana dos Anjos/Devoção e Fé Blog