Setembro 2019 - Devoção e Fé - Blog Católico

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Denunciam mais de 6 mil mortes por medicamentos administrados a crianças “trans”


Imagem referencial / Crédito: Unsplash

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Set. 19 / 04:00 pm (ACI).- Milhares de crianças que frequentam “clínicas de gênero” em todo o mundo recebem medicamentos poderosos que bloqueiam a puberdade e levam a efeitos colaterais graves, incluindo a morte, de acordo com dados da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês).

Em um artigo publicado por ‘National Catholic Register’, com base em informações da própria agência do governo norte-americano, explica-se que esses tipos de medicamentos "são aprovados apenas para tratar câncer de próstata e dor uterina em adultos", e que entre 2013 e 30 de junho de 2019, foram registrados mais de 41 mil eventos adversos.

Desses eventos, a FDA classificou como "graves" mais de 26 mil associados a dois bloqueadores hormonais, acetato de leuprolide e triptorelina (que inclui Lupron e medicamentos similares usados ​​pelas clínicas), que causaram 6.370 mortes.

Esses medicamentos, que reduzem drasticamente os níveis de testosterona e estrogênio no corpo, estão relacionados com coágulos sanguíneos que ameaçam a vida e causam efeitos graves, como ossos frágeis e dor nas articulações.

O ‘Register’ argumenta que “coágulos sanguíneos fatais, comportamento suicida, coeficientes intelectuais reduzidos, ossos frágeis e esterilidade são apenas alguns dos possíveis efeitos colaterais dos 'bloqueadores da puberdade' dos quais a indústria 'transgêneros' não quer que se fale".

O Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido está atualmente pesquisando problemas relacionados ao uso desses medicamentos, uma vez que, em 2018, registrou-se um aumento de 4.500% no número de jovens que procuram tratamentos para alterar seu sexo biológico nos últimos nove anos.

Com frequência, em sua primeira consulta, implantam nas crianças e adolescentes bloqueadores de hormônios e ensinam como se autoaplicar os medicamentos para “pausar” sua adolescência e prevenir mudanças no desenvolvimento, como o crescimento dos seios e os pelos faciais, enquanto decidem com que sexo gostariam de se identificar.

Essa prática obteve recentemente o apoio da Sociedade Endócrina e da Academia Norte-Americana de Pediatria, no entanto, a FDA não autoriza a administração de medicamentos àqueles que se autopercebem como "transgêneros", devido à falta de evidências.

Michael Laidlaw, endocrinologista de Rocklin, Califórnia, testemunhou perante a Câmara dos Lordes britânica sobre o tema da "assistência médica transgênero" em maio de 2019. Laidlaw disse ao ‘National Catholic Register’ que "esses medicamentos, na verdade, induzem uma doença conhecida em crianças previamente sadias hormonalmente”.

Os bloqueadores da puberdade, explicou, interferem nos sinais normais entre o cérebro e os órgãos sexuais, criando assim um estado de doença nos jovens chamado de hipogonadismo hipogonadotrópico.

"É uma condição grave que os endocrinologistas normalmente diagnosticariam e tratariam porque interfere no desenvolvimento, mas nos casos [de disforia de gênero] induzem esse estado de doença", lamentou Laidlaw.

Como os medicamentos são relativamente novos, seus efeitos em longo prazo ainda não foram totalmente determinados, mas um estudo de 2018 sobre os riscos em longo prazo dos bloqueadores da puberdade, realizado por pesquisadores do Hospital de Crianças de Boston, descobriu que, embora anunciem que os efeitos colaterais dos medicamentos deveriam ser resolvidos “entre três e seis meses depois de suspender o tratamento”, na verdade, “a maioria das pessoas informaram efeitos colaterais em longo prazo, enquanto quase um terço informou sobre efeitos colaterais irreversíveis que persistiram durante anos depois da suspensão do tratamento”.

Além dos especialistas, aqueles que experimentaram os efeitos dos medicamentos também relataram vários problemas.

Nas redes sociais, várias mulheres descrevem efeitos colaterais em longo prazo após tomar os medicamentos quando eram meninas. Uma mulher escreveu em uma página do Facebook, chamada BAN Lupron, que quando era menina, deram-lhe Lupron para deter a puberdade prematura e, agora, como mãe de dois filhos tem “uma hérnia de disco na zona lombar baixa, disfunção da articulação sacroilíaca, rompimento de menisco no joelho direito, dor no ombro, ‘tendinite’ no pé esquerdo, cáries graves e poucos dentes restantes e transtorno da articulação temporomandibular (dor na mandíbula)”.

Outra jovem de 25 anos disse na página que sofre de osteoporose e uma coluna quebrada, enquanto uma de 26 anos indicou a necessidade de substituir totalmente o quadril.

Outros jovens que tomam bloqueadores da puberdade se queixam de efeitos colaterais similares e de sintomas da menopausa, incluindo ondas de calor, insônia, fadiga, rápido ganho de peso e diminuição da densidade óssea.

“Eu bati meu dedo do pé e ele quebrou. Caí e quebrei meu punho. A mesma coisa aconteceu com o meu cotovelo”, disse ao jornal ‘The Times’, em Londres, um adolescente que recebeu medicação prescrita pelo centro de gênero do Tavistock NHS.

Donald Greydanus, pediatra da Universidade Estatal de Michigan, disse ao ‘Register’ que "governos e organizações médicas deveriam investigar relatos de queixas de pacientes e familiares a esse respeito".

Por sua vez, Laidlaw descreveu os medicamentos bloqueadores de hormônios como "não provados" e "inseguros" para as crianças adolescentes. Além disso, afirmou que bloqueiam o desenvolvimento normal do cérebro e uma série de outras funções corporais, bem como a maturação sexual.

Fonte: ACI digital



domingo, 22 de setembro de 2019

Hoje começa a novena da Santa Teresinha do Menino Jesus, padroeira das missões


REDAÇÃO CENTRAL, 22 Set. 19 / 05:00 am (ACI).- “Para mim, a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado para o céu, é um grito de gratidão e de amor, tanto no meio da tribulação como no meio da alegria”, dizia Santa Teresinha do Menino Jesus, Doutora da Igreja e Padroeira das missões.

Santa Teresa de Lisieux, como também é conhecida, nasceu de um casal santo. Seus pais Louis Martin e Zélia Guérin foram canonizados em 18 de outubro de 2015, no marco do Sínodo das Famílias.

Próximos da festa desta jovem carmelita, que é celebrada em 1º de outubro, apresentamos a novena disponibilizada pelo site da Comunidade Shalom em honra àquela que costumava dizer: “quero passar meu céu fazendo o bem na terra”.

Oração:

Santíssima Trindade: Pai, Filho e Espírito Santo: eu vos agradeço por todas as graças com que enriqueceste a vida de vossa serva, Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, nestes 24 anos que passou na terra. E pelos méritos de tão querida santinha, concedei-me a graça que ardentemente vos peço … (fale qual é), se for conforme a Vossa Santíssima Vontade e para a salvação de minha alma (ou da pessoa por quem está rezando).

Ajudai minha fé e minha esperança, Santa Teresinha, cumprindo mais uma vez vossa promessa de que ficareis no Céu a fazer o bem na terra, permitindo que eu ganhe um rosa em sinal de que alcançarei a graça pedida.

Rezar 24 vezes, por cada ano de Santa Teresinha na terra:

“Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo como era no princípio, agora e sempre. Amém.” Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, rogai por mim (ou o nome da pessoa por quem está intercedendo).

Primeiro dia:

Santa Teresinha doutora e amante da Igreja – Neste dia rezemos pelos que exercem o ministério sacerdotal, pela santificação do Clero e pelas intenções do coração do Santo Padre.

Segundo dia:

Santa Teresinha padroeira das missões – Neste dia rezemos pelos missionários espalhados no mundo inteiro e suas necessidades espirituais e materiais.

Terceiro dia:

Santa Teresinha que teve uma vida de sacrifícios pelas almas – Neste dia rezemos pelos Cristãos que são perseguidos e martirizados por sua fidelidade e amor a Cristo.

Quarto dia:

Santa Teresinha que viveu em uma família santa – Neste dia rezemos pela união e santificação das famílias.

Quinto dia:

Santa Teresinha padroeira dos jovens – Neste dia rezemos pela juventude do mundo inteiro.

Sexto dia:

Santa Teresinha que foi curada pelo sorriso de Maria – Neste dia rezemos pelos que sofrem de depressão, pelos que vivem oprimidos e sem sentido de vida.

Sétimo dia:

Santa Teresinha apaixonada por Jesus – Neste dia rezemos para que todos tenham um coração inflamado de amor a Cristo.

Oitavo dia:

Santa Teresinha próxima dos prisioneiros – Neste dia rezemos por todos os encarcerados e pelos que se encontram presos em si mesmo, pelo pecado.

Nono dia:

Santa Teresinha solidária aos incrédulos – Neste dia rezemos pelos que não creem ,não esperam e não confiam em Deus.

Fonte: ACI digital



São Pio de Pietrelcina lutou contra o demônio


São Pio de Pietrelcina / Crédito de imagem: Isabel Diaz (ACI Prensa)

REDAÇÃO CENTRAL, 21 Set. 19 / 07:00 am (ACI).- O mundo espiritual é real e nele ocorrem verdadeiros combates e alguns santos travaram batalhas contra o demônio e a carne, uma vez que quanto mais próxima a pessoa está de Deus, mais será tentada. Entre esses, está São Pio de Pietrelcina.

São Pio foi um sacerdote italiano que nasceu no final do século XIX e morreu em 1968. Embora realizasse muitos milagres e recebesse os estigmas, também sofreu ataques frequentes do demônio.

Segundo o Pe. Gabriele Amorth, famoso exorcista da diocese de Roma falecido em 2016, “a grande e constante luta na vida do santo foi contra os inimigos de Deus e as almas, pois tratou de capturar sua alma”. Desde sua juventude o Padre Pio teve visões celestes, mas também sofreu ataques infernais.

Pe. Amorth explica: “O demônio aparecia algumas vezes em forma de um gato negro e selvagem, ou de animais repugnantes: era clara a intenção de incutir o terror. Outras vezes aparecia na forma de jovens moças nuas e provocativas, que dançavam de modo obsceno; era clara a intenção de tentar o jovem sacerdote na sua castidade”.

“Entretanto, o pior perigo era quando Satanás tentava enganar Padre Pio aparecendo como se fosse seu diretor espiritual ou aparecendo em forma de Jesus, da Virgem ou de São Francisco”.

Esta última estratégia, quando o diabo aparecia em forma de alguém bom e santo, era um problema. Isso aconteceu quando o Padre Pio percebeu que as visões eram falsas: notou certa timidez quando a Virgem e o Senhor lhe apareceram, seguida de uma sensação de paz quando a visão terminou. Além disso, disfarçado de uma forma sagrada, o diabo lhe provocou um sentimento de alegria e atração, mas quando ia embora, ele ficava triste e arrependido.

Satanás também buscava feri-lo fisicamente. O sacerdote descreveu estas dores em uma carta a um irmão, que era seu confidente:

“Estes demônios nunca deixam de me atacar, inclusive fazem com que eu caia da cama. Também rasgam minhas vestimentas para açoitar-me! Mas já não me assustam porque Jesus me ama e ele sempre me levanta e me coloca novamente na minha cama”.

Padre Pio é testemunho de que se uma pessoa estiver perto de Deus não terá que temer a presença do demônio. (Fonte: ACI digital)


Em um dia como hoje, Padre Pio 
recebeu os estigmas

Por Walter Sánchez Silva

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Set. 19 / 11:07 am (ACI).- Em 20 de setembro de 1918, há 101 anos, Padre Pio de Pietrelcina recebeu os estigmas de Cristo.

O relato da aparição dos estigmas foi feito pelo próprio Padre Pio um ano depois, em 1921, e está no livro escrito pelo italiano Francesco Castelli intitulado “Padre Pio sob investigação: A autobiografia secreta”.

"Em 20 de setembro de 1918, depois da celebração da missa, detendo-me em fazer a devida ação de graças no coro, de repente, fui tomado por um forte tremor seguido de uma súbita calma, e vi Nossa Senhora como se estivesse crucificada, mesmo não havendo nenhuma cruz. Ela se lamentava pela pouca compaixão dos homens, especialmente dos consagrados a Jesus e por ele mais favorecidos”.

Nisso, continuou Padre Pio, "manifestava-se que Ele sofria e desejava associar almas à sua Paixão. Convidou a solidarizar-me com suas dores e a meditá-las; ao mesmo tempo, a ocupar-me com a salvação dos irmãos. Depois disso senti-me cheio de compaixão pelas dores do Senhor e perguntei-lhe o que podia fazer. Ouvi esta voz: ‘Associo-te à minha Paixão!’. E, a seguir, desaparecida a visão, caí em mim, recobrei a consciência e vi estes sinais, dos quais gotejava sangue. Antes, eu não tinha nada”.

O relato de Padre Pio foi feito em resposta a algumas das 142 perguntas feitas por Dom Carlo Raffaelle Rossi, em 1921, em nome do Santo Ofício, um dicastério do Vaticano que anos depois se tornaria a atual Congregação para a Doutrina da Fé.

Dom Rossi, explica Castelli, também examinou cada uma das feridas de Padre Pio e ia lhe perguntando alguns detalhes.

O Bispo, que anos depois se tornaria cardeal, pôde ver como a ferida do lado, por exemplo, "frequentemente mudava de aspecto e nesse momento tinha assumido uma forma triangular nunca antes observada. Sobre as chagas, o Padre Pio me dava respostas precisas e detalhadas, explicando, além disso, que as feridas dos pés e do lado tinham um aspecto iridescente".

Após o exame, o Prelado escreveu que “os estigmas em questão não são obra do demônio, nem uma enganação grotesca, nem fraude, nem arte maliciosa ou malvada; menos ainda produto da sugestão externa, nem os considero efeito de sugestão".

A investigação de Dom Rossi começou em 14 de junho de 1921 e durou oito dias, após os quais foi possível verificar que os elementos distintivos "dos verdadeiros estigmas seriam encontrados nos do Padre Pio".

Além disso, o Prelado pôde sentir um perfume especial emanando das feridas, fato que ajudou a provar o fato como verdadeiro.

Dom Rossi também escreveu que Padre Pio era muito gentil; muito amado por seus superiores por ser "grande exemplo e não murmurador"; dedicava entre 10 e 12 horas por dia para atender confissão e celebrava Missa "com extraordinária devoção".

Estigmas

Os estigmas são as chagas que Cristo sofreu na crucificação – duas nos pés, duas nas mãos e uma no lado –, que apareceram em alguns místicos.

Embora os estigmas sejam feridas, o ponto de vista médico difere dessa definição, pois não cicatrizam, nem sequer quando são curadas; não infeccionam nem se decompõe, não degeneram em necrose, não têm cheiro ruim, e sangram constantemente e abundantemente.

Os estigmas, além disso, são a reprodução exata das chagas de Jesus, de acordo com os estudos do Santo Sudário que, segundo a tradição, teria envolvido o corpo de Cristo.

Para reconhecer os estigmas como válidos ou reais, a Igreja exige algumas condições precisas: todos devem aparecer ao mesmo tempo, devem provocar uma modificação importante nos tecidos, devem se manter inalterados e devem carecer de infecções ou cicatrizações.

Segundo a Enciclopédia Católica, os estigmatizados são cerca de 60, entre santos e beatos. Alguns dos mais famosos são: São Francisco de Assis, Santa Catarina de Sena (que rezou a Deus para que não fossem visíveis), Santa Catarina de Ricci, São João de Deus, Beata Ana Catarina Emmerich, entre outros.

Fonte: ACI digital



Uma Estranha Comparação-25° Domingo do Tempo Comum(Ano C)


UMA ESTRANHA COMPARAÇÃO

25° Domingo do Tempo Comum
 – Ano C

Evangelho de Lucas 16,1-13 ou 10-13

Naquele tempo, 1 Jesus dizia aos discípulos: “Um homem rico tinha um administrador que foi acusado de esbanjar os seus bens. 2 Ele o chamou e lhe disse: ‘Que é isso que ouço a teu respeito? Presta contas da tua administração, pois já não podes mais administrar meus bens’. 3 O administrador então começou a refletir: ‘O senhor vai me tirar a administração. Que vou fazer? Para cavar, não tenho forças; de mendigar, tenho vergonha. 4 Ah! Já sei o que fazer, para que alguém me receba em sua casa quando eu for afastado da administração’. 5 Então ele chamou cada um dos que estavam devendo ao seu patrão. E perguntou ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu patrão?’ 6 Ele respondeu: ‘Cem barris de óleo!’ O administrador disse: ‘Pega a tua conta, senta-te depressa e escreve cinquenta!’ 7 Depois ele perguntou a outro: ‘E tu, quanto deves?’ Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. O administrador disse: ‘Pega tua conta e escreve oitenta’. 8 E o senhor elogiou o administrador desonesto, porque ele agiu com esperteza. Com efeito, os filhos deste mundo são mais espertos em seus negócios do que os filhos da luz. 9 E eu vos digo, usai o dinheiro injusto para fazer amigos, pois, quando acabar, eles vos receberão nas moradas eternas.
10 Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas também é injusto nas grandes. 11 Por isso, se vós não sois fiéis no uso do dinheiro injusto, quem vos confiará o verdadeiro bem? 12 E se não sois fiéis no que é dos outros, quem vos dará aquilo que é vosso? 13 Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará um e amará o outro, ou se apegará a um e desprezará o outro. Vós não podeis servir a Deus e ao dinheiro”.
Reflexão

UMA ESTRANHA COMPARAÇÃO

A parábola evangélica pode soar estranha aos nossos ouvidos. Partindo da esperteza de um administrador claramente desonesto, Jesus tira lições de vida para o discípulo do Reino. Afinal, a comparação tem sua razão de ser.

O administrador age como um capitalista de nossos tempos. Conhece a maneira de garantir sua fonte de lucro e, prevendo dificuldades futuras, toma as providências necessárias para evitar o fracasso. Suas estratégias são eficientes, por serem bem estudadas. Seria arriscado dar um passo em falso e colocar tudo a perder. Pouco lhe importa considerações de caráter ético. Se é preciso ser desonesto e cometer injustiça para atingir o objetivo, não lhe interessa! Os meios justificam-se pelo fim a ser alcançado.
Jesus quer inculcar nos discípulos esta mesma disposição, em se tratando de dispor-se para alcançar o Reino. Evidentemente, os elementos de desonestidade ficam fora de cogitação. O ponto focalizado, na atitude do administrador, é sua decisão inabalável, sua capacidade de encontrar a forma adequada de ver concretizado seu intento, a coragem de enfrentar os riscos, o otimismo que não permite pôr em dúvida o seu projeto.

Jesus constata que os filhos deste mundo são muito mais espertos do que os filhos da luz. Aqueles têm muito a ensinar a estes últimos, pois lhes falta determinação na busca de seus objetivos.


Oração do Dia

Espírito de determinação, afasta de mim toda tentação de acomodar-me, pouco me empenhando em vivenciar o que o Reino exige de mim.

O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE.




sábado, 21 de setembro de 2019

Encontro em Jerusalém: 800 anos da peregrinação de São Francisco na Terra Santa

São Francisco de Assis e o sultão do Egito al Kamil em 1219

Era o ano de 1219 quando São Francisco, em meio às Cruzadas e ao clima de violência e conflito delas decorrente, decidiu dar a sua contribuição para promover a paz. "Francisco de Assis atravessou as linhas de guerra e superou a lógica do conflito de civilização em curso, seguindo a divina inspiração que o levou a acreditar na possibilidade do encontro fraterno com toda criatura”, disse o custódio da Terra Santa, Pe. Frei Francesco Patton

Cidade do Vaticano

“800 anos da peregrinação de paz de São Francisco na Terra Santa (1219-2019)”: esse é o tema do Encontro que se realizará de 30 de setembro a 4 de outubro em Jerusalém, por iniciativa dos frades da Custódia.

“Exatamente 800 anos atrás, durante a quinta Cruzada – explicou o custódio da Terra Santa, Pe. Frei Francesco Patton –, São Francisco veio como peregrino e testemunha de paz, ficando aqui até 1220, até retornar para a Itália.”

Evangelização - testemunho de vida e anúncio da Palavra

“Francisco de Assis atravessou as linhas de guerra e superou a lógica do conflito de civilização em curso, seguindo a divina inspiração que o levou a acreditar na possibilidade do encontro fraterno com toda criatura”, prosseguiu Pe. Frei Patton.

Foi graças a seu encontro com o sultão do Egito Malik al Kamil e a sua longa permanência na Terra Santa que pôde elaborar aquele método de evangelização, feito de testemunho de vida e de anúncio da Palavra que inspirou ao longo destes oito séculos e guia ainda hoje a nossa presença franciscana no Oriente Médio, através da Custódia da Terra Santa”, acrescentou.

Encontro nas fontes árabes, franciscanas e das Cruzadas

Durante os trabalhos, o encontro entre São Francisco e o sultão será analisado através do estudo das fontes árabes (Bartolomeu Pirone, docente de língua e literatura árabe), das fontes franciscanas (Dom Felice Accrocca, arcebispo de Benevento) e das fontes das Cruzadas (Antonio Musarra, medievalista).

Caberá ao prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, cardeal Leonardo Sandri, atualizar o significado daquele encontro “no magistério e nos gestos do Papa Francisco”. Por sua vez, o secretário geral da Ordem dos Frades Menores, Pe. Frei Giovanni Rinaldi, falará sobre o significado atual do encontro entre São Francisco e o sultão Malik al Kamil para a Ordem e para a presença franciscana na Terra Santa.

(L’Osservatore Romano)

20 setembro 2019

Fonte: Vatican News



Dom Keller: o Sínodo da Amazônia não deve ser ocasião de “traição à fé”


Imagem referencial / Sínodo dos Bispos. Crédito: Daniel Ibáñez / ACI Imprensa.

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Set. 19 / 08:27 pm (ACI).- No marco das controvérsias suscitadas em torno do Sínodo da Amazônia, Dom Antônio Carlos Rossi Keller, Bispo da Diocese de Frederico Westphalen (RS), advertiu recentemente de que a Igreja vive “tempos difíceis”.

O Sínodo da Amazônia, que se realiza no Vaticano de 6 a 27 de outubro deste ano, não esteve livre de polêmica. Cardeais e bispos, entre eles o prelado emérito de Marajó, Dom José Azcona, pronunciaram-se sobre o risco de que a ocasião venha a abrir as portas para ordenações sacerdotais de mulheres e que homens casados também tenham acesso ao sacerdócio, além de equiparar as religiões indígenas com o cristianismo.

Através de suas redes sociais, Dom Keller expressou neste 16 de setembro que estes são “tempos difíceis para a Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja de Cristo. Tempos de traições e defecções, especialmente por parte de muitos daqueles que deveriam ser Mestres da Fé, da verdadeira Fé e que se transformaram em postuladores das mais vis e já combatidas heresias”.

“Ordenações de mulheres, mudança da matéria do Sacramento da Eucaristia, pajelanças introduzidas na Sagrada Liturgia... o resultado intencional de tudo isso, eufemisticamente chamado de “novo paradigma para a Igreja”, o que de fato se pretende é o rompimento com a Sagrada Tradição, com o autêntico Magistério da Igreja”, disse.

O Prelado lamentou que os que promovem estas coisas “realmente querem é outra Igreja”.

“Por que simplesmente não abandonam eles a Barca de Cristo? Porque o que desejam agora é jogar fora desta Barca os que deles discordam. É uma questão de “apoderamento eclesial”, pontuou o bispo.

“É preciso rezar pela Igreja, rezar pelo Sínodo, para que não se transforme em um instrumento de traição à verdadeira fé. Sobretudo, rezar pelo Papa Francisco, para que neste momento dramático da História da Igreja seja Mestre da Fé”, concluiu.

Fonte: ACI digital



Hoje a Igreja celebra São Mateus Evangelista (21 de setembro)


REDAÇÃO CENTRAL, 21 Set. 19 / 05:00 am (ACI).- A Igreja recorda neste dia 21 de setembro a figura de São Mateus, Apóstolo e Evangelista, que viveu no Cafarnaum, junto ao lago da Galileia. Ele foi escolhido por Jesus para ser um dos Doze que o acompanharam durante sua vida pública.

O Evangelista foi um publicano que cobrava os impostos para os romanos. Ao encontrá-lo realizando esta função, Jesus passou e o chamou. Ele, então, sem questionar seguiu o chamado de Deus.

Ao subir o Senhor aos céus, Mateus pregou durante anos na Judeia e em países próximos.

São Mateus é considerado patrono dos banqueiros e é representado por um livro. São Jerônimo fixou a figura de um homem alado como símbolo de seu Evangelho.

Em uma data como esta, 21 de setembro, no ano de 1953, Jorge Mario Bergoglio, hoje Papa Francisco, tinha 17 anos de idade e experimentou, depois da confissão, o chamado à vida religiosa na Companhia de Jesus, fundada por Santo Inácio de Loyola. Seu escudo pontifício, inclusive, leva o lema “Olhou-o com misericórdia e o escolheu” como se descreve o encontro de Jesus com o Apóstolo Mateus. (Fonte: ACI digital)

O apóstolo e evangelista São Mateus teve dois nomes: Mateus e Levi. Mateus quer dizer “dom precoce” ou “conselheiro”; ou vem de magnus, “grande”, e Theos, “Deus”, como se dissesse “grande para Deus”. Diz a “Legenda Aurea” que “Ele foi um dom precoce por sua rápida conversão, foi conselheiro por sua salutar pregação, foi grande diante de Deus pela perfeição de sua vida, foi a mão de que Deus se serviu para escrever Seu Evangelho”.

Levi quer dizer “retirado”. Ele foi retirado de sua banca de cobrador de impostos e colocado entre os apóstolos, acrescentado à comunidade dos evangelistas e incorporado ao catálogo dos mártires.

Oração

Ó Jesus, como é bom saber que vós estais ao lado dos humildes e dos pequenos. Vosso amor me toma por inteiro, e me renova. Vosso amor é como a luz do sol, que todos os dias, sem nos perguntar, nos ilumina, nos aquece, dissipa a escuridão. Assim é vosso amor: renova-nos, transforma-nos e nos devolve a vida.

Belo foi o dia em que chamastes Levi para vos seguir. Ele não hesitou. Certamente pensou assim: “O Senhor lembrou-se de mim”, e deixou sua banca de impostos fora de seu caminho, para entrar em vosso caminho. Vós sois o Caminho, a Verdade e a Vida.

Tocai também, Senhor, em meus sentimentos, em minha existência. Tirai-me da acomodação e da inércia. Dai-me um espírito novo, um jeito novo, a vida nova em vós.

Fazei-me, Senhor, comprometido(a) com o Evangelho. Com o Santuário quero evangelizar, espalhar a Boa Notícia da vida e da esperança.

Nossa Senhora Aparecida, ajudai-me a evangelizar!

São Mateus, ajudai-me seguir Jesus! Amém!

Fonte: Canção Nova



Reinaugurada Capela das Relíquias de Irmã Dulce, em Salvador


SALVADOR, 19 Set. 19 / 11:00 am (ACI).- A Capela das Relíquias de Irmã Dulce foi reinaugurada na quarta-feira, 18 de setembro, com uma urna de vidro, onde estão depositados os restos mortais e uma representação em tamanho real da religiosa, que será canonizada em 13 de outubro pelo Papa Francisco, no Vaticano.

A cerimônia, no Santuário da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, em Salvador (BA), foi presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Dom Murilo Krieger, o qual ressaltou o modelo de santidade deixado por Irmã Dulce.

“Meus irmãos, minhas irmãs, estamos aqui por causa de alguém que se consumiu como uma vela para que outros tivessem saúde, pão, bem-estar e amor. Foi um grão de trigo que morreu para si mesmo e é por isso que produz, ainda hoje, tantos frutos: de santidade, de dedicação, de carinho. Jesus disse que quem O ama vai estar onde Ele está, e Irmã Dulce sempre colocou isso: estar onde Jesus mais precisava da presença dela”, expressou o Prelado.

Na Capela das Relíquias foi colocada uma urna de vidro dentro da qual está um simulacro de Irmã Dulce, produzido em Nápoles (Itália), em terracota – espécie de argila utilizada na reprodução de corpos de santos.

Conforme assinala a Arquidiocese de Salvador, “é importante ressaltar que, de fato, os restos mortais da freira baiana estão ali, na urna de vidro, embaixo da imagem”.

Após a reabertura da capela, uma religiosa da Congregação a qual Irmã Dulce pertencia foi convidada por Dom Murilo a acender uma vela. Em seguida, o Arcebispo abençoou a urna onde estão as relíquias, entre elas o anel utilizado pela futura santa.

“Neste túmulo vão repousar os seus restos mortais até raiar o dia Glorioso do Senhor”, manifestou o Arcebispo, segundo quem, “a partir de agora nós criamos toda uma proximidade das relíquias com as pessoas”.

“Tiramos a pedra de mármore que se tinha e que tornava o povo mais distante, fizemos este simulacro que é esse corpo semelhante ao dela, e as relíquias se encontram debaixo desse túmulo. As pessoas podem vir, rezar, tocar, abraçar e beijar, porque é uma estrutura forte de vidro”, acrescentou.

Além dos fiéis que lotaram o Santuário para participar da reinauguração da Capela das Relíquias, participaram também da cerimônia os postuladores da Causa de Canonização, Paolo Vilotta e Pe. Paolo Lombardi, Maria Rita Lopes Pontes, que é sobrinha da futura santa e superintendente das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID).

Par Maria Rita, esta cerimônia foi um dos momentos mais emocionantes desde o sepultamento da tia, em 1992, na Basílica Santuário Nossa Senhora da Conceição da Praia. “Eu tenho certeza de que vai aumentar a devoção das pessoas. A gente espera que faça bem e que ela inspire muita gente a fazer o bem e o amor”, disse.

A Capela das Relíquias pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30, e aos sábados e domingos, das 7h30 às 18h. Fica localizada no Santuário da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na Avenida Dendezeiros do Bonfim, Largo de Roma, Salvador (BA).

Fonte: ACI digital




sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Hoje começa a novena dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael


REDAÇÃO CENTRAL, 20 Set. 19 / 06:00 am (ACI).- Em 29 de setembro, a Igreja celebrará a Festa dos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael, que aparecem na Bíblia com missões importantes de Deus.

Por isso, apresentamos uma novena em honra a esses três amigos do céu que têm a tarefa de defender o homem na luta contra os planos do demônio:

Pelo Sinal da Santa Cruz. Pelo sinal da Santa Cruz, livrai-nos, Deus, nosso Senhor, dos nossos inimigos. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Ato de Contrição

Senhor meu Jesus Cristo,
Deus e homem verdadeiro,
Criador e Redentor meu: por serdes Vós quem sois, sumamente bom
e digno de ser amado sobre todas as coisas, e porque Vos amo e estimo,
pesa-me, Senhor, de todo o meu coração, de Vos Ter ofendido;
pesa-me também de Ter perdido o céu e merecido o inferno;
e proponho firmemente, ajudado com o auxílio de Vossa divina graça,
emendar-me e nunca mais Vos tornar a ofender.
Espero alcançar o perdão de minhas culpas pela Vossa infinita misericórdia.
Amém.

Oração inicial

Deus todo-poderoso e eterno, bendito e louvado sejais por toda a eternidade, e que todos os Anjos e homens, por Vós criados, Vos adorem, Vos amem e Vos sirvem, ó Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal!

E vós, Maria, Rainha de todos os Anjos, aceitai benignamente as nossas súplicas dirigidas aos vossos servos e apresentai-as junto do trono do Altíssimo – vós que sois a omnipotência suplicante e Medianeira das graças –, a fim de obtermos graça, salvação e auxílio. Amém.

Oração aos Santos Arcanjos Miguel, Gabriel e Rafael

São Miguel Arcanjo, tu és o Príncipe das milícias celestiais, o vencedor do dragão infernal, recebeste de Deus a força e o poder para aniquilar por meio da humildade o orgulho dos poderes das trevas. Imploramos-te, suscita em nós a autêntica humildade do coração, a fidelidade inquebrantável, para cumprir sempre a vontade de Deus, a força no sofrimento e nas necessidades, ajuda-nos a subsistir diante do tribunal de Deus.

São Gabriel Arcanjo, tu és o anjo da Encarnação, o mensageiro fiel de Deus, abre nossos ouvidos para captar os menores sinais e chamados do coração amante de nosso Senhor; Permanece sempre diante de nossos olhos, imploramos-te, para que compreendamos corretamente a Palavra de Deus e a sigamos e obedeçamos para cumprir aquilo que Deus quer de nós. Faz-nos vigilantes na espera do Senhor para que não nos encontre adormecidos quando chegue.

São Rafael Arcanjo, tu és o mensageiro do amor de Deus. Imploramos-te, fere nosso coração com um amor ardente por Deus e não deixes que esta ferida se feche jamais para que permaneçamos sobre o caminho do amor na vida diária e vençamos todos os obstáculos pela força deste amor.

Ajudai-nos grandes irmãos e santos, servidores como nós diante de Deus. Protegei-nos contra nós mesmos, contra nossa covardia e tibieza, contra nosso egoísmo e nossa avareza, contra nossa inveja e desconfiança, contra nossa suficiência e comodidade, contra nosso desejo de ser apreciados. Desligai-nos dos laços do pecado e de toda atadura ao mundo.

Desatai a venda que nós mesmos atamos sobre nossos olhos, para dispensar-nos de ver a miséria que nos rodeia, e poder olhar nosso próprio eu sem nos incomodar e com compaixão.

Cravai em nosso coração o aguilhão da santa inquietude de Deus, para que não cessemos jamais de busca-lo com paixão, contrição e amor.

Buscai em nós o Sangue de Nosso Senhor que se derramou por nós. Buscai em nós as lágrimas de nossa Rainha vertidas por nossa causa. Buscai em nós a imagem de Deus destroçada, desvanecida, deteriorada, imagem à qual Deus quis nos criar por amor.

Ajudai-nos a reconhecer Deus, a adorá-Lo, amá-Lo e servi-Lo. Ajudai-nos na luta contra os poderes das trevas que nos rodeiam e nos oprimem solapadamente.

Ajudai-nos para que nenhum de nós se perca e para que, um dia, gozosos, possamos nos reunir na felicidade eterna. Amém.

(Diz-se as intenções da novena e reza-se três Pai Nosso, Ave Maria e Glória)

Invocações finais

São Miguel, luta ao nosso lado com teus anjos, ajuda-nos e roga por nós.

São Rafael, luta ao nosso lado com teus anjos, ajuda-nos e roga por nós.

São Gabriel, luta ao nosso lado com teus anjos, ajuda-nos e roga por nós.

Amém.

Fonte: ACI digital



Hoje a Igreja celebra Santo André Kim e companheiros mártires na Coreia (20 de setembro)




Por Abel Camasca

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Set. 19 / 05:00 am (ACI).- “Minha vida imortal está em seu ponto inicial. Convertam-se ao Cristianismo se desejam a felicidade após a morte”, dizia enquanto morria Santo André Kim, cuja festa é celebrada neste dia 20 de setembro, junto com seus 102 companheiros mártires na Coreia.

Santo André Kim Tae-Gon nasceu em Solmoe (Coreia) em 1821, em uma família nobre. Quando ainda era criança, sua família se mudou para Kolbaemasil para fugir da perseguição. Seu pai, Santo Inácio Kim, morreu mártir em 1839.

André foi batizado aos 15 anos e mais tarde ingressou no seminário de Macau (China). Em Shangai, recebeu a ordenação sacerdotal (1845), tornando-se o primeiro sacerdote coreano.

Posteriormente, regressou para a Coreia com a finalidade de facilitar a entrada de missionários em seu país e pôde ver sua mãe, a quem encontrou mendigando por comida.

Em seu país, dedicou-se a difundir a fé, pregando e batizando todos os que convertia com suas palavras e testemunho de vida. Realizava toda esta atividade colocando em prática certas normas de segurança para não ser descoberto.

Entretanto, foi preso ao tentar levar à Coreia os missionários franceses que estavam na China. Depois de alguns meses na prisão, morreu decapitado em 1846.

Os 103 mártires foram canonizados por São João Paulo II em 1984, quando o Pontífice visitou a Coreia.

Fonte: ACI digital



Por que a Virgem Maria estava chorando em La Salette?


HOMķ, DyziO | Shutterstock

Philip Kosloski | Set 19, 2019

A aparição de Nossa Senhora de La Salette nos desafia a adotar uma prática espiritual muitas vezes negligenciada

Em 19 de setembro de 1846, a Santíssima Virgem Maria apareceu para duas crianças perto da pequena vila de La Salette, na França. Enquanto a maioria das aparições relatadas de Maria a retrata sem muita emoção, em La Salette ela foi vista chorando. Mas por quê?

Segundo os relatos das crianças, uma das principais razões de sua tristeza têm a ver com um lapso na observância do domingo como um dia de descanso. Ela teria dito o seguinte às crianças:

“Se meu povo não quer se submeter, sou forçada a deixar cair a mão de meu Filho. Ela é tão forte e pesada que não posso mais retê-la. Há quanto tempo sofro por vocês! Se quero que meu Filho não os abandone, sou obrigada a suplicá-lo incessantemente. E vocês nem se importam com isso. Por mais que rezem, por mais que façam, jamais poderão recompensar a aflição que tenho sofrido por vocês.

Dei-lhes seis dias para trabalhar, e reservei-me o sétimo, e não me querem concedê-lo. É o que faz pesar tanto o braço de meu Filho.

 Os carroceiros não sabem falar sem usar o Nome de meu Filho. São essas duas coisas que tornam tão pesado o braço de meu Filho.

Apenas algumas mulheres bastante velhas vão à missa no verão. Todo o resto trabalha todos os domingos durante o verão.”

No contexto pós Revolução Francesa de 1789, foram feitos esforços para abolir o domingo como um dia de descanso. Embora isso tenha sido revertido em 1814, em 1830 a França estava novamente em inquietação política e foi só em 1904 que o domingo se tornou um dia de descanso legal e obrigatório para todos os trabalhadores. Na época da aparição em La Salette, a maioria dos trabalhadores na França não fazia distinção entre domingo e o resto da semana de trabalho.

O fato de as pessoas trabalharem aos domingos pode parecer pouca coisa para fazer a Virgem Maria chorar. Mas a Igreja sempre tentou enfatizar nossa necessidade humana inata de descansar.

Em 1998, São João Paulo II escreveu uma carta apostólica inteira sobre o “Dia do Senhor”  destacando o domingo como uma parte vital para o futuro de nossa fé.

Se queremos consolar a Virgem triste e secar suas lágrimas, precisamos examinar nossas próprias vidas e considerar como observamos o domingo. É realmente um dia de descanso? Isso não significa simplesmente a ausência de trabalho, mas acima de tudo, deixando espaço apropriado para o culto espiritual e atividades que dão nova vida ao nosso corpo e à nossa alma.

Numa época em que ansiedade e depressão são doenças comuns, por que não seguimos o conselho de Deus e descansamos? Será que isso é fácil para nós?

Fonte: Aleteia



O pai dos filhos de ninguém


Padre Renato Chiera se define um padre de rua que procura ser cristão nas periferias do mundo ao lado dos que não são amados por ninguém. Vive nas favelas do Rio de Janeiro desde 1978, e em 1986 o missionário italiano fundou a “Casa do Menor”.

Silvonei Protz – Cidade do Vaticano

Renato Chiera é um camponês, filho de camponeses. Nasceu há 77 anos em uma família pobre, mas unida, com 8 filhos, em uma pequena cidadezinha da região do Piemonte, Roracco, no norte da Itália. “Aos 8 anos – conta – que queria ser como João Bosco”. Aos 12 entrou no seminário para ser padre. Queria viver pelos outros. Logo que foi ordenado, sentiu que o seu coração estava “inquieto”, e quis “sair pelo mundo afora”. “Tive o privilégio de viver o pré-Concílio, o Concílio e o pós-Concílio. Sentia-me muito ‘apertado’ na minha diocese. Sonhava com horizontes maiores”. Um dia o bispo de Mondovì lhe propôs a possibilidade de ser missionário no Brasil, na diocese de Nova Iguaçu, a grande e violenta periferia do Rio, como sacerdote Fidei Donum. Era o ano de 1978. Desde então o coração do padre Renato bate pelo mundo dos descartados e pelo Brasil.

Deixou a cátedra de filosofia para entrar nas periferias geográficas e existenciais da Baixada Fluminense, “atraído -  revela – por Jesus que sofre e grita o seu abandono em um povo desenraizado, sem esperança e não amado”. Logo sente que encontrou o seu lugar e a sua Igreja.

O evento que marca uma virada

“Deparei-me no drama e na tragédias dos meninos não amados, feridos, condenados à violência, à droga e à morte precoce” explica padre Chiera. Alguns eventos o marcaram profundamente: tinha acolhido em sua casa um adolescente, “o Pirata”, que estava ferido e perseguido pela polícia e um dia foi morto na entrada de casa. “Não vim ao Brasil para ser um padre coveiro, mas para salvar vidas”, diz, com a sensação de impotência.

Uma outra vez apresentou-se a ele um jovem que o colocou diante de uma realidade brutal: “Na sua paróquia, em um só mês, já mataram mais de 36 adolescentes” e fala que é o primeira da lista dos “marcados para morrer”. “Vai deixar que matem todos nós? Ninguém fará nada?”, pede o jovem. À noite, aos olhos do padre Renato, o rosto do jovem se confunde com o rosto de Jesus: “A mim o fizestes”. O sacerdote reconhece nestes adolescentes que não querem morrer o próprio Jesus. E para ser presença de Deus, pai e mãe, família para quem não é amado por ninguém, inicia uma nova aventura, difícil mas irresistível.
 
Padre Chiera com algumas crianças de uma Casa do Menor 

Os filhos do abandono

Estes menores são filhos de muitos abandonos: da família, da escola, da sociedade, dos governos e também das Igrejas. São os filhos de muitas ausências. Fruto de um “aborto comunitário”. Perambulam pelas ruas com o olhar perdido no nada, como mortos vivos, rejeitado por todos, estrangeiros na sua própria terra, desarraigados, sem referências, sem rumo, sem sonhos nem futuro. Para eles, a rua representa ao mesmo tempo todas e nenhuma direção. São o resultado de uma sociedade cruel e excludente, que não ama, que rouba seus direitos fundamentais, os condena e os mata para calar suas vozes que soam como acusações. Foi-lhes roubado tudo. Também o direito de ser crianças, adolescentes, ter uma cama, onde comer, onde brincar, onde sonhar, ter perspectivas e um futuro. São o espelho de uma sociedade com relações profundamente doentes. São um grito. São o pânico. São a fotografia que revela o lado obscuro da sociedade. Porém, hoje estes jovens já não vivem mais nas ruas como antes: buscam a segurança, a pertença e visibilidade no narcotráfico. Lá dão a vida e matam, e são mortos: porque esta é a lei daqueles ambientes criminosos.

Partindo desta triste “fotografia”, abre-se um projeto de “parto comunitário”, para oferecer-lhes a presença de uma família, de amor, de escola, de profissão, de futuro, de protagonismo e de dignidade. Nasce a “Casa do Menor” .

Pelas ruas dos bairros do Rio para que as jovens vítimas 
do tráfico e da violência sintam a presença de Deus 

Nenhum arrependimento

Padre Renato não se arrepende de ter deixado a cátedra de filosofia, ao contrário. Nas ruas senta-se em outra cátedra e aprende uma outra filosofia. Sente-se realizado como padre das ruas, como padre das cracolândias, que são as suas novas catedrais. É ali que encontra Deus, que abraça a carne viva de Cristo, coloca-se em adoração de “hóstias ensaguentadas” que gritam pelo abandono e buscam uma presença de amor, de perspectiva, de futuro. Algumas vezes se satisfazem apenas com um abraço ou um doce. Nas ruas e na cracolândia reconhece-se diariamente o resultado e as consequências de uma sociedade dividida, do declínio de uma civilização.

A “Casa do Menor”, uma mãe comunitária

A “Casa do Menor” já se espalhou em 4 Estados, é uma “mãe comunitária” que não abandona as crianças de rua, mas ajuda-os a ressurgir como filhos amados por Deus. Em 33 anos, mais de 100 mil menores foram acolhidos, hoje 70 mil deles tem uma profissão e um futuro. Com frequência padre Renato diz que daria a própria vida “para salvar uma só criança ou um só adolescente”. A “Casa do Menor” já deu origem a uma família de consagrados chamada “Família Vida”. Uma família para os que não são amados por ninguém. Vários membros desta “Família Vida” foram por sua vez abandonados, mas agora se tornaram mães e pais de outros abandonados. Esta nova comunidade representa uma garantia de futuro para os jovens, mantém viva a alma evangelizadora, “mas não pode se reduzir a uma simples ONG”, afirma padre Renato, referindo-se aos numerosos discursos do Papa Francisco sobre o papel e a missão da Igreja.

O amor dado é também restituído 

Um ato de amor

Por trás dos gritos das crianças e dos adolescentes há uma grande necessidade de se sentir amados como filhos. Quem não se sente filho não ama a si mesmo e está pronto para destruir tudo e a se destruir. Consequentemente nunca poderá ser um pai nem construir perspectivas de futuro. A “Casa do Menor” tenta recolher o grito dos que não se sentem amados dando-lhes uma casa, uma família, uma profissão e portanto a possibilidade de reinserção na sociedade e no mundo do trabalho. Nas casas-famílias muitos jovens conseguem verdadeiramente se regenerar no seu encontro com Deus que é amor, presença fiel que nunca abandona.

Padre Chiera recorda de um jovem que tinha algumas feridas na cabeça: seu pai tinha tentado matá-lo fechando-o em um bueiro de rua. Foi acolhido na “Casa do Menor”. Um dia, - era o Dia das Mães – quis visitar sua mãe. “Posso ir?” perguntou ao padre Renato. “Comprei uma blusa para ela, eu a amo muito”. Quando voltou estava muito triste: sua mãe tinha morrido. “Não tenho mais ninguém” disse. Depois, dando a blusa para o sacerdote acrescentou: “Agora você é a minha mãe”.

Quando se pede ao padre Renato para falar dos menores que um dia conseguiram se sentir amados na “Casa do Menor”, o sacerdote se transforma em uma fonte inesgotável de histórias. Fala horas e horas, por exemplo, conta de suas visitas a um jovem viciado que morava na cracolândia. Depois, um belo dia, o jovem chegou à “Casa do Menor”. “Padre estou aqui. Quero ajudar e quero iniciar uma nova vida”. Hoje é um membro da “Família Vida”, responsável de uma comunidade de “moradores de rua”, onde estão os sem-teto vítimas do crac.

Os jovens, as famílias e os voluntários da Casa do Menor
 
18 setembro 2019

Fonte: Vatican News



Graças à tecnologia digital, revelado rosto de Santa Catarina de Gênova


Catarina de Gênova, como também é conhecida, foi uma grande mística italiana, recordada sobretudo por suas obras de misericórdia em favor dos pobres e doentes. Faleceu em 15 de setembro de 1510 e foi canonizada em 1737. Sua reconstrução facial foi possível também graças ao trabalho de um brasileiro que, com esta, já reconstruiu 70 faces, incluindo 14 Santos e dois Beatos.

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

Catarina Fieschi Adorno é provavelmente a Santa genovesa mais famosa da Itália e do mundo.

Agora, é possível conhecer sua face graças à reconstrução facial com o uso de um método digital moderno.  O resultado do trabalho foi apresentado no último dia 12, em Gênova, e revelou o rosto de uma Catarina já com certa idade, no momento de sua morte.

Após meses de estudos e pesquisas, a reconstrução facial foi realizada pelo Arc-Team de Cles, com a documentação digital em 3D operada por Luca e Alessandro Bezzi e com a reconstrução facial forense realizada pelo  designer-3D brasileiro Cícero Moraes. Um grupo de trabalho especializado, precisamente no estudo das figuras dos santos. Reconstruíram, por exemplo, o rosto de Santo Antônio.

Com esta, chegam a 70 as reconstruções faciais realizadas por Cícero Moraes, incluindo 14 Santos e dois Beatos. Ele contou ao Vatican News como foi este seu último trabalho:

“A reconstrução facial de Santa Catarina foi um convite que eu recebi do grupo Arc-Team da Itália. Eles entraram em contato com o Museo dei Beni Culturali (Museo dei Beni Culturali Cappuccini, ndr) e surgiu esta ideia de reconstruir a face dela. O Luca Bezzi e o Alessandro Bezzi, especialistas na área de arqueologia foram até o local onde está o corpo, fizeram uma série de fotografias, a partir destas fotografias foi digitalizada a face, e o crânio, e com este material pude iniciar o processo, fazer a modelagem digital e entregar este rosto, que está sendo apresentado aí para toda a população e a comunidade.”

Santa Catarina Fieschi Adorno

Catarina de Gênova, como também é conhecida, foi uma grande mística italiana, recordada sobretudo por suas obras de misericórdia em favor dos pobres e doentes. Ela também é conhecida com o título de “Doutora do Purgatório”, por ter sido a autora do livro Tratado do Purgatório.

Falecida em 15 de setembro de 1510, foi beatificada em 6 de abril de 1675 e canonizada pelo Papa Clemente XII em 23 de abril de 1737. Seu corpo é preservado no Santuário genovês situado na Viale IV Novembre e sua memória litúrgica é celebrada em 15 de setembro.

O Santuário em Gênova

A igreja é conhecida como "o canteiro de obras genovesa do século XVI", pela riqueza das obras de mestres da pintura genovesa da segunda metade do século XVI, como Giovanni Battista Castello conhecido como “il Bergamasco”, Luca Cambiaso, Andrea e Ottavio Semino, Lazzaro e Pantaleo Calvi.

O Santuário de Santa Catarina de Gênova in Santissima Annunziata di Portoria, leva o nome do bairro Portoria onde foi construído em 1556, no âmbito do convento dos frades menores capuchinhos e do hospital de Pammatone, principal estrutura de saúde genovesa do século XV ao início do século XX.

Justamente nesse hospital, havia oferecido sua assistência caritativa aos doentes Catarina Fieschi Adorno (1447 - 1510), uma das expoentes do misticismo italiano, proclamada Santa em meados do século XVIII. O corpo incorrupto de Santa Catarina é preservado dentro do Santuário.

Para completar esse tesouro de fé e arte, telas e afrescos de pintores representativos dos séculos XVII e subsequentes, como Domenico Piola, Pietro Raimondi, Giuseppe Palmieri e Aurelio Lomi.

17 setembro 2019, 08:12

Fonte: Vatican News




Repetiu-se o milagre: O sangue de São Januário se liquefez


O milagre do sangue de São Januário na Catedral de Nápoles. Crédito: Chies adi Napoli

NÁPOLES, 19 Set. 19 / 03:00 pm (ACI).- Às 10h04 desta quinta-feira, 19 de setembro, voltou a ocorrer o milagre da liquefação do sangue de São Januário, em Nápoles, no dia em que a Igreja celebra a festa deste santo italiano.

O Cardeal Crescenzio Sepe, Arcebispo de Nápoles, disse que a liquefação do sangue “é o sinal da bondade, benevolência, misericórdia e amor por nós, por Nápoles, pela Igreja. E é também um convite a ter muito próximo, como um parente ou amigo, o nosso protetor São Januário. Viva São Januário!”.

As palavras do Cardeal foram recebidas com grande júbilo e aplausos pelos fiéis na Catedral de Nápoles, onde foi celebrada Missa pela festa de São Januário.

Em sua homilia, informa ACI Stampa – agência em italiano do Grupo ACI –, o Cardeal lamentou que o crime organizado castigue a cidade, algo que ameaça o futuro de Nápoles. “A violência, essa fera má, é o primeiro grande obstáculo nesse caminho orientado para o bem comum”.

Após denunciar que este mal viola a liberdade das pessoas, o Arcebispo questionou: “Ainda existe a Nápoles do coração grande e sincero? A nós, cidadãos de Nápoles de hoje, é dado o dever de responder a esta pergunta com verdade, também com realismo, com honestidade e com coragem, sem nos deixar convencer por uma falsa nostalgia dos tempos passados”.

A denúncia do Cardeal se refere ao crime organizado principalmente da máfia conhecida como a Camorra, na região da Campânia, onde está Nápoles.

Em 2015, o Papa Francisco visitou o bairro da Scampia, uma área controlada pela máfia. Ali, o Santo Padre denunciou a corrupção e fez votos para que “o mal nunca tenha a última palavra”.

A liquefação do sangue de São Januário

A liquefação do sangue deste santo é um fenômeno inexplicável que acontece três vezes por ano: no sábado anterior ao primeiro domingo de maio, por ocasião do translado dos restos mortais do santo a Nápoles; no dia de sua festa litúrgica, 19 de setembro; e em 16 de dezembro, aniversário da intercessão de São Januário para evitar os efeitos da erupção do vulcão Vesúvio no ano 1631.

Em dezembro de 2016, o milagre não aconteceu, o que provocou certa preocupação entre os fiéis. Embora o fato de que não se liquefaça costuma ser interpretado como o anúncio de um desastre, isso nem sempre é certo.

De fato, o processo nem sempre acontece do mesmo modo: às vezes demora várias horas, ou mesmo dias, ao se liquefazer. Em outros momentos, como em 2018, o milagre acontece antes da celebração litúrgica e, em outros episódios, por motivos desconhecidos, o sangue não se liquefaz.

O próprio Papa Francisco foi testemunho do inexplicável fenômeno em março de 2015. Naquela ocasião, o sangue se liquefez diante do olhar do próprio Santo Padre fora das três datas indicadas. Por isso, tratou-se de um fato extraordinário, que também aconteceu em 1848 diante do Papa Pio IX.

O milagre não aconteceu durante as visitas de São João Paulo II, em 1979, nem de Bento XVI, em 2007.

O martírio de São Januário

São Januário, padroeiro de Nápoles, foi Bispo de Benevento. Durante a perseguição contra os cristãos, foi feito prisioneiro junto com seus companheiros e submetido a terríveis torturas. Certo dia, ele e seus amigos foram lançados aos leões, mas as feras apenas rugiram sem se aproximar.

Então, foram acusados de usar magia e condenados a morrer decapitados perto de Pozzuoli, onde também foram enterrados. Isso aconteceu por volta do ano 305.

As relíquias de São Januário foram transladadas a diferentes lugares até que finalmente chegaram a Nápoles em 1497.

Fonte: ACI digital




quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Hoje a Igreja celebra São Januário, o santo da “liquefação do sangue” (19 de setembro)


REDAÇÃO CENTRAL, 19 Set. 19 / 05:00 am (ACI).- Neste dia 19 de setembro, a Igreja celebra a festa de São Januário, que morreu mártir e cujo sangue, depositado há séculos em um relicário especial, sofre liquefação.

São Januário, padroeiro de Nápoles (Itália), foi Bispo de Benevento. Durante a perseguição contra os cristãos foi feito prisioneiro junto com seus companheiros e submetido a terríveis torturas. Um dia, ele e seus amigos foram lançados aos leões, mas os animais só rugiram sem se aproximar deles.

Então, foram acusados de usar magia e condenados a morrer decapitados perto de Pozzuoli, onde também foram enterrados. Isso aconteceu por volta do ano 305.

As relíquias de São Januário foram transladadas por diferentes lugares até que finalmente chegaram a Nápoles em 1497.

Embora muitos questionem, ninguém pode explicar o fato que acontece com o sangue do santo, o qual se torna líquido (liquefação) em três celebrações durante o ano: a transladação de seus restos mortais para Nápoles (no sábado anterior ao primeiro domingo de maio), sua festa litúrgica (19 de setembro) e o aniversário de sua intervenção para evitar os efeitos de uma erupção do vulcão Vesúvio em 1631 (16 de dezembro).

Em cada uma dessas ocasiões, o Bispo ou um sacerdote apresenta a relíquia com o sangue, diante da urna que contém a cabeça de São Januário. Tudo isso ante a presença dos fiéis. Depois de um tempo, ele agita o relicário, coloca-o de cabeça para baixo e a massa de sangue se torna líquida e com cor avermelhada e, às vezes, borbulha. Então anuncia: “O milagre aconteceu!”.

Fonte: ACI digital

Oração a São Januário

Ó Deus, Pai de Bondade, São Januário derramou o seu sangue em nome de Jesus. Animados por seu testemunho, vivamos hoje atentos aos sinais de vossas maravilhas no mundo e em nossos corações. Amém. 
São Januário, rogai por nós.



Cardeal Marx: Processo sinodal na Alemanha seguirá apesar das críticas do Vaticano


Cardeal Reinhard Marx. Crédito: Daniel Ibáñez / ACI

BERLIM, 18 Set. 19 / 12:00 pm (ACI).- O presidente da Conferência Episcopal da Alemanha, Cardeal Reinhard Marx, afirmou que o polêmico processo sinodal no país seguirá adiante apesar das críticas feitas recentemente pelo Vaticano.

“Esperamos que os resultados de formar uma opinião em nosso país sejam também uma ajuda para a orientação da Igreja universal e para outras conferências episcopais, caso a caso. De qualquer forma, não consigo entender por que os assuntos sobre os quais o magistério fez determinações devem ser retirados do debate como sua carta sugere”, escreveu o Cardeal Marx em uma carta enviada em 12 de setembro ao Cardeal Marc Ouellet, Prefeito da Congregação para os Bispos no Vaticano.

"Inúmeros fiéis na Alemanha consideram que (estes temas) devem ser debatidos", acrescentou o Cardeal.

A carta do Cardeal Marx indicou assim ao Vaticano que o polêmico processo sinodal alemão continuará como planejado, apesar das instruções recentes da Santa Sé e do Papa Francisco, e discutirá temas que têm a ver com o ensinamento universal da Igreja e sua disciplina.

A missiva se refere ao "processo sinodal", no qual os bispos planejam criar uma assembleia sinodal na qual seriam uma minoria com 69 membros entre 200, para discutir temas como a separação de poderes na Igreja, a vida sacerdotal, o acesso das mulheres a diversas funções na Igreja e a moral sexual.

A carta do presidente do Episcopado alemão é uma resposta a mais recente intervenção do Vaticano em relação ao processo sinodal do país europeu. Nesta última, composta por uma carta e uma avaliação canônica, o Cardeal Ouellet assinalou que os planos dos prelados alemães "não são eclesiologicamente válidos".

Na avaliação canônica, realizada pelo Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, especifica-se que os planos dos bispos alemães violam as normas canônicas e, de fato, buscam modificar normas universais e a doutrina da Igreja.

A avaliação também alerta para outros problemas do "processo sinodal" e afirma que os bispos da Alemanha não estão planejando um sínodo, mas um concílio de uma Igreja particular, algo que não pode ser feito sem a aprovação explícita da Santa Sé.

"Pelos artigos do esboço dos estatutos, fica claro que a conferência episcopal (alemã) tem em mente fazer um concílio particular segundo estabelece os cânones 439-446, mas sem usar este termo”, indica a avaliação.

Um concílio, diferentemente do sínodo, é uma reunião de bispos com autoridade para estabelecer normas para a Igreja em um país ou região em particular, mas apenas com a autoridade direta do Vaticano, que define o marco da autoridade concedida.

Um sínodo, como os bispos alemães chamaram a sua reunião, é um grupo pastoral e de consulta, sem autoridade para estabelecer políticas.

A avaliação também critica o Comitê Central dos Católicos Alemães, uma instituição de leigos cujos líderes apoiam publicamente a ordenação de mulheres e a mudança do ensinamento moral da Igreja, que concordaram em fazer parte do processo sinodal, desde que a assembleia sinodal, na qual os bispos seriam a minoria, possa fazer políticas vinculativas para a Igreja na Alemanha.

Em sua carta ao Cardeal Ouellet, o Cardeal Marx comentou que "talvez uma conversa antes de nos enviar esses documentos teria sido útil" e ressaltou que a Igreja na Alemanha "seguirá uma consulta de nosso próprio tipo que não está delimitada pelo direito canônico".

“O processo sinodal é um processo sui generis (único). Os esboços do estatuto não devem, portanto, ser lidos nem interpretados sob a lente de instrumentos canônicos como um conselho plenário. Não é um concílio particular!”, indicou o Cardeal Marx em sua carta.

Em sua carta, o Cardeal Marx insistiu em que o esboço do estatuto para o processo sinodal que o Vaticano tem não está atualizado.

No entanto, CNA – agência em inglês do Grupo ACI – confirmou que os funcionários da Congregação para os Bispos e do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, que fez a avaliação canônica, têm em mãos o esboço mais recente dos bispos alemães.

Além disso, fontes do episcopado alemão disseram à CNA que a intenção dos bispos com tudo isso é criar um exemplo que possa ser "exportado" para outras partes do mundo.

A grave crise da Igreja na Alemanha

Nos primeiros dias deste mês de setembro, o Cardeal Marx disse que "pode-se chegar à conclusão de que faz sentido, sob certas condições e em certas regiões, permitir sacerdotes casados".

O Cardeal também fez outras declarações contrárias à doutrina da Igreja, nas quais encorajou o acesso à comunhão dos divorciados em nova união, promoveu que os sacerdotes católicos concedam a bênção a casais homossexuais e sugeriu que os leigos pregassem na Missa.

Além disso, e no âmbito do Sínodo dos Bispos para a Amazônia que será realizado em outubro, em uma entrevista em 2018, o vice-presidente da Conferência Episcopal Alemã, Dom Franz-Josef Bode, disse que, se a ordenação de sacerdotes casados ​​na Amazônia for autorizada, os bispos alemães insistirão em ter a mesma permissão.

Em janeiro desse ano, ele também disse que era a favor de abençoar casais homossexuais.

Da mesma forma, Dom Franz-Josef Overbeck, Bispo de Essen e presidente da Adveniat, instituição de ajuda da Igreja na Alemanha para a América Latina, disse que o Sínodo da Amazônia "é um ponto sem retorno" para a Igreja e que "nada será como antes” depois deste encontro.

O Prelado também apoiou publicamente a “greve das mulheres” contra a Igreja na Alemanha, convocada por um grupo de católicas após o não do Papa Francisco à ordenação de diaconisas.

Em meados de julho deste ano, a Conferência Episcopal da Alemanha divulgou algumas estatísticas do ano de 2018, entre as quais destaca que, no período, mais de 216 mil fiéis decidiram abandonar a Igreja Católica.

Além disso, dos 23 milhões de batizados no país, de uma população total de 83 milhões, a porcentagem daqueles que participam da Missa Dominical é de 9,3%, ou seja, cerca de 2,1 milhões.

No caso dos sacerdotes que servem nas dioceses do país, o número caiu para 1.161 em 2018, quando havia mais de 17.000 no ano 2000.

As estatísticas também indicam que no ano 2000 havia 13.241 paróquias na Alemanha. Em 2018, caíram para 10.045.

As estatísticas de 2018 não fornecem nenhuma informação sobre o sacramento da Reconciliação ou da Confissão, uma prática que parece ter sido quase completamente abandonada pelos católicos do país, incluindo os sacerdotes.

Fonte: ACI digital



Marcha pela Vida em São Paulo dirá não ao ativismo judicial e à descriminalização do aborto


Marcha pela Vida / Crédito: Divulgação

SÃO PAULO, 18 Set. 19 / 10:00 am (ACI).- No próximo domingo, 22 de setembro, será realizada a Marcha pela Vida, em São Paulo (SP), manifestando-se contra ativismo judicial e se unindo à onda celeste que se espalhou de países latino-americanos contra a legalização do aborto e a favor de apoiar leis que protejam as duas vidas: a do nascituro e a da gestante.

O movimento internacional que ficou conhecido como onda celeste pró-vida surgiu nos primeiros meses de 2018, frente às tentativas de vários setores políticos que tentaram legalizar o aborto em países da América Latina, sobretudo no caso da Argentina, onde a prática foi rejeitada. A convocatória massiva das manifestações públicas foi bem clara: os povos não querem legalizar o aborto, querem políticas públicas para salvar a vida dos dois.

No Brasil, todos os anos são realizadas diversas marchas pró-vida. Porém, segundo os organizadores, desta vez, pela gravidade da situação, as pessoas se organizaram para fazer um ato maior e massivo, incluindo pessoas do povo que apoiem a causa sem distinções e demonstram que a defesa da vida humana é intrínseca ao próprio ser humano.

Neste sentido, a marcha irá se manifestar contra a ADPF 442/2017, que foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal e propõe a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação; e favor do PL (projeto de lei) 4754/2016 para coibir o ativismo judicial e impedir que o poder judiciário usurpe o poder legislativo.

“Queremos fazer uma grande festa de promoção da vida em todas as suas fases, desde a concepção até seu fim natural”, declarou à ACI Digital Ricardo Pupo Nogueira Simões, coordenador arquidiocesano da Pastoral Familiar de São Paulo.

Segundo ele, o objetivo é “mostrar o quanto nosso povo é a favor da Vida e contra tudo que possa destruí-la, especialmente o aborto, o qual tira a vida de uma pessoa indefesa e destrói a vida de sua mãe, pois uma mãe nunca esquece que fez um aborto, e isso traz traumas difíceis de serem curados”.

Além disso, buscam “divulgar as associações que oferecem orientação e assistência às gestantes em crise, assim como àquelas pessoas (pais, mães, médicos, etc) que um dia se envolveram numa situação de aborto e não conseguem se perdoar”.

Pode participar da Marcha pela Vida “todo aquele que considera a vida como o primeiro e maior direito do ser humano”.

Conforme assinalou o coordenador da Pastoral Familiar, “embora este movimento não tenha caráter religioso, os católicos ainda são maioria neste tipo de manifestação popular, mas ficamos muito felizes por podermos contar com a companhia sempre forte e vibrante de outras denominações, pois estamos ‘juntos pela Vida’”.

Por fim, contou, “estamos esperando receber um grande número de jovens e crianças, e para animá-los mais ainda, contaremos com a presença do Arenas Pela Vida, projeto que promove jogos e brincadeiras onde as crianças podem brincar entre si e com seus pais. Teremos também muita música para alegrar nossa marcha”.

A Marcha pela Vida começará às 14h30 na Avenida Paulista e caminhará até a Praça Ibrahim Nobre - Obelisco.

Fonte: ACI digital



quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Papa Francisco explica por que a Igreja não desabou apesar dos escândalos


Papa Francisco na Audiência Geral. Foto: Daniel Ibáñez / ACI Prensa

Por Mercedes de la Torre

Vaticano, 18 Set. 19 / 08:52 am (ACI).- O Papa Francisco explicou por que a Igreja não desabou, apesar de terem ocorrido “tantos pecados e tantos escândalos” ao longo de sua história de dois milênios. Assim indicou o Santo Padre ao improvisar em sua catequese semanal nesta quarta-feira, 18 de setembro, na Praça de São Pedro, no Vaticano.

“Pensemos na história dos cristãos, incluindo a história da Igreja, com tantos pecados, tantos escândalos, tantas coisas ruins nesses dois milênios. E por que não desabou? Porque Deus está ali. Nós somos pecadores e muitas vezes escandalizamos. Mas Deus está conosco. Deus sempre salva. A força é Deus conosco”, disse o Pontífice em uma intervenção espontânea .

Durante sua catequese pronunciada em italiano, o Santo Padre continuou refletindo sobre o livro de Atos dos Apóstolos e enfatizou que, "diante da proibição dos judeus de ensinar no nome de Cristo, Pedro e os Apóstolos respondem com coragem".

"Os Doze mostram que possuem a ‘obediência da fé’ que eles desejam despertar em todas as pessoas", destacou o Papa, explicando que, "a partir de Pentecostes, eles deixam de ser pessoas sozinhas. Vivem uma sinergia especial que os descentraliza de si mesmos e os leva a dizer: ‘nós e o Espírito Santo’ – e acrescentou – sentem que não podem dizer ‘eu’ sozinho, mas ‘nós’, o ‘Espírito Santo e nós’, são homens descentralizados de si mesmos”.

No entanto, o Pontífice reconheceu a coragem "impressionante" que os apóstolos tinham que "não se deixam assustar por ninguém", mas também lembrou que nem sempre foram assim. “Pensamos que eram covardes: todos fugiram, fugiram quando Jesus foi detido... Todos. Mas, passaram de covardes a corajosos. Por quê? Porque o Espírito Santo estava com eles”, afirmou.

“O mesmo acontece conosco: se tivermos o Espírito Santo dentro nós, teremos a coragem de seguir em frente, a coragem de vencer muitas lutas, não por nós mesmos, mas pelo Espírito que está conosco”, encorajou o Papa.

Nesse sentido, o Santo Padre recordou as testemunhas intrépidas de Jesus ressuscitado, os mártires de todos os tempos, os mártires que "dão a vida, não escondem que são cristãos" e citou, como exemplo, o assassinato de cristãos coptas ortodoxos na praia na Líbia que foram degolados por extremistas islâmicos.

Além disso, Francisco assinalou que os apóstolos são “os megafones do Espírito Santo, enviados por Jesus ressuscitado a difundir com prontidão e sem hesitação a Palavra que salva” e reconheceu que “esta determinação deles faz tremer o sistema religioso judaico, que se sente ameaçado e responde com violência e condenações à morte”.

“A perseguição dos cristãos é sempre a mesma: as pessoas que não querem o cristianismo se sentem ameaçadas e levam os cristãos à morte”, alertou o Papa, que destacou o papel de Gamaliel, “homem prudente, doutor da lei”, que foi mestre de São Paulo.

Desse modo, o Papa Francisco explicou que Gamaliel "toma a palavra e convida os seus correligionários a exercer a arte do discernimento" em situações que excedem os padrões usuais.

Especificamente, o Pontífice frisou que “Gamaliel mostra, citando alguns personagens que se fingiram Messias, que todo projeto humano pode primeiro receber elogios e depois naufragar, enquanto tudo o que vem do alto e tem a ‘assinatura’ de Deus está destinado a durar".

“Os projetos humanos sempre falham; eles têm um tempo, como nós. Pensem em tantos projetos políticos, e como eles mudam de um lado para o outro, em todos os países. Pensem nos grandes impérios, pensemos nas ditaduras do século passado. Sentiam-se poderosos, que podiam dominar o mundo. Depois todos desabaram”, assinalou o Papa mais uma vez ao improvisar em sua catequese. Por isso, encorajou a refletir também “nos impérios de hoje” que “desabarão, se Deus não estiver com eles, porque a força que os homens têm em si não é duradoura. Somente a força de Deus permanece”.

“Pensemos na história dos cristãos, incluindo a história da Igreja, com tantos pecados, tantos escândalos, tantas coisas ruins nesses dois milênios. E por que não desabou? Porque Deus está ali. Nós somos pecadores e muitas vezes escandalizamos. Mas Deus está conosco. Deus sempre salva. A força é ‘Deus conosco’”, disse o Santo Padre.

Por isso, o Papa Francisco ressaltou que discernir permite “ver o evento cristão com uma nova luz e oferece critérios que ‘sabem de Evangelho’, porque convidam você a reconhecer a árvore por seus frutos".

“Peçamos ao Espírito Santo que atue em nós para que, pessoalmente ou comunitariamente, possamos adquirir o hábito do discernimento. Peçamos que nos ajude a ver sempre a unidade da história da salvação através dos sinais da passagem de Deus em nosso tempo e nos rostos daqueles que nos rodeiam, e a aprender que o tempo e os rostos humanos são mensageiros do Deus vivo” concluiu.

Fonte: ACI digital



4 Orações de São José de Cupertino para ir bem na prova


Hoje (18 de setembro) a Igreja celebra São José de Cupertino, padroeiro dos estudantes com dificuldades.

“Rezar, não se cansar nunca de rezar. Que Deus não é surdo nem o céu é de bronze. Todo aquele que pede, recebe”, afirmava São José de Cupertino, o franciscano que não era bom nos estudos, mas que se tornou padroeiro dos estudantes. [a]

1 - Oração São José de Cupertino

Querido São José de Cupertino, purifica o meu coração, transforma-o e o faz semelhante ao teu. Infunde em mim o teu fervor, a tua sabedoria e a tua fé. Mostra tua bondade, ajudando-me e eu me esforçarei para imitar tuas virtudes. Glória…

Amável protetor meu, o estudo geralmente é difícil, duro e entediante para mim. Tu podes deixar tudo isso mais fácil e agradável. Espera somente meu chamado. Eu te prometo um esforço maior em meus estudos e uma vida mais digna de tua santidade. Glória…

Deus, que quiseste atrair tudo a teu unigênito Filho, que foi crucificado, permite que, pelos méritos e exemplos de teu seráfico José, mereçamos chegar a Ele, que contigo vive e reina pelos séculos dos séculos. Amém.

Oração originalmente publicada por Devocionario Católico, traduzida e adaptada ao português. [b]

2 - Oração a São José de Cupertino

Ó Deus, que por disposição admirável de vossa sabedoria, quisestes atrair todas as coisas do vosso Filho exaltado da terra, fazei que, na vossa bondade, livres dos desejos terreno, pela intercessão e exemplo de São José de Copertino, possamos conformar-nos em tudo ao vosso Filho. Que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo. Amém!

3 - Oração de São José de Cupertino para ir bem na prova

Esta oração para ir bem na prova é muito eficaz para ser bem-sucedido em provas e concursos. Ela deve ser realizada antes de começar a prova, com muita fé:

“Oh São José Cupertino que por vossa prece obtivestes de Deus ser arguido em vosso exame apenas sobre a matéria que sabíeis. Concedei-me obter o mesmo êxito que vós na prova de… (mencionar o nome ou tipo do exame ao qual se há de submeter, por exemplo, prova de história, etc.).

São José Cupertino, rogai por mim.

Espírito Santo, iluminai-me.

Nossa Senhora, Imaculada Esposa do Espírito Santo, rogai por mim.

Sagrado Coração de Jesus, sede da Divina Sabedoria, iluminai-me. Amém.”

4 - Oração à São José de Cupertino

Oh São José Cupertino, através de sua prece juntamente com Deus você conseguiu ir bem na prova que fez, somente com matérias que você sabia! Que eu possa ter esse mesmo sucesso na prova de (coloque o nome da prova e / ou do concurso que você vai realizar).

Por isso te peço são José Cupertino que rogue por mim! Espírito Santo, que possa me iluminar! Nossa senhora Imaculada esposa do Espírito Santo rogai por mim.

Sagrado Coração de Jesus, sede da Divina Sabedoria, que possa me iluminar! Amém.

Para Saber Mais:
História de São José de Cupertino

Fonte: ACI digital [a] e Aleteia [b]



Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana dos Anjos/Devoção e Fé Blog