Fevereiro 2020 - Devoção e Fé - Blog Católico

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Quaresma é o tempo propício à conversão e reconciliação com Deus

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Padre Reginaldo Manzotti | Fev 26, 2020

E o caminho para isso é a Confissão

Tenho insistido muito na oração como caminho de união de vida com Deus. Na Quaresma a oração é aliada ao jejum, que é proposto como forma de sacrifício e de educar-se, privando-se de algo e revertendo em serviço à caridade. Não precisa ser necessariamente de alimento. Pode ser escolhido outro tipo de sacrifício, por exemplo, abster-se do cigarro, da internet, etc. E, como aliada, há também a esmola como prática da caridade fraterna. E não se trata apenas de dinheiro, mas de praticar as obras de misericórdia espirituais e corporais, doando-se e relacionando-se com o próximo, nos preparando para celebrar dignamente os mistérios da morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Portanto, a Quaresma é por excelência o tempo propício à conversão e reconciliação com Deus. Importante sempre, o Sacramento da Reconciliação tem um apelo muito forte neste tempo, convidando-nos a fazer a experiência da misericórdia divina através do perdão.

Com muita frequência recebo partilhas de pessoas afastadas deste Sacramento, geralmente por vários motivos, como: não verem sentido em confessar com um sacerdote, então se confessam diretamente com Deus; acharem que não têm pecado; por não saberem confessar; e até mesmo por não compreenderem a misericórdia de Deus, e não se sentem merecedores do perdão e, envergonhados, acabam se afastando Dele.

Vejamos: Jesus tinha o poder de perdoar os pecados e transmitiu este aos Apóstolos, seus legítimos sucessores, quando apareceu no meio deles e disse:

“Assim como o pai me enviou, também eu vos envio a vós”. Tendo dito estas palavras, soprou sobre eles e disse-lhes: “Recebei o Espírito Santo. Àquele a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos” (Jo 20,21-23).

Nos relatos dos Atos dos Apóstolos, encontramos a afirmação:

“Os que haviam acreditado ‘vinham’ confessar e declarar suas obras” (At 19, 18).

O verbo “vir” deixa claro que havia a necessidade de um deslocamento do penitente até os Apóstolos para realizar a confissão. Se a confissão a um homem também pecador, mas investido do poder de perdoar não fosse recomendada, bastaria pedir perdão diretamente a Deus, sem a necessidade de “ir” até os Apóstolos.

O pecado é um ato de orgulho e desobediência contra Deus. O Catecismo da Igreja Católica define o pecado como uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo, por causa de um apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana. Foi definido como “uma palavra, um ato ou um desejo contrário a lei eterna” (CIC § 1849).

Devemos também ter o propósito de não recair no pecado e de evitar circunstâncias que o favoreçam. Confessar-se buscando não omitir nada e cumprir a penitência imposta pelo confessor. O importante é saber que este sacramento da Reconciliação, também chamado Confissão ou Penitência, é a volta aos braços do Pai.

Deus se entristece quando nós viramos as costas para Ele. Deus tem saudades de nós quando nos afastamos Dele, e toda tarde fica olhando para ver se estamos voltando.

Sempre penso sobre isso, penso em Deus esperando toda a humanidade voltar para Ele. Por isso, se algum dia você se perdeu, volta para casa filho. Deus está com saudade de você e sempre que se perder pode voltar, Ele sempre vai te amar e te esperar.

Fonte: Aleteia



Padre Reginaldo Manzotti recebe alta hospitalar


O Padre Reginaldo Manzotti, sacerdote conhecido como arrastador de multidões em todo Brasil pelos eventos religiosos que realiza, recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira, 28. A informação foi divulgada pela sua assessoria.

O padre continuará o tratamento recomendado pelos médicos, em sua residência, na cidade de Curitiba, no Paraná. O sacerdote estava em Palmas (TO) para participar de um evento de evangelização e, no retorno para Curitiba, se sentiu indisposto e foi encaminhado ao hospital.

Ainda na nota, ele agradeceu aos fiéis pelas orações e manifestações de carinho: “Queridos filhos e filhas, agradeço imensamente todas as orações e manifestações de carinho que recebi durante os dias que fiquei hospitalizado. Continuo o tratamento em casa e sei o grande poder da intercessão e por isso, peço orações para o meu completo restabelecimento”, disse Reginaldo.

Sacerdote, escritor, músico, compositor, cantor e apresentador de rádio e TV, o padre Reginaldo Manzotti reúne todas as suas habilidades em prol da evangelização. Atualmente, pároco do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, o padre apresenta programas de rádio e televisão que são retransmitidos e exibidos em milhares de emissoras do país, além de outros países como: Inglaterra, Estados Unidos, Portugal, Espanha, Paraguai, Bolívia e Uruguai.

Fonte: Repórter Ceará –
Foto: Reprodução/Facebook

Fonte: Templário de Maria



“Não se esqueçam de nós.” As benditas almas do purgatório (um testemunho impactante)

Creative Commons

Claudio de Castro | Fev 28, 2020

Suas orações e sacrifícios oferecidos por essas almas ajudam-nas muito

Nestes dias de jejum e oração, gosto de me lembrar dessa história incrível que uma vez lhe contei e ainda me leva a refletir sobre nossas vidas.

Alguns anos atrás, eu costumava entrar em locais católicos à noite para trocar opiniões e compartilhar histórias edificantes. Uma noite, ocorreu-me sugerir: “E se cada um contar uma história de algo que o impactou em sua vida e que tem a ver com a nossa fé?”

Todos adoraram a ideia e, um a um, compartilhamos nossas experiências. A última participante foi uma mulher. Ela contou a história que você lerá a seguir. Foi tão impressionante que ao longo dos anos não consegui esquecer e a compartilho sempre que posso.

“Era um domingo. Celebraríamos a primeira comunhão da minha filha. Saímos cedo em família para a igreja. No caminho, enquanto dirigia o carro, por um motivo que ainda não entendi, lembrei-me das indulgências que a Igreja concede “em virtude do poder de ligar e desligar que lhe foi concedido por Jesus Cristo” (Catecismo 1478).

Eu sabia que a indulgência é “a remissão diante de Deus da pena temporal pelos pecados” e pensei: “Durante a Primeira Comunhão, você pode pedir a Indulgência Plenária. Vou oferecê-la à alma que mais precisa de orações no Purgatório, das quais ninguém se lembra.” E então eu assim o fiz.

A cerimônia religiosa terminou e voltamos para casa felizes. Quando coloquei a chave na fechadura da porta, uma brisa me envolveu e ouvi claramente uma voz suave perto do meu ouvido, que me dizia: “Obrigado”.

Sabemos da cidade celestial, da eternidade, que ninguém manchado entrará nela (Apocalipse 21, 27). O que acontece então se você morrer em pecado venial com a alma manchada, sem pureza absoluta? Existe purgatório?

O Catecismo de nossa Santa Mãe Igreja nos diz: “Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não de todo purificados, embora seguros da sua salvação eterna, sofrem depois da morte uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrar na alegria do céu. A Igreja chama Purgatório a esta purificação final dos eleitos, que é absolutamente distinta do castigo dos condenados.” (1030-1031)

A Bíblia Sagrada faz referências claras ao Purgatório, em várias passagens:

“(…) a obra de cada um aparecerá. O dia (do julgamento) demonstrá-lo-á. Será descoberto pelo fogo; o fogo provará o que vale o trabalho de cada um. Se a construção resistir, o construtor receberá a recompensa. Se pegar fogo, arcará com os danos. Ele será salvo, porém passando de alguma maneira através do fogo. (1 Coríntios 3, 13-15)

Suas orações e sacrifícios oferecidos por essas almas ajudam-nas muito.

É sabido o caso de uma mulher que morreu e foi salva pelas orações de um velho devoto que, na cabana de uma montanha, soube da trágica morte dessa mulher, sentiu compaixão por ela e ofereceu suas orações a Deus por sua salvação.

Nestes dias sagrados, de oração, jejum e sacrifícios, lembre-se de nossas irmãs, as Benditas Almas do Purgatório. Elas aguardam ansiosamente suas orações para se libertarem de sua purificação e poderem chegar ao Céu. É um ato de caridade que agrada a Deus.

O que posso fazer pelas Benditas Almas do Purgatório para ajudá-las a desfrutar da bem-aventurança eterna? Há tantas coisas ao nosso alcance, especialmente durante a Quaresma. Orar é o principal.

• Reze o Santo Rosário todos os dias no sacrário

• Ofereça a Santa Missa por elas

• Ofereça sacrifícios

• Ofereça a Santa Comunhão

Deus te abençoe por tanta bondade!

Fonte: Aleteia



Papa Francisco: novas tecnologias, um dom de Deus, mas é necessária a “algor-ética”

Congresso sobre inteligência artificial, no Vaticano

Francisco não recebeu os participantes do congresso por causa de uma “leve indisposição” que, desde quinta-feira (27/02), o levou a mudar sua agenda de compromissos. A mensagem do Pontífice foi lida pelo presidente da Pontifícia Academia para a Vida, dom Vincenzo Paglia.

Mariangela Jaguraba - Cidade do Vaticano

“A “galáxia digital” e a “inteligência artificial” estão no centro da mudança de época que estamos vivendo. A inovação digital diz respeito a todos os aspectos da vida seja pessoal seja social.”

É o que afirma o Papa Francisco em sua mensagem aos participantes da plenária da Pontifícia Academia para a Vida, divulgada nesta sexta-feira (28/02), lida pelo presidente do organismo vaticano, dom Vincenzo Paglia.

O Papa não recebeu os participantes por causa de uma “leve indisposição” que, desde quinta-feira (27/02), o levou a mudar sua agenda de compromissos.  De fato, o pontífice não saudou pessoalmente as personalidades presentes esta manhã, no Vaticano, como o presidente do Parlamento europeu, o diretor-geral do Fundo das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), demais autoridades e personalidades do campo da tecnologia informática que participaram do encontro “O bom algoritmo? Inteligência artificial: ética, direito e saúde”.

Segundo o Papa, a inovação digital “incide em nossa maneira de entender o mundo e também a nós mesmos. Está cada vez mais presente nas atividades e decisões humanas, e está mudando o nosso modo de pensar e agir. As decisões, mesmo as mais importantes, como as das áreas médica, econômica ou social, são hoje o resultado da vontade humana e de uma série de contribuições algorítmicas. O ato pessoal chega ao ponto de convergência entre a contribuição propriamente humana e o cálculo automático, de modo que é cada vez mais complexo entender seu objeto, prever seus efeitos, definir suas responsabilidades”.   

Tecnologias digitais e democracia

“No plano pessoal, a época digital muda a percepção do espaço, tempo e corpo. Infunde um sentido de expansão de si que parece não ter mais limites e a homologação se afirma como critério predominante de agregação: reconhecer e apreciar a diferença se torna cada vez mais difícil. No âmbito socioeconômico, os usuários são reduzidos a consumidores, escravos de interesses privados concentrados nas mãos de poucos”, frisa o Pontífice.

Para Francisco, “dos canais digitais disseminados na internet, os algoritmos extraem dados que permitem controlar hábitos mentais e relacionais, para fins comerciais ou políticos, geralmente sem o nosso conhecimento. Essa assimetria, na qual poucos sabem tudo sobre nós, enquanto nós nada sabemos sobre eles, entorpece o pensamento crítico e o exercício consciente da liberdade".

“As desigualdades se ampliam demasiadamente, o conhecimento e a riqueza se acumulam nas mãos de poucos, com sérios riscos para as sociedades democráticas. Esses perigos não devem esconder o grande potencial que as novas tecnologias nos oferecem. Estamos diante de um dom de Deus, ou seja, um recurso que pode dar frutos para o bem.”

O Papa reconhece que as ciências biológicas se beneficiam da  “inteligência artificial”. “Esse desenvolvimento induz mudanças profundas na maneira de interpretar e gerir os seres vivos e as características da vida humana, que é nosso compromisso proteger e promover, não apenas em sua dimensão biológica constitutiva, mas também em sua qualidade biográfica irredutível.”

Ação educacional mais ampla

Francisco afirma na mensagem, “que não basta educar simplesmente ao uso correto das novas tecnologias: não são instrumentos neutros, pois plasmam o mundo e comprometem as consciências no plano dos valores. É necessária uma ação educacional mais ampla e amadurecer motivações fortes a fim de perseverar na busca do bem comum”.

Segundo o Pontífice, existe uma “dimensão política na produção e uso da inteligência artificial que não é apenas distribuir seus benefícios individuais e abstratamente funcionais. Em outras palavras: não basta simplesmente nos confiar à sensibilidade moral de quem faz pesquisa e projeta dispositivos e algoritmos. É preciso criar órgãos sociais intermediários que representem a sensibilidade ética de usuários e educadores.”

Princípios da Doutrina Social da Igreja

“Na busca comum por esses objetivos”, sublinha o Papa, “os princípios da Doutrina Social da Igreja oferecem uma contribuição decisiva: dignidade da pessoa, justiça, subsidiariedade e solidariedade. Expressam seu compromisso de se colocar a serviço de cada pessoa em sua totalidade e de todas as pessoas, sem discriminação ou exclusão. Mas a complexidade do mundo tecnológico exige uma elaboração ética mais articulada, para tornar esse compromisso verdadeiramente incisivo”.

Francisco concluiu o texto, ressaltando que “a “algor-ética”, ética algorítmica, “pode ser uma ponte para garantir que os princípios sejam inscritos nas tecnologias digitais, através de um diálogo transdisciplinar eficaz. Além disso, no encontro entre diferentes visões de mundo, os direitos humanos são um importante ponto de convergência para a busca de um terreno comum”.

28 fevereiro 2020

Fonte: Vatican News



Vaticano cria grupo de apoio às Conferências Episcopais para prevenir abusos

Vaticano. Foto: ACI Prensa

Vaticano, 28 Fev. 20 / 12:00 pm (ACI).- O Vaticano anunciou nesta sexta-feira, 28 de fevereiro, a instituição do grupo de apoio que assessorará as Conferências Episcopais, Institutos Religiosos e Sociedades de Vida Apostólica na preparação das diretrizes para a proteção dos menores.

A decisão de estabelecer esse grupo de apoio, conhecido como task force, foi adotada após o encontro sobre proteção de menores na Igreja, realizado no Vaticano de 21 a 24 de fevereiro de 2019.

Agora, o Papa Francisco decidiu que o grupo esteja supervisionado por Dom Edgar Peña Parra, Substituto para Assuntos Gerais da Secretaria de Estado, junto com o Cardeal Oswald Gracias, Arcebispo de Bombaim, o Cardeal Blase Joseph Cupich, Arcebispo de Chicago, Dom Charles Jude Scicluna, Arcebispo de Malta e Secretário Adjunto da Congregação para a Doutrina da Fé, e Padre Hans Zollner, Presidente do Instituto de Psicologia da Pontifícia Universidade Gregoriana e membros da Pontifícia Comissão para a Tutela de Menores.

Em um comunicado de imprensa divulgado pelo Vaticano, explica-se que o Santo Padre decidiu que esta task force “assista as Conferências Episcopais, os Institutos Religiosos e as Sociedades de Vida Apostólica, a partir de sua solicitação, na preparação e atualização das diretrizes em matéria de proteção de menores”.

Esta ajuda será realizada “em conformidade com as instruções emitidas pela Congregação para a Doutrina da Fé, assim como com o estabelecido na legislação canônica vigente em matéria de abusos e, em particular, com o Motu proprio Vos estis lux mundo, de 7 de maio de 2019”.

Da mesma forma, o Papa estabeleceu que “a elaboração das diretrizes permanecerá como competência e sob a responsabilidade das respectivas Conferências Episcopais, dos Institutos Religiosos e das Sociedades de Vida Apostólica”.

O grupo de trabalho "terá duração de dois anos, a partir de 24 de fevereiro de 2020. Além de estar supervisionado por Dom Peña Parra, o grupo de trabalho terá um coordenador, que será o leigo Andrew Azzopardi, responsável pela Comissão de Proteção para a tutela de menores e adultos vulneráveis ​​na Província Eclesiástica de Malta, e alguns especialistas em direito canônico de diferentes nacionalidades”.

Como coordenador, Azzopardi informará trimestralmente as atividades da task force ao Substituto para Assuntos Gerais da Secretaria de Estado. O Pontífice também decidiu que “as atividades do grupo de trabalho sejam apoiadas por um fundo especial constituído por benfeitores”.

Finalmente, “os pedidos de ajuda por parte das Conferências Episcopais, Institutos Religiosos e Sociedades de Vida Apostólica deverão ser enviados ao e-mail: taskforce@org.va.

Conferências Episcopais com dificuldades

Em um encontro realizado com os meios de comunicação para explicar o papel deste grupo de trabalho, Mons. Juan Ignacio Arrieta, Secretário do Pontifício Conselho para Textos Legislativos, assinalou que a função deste grupo de trabalho é apoiar as Conferências Episcopais, Institutos Religiosos e Sociedades de Vida Apostólica que, devido à sua situação ou características, careçam de recursos para preparar essas diretrizes.

“Há Conferências Episcopais com recursos e capacidades suficientes para poder gerenciá-lo, mas há outras em países da África, por exemplo, países em guerra que não podem fazê-lo”, explicou.

Enfatizou que “são as Conferências Episcopais que pedem ajuda. Por exemplo, a Conferência Episcopal dos Estados Unidos provavelmente não precisa disso, porque já possui seus especialistas. Mas uma Conferência Episcopal de um país difícil pode necessitá-lo”.

Além disso, insistiu que essas diretrizes são diferentes do vademecum anunciado sobre proteção de menores: "São coisas diferentes".

"As diretrizes são indicações de como tratar esses casos do ponto de vista psicológico, da assistência às pessoas". Em vez disso, "o vademecum está mais dirigido a especificar os procedimentos jurídicos, fundamentalmente, mas também pastorais, sobre como gerir o procedimento penal, o conhecimento das causas, o julgamento, etc.”.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.

Fonte: ACI digital



Também hoje o Papa adia algumas audiências, mas prosseguem os encontros na Casa Santa Marta

Missa Santa Marta  (@Vatican Media)

O diretor da Sala de Imprensa vaticana: desde quinta-feira o Papa prefere permanecer nos ambientes da Domus Sanctae Marthae por causa de uma ligeira indisposição.

Vatican News

"Esta manhã, o Santo Padre, depois de celebrar a Missa, prosseguiu na Casa Santa Marta, com os encontros na agenda, com exceção das audiências aos membros do Grupo Internacional de Bioética e aos participantes do Capítulo Geral dos Legionários de Cristo e das Assembleias Gerais das Consagradas e dos Leigos de Regnum Christi". Foi o que disse o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, em resposta às perguntas dos jornalistas. Dois dias atrás, Bruni informou que o Papa tinha uma "ligeira indisposição" e preferia "permanecer nos ambientes de Santa Marta".

Também ontem o Papa celebrou a Missa e preferiu adiar as audiências oficiais marcadas para o dia, como a com os participantes da plenária da Pontifícia Academia para a Vida: o seu discurso foi lido por dom Vincenzo Paglia, presidente da Academia. Os encontros na Casa Santa Marta, em vez disso, se realizaram regularmente. Na quinta-feira última, o Papa não participou da Liturgia Penitencial na Basílica de São João de Latrão com o clero da diocese de Roma, deixando que seu discurso fosse lido pelo cardeal vigário Angelo De Donatis.

29 fevereiro 2020

Fonte: Vatican News



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

Padre alerta àqueles que zombam e profanam publicamente Jesus Cristo


“Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai.”

O Padre carioca Augusto Bezerra, ao se deparar com os acontecimentos desta semana decidiu fazer um alerta através das redes sociais a todos aqueles que insistem em usar a religião como ferramenta de expressão política, cometendo, profanações e injúrias a símbolos cristãos que fazem parte da fé da maioria do povo Brasileiro.

Durante esta semana Maria Santíssima foi gravemente insultada, sendo retratada nua com órgão masculino em uma exposição no Rio de Janeiro, e também no RJ aconteceu o desfile de carnaval da Mangueira que zombou de Jesus apresentando-o como Mulher e LGBT, além também do fato que o governador do estado, Witzel, assinou um decreto em favor da ideologia de gênero.

Todos estes acontecimentos causaram grande revolta no povo cristão que veio se manifestar nas redes sociais. Como representante da Igreja e do seu rebanho, Padre Augusto também achou necessário fazer um alerta aos que promovem tais eventos blasfemos que ofendem gravemente a Deus.


Leia abaixo seu alerta:

“Sobre as últimas blasfêmias cometidas no Rio de Janeiro, tanto pela exposição do Museu quanto pelo desfile da Mangueira, acaso, pensam que podem zombar de Deus e saírem ilesos? Clamam aos céus estes pecados! E dos céus, certamente Ele ouviu e vem.

Que cada um faça o que quiser de si, isto Deus nos deu o livre arbítrio para fazê-lo, não sem suas consequências. Mas a ninguém Ele deu a autoridade para ridicularizar o seu Nome, a ninguém Ele deu a glória do seu Nome, a ninguém Ele deu o direito de zombar do seu Nome.

Deus não se vinga. Mas corrige severamente como pai. Aguardem a correção!“

Fonte: Templário de Maria



Autor de exposição blasfema no Rio de Janeiro poderia responder por crime de vilipêndio


Foto referencial. Crédito: Pixabay

RIO DE JANEIRO, 28 Fev. 20 / 09:46 am (ACI).- Os deputados católicos Márcio Gualberto e Chris Tonietto entraram com uma notícia-crime contra a obra blasfema de uma exposição no Rio de Janeiro, a qual mostra a Virgem Maria com um seio a mostra e órgão sexual masculino e traz a inscrição “Deus acima de tudo, gozando acima de todos”. O secretário de Cultura do Rio de Janeiro, Adolpho Konder, constatou “vilipêndio” na obra, o que é tipificado como crime no Código Penal brasileiro.

Na quinta-feira, 27 de fevereiro, o deputado estadual do Rio, Márcio Gualberto, informou que deu entrada na notícia crime junto com a deputada federal Chris Tonietto na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), “assim como no Ministério Público”.

“O autor deve responder criminalmente por sua obra ofensiva à fé católica”, assinalou o parlamentar em seu Instagram, por meio de vídeo intitulado “Isso não é arte, é crime”.



Por sua vez, a deputada Chris Tonietto expressou por meio de suas redes sociais que, ao permitir tal exposição, a Prefeitura do Rio de Janeiro “premia o crime e escarnece de toda a população carioca”.

“A permissividade com um vilipêndio ostensivo da fé majoritária do povo brasileiro (conduta tipificada como crime pelo artigo 208 do Código Penal) envergonha todo o Rio de Janeiro, e traz para nosso município a reprovação e as vinganças do próprio Deus, que nosso Prefeito tanto declara venerar”, disse.

A exposição blasfema está no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, espaço da Secretaria Municipal de Cultura do Município do Rio de Janeiro, e traz entre suas obras uma intitulada "Todxs xs santxs - renomeado - #eunãosoudespesa", a qual é composta por um oratório estilizado no qual se encontra a imagem da Virgem Maria com o seio a mostra e um órgão genital masculino.

No dia 19 de fevereiro, o deputado Márcio Gualberto denunciou em um vídeo em suas redes sociais que se trata de uma exposição que “exibe um absurdo escárnio da fé cristã”.

“A pergunta que eu faço é se isso aqui deveria estar em um espaço administrado pela Prefeitura do Rio de Janeiro. Evidentemente que não”, afirmou o parlamentar na ocasião, quando também lamentou como, “agora, virou moda zombar do cristianismo”. “Nós não iremos aceitar isso”, disse.

Após esta denúncia, uma equipe da secretaria de Cultura esteve no local na manhã de 20 de fevereiro e pediu que a classificação fosse alterada de 10 para 16 anos.

Em seguida, no domingo, 23 de fevereiro, o secretário de Cultura, Adolpho Konder, afirmou em vídeo publicado no Facebook da Secretaria que o artista Órion Lalli, responsável pela obra, será “oficiado” antes da abertura da exposição, uma vez que o Centro Cultural está fechado por causa do recesso de Carnaval e só reabrirá na segunda-feira.

Segundo ele, depois de receberem a denúncia sobre a obra blasfema, foram ao local e constataram “vilipêndio”.



“Gostaria de salientar que a Secretaria Municipal de Cultura abriga as mais diversas manifestações culturais e artísticas, mas não podemos admitir nada que promova intolerância e ofensa ao sentimento religioso de qualquer credo”, afirmou Konder, ao alegar que “essa exposição foi aprovada por um curador na gestão anterior à nossa”.

“Lamentamos profundamente o ocorrido e me solidarizo com as pessoas que se sentiram ofendidas”, concluiu o secretário.

Fonte: ACI digital





Viva a sua melhor Quaresma com este plano de jejum e oração

Aquarius Studio | Shutterstock

Theresa Civantos Barber | Fev 21, 2020

Autor americano incentiva os cristãos a redescobrir a antiga tradição do jejum e apresenta um plano perfeito para praticá-lo na Quaresma

É uma realidade histórica que poucas pessoas percebem hoje, mas longos períodos de intenso jejum, intercalados com dias de júbilo de grandes festas, eram a norma nos muitos séculos de prática religiosa cristã.

Hoje, a maioria dos católicos jejua apenas dois dias por ano: na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa. Mas o escritor e professor da Universidade Católica da América Jay W. Richards incentiva os cristãos a redescobrir a antiga tradição do jejum em seu novo livro Eat, Fast, Feast: Heal Your Body Enquanto Feeding Your Soul (“Coma, jejue, celebre: cure seu corpo enquanto alimenta sua alma”).

No livro, Richards apresenta um plano detalhado de seis semanas para seguir o jejum intermitente e uma dieta cetogênica durante a Quaresma, enquanto você aumenta o tempo com Deus em oração. O livro se apoia na ciência e tem extensas notas de rodapé detalhando as pesquisas mais recentes sobre os benefícios do jejum para a saúde.

De certa forma, Richards é um porta-voz improvável do jejum intermitente, uma tendência que está rapidamente ganhando popularidade no mundo fitness. Por muitos anos, ele pensou que o jejum era prejudicial:

“Eu costumava evitar o jejum por mais de uma noite de sono. Pensava que o jejum de verdade – ficar livremente sem comida por muitas horas ou dias – poderia prejudicar o que eu estava tentando fazer com exercícios e uma dieta saudável. O jejum me colocaria no ‘modo de fome’, achava. Ou seja: meu metabolismo diminuiria e o meu corpo perderia músculos e armazenaria gordura. Como instrutor de força na faculdade, ensinei isso a colegas que estavam tentando perder peso e entrar em forma. Como pai, eu ensinei isso para minhas filhas. E por décadas pratiquei o que preguei. ”

Mas Richards resolveu fazer o jejum em 2013. Logo depois, por motivos de saúde, ele mudou para um estilo de alimentação rico em gorduras boas e pouco carboidrato. Mas seu entendimento do jejum intermitente se tornou muito mais profundo quando ele percebeu que isso oferecia uma oportunidade extraordinária para o crescimento espiritual:

“Todos os principais doutores da igreja – incluindo Justin Mártir, Policarpo, Clemente de Alexandria e Agostinho – recomendaram o jejum e o viam como regra para toda a raça humana … Agostinho – que não era um asceta extremo – disse: ‘O jejum limpa a alma, eleva a mente, sujeita a carne ao espírito, torna o coração contrito e humilde, dispersa as nuvens da concupiscência, apaga o fogo da luxúria e acende a verdadeira luz da castidade. ‘”

Todos esses benefícios podem realmente advir da prática do jejum regular? Com certeza! Richards apresenta uma infinidade de recursos para apoiar sua posição. Os arquivos da história cristã e dos escritos religiosos deixam claro o poder espiritual do jejum.

Estas palavras de São Leão Magno descrevem os benefícios do jejum:

“O jejum dá força contra o pecado, reprime os desejos do mal, repele a tentação, humilha o orgulho, esfria a raiva e promove todas as inclinações de uma boa vontade até a prática de todas as virtudes.”

Reunir os benefícios do jejum intermitente para a saúde com seu enorme impacto espiritual é francamente brilhante – e é uma tarefa que Richards leva a sério. O livro tem muitas partes dedicadas ao jejum como disciplina espiritual. O autor ainda incentiva os leitores a intensificar a oração, a leitura das Escrituras e outras devoções como parte essencial do jejum intermitente.

Um ponto importante que muitas vezes é esquecido nas discussões sobre o jejum é que ele pode ser uma forma de oração, quando oferecido adequadamente a Deus – uma oração extremamente potente.

Richards ressalta:

“Até hoje, o Direito Canônico exige que os padres orem e jejuem antes de realizar um exorcismo, e exortem a vítima de possessão a fazer o mesmo … Então, quando você jejuar, faça tudo o que puder para emparelhá-lo com oração.”

Talvez a mensagem mais esperançosa do livro seja que a prática do jejum é destinada à maioria dos cristãos, com exceção de mulheres grávidas e amamentando, idosos e outras pessoas com problemas de saúde. O jejum pode ser bom tanto para o corpo quanto para a alma, e é mais acessível do que você imagina.

Richards escreve:

“Deus não pretendia que o jejum fosse entregue apenas ao raro monge ou eremita. Ele queria isso para todos. Ele queria isso para você.”

O livro ainda oferece orientações claras sobre o jejum tradicional durante a Quaresma ou qualquer outro período de seis semanas, incluindo uma lista de compras e instruções detalhadas semana a semana.

Fonte: Aleteia



De onde vem a Quaresma?

Philippe Lissac | GoDong

Redação da Aleteia | Fev 27, 2020

A observância de um período de oração, jejum e esmola como preparação para a Páscoa remonta à época dos Apóstolos

A palavra “Quaresma” vem do latim “Quadragesima”, em referência ao “quadragésimo dia” antes da Páscoa. Nos idiomas de origem germânica, são utilizados derivados do termo “Lencten” (primavera).

Nos idiomas provenientes do Latim, o termo para designar este tempo de preparação para a Páscoa é “quadragesima”. Por exemplo, em espanhol é “Cuaresma”, em português, “Quaresma”, em francês, “Carême”, e em italiano, “Quaresima”.

Nos idiomas de origem germânica, incluído o inglês (“Lent”), o nome dado à Quaresma vem de “Lencten”, que significa “primavera”.

O sacerdote australiano do Opus Dei John Flader, em seu livro “Question Time: 140 questions and answers on the catholic faith” (“Hora das perguntas: 140 perguntas sobre a fé católica”), escreve que o termo “Quaresma” se refere à estação em que o Hemisfério Norte se prepara para a Páscoa e que acontece na primavera.

Ainda que isso não ocorra no Hemisfério Sul, onde esse sacerdote australiano mora, ele observa que “este continua sendo um termo apropriado, pois, se a Quaresma for bem vivida, ela representa uma verdadeira primavera, um novo crescimento na vida espiritual”.

“Santo Agostinho – acrescenta – escreveu que o tempo da Quaresma simboliza esta vida presente na terra, com suas adversidades e tribulações, e que o tempo da Páscoa simboliza a alegria da vida futura.”

A observância de um período de oração, jejum e esmola como preparação para a Páscoa remonta à época dos Apóstolos, ainda que, durante os primeiros séculos, se limitasse somente a poucos dias.

O Pe. Flader observa que São Leão Magno (440-461) dizia sobre a Quaresma que “foi instituída pelos Apóstolos” e que a Tradição sustenta que “sempre foi vivida com uma maior atenção à vida de oração, jejum e esmola”.

“Nos primeiros três séculos, o tempo de jejum se limitava a alguns dias, uma semana quando muito”, afirma o sacerdote. “A primeira menção aos 40 dias foi no concílio ecumênico de Niceia (325), mas no final do século IV o costume havia se estendido amplamente, tanto no Oriente como no Ocidente.”

Com relação à determinação da duração da Quaresma – 40 dias –, o sacerdote explica que se refere aos “40 dias de jejum e oração que Cristo passou antes do começo da sua vida pública”.

As igrejas do Oriente e do Ocidente contavam os dias da Quaresma de maneira diferente, pois no Oriente os fiéis eram eximidos de jejuar os sábados e domingos. Além disso, a Quaresma durava um total de 7 semanas.

O Ocidente, por outro lado, só os domingos eram isentos e a Quaresma durava 6 semanas. No entanto, dessa forma, os dias de jejum somavam apenas 36, não 40. “Foi no século VII – explica o Pe. Flader – que a Quaresma começou a ter seu início 4 dias antes, com a Quarta-Feira de Cinzas, de maneira que havia 40 dias de jejum, como na atualidade.”

“Os domingos não estão incluídos nos 40 dias”, esclarece.

A Igreja sempre manteve a tradição de jejuar e fazer abstinência durante a Quaresma, mas as normas se modificaram ao longo dos séculos.

Segundo a pesquisa do Pe. Flader, as regras do jejum se tornaram muito estritas no século V: “Só se permitia uma refeição, no final da tarde. A carne não era permitida, nem sequer aos domingos. A carne e o peixe – e, em muitos lugares, os ovos e produtos lácteos – eram absolutamente proibidos”.

O sacerdote recorda que, nas igrejas orientais, ainda são seguidas regras similares: “Não podem comer vertebrados ou produtos derivados de vertebrados, isto é, nem carne, nem peixe, nem ovos, nem queijo, nem leite”.

No Ocidente, no entanto, as normas mudaram. No começo, era permitido um pequeno lanche, depois o peixe foi aceito e, finalmente, aceitou-se também a abstinência de carne apenas na Quarta-Feira de Cinzas e às sextas-feiras. Além disso, os produtos lácteos também foram permitidos.

Atualmente, os católicos jejuam na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa, abstêm-se de carne nestes dias e em todas as sextas-feiras da Quaresma. O jejum, como definem os bispos dos Estados Unidos, consiste em ter uma refeição completa e dois lanches.

Fonte: Aleteia



Há exatos 7 anos Bento XVI se despedia dos fiéis como Papa pela última vez


Bento XVI se despede dos fiéis em Castel Gandolfo, em 28 de fevereiro de 2013. Foto: Vatican Media

Vaticano, 28 Fev. 20 / 05:00 am (ACI).- Depois de anunciar a sua decisão de renunciar ao ministério em 11 de fevereiro, 2013, o Papa Emérito Bento XVI fez a sua renúncia no dia 28 de fevereiro do mesmo ano, se transladou do Palácio Pontifício do Vaticano a Castel Gandolfo.

Em 28 de fevereiro de 2013, às 17h07 (hora local), Bento XVI deixou o Vaticano e seguiu de helicóptero até Castel Gandolfo. Na varanda da casa de verão dos pontífices, ele, que havia sido Papa durante oito anos, se dirigiu aos peregrinos reunidos na praça para lhes dizer: "Eu sou simplesmente um peregrino que iniciou a última etapa da sua peregrinação nesta terra".

Logo depois de ser transladado a Castel Gandolfo, foram fechadas as portas do local, começou a Sede Vacante.

Bento XVI viveu em Castel Gandolfo durante dois meses, enquanto realizavam as adaptações apropriadas em sua nova residência, o antigo mosteiro "Mater Eclesiae".

Entretanto, durante esses 62 dias, não ficou sozinho. De fato, nas primeiras imagens "roubadas" do Pontífice, ele aparecia caminhando pelos jardins junto com o seu secretário, Dom Georg Gänswein.

Além disso, recebeu algumas visitas, como a do seu sucessor Papa Francisco, que visitou Castel Gandolfo em 23 de março. Naquele dia, as primeiras imagens de ambos se abraçando na frente do helicóptero e rezando na capela ajoelhados no mesmo banco deram a volta ao mundo.

Um pouco mais de um mês depois, Bento XVI voltou ao Vaticano, onde Francisco o esperava para lhe dar as boas-vindas. A partir disso, Bento XVI começou uma nova vida no mosteiro ‘Mater Ecclesiae’ junto das quatro ‘memores Domini’ (Rossella, Loredana, Carmela e Cristina), leigas consagradas do Movimento Comunhão e Libertação que o ajudam desde então e com o Prefeito da Casa Pontifícia e secretário particular do Papa Emérito, Dom Georg Gänswein.

Mas desde que vive no Vaticano, Joseph Ratzinger também visitou aquela que tinha sido sua casa durante os meses de verão e algumas semanas depois da sua renúncia; durante essas visitas, percorreu os jardins junto com Dom Gänswein, rezou o rosário e participou de um concerto de piano.

Bento XVI em boa forma

Embora nas primeiras imagens divulgadas após a sua renúncia, Bento XVI foi visto usando uma bengala e movendo-se com dificuldade, ele mesmo disse durante os meses seguintes que queria deixar claro que está "muito bem". Assim assegurou o ator italiano Lino Banfi quando encontrou com ele no mosteiro ‘Mater Ecclesiae’, ocasião na qual também indicou que "toca piano, lê, estuda e reza".

Em outubro de 2017, Dom Gänswein desmentiu os rumores publicados no Facebook que Bento XVI estava à beira da morte.

Francisco visita Bento antes de cada viagem

Em meados de 2014, o Prefeito da Casa Pontifícia, Dom Georg Gaenswein, revelou que, antes de qualquer viagem internacional, o Papa Francisco visita Bento XVI, um gesto que mostra a boa relação que existe entre ambos e como o atual Pontífice continua a visão do seu antecessor.

Em 14 de fevereiro de 2015, Bento XVI participou da criação de 20 novos cardeais pelo Papa Francisco, e no dia 8 de dezembro do mesmo ano foi o primeiro peregrino a cruzar a Porta Santa da Basílica de São Pedro, durante a inauguração do Ano Santo da Misericórdia.

Do mesmo modo, em 28 de junho de 2016, Bento XVI pronunciou algumas palavras ao seu sucessor. Durante os 65 anos de ordenação sacerdotal do Papa Francisco, o Papa Emérito afirmou que “a sua bondade, desde o primeiro momento da eleição, em cada momento da minha vida aqui, me toca, me leva, realmente, interiormente”.

“Mais do que nos Jardins do Vaticano, com a sua beleza, a Sua bondade é o lugar onde eu moro: Sinto-me protegido”, acrescentou.

Uma vida de oração

Em 11 de fevereiro de 2017, quatro anos depois da renúncia de Bento XVI ao pontificado, o Pe. Federico Lombardi, ex porta-voz do Vaticano, afirmou que o Papa alemão vive em oração e com muita discrição o seu serviço de acompanhamento à Igreja e de solidariedade com seu sucessor, o Papa Francisco.

O sacerdote jesuíta, que foi Diretor da Sala de Imprensa durante o pontificado de Bento XVI, disse que, embora a força física de Joseph Ratzinger esteja debilitada devido à sua idade, "as forças mentais e espirituais estão perfeitas".

"Realmente é muito bonito ter o Papa Emérito que reza pela Igreja, pelo seu Sucessor. É uma presença que sentimos. Sabemos que ele está presente e, embora não o vejamos com frequência, quando o vemos, todos nós ficamos muito contentes, porque o amamos. Portanto, o sentimos como uma presença que nos acompanha, nos consola e nos tranquiliza", afirmou o sacerdote, atual presidente da Fundação Joseph Ratzinger.

Fonte: ACI digital



As ofensas contra o Papa atestam ódio e polarização. Diálogo e fé seguem outro caminho, o de Francisco


"Temos que voltar a ter maior serenidade", afirma dom Odilo, sobre as críticas ao Papa  (Vatican Media)

A mídia social dá voz até a ondas “obcecadas e quase irracionais” de críticas ao Papa Francisco. A praça virtual, porém, também abre espaço a referências católicas brasileiras como Pe. Zezinho e dom Odilo Scherer que defendem publicamente o Santo Padre e lamentam atitudes de “grupos que respondem em rebanho com a mesma formação ideológica”, pretendendo “desmoralizar o Papa perante a própria Igreja. Isso deve ser superado de todas as formas”, afirma o arcebispo de São Paulo.

Silvonei José, Andressa Collet – Cidade do Vaticano

A maior praça pública do mundo não fica muito longe de casa. E nem do Vaticano. Com o avanço da tecnologia, os ambientes sociais são de fácil acesso a todos com uma conexão à Internet. Assim, as redes sociais viraram um fenômeno global de transmissão de informação e divulgação de cultura e de lazer, mas, também, de fácil difusão de difamação.

Nesse contexto, nem o Papa Francisco e a Igreja foram poupados, o que rendeu defesa por parte de referências católicas ativas na mídia social brasileira. O Pe. Zezinho, em tweet de 17 de fevereiro, em seu perfil oficial @padrezezinhoscj, afirmou:

“O que leva os agressores a ofender o Papa Francisco não é a fé. É a política. São católicos radicais, liberais e ultraconservadores contra a esquerda e o comunismo, que não tendo lido os documentos sociais da Igreja pensam mais politicamente e do que catolicamente!”

Horas antes e no mesmo dia, o arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, no seu perfil oficial no Twitter, @DomOdiloScherer, também se manifestou em defesa do Papa Francisco ao escrever:

“Por esses dias estão sendo publicadas muitas asneiras sobre o Papa. Quem é Católico, use apenas o bom senso e não se deixe levar por reflexões inflamadas. As mentiras e calúnias têm vida curta. Entre um franco atirador oportunista e o Papa, fique com o Papa e a Igreja.”

Em declaração a Silvonei José, da redação brasileira do Vatican News, dom Odilo ponderou a sua defesa ao Santo Padre. Veja, na íntegra, as considerações do arcebispo de São Paulo sobre o que considerou “uma onda obcecada, quase irracional” de críticas a Francisco:

“É, de fato, houve uma onda muito grande de críticas ao Papa e, naturalmente, a todos aqueles que se posicionaram a favor do Papa e procuraram explicar, defender o Papa, esclarecer as coisas, foram igualmente execrados e criticados. Eu mesmo tomei a iniciativa de dizer alguma coisa através das mídias sociais a esse respeito e eu pude experimentar, naturalmente, toda uma onda, eu diria, uma onda obcecada, quase irracional onde não se tem condições de fazer um diálogo, um raciocínio de levar as pessoas às razões porque se responde simplesmente apaixonadamente e com uma posição já pré-definida, uma posição de ódio, que não tem base, não tem base.

Infelizmente está dentro de um contexto mais amplo. É o contexto dessa polarização que nós vivemos, não só no Brasil, mas se vive um pouco em todo mundo essa polarização ideológica entre direita e esquerda, extrema direita e extrema esquerda, e onde não se pensa em diálogo, mas simplesmente em destruir quem pensa diferente da gente. E destruir, no caso do Papa, significa tirar dele ou manchar a autoridade moral e até a autoridade religiosa. São coisas assim muito estranhas em dizer que o Papa não me representa, ou o Papa é comunista, ou o Papa é um falso Papa. Coisas que não têm absolutamente nenhum fundamento, nenhuma explicação, mas foi o que mais se falou e mais se ouviu através das mídias sociais, naturalmente grupos que respondem em rebanho que tem uma mesma formação ideológica e que simplesmente mergulham neste mesmo pensamento de grupo, sem pensar e sem se colocar as razões daquele que estão afirmando. Isso é muito lamentável."

“Nós temos que voltar a ter maior serenidade, a também pensar antes de a gente colocar coisas nas mídias sociais porque isso tem repercussão sobre outras pessoas. E, muito mais, quando se volta contra, por exemplo, o Santo Padre, contra o Papa, e pretendem desmoralizar o Papa perante a própria Igreja. Isso está acontecendo, pretendendo tirar a autoridade do Papa perante a própria Igreja. Semeiam, portanto, um clima de hoje para dentro da própria Igreja e isso é muito ruim, é muito ruim. E, portanto, deve ser superado de todas as formas.”

27 fevereiro 2020

Fonte: Vatican News



Relíquia da Cruz de Cristo encontrada na Catedral de Fortaleza será venerada na Quaresma


Por Natalia Zimbrão

Relíquia da Cruz de Cristo e certificado de autenticação / Foto: Facebook Arquidiocese de Fortaleza

FORTALEZA, 27 Fev. 20 / 04:10 pm (ACI).- Na Quarta-feira de Cinzas, 26 de fevereiro, os católicos de Fortaleza (CE) receberam um grande presente: foi-lhes apresentada a relíquia da Vera Cruz, a Cruz de Cristo, encontrada recentemente na Catedral Metropolitana, e que será exposta para veneração durante a Quaresma.

De acordo com a Arquidiocese de Fortaleza, o Arcebispo, Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, anunciou ao final da Missa de Cinzas “que foi encontrara uma Relíquia da Cruz de Cristo no subsolo da Catedral”. Juntamente com a relíquia, foi encontrado o certificado atestando sua autenticidade.

A relíquia da Vera Cruz foi enviada de Roma e recebida em 29 de março de 1928 pelo primeiro Arcebispo de Fortaleza, Dom Manuel da Silva Gomes.

O pároco da Catedral Metropolitana de Fortaleza, Padre Clairton Alexandrino de Oliveira, contou a ACI Digital que estão realizando uma grande obra no subsolo do templo, onde há muita coisa antiga. “Tenho o cuidado de examinar tudo e, então, achei dentro de uma caixa um crucifixo de prata e com ele estava a mensagem em latim atestando a veracidade da relíquia”.

A descoberta da relíquia se deu em dezembro passado, “perto do Natal”, recordou o sacerdote. Segundo ele, após comunicar ao Arcebispo, este sugeriu que fosse anunciado aos fiéis na Sexta-feira Santa.

Mas, “sugeri a ele que fizéssemos uma catequese com o povo durante a Quaresma, aproveitando para fazer a Via Sacra, meditar, e o Arcebispo concordou”, contou Pe. Clairton.

Desse modo, a relíquia foi apresentada aos fiéis na Quarta-feira de Cinzas, início da Quaresma, e durante todo este tempo litúrgico será exposta para veneração todas as quartas-feiras e sextas-feiras, “no horário da morte de Cristo, ou seja, às 15h”, quando será rezada a Via Sacra.

“Esta é uma oportunidade extraordinária que a providência divina nos dá nesse mundo de tanto relativismo. É oportunidade para meditarmos sobre o verdadeiro significado da redenção, de pensarmos até onde foi o amor de Deus por nós, que deu seu Filho na Cruz para derramar seu sangue por nós. No altar da Cruz, a morte foi derrotada e a vida teve a vitória”, expressou o pároco.

Para o sacerdote, poder venerar a relíquia da Vera Cruz durante a Quaresma é um convite a “viver bem” este tempo litúrgico. “Devemos passar pela cruz e assumir a cruz para, com Cristo, alcançarmos a vitória”, completou.

Relíquia da Vera Cruz

Ao ressaltar que a relíquia encontrada na Catedral de Fortaleza é “atestada pelo Vaticano”, Pe. Clairton recordou que a Cruz de Cristo foi encontrada por volta do ano 326, em Jerusalém, por Santa Helena.

Escritores antigos, como São Crisóstomo e Santo Ambrósio, narraram que, depois de realizar muitas escavações, foram encontradas três cruzes.

Sem saber qual era a de Jesus, levaram até o Monte Calvário uma mulher agonizante e, ao tocá-la com duas das cruzes, nada lhe ocorreu. Mas, ao tocá-la com a terceira cruz, a enferma se recuperou instantaneamente.

Macário, então Bispo de Jerusalém, Santa Helena e milhares de fiéis levaram a cruz em procissão pelas ruas da cidade.

Parte da Cruz ficou em Jerusalém e outros fragmentos foram levados a Roma e, mais tarde, distribuídos a outros locais, tendo um deles sido enviado à Fortaleza na década de 1920.

Fonte: ACI digital







quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Como o cristão deve reagir às notícias sobre o coronavírus

SamaraHeisz5 | Shutterstock

Redação da Aleteia | Fev 27, 2020

“Que pena, ver povos em desespero, numa verdadeira paranoia! Eis o que faz uma cultura na qual Deus desapareceu!”

O Brasil teve o primeiro caso de coronavírus confirmado pelas autoridades de saúde. Trata-se de um paciente que relatou ter feito, recentemente, uma viagem à Itália, onde o vírus já matou pelo menos 12 pessoas.

Segundo o Ministério da Saúde brasileiro, o país tem 20 casos suspeitos. E o avanço do vírus está levando pânico e muita preocupação ao mundo inteiro.

Mas seriam essas as reações esperadas para um cristão? Foi essa a provocação que o Bispo Diocesano de Palmares, PE, Dom Henrique Soares da Costa, fez em uma publicação recente no Facebook.

Abaixo, transcrevemos a íntegra do texto para que sirva de orientação a todos neste momento de incertezas.

“Para um cristão, qual a primeira reação ao tal vírus?
Ei-la: serenamente, rezar, colocar-se nas mãos do Senhor e tomar as providências que se fizerem necessárias, sem pânicos nem delírios paranoicos… Que pena, ver povos em desespero, numa verdadeira paranoia! Eis o que faz uma cultura na qual Deus desapareceu! Eis o que faz a perda de um sentido sobrenatural da vida e das coisas que nos acontecem! Uma humanidade boba, medrosa, paranoica…

Coloca toda esperança na razão humana, nas possibilidade da ciência e da técnica… E depois, se desespera…
Sem Deus, o que é o homem? Sem o socorro do Senhor, o que pode a inteligência humana sozinha?

Que tal rezar? Que tal confiar no Senhor?
Que tal intensificar o caminho de conversão?

Sei que minha observação, numa visão segundo o mundo, vai parecer alienada, simplória, irresponsável, maluca, imatura…

Sou cristão, sou Bispo! E como cristão e como Bispo é que desejo falar ao Povo de Deus!

Que o Senhor, na Sua misericórdia, nos livre do coronavírus e de outros, bem piores, como o pecado que apareceu de tantos modos no carnaval… Pecados e profanações que tiveram participação até de religiosos, com as justificativas mais esfarrapadas possíveis!
Que vírus perigosos, estes: o mundanismo, o relativismo, a impiedade, o secularismo, a perda do sentido do sagrado, a imoralidade, a vulgaridade… Vírus que provocam a morte da alma! Sobretudo destes, livre-nos o Senhor nosso Deus!

Quanto ao coronavírus, oração, confiança no Senhor, precaução equilibrada e lúcida, se for necessário! Só!

Fonte: Aleteia



Arquidioceses brasileiras publicam orientações para prevenção de coronavírus

Imagem referencial. Crédito: Daniel Ibáñez / ACI Prensa.

REDAÇÃO CENTRAL, 27 Fev. 20 / 03:11 pm (ACI).- Após a confirmação do primeiro caso de coronavírus no Brasil, arquidioceses brasileiras publicaram algumas orientações a serem adotados sobretudo durante a Missa, a fim de prevenir a proliferação da doença no país.

Em comunicado publicado na quarta-feira, a Arquidiocese de Belo Horizonte ressalta o compromisso da Igreja em preservar e promover a vida “em todas as suas etapas”. “Por isso mesmo, a Igreja une-se aos que hoje buscam combater a disseminação do coronavírus, uma ameaça à saúde, principalmente dos idosos e enfermos”.

Nesse sentido, orienta o “Povo de Deus” a que, “durante as Missas, em vez do abraço da paz, busque fortalecer ainda mais o sincero sentimento de bem-querer em relação ao próximo. Na oração do Pai-Nosso, no lugar de unir as mãos, seja cultivado com mais intensidade o compromisso com a fraterna comunhão”.

Aos sacerdotes, pede “que orientem os fiéis a receberem a Sagrada Eucaristia nas mãos, acolhendo Cristo enquanto se reza pelo irmão enfermo”.

“Essas ações simples, no contexto de nossas celebrações, são muito significativas neste momento em que precisamos nos unir para combater a proliferação do coronavírus”, acrescenta.

Já nesta quinta-feira, a Arquidiocese da Paraíba divulgou comunicado no qual assinala que “a Igreja, sempre preocupada com a defesa da vida em todos os aspectos, acompanha com atenção a disseminação do coronavírus pelo mundo”.

Explica ainda que, “assim como outros vírus já conhecidos, o coronavírus é transmitido através do contato físico ou da saliva”. Por isso, pede que nas celebrações presididas nas paróquias da Arquidiocese “se evite o contato das mãos, assim como abraços, que acontecem na Oração da Paz e na Oração do Pai Nosso”, e que no momento da Comunhão, “a hóstia seja entregue na mão do fiel e não diretamente na boca”.

“São ações simples que não alteram em nada o sentido da celebração e ajudam no combate à proliferação do vírus”, ressalta a Arquidiocese, que também assegura sua “oração para que este novo mal seja controlado, assim como pelo completo restabelecimento da saúde dos enfermos”.

Por sua vez, a Arquidiocese de Olinda e Recife (PE) também solicita que as paróquias adotem medidas como: evitar o aperto de mão durante a acolhida aos fiéis; não dar as mãos ao rezar o Pai-Nosso; omitir o abraço da paz; e distribuir a comunhão somente sob um espécie e diretamente nas mãos diante do ministro.

Tais orientações são oferecidas, “diante da difusão do novo coronavírus (covid-19) no mundo, e considerando que todos têm responsabilidade de evitar situações e circunstâncias que facilitem o contágio”.

Além disso, a Arquidiocese pernambucana reforça algumas meninas recomendadas pelas autoridades sanitárias, como: higienizar as mãos muitas vezes com água de sabão ou álcool em gel; utilizar lenço descartável para higiene nasal; proteger com lenços (preferencialmente descartáveis a cada uso) a boca e o nariz ao tossir ou espirrar; evitar tocar no nariz ou boca, após contato com superfícies.

As orientações incluem ainda: manter os ambientes bem ventilados; evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais da doença; orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença; evitar locais com multidão; repouso, alimentação balanceada e ingestão de líquidos.

O primeiro caso de coronavírus no Brasil foi confirmado na quarta-feira, 26 de fevereiro. Trata-se de um homem de 61 anos, que mora em São Paulo e regressou de uma viagem ao norte da Itália, realizada entre 9 e 21 de fevereiro.

No país, outros 20 casos suspeitos estão sendo investigados em sete estados, sendo 12 deles de pessoas que também viajaram para a Itália, país europeu com maior propagação da doença, onde já foram registrados 528 casos e 14 mortes.

O novo coronavírus surgiu em Wuhan, na China, onde já foram contabilizados 78.630 casos, com 2.747 mortes. A doença se espalhou por diversos lugares e, segundo informou a Organização Mundial da Saúde (OMS), até quarta-feira, tinham sido registradas infecções em 44 países. Porém, nesta quinta-feira, também anunciaram seus primeiros casos Dinamarca e Estônia.

Fonte: ACI digital



Padre Reginaldo Manzotti está hospitalizado

Redação da Aleteia | Fev 27, 2020

Religioso passou mal depois de um evento de evangelização

A assessoria de imprensa do Padre Reginaldo Manzotti divulgou nota em que confirma que o sacerdote está hospitalizado na cidade de Curitiba, PR, desde o dia 25 de fevereiro, terça-feira.

A nota afirma que o Padre se sentiu mal quando retornava de Palmas, TO, onde participou de um evento de evangelização. Segundo a assessoria, Padre Reginaldo já apresentou melhora clínica, mas ainda está passando por exames e não tem previsão de alta.

A nota ainda traz uma mensagem do padre, que pede orações aos fiéis:

“Queridos filhos e filhas, sei da vossa imensa preocupação para comigo, sempre me acompanhando com orações e preces. Já estou recebendo o tratamento adequado e medicações e agora esperar que o quadro melhore. Conto com as vossas orações”.

Rezemos pela pronta recuperação do Padre Reginaldo Manzotti!

Fonte: Aleteia



Arquidioceses mineiras orientam fiéis para combater coronavírus no Brasil

Coronavírus: Arquidiocese de BH orienta católicos a evitarem contato físico em missa

Para evitar risco de contágio, o 'abraço da paz' deve ser evitado e a comunhão não deve ser recebida na boca

Durante a oração do Pai-Nosso, a arquidiocese recomenda que a assembleia evite de dar as mãos para rezar. (Marcos figueiredo/Arquidiocese BH)


Após a confirmação do primeiro caso de infecção por coronavírus (COVID-19) no Brasil, a Igreja católica emitiu recomendações aos fiéis para diminuir o risco de contaminação pela doença. As arquidioceses de Belo Horizonte e Juiz de Fora determinaram restrições em alguns gestos e práticas litúrgicas para evitar risco de contágio.

O Ministério da Saúde confirmou, nessa quarta-feira (26), que está comprovado o primeiro caso positivo de coronavírus no Brasil. Trata-se de um homem que mora em São Paulo, tem 61 anos e veio da Itália. Esse é o primeiro caso da doença no país e em toda a América Latina. Além dele, outros vinte casos suspeitos estão sendo monitorados em sete estados.

Em Belo Horizonte, a indicação é para que os fieis evitem o 'abraço da paz' e a comunhão 'pela boca'. Durante a oração do Pai-Nosso, a arquidiocese recomenda que a assembleia evite de dar as mãos para rezar.

Na Zona da Mata, aonde há a suspeita de um caso de coronavírus, o arcebispo Metropolitano, dom Gil Antônio Moreira, determinou medidas de precaução semelhantes às da capital. A decisão vale para todo o território arquidiocesano, composto por Juiz de Fora e outras 36 cidades.

Leia o comunicado da Arquidiocese de BH na íntegra

"A Arquidiocese de Belo Horizonte, em comunhão com a Igreja em todo o mundo, está sempre comprometida com a defesa da vida, com o bem estar de cada pessoa. A vida é dom de Deus, precioso, e por isso mesmo deve ser preservada e promovida, em todas as suas etapas, da fecundação ao declínio, com a morte natural. Por isso mesmo, a Igreja une-se aos que hoje buscam combater a disseminação do coronavírus, uma ameaça à saúde, principalmente dos idosos e enfermos.

Nossa orientação ao Povo de Deus é que, durante as Missas, em vez do abraço da paz, busque fortalecer ainda mais o sincero sentimento de bem-querer em relação ao próximo. Na oração do Pai-Nosso, no lugar de unir as mãos, seja cultivado com mais intensidade o compromisso com a fraterna comunhão. Aos nossos irmãos sacerdotes, pedimos que orientem os fiéis a receberem a Sagrada Eucaristia nas mãos, acolhendo Cristo enquanto se reza pelo irmão enfermo.

Essas ações simples, no contexto de nossas celebrações, são muito significativas neste momento em que precisamos nos unir para combater a proliferação do coronavírus.

Deus muito nos abençoe nesta missão, com a intercessão materna de Nossa Senhora da Piedade – Padroeira de Minas Gerais."

Fonte: Dom Total





Hospital do Papa se mobiliza contra epidemia de coronavírus na Itália


Vaticano, 26 Fev. 20 / 02:30 pm (ACI).- O Hospital Pediátrico Bambino Gesù, em Roma, conhecido como Hospital do Papa, mobilizou seus recursos médicos para combater a epidemia do conhecido como Coronavirus de Wuhan, que já causou 6 mortes e mais de 200 infectados no norte da Itália.

O vírus, identificado como COVID-19 ou 2019-nCoV e que causa problemas respiratórios com risco de pneumonia, teve origem no mercado da cidade chinesa de Wuhan, em dezembro de 2019, onde a carne de animais selvagens era comercializada sem nenhum tipo de controle sanitário.

A epidemia causou mais de 2.500 mortes, a maioria na China, e infectados em muitos países ao redor do mundo, incluindo a Itália. Especialmente alarmante está sendo também a situação no Irã e na Coreia do Sul, onde o vírus se introduziu com grande virulência.

No caso específico da Itália, a epidemia ficou descontrolada no final da semana passada quando surgiram os primeiros focos nas regiões de Lombardia e Veneto, sem que as autoridades italianas fossem capazes de identificar como o vírus apareceu e se espalhou.

Frente a essa situação, a presidente do Hospital Bambino Gesù, Dra. Mariella Enoc, explicou aos meios de comunicação, nesta segunda-feira, 24 de fevereiro, que em Lácio, embora o hospital de referência para especialidades pediátricas seja o Bambino Gesù, decidiu-se enviar os possíveis casos de crianças doentes de COVID-19 ao Hospital Lazzaro Spallanzani, também em Roma.

O motivo é que, no Hospital Bambino Gesù, são tratadas muitas crianças com câncer e com o sistema imunológico mais frágil, por isso a presença de crianças doentes com coronavírus é desaconselhada.

Embora, como assinalou a Dra. Enoc, não haja nenhuma criança diagnosticada com COVID-19, decidiu-se tomar medidas de prevenção caso ocorram casos. Para isso, o Bambino Gesù enviou profissionais de saúde, medicamentos e instrumentos médicos ao Hospital Lazzaro Spallanzani.

Precisamente, há dois cidadãos chineses diagnosticados com COVID-19 internados neste hospital, embora estejam estáveis e um já esteja fora de perigo.

Portanto, “em vez de levar as crianças ao Bambino Gesù, que é um hospital onde há casos muito delicados, toda a oncologia, preferimos que o Hospital Bambino Gesù vá ao Spellanzani. Isso significa uma colaboração muito forte que tranquilizou todos os pais das crianças que estão conosco”.

Com relação à reação do Estado italiano frente à epidemia, a Dra. Enoc disse que "o que poderia ser feito já foi feito".

"Esse tipo de epidemia atinge, sobretudo, as pessoas mais imunodeprimidas, pessoas com múltiplas patologias, porque é evidente que basta que uma pessoa idosa com outros problemas contraia pneumonia para que seu quadro clínico se agrave", explicou.

Em todo caso, espera “que essa epidemia se detenha. Sabe-se que na China o pico já está caindo. Toda doença tem um pico e depois uma queda, e nós estamos tranquilos”.

Concretamente, pediu que a epidemia não seja politizada: “Peço que esta epidemia não se converta em uma questão política, porque não pode ser uma questão política. É uma questão de saúde, de bem-estar dos italianos”.

Por fim, fez um chamado a colocar todos os meios para evitar que o vírus chegue ao continente africano, “onde certamente não seria possível fazer tudo o que está sendo feito na Itália para uns poucos casos”.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.

Fonte: ACI digital



Quaresma: o caminho da paz, alegria e renovação espiritual

Shutterstock-Kosim Shukurov

Philip Kosloski | Fev 26, 2020

A Quaresma não deve ser um tempo sombrio, mas o período em que aprofundamos nosso relacionamento com Cristo

A Quaresma é notoriamente desprezada por muitos cristãos e vista como uma época dolorosa. Pode ser tentador pensar nela como um período em que somos “forçados” a desistir de algo que gostamos. No entanto, isso deixa de lado o fato de a Quaresma ser um tempo de renovação espiritual e somos desafiados a encará-la com alegria.

Em vez de abordar a Quaresma de maneira negativa, somos convidados a vê-la de maneira positiva, como uma oportunidade para aprofundarmos nosso relacionamento com Jesus Cristo e acompanhá-lo em sua fatídica jornada a Jerusalém.

Se realmente amamos a Jesus, isso não deveria ser emocionante? Normalmente ficamos muito felizes quando podemos passar mais tempo com nosso cônjuge ou um ente querido. Não deveríamos ter o mesmo sentimento sobre Jesus?

O escritor cristão Frederick Charles Woodhouse descreveu em seu livro “Um Manual para a Quaresma” (publicado em 1883) uma visão da Quaresma que deveríamos considerar:

“Mais uma vez a Quaresma chegou; mais uma vez, vamos recebê-la; agradecemos a Deus por isso; vamos entrar com entusiasmo e expectativa, como em uma época de bênçãos, uma época mais adequada para nós … Muitos encaram a Quaresma como uma época triste, dolorosa e proibitiva, e assim perdem metade de suas bênçãos e toda a sua doçura. Fora com isso! Vamos pegar a cruz com um sorriso; olhemos para Deus e para nossos irmãos cristão e para dentro de nossos próprios corações, e digamos como nossa palavra de ordem e lema: ‘Eis que subimos a Jerusalém’; Jerusalém, a cidade da paz, a cidade que tem fundamentos, cujo construtor e criador é Deus; nossa própria casa, onde estão todas as coisas boas e todas as pessoas queridas, onde tudo o que queremos e desejamos há tanto tempo será finalmente nosso. “Eis que subimos a Jerusalém.”

É verdade que esse caminho para Jerusalém costuma ser cheio de dificuldades e sofrimento, mas essas privações são apenas trampolins para alcançar um lugar de serenidade e paz:

“O caminho é longo, e, às vezes, difícil e triste. Mas, à medida que avançamos, esquecemos tudo e começamos a cantar. É difícil desistir e deixar para trás o que a natureza ama tanto, mas o sacrifício traz mais prazer do que indulgência. Seguramos a coroa de espinhos, pálida de terror; nossas mãos tremem quando a levamos à cabeça. Nesse pequeno espaço, muitas vezes resolvemos jogá-lo fora. Mas de alguma forma s colocamos estremecendo em nossas cabeças… E eis seus espinhos se foram e há flores lá. Tentamos ter comunhão com Cristo em Sua paixão, tomamos a cruz, cortejamos a dor em simpatia amorosa por Ele… Ele suportou toda a dor, Ele tirou o aguilhão dele, Ele esgotou o poder de todos – essas mortificações apenas nos dão alegria e paz.”

Da mesma forma, Jesus disse a seus discípulos que não deixassem que o jejum os impactasse de maneira negativa, mas que se aproximassem com espírito de alegria.

“Quando jejuardes, não tomeis um ar triste como os hipócritas, que mostram um semblante abatido para manifestar aos homens que je­juam. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando jejuares, perfuma a tua cabeça e lava o teu rosto. Assim, não parecerá aos homens que jejuas, mas somente a teu Pai que está presente ao oculto; e teu Pai, que vê num lugar oculto, te recompensará” (Mateus 6, 16-18).

Enfim, a Quaresma é um momento maravilhoso para a alma e abre um caminho para a renovação espiritual. Nossa experiência com a Quaresma dependerá muito da maneira como a encaramos. Se considerarmos um período de privação, provavelmente não duraremos toda a Quaresma. No entanto, se a virmos como uma maneira de nos aproximarmos de Jesus, qualquer sacrifício que fizermos valerá a pena e a encararemos com alegria.

Fonte: Aleteia



Por leve indisposição Papa não vai a São João de Latrão, mas atividades são mantidas

Papa Francisco. Crédito: Daniel Ibáñez (ACI)

Vaticano, 27 Fev. 20 / 09:31 am (ACI).- O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Matteo Bruni, informou que, com uma "leve indisposição", o Papa Francisco preferia não comparecer à liturgia penitencial na Basílica de São João de Latrão, mas que "os outros compromissos estão sendo feitos regularmente".

O Santo Padre havia planejado ir nesta quinta-feira, 27 de fevereiro, a São João de Latrão para participar da liturgia penitencial com o clero romano, na qual, segundo o programa, o Pontífice ouviria algumas confissões e concluiria a celebração com algumas palavras.

No entanto, Bruni indicou qu,e “devido a uma leve indisposição, preferiu ficar nos aposentos próximos a Santa Marta; os outros compromissos estão sendo feitos regularmente”.

Por sua vez, Vatican News informou que nesta quinta-feira “o Papa presidiu pela manhã a Missa na Capela da Casa Santa Marta e logo depois recebeu em audiência os membros do ‘Movimento Católico Global pelo Clima’ (Global Catholic Climate Movement)”, um organismo que colabora com a Igreja para uma maior tutela da Casa Comum, inspirado nos valores da Laudato si’.

De acordo com as atividades programadas, o Papa Francisco participará dos exercícios espirituais da Cúria Romana de 1 a 6 de março na Casa Divino Mestre, na cidade italiana de Ariccia.

Ontem, 26 de fevereiro, o Pontífice realizou a Audiência Geral na Praça de São Pedro de manhã e à tarde foi ao Monte Aventino, onde presidiu a oração da primeira estação quaresmal na igreja de Santo Anselmo. Depois, participou da procissão penitencial até a Basílica de Santa Sabina, onde celebrou a Missa com o ritual da benção e imposição de cinzas.

Publicado originalmente em ACI Prensa. Traduzido e adaptado por Nathália Queiroz.

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrado São Gabriel das Dores, copadroeiro da juventude católica italiana (27 de fevereiro)


REDAÇÃO CENTRAL, 27 Fev. 20 / 05:00 am (ACI).- “Jesus, José e Maria, expire em paz, entre vós, a alma”, foram as últimas palavras de São Gabriel de Nossa Senhora das Dores, copadroeiro da juventude católica italiana, cuja festa é celebrada neste dia 27 de fevereiro. Ele abandonou toda uma série de “vaidades” para seguir o conselho da Virgem Maria.

Seu nome original era Francisco, assim como São Francisco de Assis. Inclusive, nasceu em Assis (Itália), em 1838, e foi batizado na mesma pia batismal que São Francisco e Santa Clara. Era o décimo primeiro de treze irmãos e ficou órfão de mãe quando tinha quatro anos.

Desde criança, destacou-se por seu grande amor aos pobres, mas tinha o defeito de explodir rapidamente de raiva. Na adolescência, sua vaidade cresceu. Gostava de se vestir na moda, com roupas elegantes. Ia frequentemente ao teatro, gostava de ler romances e sentia paixão por bailes.

Entretanto, Francisco cumpria fielmente suas práticas religiosas e tinha uma grande devoção pela Virgem Maria, sob a advocação de Nossa Senhora das Dores. Em casa, conservava uma imagem da Pietá que enfeitava com flores.

Era um líder entre os jovens. Frequentou o colégio dos irmãos das Escolas Cristãs e o liceu clássico com os jesuítas. Certo dia, um conhecido lhe fez uma proposta imoral e Francisco puxou um canivete que ocultava entre suas roupas para afastá-lo.

O chamado

Aos 17 anos, a vocação sacerdotal começou a inquietá-lo. Ficou gravemente doente e, acreditando que estava morrendo, prometeu se tornar religioso se sua vida fosse salva. Uma vez recuperado, esqueceu-se de sua promessa. Mais tarde, ficou novamente doente e se encomendou ao então Beato jesuíta (hoje santo) Andrés Bobola.

Quando recuperou a saúde, prometeu igualmente se tornar religioso, mas as diversões o atraiam mais. Em um dia de caça, Francisco tropeçou e disparou um tiro que passou de raspão em seu rosto. Viu nisso um aviso do céu e renovou sua promessa. Tempos depois, comunicou sua inquietação vocacional ao seu pai, que o distraiu com teatro e reuniões.

Em 22 de agosto de 1856, na procissão de “Santa Ícone” (imagem mariana venerada em Spoleto), Francisco fixou seus olhos nos da imagem da Virgem e escutou a voz da Mãe de Deus em seu coração que lhe disse: “Tu não és chamado a seguir no mundo. O que fazes, então, nele? Entra na vida religiosa”.

Mais tarde, despediu-se de sua suposta “noiva” chamada Maria, que esteve presente em sua beatificação, e ingressou no noviciado passionista. Quando recebeu o hábito, adotou o nome “Gabriel de Nossa Senhora das Dores”. “A alegria e o gozo que disfruto dentro dessas paredes são indescritíveis”, escreveu uma vez.

Teve que aprender a controlar seu gênio e, em 1857, emitiu a profissão religiosa. No jardim, São Gabriel tinha reservado um espaço para semear e cuidar das flores especificamente para o altar. Posteriormente foi enviado ao convento passionista de Isola del Gran Sasso.

Aos 23 anos, São Gabriel se sentiu cansado, sem forças e vomitou sangue pela primeira vez, por causa da tuberculose. A comunidade se alarmou, o santo permaneceu sereno, mas piorou.

Em 27 de fevereiro de 1862, pediu a absolvição várias vezes e, com os olhos voltados para o céu, disse: “Pronto, minha Mãe. Maria, Mãe de graça, Mãe de misericórdia, defende-me do inimigo e acolhe-me na hora da morte”. Neste dia, partiu para a Casa do Pai.

Fonte: ACI digital


Oração

Ó Deus, que ensinastes a S. Gabriel a honrar com assiduidade as dores de vossa Mãe dulcíssima e por ela o elevaste à glória da Santidade e dos milagres, concedei-nos, pela sua intercessão e seus exemplos, a graça de partilharmos tão intimamente as dores de vossa Mãe Santíssima, que por sua maternal proteção consigamos a salvação eterna. Amém.

Oração de São Gabriel Possenti a 
Nossa Senhora das Dores

Ó Senhora das Dores, pela aflição e amor, com os quais vos colocastes à Cruz de Jesus, permanecei junto a mim em minha última agonia. Ao Vosso Maternal Coração recomendo as últimas três horas de minha vida. Oferecei estas horas ao Eterno Pai, em união com a agonia de nosso amável Senhor, em expiação de meus pecados.

Oferecei ao Eterno Pai o Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor junto a vossas lágrimas no Calvário, para que eu obtenha a graça de receber o Santíssimo Sacramento com o mais perfeito amor e contrição antes de minha morte, e que eu possa expirar minha alma na adorável presença de Jesus.

Querida Mãe, quando finalmente vier a hora de minha morte, apresentai-me como vosso filho a Jesus. Rogai a Jesus que me perdoe por Lhe haver ofendido, pois eu não sabia o que fazia. Pedi-Lhe que me receba no seu reino de glória para que eu possa me unir a Ele eternamente. Amém.

Extraído do site Saint Gabriel
Tradução feita por um Congregado Mariano.



Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana dos Anjos/Devoção e Fé Blog