Maio 2019 - Devoção e Fé - Blog Católico

terça-feira, 21 de maio de 2019

Este trono durará para sempre de acordo com a Bíblia


Philip Kosloski | Maio 21, 2019

Enquanto a maioria dos tronos é destruída (alguns através do fogo), este trono é eterno

Ao longo da história, reinos se ergueram e tombaram. Impérios conquistaram vastos territórios, e depois foram destruídos. Frequentemente, os líderes dessas nações sentaram-se em um trono físico que representava sua autoridade e poder.

Muitos líderes ornamentavam seus tronos com muito esmero, tornando-os muito mais do que uma peça de mobiliário. Para alguns líderes, era como se o trono fosse a fonte do poder, e muitos lutaram para saber quem se sentaria nele. Todos esses tronos tombaram após algumas gerações. É um poder temporal que é passageiro, muitas vezes corrompendo a pessoa que detém.

No entanto, há um trono que foi profetizado no Antigo Testamento que dura até hoje e durará por toda a eternidade.

Deus falou ao rei Davi através do profeta Samuel sobre um trono eterno.

Quando chegar o fim de teus dias e repousares com os teus pais, então suscitarei depois de ti a tua posteridade, aquele que sairá de tuas entranhas, e firmarei o seu reino. Ele me construirá um templo, e firmarei para sempre o seu trono real. Eu serei para ele um pai e ele será para mim um filho. (2 Samuel 7, 12-14)

Embora em alguns aspectos isso tenha sido cumprido através do filho de Davi, Salomão, foi finalmente cumprido por meio de Jesus Cristo, o verdadeiro Filho de Davi. Ele é o Messias da linhagem de Davi e é aquele que cumpre essa profecia estabelecendo um novo reino que não tem fronteiras.

O próprio Jesus descreveu onde este trono existe quando fala aos seus apóstolos.

Respondeu Jesus: Em verdade vos declaro: no dia da renovação do mundo, quando o Filho do Homem estiver sentado no trono da glória, vós, que me haveis seguido, estareis sentados em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel. (Mateus 19, 28)

Jesus também descreve como no final deste mundo ele retornará à Terra de uma maneira gloriosa.

Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. (Mateus 25, 31-33)

O livro do Apocalipse confirma a existência deste trono eterno na Jerusalém celeste, onde ele tem uma aparência espetacular.

Imediatamente, fui arrebatado em espírito; no céu havia um trono, e nesse trono estava sentado um Ser. E quem estava sentado assemelhava-se pelo aspecto a uma pedra de jaspe e de sardônica. Um halo, semelhante à esmeralda, nimbava o trono. Ao redor havia vinte e quatro tronos, e neles, sentados, vinte e quatro Anciãos vestidos de vestes brancas e com coroas de ouro na cabeça. Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante do trono ardiam sete tochas de fogo, que são os sete Espíritos de Deus. Havia ainda diante do trono um mar límpido como cristal. Diante do trono e ao redor, quatro Animais vivos cheios de olhos na frente e atrás. (Apocalipse 4, 2-6)

Ao refletir sobre este trono, ele deve nos lembrar o lugar onde devemos, em última análise, depositar nossa confiança. Líderes terrestres se levantarão e cairão, e embora devamos promover a verdade e a justiça na sociedade, esses líderes não são aqueles em quem devemos depositar toda a nossa confiança.

Somos filhos de um Rei que governa o mundo em amor e misericórdia e cujo trono não é feito de ferro. Seu trono é um trono eterno que nunca terminará e brilhará intensamente quando este mundo chegar ao fim. Esse pensamento deveria nos dar paz e serenidade.


Fonte: Aleteia
Foto: Vasiliy Koren' | Public Domain



Realizado Ato de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria (Vídeo Completo-21/05/2019)


O presidente Jair Bolsonaro assinou, por meio do seu Ministro, o Ato de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria, nesta terça-feira (21/5). O evento ocorreu no Palácio do Planalto, às 14h.

O ato foi idealizado pelo deputado Eros Biondini (PROS-MG) com participação da Congregação Mariana e outros grupos católicos. Na assinatura, esteve presente o bispo da Admistração Apostólica São João Maria Vianney, Dom Fernando Rifam.

Nas suas aparições em Fátima, Portugal, no ano de 1917, Nossa Senhora havia pedido expressamente que os países se consagrassem ao seu Imaculado Coração como forma de afastar as guerras e o comunismo. Em 1942, enquanto a Segunda Guerra Mundial exterminava milhões de pessoas, o Papa Pio XII consagrou o mundo inteiro ao Imaculado Coração de Maria.

Nas redes sociais, a repercussão começou ainda na segunda-feira, quando a tag #OrePeloBrasil se posicionou entre as mais mencionadas do Twitter.

Cerimônia Completa
https://youtu.be/Op4VFyNivvI

Católicos profetizam o novo no Brasil 
após ato de Consagração ao 
Coração da Virgem Maria


Foto: captura de video
Fonte: Filhos de Deus / Vídeo: Folha do Brasil

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Para Saber Mais: A Consagração do Brasil  ao Imaculado Coração de Maria em 1946

Nota do Blog: Hoje foi realmente realizado a renovação do Ato de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria?
Chris Tonietto fez alguns esclarecimentos em seu facebook.




segunda-feira, 20 de maio de 2019

Redes sociais sobre “Cristo Redentor” fotografado no céu da Argentina: “sinal”?

Mónica Aramayo / Redes Sociais (Reprodução)

Redação da Aleteia | Maio 20, 2019

Foto de 2018 viralizou nesta semana: o que pode ser dito a respeito de mais este caso?

Viralizou nos últimos dias uma fotografia de 18 de outubro de 2018, registrada logo antes de uma tempestade em San Salvador de Jujuy, na Argentina. O sucesso da foto tirada por Mónica Aramayo se deve ao fato de que as nuvens e a luz do sol parecem formar uma silhueta de Jesus Cristo, comparada por muitos usuários de redes sociais com a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

Mónica declarou ao site argentino Todojujuy.com que havia tirado várias fotos naquele fim de tarde, mas que, na hora, não havia notado a imagem que agora descreve como “um presente da natureza“:

“O que me impressionou foi o raio de sol que entrava no meio das nuvens, como se fosse começar uma tempestade”.

Ela garante que a foto não sofreu edição alguma e acrescentou que a imagem lhe foi pedida para ser examinada por um cientista italiano “que se dedica a estudar imagens religiosas e que aparecem nas nuvens, árvores, pedras e outros meios“.

Como é frequente em episódios semelhantes, não faltaram internautas descrevendo a imagem como “milagrosa”.

Mas é um “milagre”?

Não. Não se pode falar tecnicamente em milagre quando existem explicações científicas plausíveis para um acontecimento. É muito comum que elementos da natureza apresentem formas curiosas e inspiradoras, inclusive recordando pessoas. Pode acontecer não só com as nuvens, mas também com flores, com a disposição dos ramos de uma árvore, com os contornos de uma montanha, com as curvas de um rio fotografado do alto… Existe um termo científico para definir o fenômeno pelo qual desenhos abstratos nos dão a impressão de formas reais: pareidolia (do grego para-, semelhante a, e eidolon,imagem, figura).

O uso do termo “milagre” é bastante popular e comum diante de fenômenos que parecem sobrenaturais: na grande maioria dos casos, o uso dessa palavra é bem intencionado, mas precipitado e equivocado como termo técnico.

Milagres são fenômenos cientificamente inexplicáveis, que contradizem as regras da natureza conforme as conhecemos. Os casos em questão, no entanto, são perfeitamente explicáveis pela ciência.

Para que algum fenômeno possa ser oficialmente declarado como de caráter sobrenatural, são necessários criteriosos e detalhados estudos. A Igreja católica segue critérios científicos bastante rígidos para afirmar algum milagre. Os milagres de cura, por exemplo, chegam a demorar décadas até serem reconhecidos. Os fatos precisam ser cuidadosamente estudados por médicos, revisados por cientistas (na maioria dos casos, laicos e até mesmo ateus), expostos às críticas públicas e, só depois de feitos todos os estudos científicos, a própria Igreja faz a análise teológica mediante o trabalho das suas comissões de especialistas em teologia. Aliás, você pode conhecer um pouco mais sobre a delicada avaliação de supostos milagres por parte da Igreja clicando no seguinte artigo sobre os 7 critérios para se declararem milagrosas as curas que acontecem no santuário de Lourdes:

Então é um sinal?

Entendendo-se por “sinal” aquilo que contém um “significado”, certamente não há erro em dizer que são sinais naturais – ou seja, estão “previstos” na ordem natural das coisas e, por mais que pareçam inusitados ao nosso olhar, significam primariamente a própria existência dessa ordem natural. E isto já é grandiosamente instigante: existe uma ordem natural em vez de mero acaso.

De fato, não é apenas o sobrenatural que pode nos impactar: a natureza mesma, incluindo a nossa capacidade natural de admirar o belo, também tem muito a nos “dizer”, dado que o fascínio da natureza, em si mesmo, já nos remete a uma das perguntas-chave da filosofia e da ciência: qual é a origem de tudo isso?

Mesmo um acontecimento tranquilamente explicável pela ordem natural das coisas pode servir como “gatilho” para reflexões importantes.

O cristão acredita que Deus nos fala através de sinais, sejam naturais, sejam sobrenaturais, e que Ele sempre deixa à liberdade de consciência de cada um a decisão final de como interpretá-los. Os próprios ateus, aliás, costumam enfatizar que as tragédias são uma “prova” de que Deus não existe, apelando para a sua “fé” na inexistência de Deus com base em sinais passíveis de interpretações pessoais (que, aliás, cientificamente falando, não são válidos como provas).

Para quem crê na inexistência de Deus, tudo é e será sempre mero acaso e falta de sentido. Para quem acredita em Deus e no sentido sobrenatural da existência, tudo é e será sempre um grande milagre, testemunhado por uma abundância de sinais repletos de sentido.

“Narram os céus a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de Suas mãos” (Salmo 18, 2) (Fonte: Aleteia)


Estão sendo fotografados “sinais do céu”?

Redação da Aleteia | Mar 12, 2019

Será que as nuvens e o sol estão simbolizando alguma mensagem divina por meio de tantas imagens chamativas que têm sido vistas?

Recentemente, diversas fotografias compartilhadas em redes sociais chamaram muitas atenções mundo afora para fenômenos visuais envolvendo as formas das nuvens e as manifestações da luz do sol. Não faltou quem procurasse descrevê-las recorrendo a termos como “sinais”, “milagres” ou “avisos”, inclusive com matizes apocalípticos.

Entre as imagens que mais repercutiram, recordamos quatro:

1 – A nuvem em forma de bebê em gestação na França
Laury Moussière

A fotografia viralizou na internet depois de aparecer no canal de TV France 3 em 22 de junho de 2018, mas tinha sido tirada em agosto de 2017 por Laury Moussière, moradora da cidade de Cournon d’Auvergne, no centro da França. Ela mostra nuvens cuja forma lembra o rosto de um bebê no útero materno. Grande parte dos comentários dos internautas está relacionando a imagem com a recente onda pró-aborto em diversos países e, em decorrência, interpretando o formato da nuvem como um “sinal sobrenatural” em favor da vida.

2 – A nuvem em forma de “Espírito Santo” sobre Roma
Reprodução Internet

Há quem veja neste conjunto de nuvens a gigantesca imagem de uma “pomba da paz”, de uma “águia” ou até uma visível manifestação do Espírito Santo. Trata-se de uma foto que circula pela internet há vários anos e cuja autenticidade não foi comprovada. A localização do registro já foi apontada como Jerusalém, Zacatecas (México) e Roma. De fato, o edifício ao lado direito da imagem é a Basílica de São Pedro, no Vaticano.

3 – Os raios de luz em forma de “Cristo Redentor” na Itália
Alfredo Lo Brutto / Facebook

Tirada ao pôr-do-sol no sul da Itália e atribuída a um empresário italiano chamado Alfredo Lo Brutto, de Agropoli, esta imagem apresenta uma figura de luz formada pelos raios de sol entre as nuvens. Suas formas evocam Jesus Cristo, em pé sobre o Mar Tirreno, e foram apontadas por internautas como semelhantes às da estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.

4 – O arco-íris que “envolveu” a basílica mariana da Costa Rica
Twitter Marvin Urena

Aconteceu num sábado, dia da semana dedicado a Nossa Senhora. Era 3 de novembro de 2018 e o local era a cidade de Cartago, perto de São José, capital da Costa Rica, justamente sobre o local em que se encontra a Basílica de “Nuestra Señora de los Ángeles”, a padroeira do país centro-americano. Um arco-íris, como tal, não tem nada de extraordinário: é um fenômeno bastante frequente e perfeitamente natural. O que cativou o público foi a sua “perfeição” e, obviamente, o simbolismo: um arco de luz e cor ornamentando uma igreja dedicada a Nossa Senhora como padroeira de toda a nação. (Fonte: Aleteia)



As palavras da Virgem Maria na Bíblia que questionam o mundo hoje


REDAÇÃO CENTRAL, 19 Mai. 19 / 05:00 am (ACI).- Nos Evangelhos, encontra-se pouco do que a Virgem Maria falou, porém, quando aparecem citações de suas palavras, é possível apreciar que essas não geram apenas uma reação do Senhor, mas também questionam ao mundo de hoje. São João Paulo II nos ofereceu uma profunda reflexão sobre cada uma delas.


A Anunciação (Lc 1,26-38)

As primeiras palavras da Virgem são contadas por São Lucas quando o Anjo Gabriel visitou Maria e lhe revelou que conceberia Jesus. Ela perguntou: “Como se fará isso, pois não conheço homem?”. E o mensageiro divino, com paciência, explicou a ação do Espírito Santo. “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra”, respondeu Maria.

Sobre esta passagem, São João Paulo II escreve na Redemptoris Mater, parágrafo 13, que a Mãe de Deus “respondeu, pois, com todo o seu ‘eu’ humano e feminino. Nesta resposta de fé estava contida uma cooperação perfeita com a ‘prévia e concomitante ajuda da graça divina’ e uma disponibilidade perfeita à ação do Espírito Santo, o qual ‘aperfeiçoa continuamente a fé mediante os seus dons’”.


A visita a sua prima Isabel (Lc 1,39-56)

Maria, movida pela caridade, colocou-se a serviço de sua prima idosa Isabel. Nesse encontro familiar, Isabel a felicitou e a simples Virgem louvou a Deus e proclamou uma das orações mais excelsas do cristianismo, inspirada no Antigo Testamento: o Magnifica.

“Minha alma glorifica ao Senhor, meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva...”.

“Com sua visita a Isabel, Maria realiza o prelúdio da missão de Jesus e, colaborando desde o começo de sua maternidade na obra redentora do Filho, transforma-se no modelo de quem na Igreja se coloca em caminho para levar a luz e a alegria de Cristo aos homens de todos os lugares e de todos os tempos” (São João Paulo II, Audiência Geral, 1996).


Jesus é encontrado no Templo (Lc 2,41-52)

Quando Jesus tinha doze anos, ficou em Jerusalém e seus pais, não o achando na caravana, voltaram para busca-lo. Depois de três dias, encontraram-no no Templo dialogando com os doutores da lei e Maria lhe disse: “Meu filho, que nos fizeste? Eis que teu pai e eu andávamos à tua procura, cheios de aflição”.

Jesus respondeu que tinha que se ocupar das coisas de seu Pai e a Virgem e São José não entenderam aquela resposta.

São João Paulo II explica que “Jesus tinha a consciência de que ‘só o Pai conhece o Filho’ (cf. Mt 11, 27); tanto assim, que até aquela a quem tinha sido revelado mais profundamente o mistério da sua filiação divina, a sua Mãe, vivia na intimidade com este mistério somente mediante a fé! Encontrando-se constantemente ao lado do Filho, sob o mesmo teto, e ‘conservando fielmente a união com o Filho’, Ela ‘avançava na peregrinação da fé’, como acentua o Concílio”.


Bodas de Caná (Jo 2,1-11)

Maria, como toda boa mãe, vivia preocupada para que não faltassem as coisas da casa e muito menos em um casamento. Foi assim que, em Caná, alertou seu Filho: “Eles já não têm vinho”. Com a confiança de saber que Jesus ajudaria, adiantou a “hora” do Senhor e deu uma mensagem aos servos e, nela, a todos os crentes: “Fazei o que ele vos disser”.

“Em Caná, graças à intercessão de Maria e à obediência dos servos, Jesus dá início à ‘sua hora’. Em Caná, Maria aparece como quem acredita em Jesus: a sua fé provoca da parte dele o primeiro ‘milagre’ e contribui para suscitar a fé dos discípulos” (São João Paulo II, Redemptoris Mater, 21).

Não há mais palavras de Maria na Bíblia, mas as que aparecem têm especial significado para cada geração e, por isso, São João Paulo II, em sua visita no ano 2000 à Basílica da Anunciação em Nazaré, expressou um de seus maiores desejos:

“Peço à Sagrada Família que inspire todos os cristãos a defender a família, a defender a família contra as numerosas ameaças que atualmente pesam sobre a sua natureza, a sua estabilidade e missão. Confio à Sagrada Família os esforços dos cristãos e de todas as pessoas de boa vontade a fim de defender a vida e promover o respeito pela dignidade de cada ser humano”.


Fonte: ACI digital



12 regras de ouro para portar-se bem durante a Missa


REDAÇÃO CENTRAL, 20 Mai. 19 / 06:00 am (ACI).- A fim de aproveitar ao máximo os grandes frutos espirituais que se recebe na Missa é necessário participar da celebração com reverência.

A seguir, confira 12 regras de ouro ou conselhos práticos que servem para aproveitar a Missa e participar, ativa e reverentemente, na Eucaristia.

1. Não use o celular: Você não precisa dele para falar com Deus

Os celulares nunca devem ser usados na Missa para fazer ligações ou enviar mensagens de texto. É possível atender um telefonema de emergência, mas do lado de fora do templo. Por outro lado, é possível usar o telefone para leituras espirituais ou orações, embora seja necessário ser discreto.

2. Fazer jejum antes da Celebração Eucarística

Consiste em deixar de comer qualquer alimento ou tomar algo, pelo menos uma hora antes da Sagrada Comunhão, com exceção da água e dos remédios.

Os doentes podem comungar embora tenham tomado algo neste período antes da Missa. O objetivo do jejum é ajudar na preparação para receber Jesus na Eucaristia.

3. Não comer nem beber na Igreja

As exceções seriam: uma bebida para crianças pequenas ou leite para os bebês, água para o sacerdote ou para as pessoas do coral (com discrição) e para os doentes.

Levar um aperitivo à igreja não é apropriado, porque o templo é um lugar de oração e de reflexão.

4. Não mascar chiclete

Ao fazer isso, rompe-se o jejum, ocorre uma distração, está sendo indelicado em um ambiente formal e não ajuda na oração.

5. Não usar chapéu

É falta de educação usar um chapéu dentro de uma Igreja. Embora esta seja uma norma cultural, deve ser cumprida. Assim como tiramos o chapéu quando se faz um juramento, assim se deve fazer na Igreja como um sinal de respeito.

6. Fazer o sinal da cruz com água benta ao entrar e sair do templo

Esta é uma forma de recordar o Batismo, sacramento pelo qual renascemos para a vida divina e nos tornamos filhos de Deus e membros da Igreja. É necessário estar plenamente consciente do que acontece ao fazer o sinal da cruz e se deve fazer pronunciando alguma oração.

7. Vestir-se com modéstia

Os católicos são convidados a participar da Eucaristia vestidos adequadamente, pois, se normalmente se vestem bem para ir a uma festa ou a algum outro tipo de compromisso, não há razão para não fazer a mesma coisa na Missa.

8. Chegar alguns minutos antes do início da Missa

Se por algum motivo não consegue chegar a tempo, é recomendável sentar-se na parte de trás para não incomodar as outras pessoas. Chegar à Missa cedo permite rezar e se preparar melhor para receber Cristo.

9. Ajoelhar-se diante do Sacrário ao entrar e sair do templo

Ao permitir que o nosso joelho toque o chão, reconhecemos que Cristo é Deus. Se alguém é fisicamente incapaz de se ajoelhar, então, fazer um gesto de reverência é suficiente. Durante a Missa, se passamos diante do altar ou do tabernáculo, devemos inclinar a cabeça com reverência.

10. Permanecer em silêncio durante a celebração

Ao ingressar no templo, deve-se guardar silêncio. Se tiver algo para falar, faça de forma silenciosa e breve. Lembre-se de que manter uma conversa pode incomodar alguém que está rezando.

Se tiver uma criança ou um bebê, pode se sentar perto de uma saída para qualquer contratempo.

Recorde que não há razão para sentir vergonha por ter que acalmar o controlar seu filho, dentro ou fora da igreja. Ensine-os a se comportar, especialmente com seu próprio exemplo.

11. Inclinar-se ao receber a Comunhão

Se diante de você está Deus, então pode mostrar respeito inclinando a cabeça como reverência. Se desejar, pode fazer uma genuflexão. Esta é uma prática antiga que continua até os dias de hoje.

12. Espere que a Missa termine

Devemos permanecer na Missa até a bênção final. Lembre-se de que um dos mandamentos da Igreja é participar da Missa nos domingos e festa de guarda.

É um bom hábito, embora não seja obrigatório, oferecer uma oração de ação de graças depois da celebração.

Finalmente, a saída deve ser em silêncio para não incomodar as outras pessoas que desejam permanecer no templo rezando.


Fonte: ACI digital



Cerimônia de Consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria com o Presidente Jair Bolsonaro (21 de maio)


Brasil será consagrado ao Coração de Maria em cerimônia com o Presidente da República

Grande notícia: amanhã será realizado um dos atos mais importantes para colocar nosso país definitivamente sob o estandarte da Cruz: a consagração do Brasil ao Imaculado Coração de Maria, que ocorrerá no Palácio do Planalto, nesta terça-feira às 14h. O documento será assinado pelo Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, contando com a ilustre presença do bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney, Dom Fernando Arêas Rifan.

O ato foi idealizado pelo deputado Eros Biondini, em conjunto com a Congregação Mariana e outros grupos católicos. Estaremos lá com toda a Frente Parlamentar Católica, da qual faço parte. Manifestamos nosso apoio mais veemente, e rogamos a Deus para que abençoe nosso amado Brasil, Terra de Santa Cruz!

Viva Cristo Rei!

Fonte: facebook Chris Tonietto

* Nota do Blog: É uma bênção de Deus para o nosso Brasil! Que a divina luz do Coração Imaculado de Nossa Senhora ilumine o Brasil e seus governantes, principalmente o nosso Presidente da República.🙏🏼



domingo, 19 de maio de 2019

O Distintivo do Discípulo-5° Domingo da Páscoa(Ano C)


O DISTINTIVO DO DISCÍPULO

5° Domingo da Páscoa
 – Ano C

Evangelho de João 13,31-35

31 Depois que Judas saiu do cenáculo, disse Jesus: “Agora foi glorificado o Filho do homem, e Deus foi glorificado nele. 32 Se Deus foi glorificado nele, também Deus o glorificará em si mesmo e o glorificará logo. 33 Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. 34 Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros. Como eu vos amei, assim também vós deveis amar-vos uns aos outros. 35 Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros”.
Reflexão

O DISTINTIVO DO DISCÍPULO

A profissão de fé no Cristo Ressuscitado incide, diretamente, na vida do discípulo. Ela não é um discurso vazio, uma abstração intelectual, nem tampouco uma bela teoria. A fé consiste em acolher Jesus de tal forma, que toda a existência do cristão passe a ser moldada por esta opção. E o molde da vida cristã é a vida de Jesus. Seu distintivo é o amor mútuo.

Estando para concluir o ciclo de orientações aos discípulos, o Mestre resumiu tudo quanto havia ensinado, num único mandamento, chamado de mandamento novo: "Amem-se uns aos outros, como eu amei vocês". A prática do amor mútuo é a expressão consumada da fé em Jesus. Não existe fé cristã autêntica, se não chegar a desembocar no amor.

Não se trata de um amor qualquer. O modelo é: amar como Jesus amou as pessoas, a ponto de entregar a própria vida para salvá-las.

O verdadeiro discípulo distingue-se pelo amor. Quanto mais autêntico e radical for este amor, mais revelará o grau de sua adesão a Jesus.

A capacidade de amar-se mutuamente indica o quanto Jesus está agindo na vida do cristão. A presença salvadora de Jesus tem o efeito de desatar o nó do egoísmo, que afasta os indivíduos de seus semelhantes e, por conseqüência, de Deus também. O cristão, salvo por Jesus, manifesta a eficácia desta salvação na vivência do amor.

Oração do Dia

Espírito de amor não permitas que eu seja mesquinho no amor; antes, que eu seja capaz de amar como Jesus.


O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE.




sábado, 18 de maio de 2019

Em um dia como hoje, há 99 anos, nasceu São João Paulo II


REDAÇÃO CENTRAL, 18 Mai. 19 / 06:00 am (ACI).- Há 99 anos, São João Paulo II nasceu na pequena cidade de Wadowice, localizada a 50 quilômetros de Cracóvia (Polônia). Hoje, seus fiéis devotos no mundo inteiro o recordam com um carinho especial.

Karol Józef Wojtyla é o nome que deram ao Papa peregrino que nasceu no dia 18 de maio de 1920. Foi o mais novo de três irmãos: Edmund era médico e Olga faleceu antes dele nascer.

Seu pai era Karol Wojtyla, um suboficial do exército que faleceu em 1941, e sua mãe Emilia Kaczorowska, que morreu em 1929 quando São João Paulo II tinha nove anos de idade.

Durante seu pontificado, costumava passar o seu aniversário como um “dia normal” de trabalho, como descreveu em 2004 o então diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Joaquín Navarro-Valls, ao narrar aos meios de comunicação como o Santo Padre comemoraria seus 84 anos de vida, o último aniversário que celebrou antes do seu falecimento.

Naquela oportunidade, Navarro-Valls detalhou que “para o Santo Padre, hoje (18 de maio de 2004) foi um dia de trabalho normal e, sobretudo, de ação de graças a Deus pelo dom da sua vida. A única coisa extraordinária foi convidar para um almoço os colaboradores mais próximos da Cúria”.

São João Paulo II costumava receber saudações e felicitações de todo o mundo no dia de seu aniversário, não só de católicos que também lhe ofereciam suas orações, mas também de personalidades da política, empresários, artistas, entre outros.

Logo depois de sua morte em 2005, os fiéis continuaram recordando e festejando a data do seu aniversário. Em 18 de maio de 2011, por exemplo, quando João Paulo II já havia sido proclamado Beato, foi inaugurada em Roma uma grande estátua de bronze dedicada à sua memória.

Na ocasião, o Vigário Geral de Roma, Cardeal Agostino Vallini, declarou ao Grupo ACI que “esta estátua significa que João Paulo II já não está presente entre nós, mas o seu coração está dando as boas-vindas a todos. Acredito que esta é uma grande mensagem de que necessitamos hoje em dia”.

Para conhecer mais sobre João Paulo II, acesse: www.acidigital.com/joaopauloii

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrada Santa Rafaela Maria do Sagrado Coração, religiosa espanhola (18 de maio)


REDAÇÃO CENTRAL, 18 Mai. 19 / 05:00 am (ACI).- “Dentro de Deus temos que estar e Dele receber tudo”, é uma frase de Santa Rafaela Maria do Sagrado Coração (ou Santa Rafaela Porras y Ayllón), uma religiosa e fundadora da congregação das Escravas do Sagrado Coração.

“A vida e a obra da Santa, se observarmos por dentro, são uma excelente apologia da vida religiosa, baseada na prática dos conselhos evangélicos, calcada no esquema ascético-místico tradicional, do qual a Espanha foi mestra com figuras tão imponentes como Santa Teresa, São João da Cruz, Santo Inácio de Loyola, São Domingos, São João D’Ávila e outros”, disse o Papa Paulo VI na Missade canonização de Rafaela Porras y Ayllón.

A santa nasceu em 1º de março de 1850 no povoado espanhol de Pedro Abad, perto de Córdoba, no seio de uma família rica daquela época.

Aos 15 anos, fez seu voto perpétuo de castidade, dedicou-se à oração e a cuidar dos enfermos e necessitados, apesar da oposição de seus irmãos.

Nove anos depois, viajou para o convento das monjas clarissas em Córdoba para ter um período de reflexão. Em pouco tempo, fundou junto com sua irmã o Instituto de Adoradoras do Santíssimo Sacramento e Filhas de Maria Imaculada.

Depois, mudou-se com outras 16 religiosas para Madri, onde recebeu a aprovação diocesana em 1877. Dez anos mais tarde, o Papa Leão XIII aprovou a Congregação com o nome de Escravas do Sagrado Coração de Jesus.

Por unanimidade, foi eleita superiora geral e, em 4 de novembro de 1888, realizou sua profissão perpétua.

“A Madre Rafaela Maria dirige o novo Instituto durante 16 anos com grande dedicação e tato. Demonstra também claramente sua extraordinária profundidade espiritual e sua virtude heroica quando, por motivos infundados, tem que renunciar a direção de sua obra. Nesta humilhação aceita, morrerá em Roma, praticamente esquecida, no dia 6 de janeiro de 1925”, acrescentou Paulo VI na Missa de canonização desta santa.

Durante 30 anos, foi um membro anônimo em seu instituto, davam-lhe os trabalhos mais pesados, humilhavam-na e a isolaram até o dia de sua morte. Entretanto, seguiu vivendo com humildade e fazendo o que a ordenavam, embora tenha fundado sua Congregação.

O Papa Pio XII a beatificou no dia 18 de maio de 1952 e foi canonizada pelo Papa Paulo VI no dia 23 de janeiro de 1977.

Está sepultada na Casa Generalícia da Congregação em Roma e, como morreu no dia da Epifania, sua festa é celebrada no dia 18 de maio, data da sua beatificação e do translado de seus restos mortais.

Fonte: ACI digital



Capítulo Geral da Ordem dos Frades Conventuais


Frades ficarão reunidos em Capítulo por um mês

Tomarão parte do Capítulo Geral as Ordem dos Conventuais 100 delegados, representantes dos cerca de 4000 frades, 68 países, 608 comunidades, 28 províncias, 20 custódias, 22 delegações e 7 missões.

Manoel Tavares - Cidade do Vaticano

Os Frades Menores Conventuais se reunirão em Assis, na Itália, a partir de hoje, 18 de maio, até 17 de junho próximos, para seu 202º Capítulo Geral Ordinário, que elegerá o novo Ministro geral e o governo, que guiarão a Ordem no próximo sexênio.

A primeira parte dos trabalhos se realizará em Assis, cidade de São Francisco; depois, os trabalhos continuarão e se concluirão em Collevalenza.

Tomarão parte do Capítulo Geral as Ordem dos Conventuais, 100 delegados, representantes dos cerca de 4000 frades, 68 países, 608 comunidades, 28 províncias, 20 custódias, 22 delegações e 7 missões.

Origem da Ordem

A família dos Franciscanos Conventuais é um ramo da Ordem religiosa, fundada por São Francisco, em Assis, em 22 de dezembro de 1209. Seu nome original era Ordem dos Frades Menores, à qual, depois, foi acrescentado o título de Conventuais. Mais tarde, foi feita uma reforma ao carisma deste ramo da Ordem Franciscana, dando origem aos Frades Franciscanos da Imaculada.

O nome Conventual da Ordem surgiu entre 1249 e 1250 para identificar as Comunidades de frades que moravam em conventos, dedicados aos estudos e ao trabalho apostólico em igrejas chamadas conventuais, que valorizavam intensamente a fraternidade desejada por São Francisco de Assis, como característica da sua Ordem religiosa.

Desde o início, a comunidade dos Frades Menores foi considerada uma verdadeira Ordem religiosa, caracterizada, porém, por diversos elementos de grande novidade, em relação ao estilo de vida dos religiosos da época: os monges.

Irmãos itinerantes

Seus membros, provenientes de todas as camadas da sociedade, tornavam-se irmãos, segundo o princípio evangélico da fraternidade. Os irmãos não viviam em mosteiros, mas eram itinerantes, detendo-se, às vezes, em eremitérios por breves períodos.

Estes irmãos eram ligados entre si pela figura arrebatadora do fundador, Francisco de Assis. O espírito franciscano e a unidade entre os frades eram assegurados pela Regra de Vida, escrita por São Francisco, pelo ele da obediência e por um sinal externo: o saio franciscano, de cor cinza.

Duas vezes por ano, os Frades se reuniam em capítulos para falar das coisas de Deus, para tomar decisões acerca de seu estilo de vida e cultivar o elo de unidade e fraternidade.

Dificuldades e transformações


Embora este fosse um estilo de vida fascinante, logo, porém, começaram a aparecer algumas dificuldades: o perigo da ociosidade; frades que perambulavam separados dos demais; a pobreza radical, que colocava os frades em situações de extrema penúria; nenhum asilo para abrigar os irmãos enfermos e idosos.

Por isso, nos últimos anos da vida de São Francisco de Assis (1220-26), a Ordem Franciscana passou por profundas transformações, que o próprio Fundador aprovava e procurava harmonizar com o espírito original da sua comunidade. Assim, começaram a surgir outros elementos, que caracterizam a vida franciscana: os frades itinerantes se tornavam estáveis e moravam em conventos; os iletrados, como Santo Antônio e outros, tornaram-se estudiosos de teologia; o zelo pela pregação do Evangelho levou os frades a transferir seus conventos para as cidades e a se dedicarem ao trabalho pastoral; procuravam meios menos precários de sustento com uma consequente administração mais elaborada.

Com estas transformações, a fraternidade franciscana começou a contar com elementos que a levaram a adotar um estilo de vida conventual, como nova dimensão de unidade e fraternidade.

Com esta tendência, concordavam Francisco de Assis, todos os membros de boa vontade da Ordem e a Igreja Católica Romana.

As fontes franciscanas, historicamente mais próximas a São Francisco, demonstram que ele mesmo favoreceu tais mudanças, embora certas fontes afirmassem o contrário.

18 maio 2019

Fonte: Vatican News



sexta-feira, 17 de maio de 2019

Em um dia como hoje, Santa Teresinha do Menino Jesus foi canonizada


Santa Teresinha do Menino Jesus / Foto: Domínio Público

REDAÇÃO CENTRAL, 17 Mai. 19 / 06:00 am (ACI).- Em um dia como hoje, há 94 anos, o Papa Pio XI canonizou Santa Teresinha do Menino Jesus, também conhecida como Santa Teresa de Lisieux, Doutora da Igreja e Padroeira das Missões.

Esta carmelita francesa morreu em 30 de setembro de 1897, aos 24 anos. Um ano depois, foi publicado o livro “História de uma alma”, baseado em seus escritos, o qual revela o intenso amor que ela professava por Jesus.

A religiosa foi beatificada pelo Papa Pio XI em 29 de abril 1923 e, em 17 de maio de 1928, foi canonizada pelo mesmo Papa.

Praça de São Pedro iluminada na véspera da canonização de Santa Teresinha do Menino Jesus/ Foto: Wikipédia (Domínio Público)

Missa da sua canonização na Basílica de São Pedro / Foto: Wikipédia (Domínio Público)

Em sua homilia, Pio XI indicou que a santa francesa “o Espírito de verdade lhe comunicou e manifestou o que coube esconder ‘aos sábios e entendidos’ e revelar ‘aos pequeninos’”.

Destacou que, “de fato, ela – segundo o testemunho do nosso Predecessor – foi dotada de tal ciência das coisas celestes a ponto de indicar aos outros a via correta da salvação. E esta participação abundante na divina luz e na divina graça acendeu em Teresa um incêndio tão grande de caridade que, portando-a continuamente quase fora do corpo, por fim, a consumou, de modo que, pouco antes de deixar a vida, pôde candidamente declarar que ‘não havia dado a Deus nada mais do que amor’”.

O Santo Padre também disse sobre seus escritos que, “difundidos em todo o mundo, ninguém lê sem querer reler mais e mais vezes, com alegria máxima para a alma e com fruto”.

Santa Teresinha do Menino Jesus foi proclamada Doutora da Igreja por São João Paulo II em 19 de outubro de 1997.

Naquele dia, o Pontífice polonês destacou que “entre os ‘Doutores da Igreja’, Teresa do Menino Jesus e da Santa Face é a mais jovem, mas o seu ardente itinerário espiritual demonstra muita maturidade, e as intuições da fé expressas nos seus escritos são tão vastas e profundas, que a tornam digna de ser posta entre os grandes mestres espirituais”.

“O desejo que Teresa exprimiu, de ‘passar o seu Céu fazendo o bem sobre a terra’, continua a realizar-se de modo maravilhoso. Obrigado, ó Pai, porque hoje a tornais próxima de nós a novo título, para louvor e glória do Vosso nome nos séculos”, acrescentou.

Os pais desta doce religiosa, Luis Martin e Zélia Guérin, foram canonizados pelo Papa Francisco em 18 de outubro de 2015 em Roma, durante o Sínodo da Família.


Fonte: ACI digital



Papa Francisco aceita renúncia de bispo brasileiro acusado de encobrir delitos sexuais


Dom Vilson Dias de Oliveira. Foto: Captura de tela. Canal Youtube da Diocese de Limeira (SP)

Vaticano, 17 Mai. 19 / 03:00 pm (ACI).- Nesta sexta-feira, 17, o Vaticano informou que o Papa Francisco aceitou a renúncia de Dom Vilson Dias de Oliveira ao governo da diocese de Limeira (SP) e nomeou Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Aparecida (SP), como Administrador Apostólico. A justiça brasileira investiga se Dom Vilson acobertou casos de abuso sexual de menores perpetrados por um sacerdote diocesana na cidade de Americana (SP).

Após as denúncias apresentadas contra o Padre Leandro, a Diocese de Limeira informou que o sacerdote foi suspenso por Dom Vilson em janeiro deste ano: “Enquanto as investigações são conduzidas pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, que tramitam em segredo de justiça, Dom Vilson já suspendeu de Ordem o padre Leandro Ricardo, no dia 27 de janeiro, através do Decreto de Suspensão de Ordens (AD CAUTELAM), estando o referido religioso temporariamente afastado da função de reitor e pároco da Basílica Santo Antônio de Pádua, de Americana, até que todas as denúncias sejam esclarecidas, conforme observância do Código de Direito Canônico”.

Antes de deixar o governo pastoral de Limeira (SP), Dom Vilson escreveu uma carta, que foi lida aos fiéis na manhã de hoje, quando também foi divulgada a acolhida do Santo Padre ao pedido de renúncia que o prelado apresentou. Vale recordar que além da acusação de ter acobertado o padre Leandro Ricardo, Dom Vilson também é acusado de ter extorquido sacerdotes de sua diocese.

Segundo a imprensa local, Dom Vilson reiterou sua posição de colaboração com a Justiça e que não medirá esforços para que todas as verificações sejam conduzidas em relação às referidas denúncias”.

Estas foram as palavras do agora bispo emérito de Limeira (SP) em sua carta aos fiéis:

“Queridos irmãos e irmãs, nesses últimos meses enfrentamos todo tipo de cruzes, por meio de ataques à nossa Igreja Particular de Limeira, a mim e a vários presbíteros. Reconheço minhas limitações, mas também levo no coração todo amor que aqui recebi do bom Povo de Deus presente nos 16 municípios que compreendem esta Igreja Particular de Limeira.

Com imensa gratidão, digo-lhes que sempre fui muito bem acolhido e aceito pelo povo desta importante Diocese de Limeira. Hoje me despeço de vocês como Bispo Diocesano e peço minha renúncia por amor à Igreja de Cristo e pelo bem desta Diocese para que os trabalhos pastorais possam continuar crescendo e se fortalecendo com a doação incansável de cada um de vocês que se dedicam ao Reino de Deus.

Foram quase 12 anos de minha nomeação (13/06) que tive a oportunidade de servir ao Senhor e à Santa Mãe Igreja nestas terras, enfrentei com alegria cada desafio da realidade aqui encontrada. Sei que a dimensão pastoral é imensa, e muito trabalhei para isso. No entanto, neste momento, sinto-me pequeno frente à grandeza da missionariedade que esta Igreja Particular tomou em suas proporções.

Levo no meu coração este aprendizado, na confiança e certeza de que a obra é de Deus, e me coloco à disposição da Santa Mãe Igreja para servi-la não importando o lugar e o ministério a mim confiado por Deus daqui para frente.

Minha bênção episcopal na certeza de que o Espírito Santo conduz a Igreja e cada um dos diocesanos que aqui se doaram e se doam no serviço eclesial.

Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora das Dores, padroeira da Diocese de Limeira, nos abençoe e nos guarde. Em Cristo Jesus, nossa paz”.


Fonte: ACI digital



Depois de restaurada, tapeçaria de Leonardo da Vinci é exposta nos Museus Vaticanos


O laboratório de restauração de tapeçarias e têxteis dos Museus Vaticanos, devolveu o esplendor à tapeçaria do século XVI da Última Ceia, que será exposta no Castelo de Clos Lucé em Amboise e no Palácio Real em Milão.

Eugenio Murrali - Cidade do Vaticano
É grande como um apartamento de dois cômodos, os fios e bordados são de seda, ouro e prata, os séculos e as exposições, sobretudo durante o período da Páscoa, reduziram a sua qualidade, mas felizmente encontrou as mãos habilidosas dos restauradores do Vaticano. A admirável tapeçaria que retrata o Cenáculo, de Leonardo da Vinci, está de volta à Galeria de Arte dos Museus Vaticanos, onde permanecerá até o final do mês, quando sairá para duas exposições.

Nos passos de Leonardo

A obra inteiramente restaurada foi apresentada nos Museus Vaticanos no evento chamado “Nos passos de Leonardo na França. O enigma da tapeçaria da Última Ceia". Tomaram parte a diretora dos Museus, Barbara Jatta, os estudiosos Pietro Marani e Alessandra Rodolfo, a restauradora Chiara Pavan e François Saint Bris, proprietário do Castelo de Clos Lucé, onde a partir do dia 6 de junho a obra será exposta na Mostra "La Ceène de Léonard de Vinci pour François Ier, uma chef-d'oeuvre en or et soie", pelos 500 anos do aniversário da morte de Leonardo, ocorrida no castelo próximo de Amboise.
A história

A tapeçaria chegou ao Vaticano já em 1533, quando Francisco I a doou ao Papa Clemente VII que, desembarcando em Marselha em 15 de outubro de 1933, celebrou no dia 28 do mesmo mês o casamento entre Catarina de Médici e Henrique II, filho de Francisco I. Uma atenta leitura iconográfica - explicou Alessandra Rodolfo durante o encontro - permitiu ligar a tapeçaria a Luisa di Savoia e seu filho Francisco I.
A datação

Do brasão de armas, pertinente à tecelagem, e que antes da restauração se pensava ter sido acrescentado, permite-se deduzir que a tapeçaria remonta a pouco depois de 1515.
Outros detalhes movem a datação para o final de 1516, quando – como nos recorda um dos maiores especialistas em Leonardo, Pietro Marani - o gênio toscano já está em Amboise. Não sabemos quem é o autor da tapeçaria, nem onde ela foi feita, mas uma série de indícios nos permite não excluir o ambiente de Leonardo.
A restauração

A maravilhosa obra estava bastante desgastada. Chiara Pavan, que guiou os trabalhos de restauração realizados pelo laboratório dos Museus Vaticanos, explicou que um novo protocolo teve que ser criado para intervir na tapeçaria. Para complicar as operações, também as restaurações anteriores, agora integradas por um suporte posterior.
Uma análise das fibras revelou que a obra-prima estava se despolimerizando. Foi necessário estudar um tipo de restauração como aquela realizada em tecidos. Procedeu-se com uma limpeza mecânica a seco. No entanto, a umidificação controlada foi essencial para reidratar as fibras. Nos 45 metros quadrados de tapeçaria foi, portanto, feita uma espécie de hidratação com esponja, e em seguida, uma consolidação feita à agulha.
A técnica usada
Toda a equipe do laboratório, composta por sete pessoas, esteve envolvida na difícil tarefa, mas sobretudo Viola Ceppetelli, Laura Pace Morino e Emanuela Pignataro executaram a restauração completa.
Seguindo a técnica “sandwich”, foi utilizado o linho de antigas restaurações como suporte de costura e foi posicionado sobre várias áreas, moldando-o, um tule de nylon previamente tingido, para proteger ainda mais a tapeçaria. A grande operação foi dedicada à restauradora Natalia Maovaz, falecida tragicamente em 2014.

16 maio 2019, 07:42
Fonte: Vatican News















quinta-feira, 16 de maio de 2019

Esta aparição mariana no Egito foi testemunhada por pelo menos 250.000 pessoas



Philip Kosloski | Maio 10, 2019 

O Vaticano, a Igreja copta e até o governo do Egito concordaram na aprovação da aparição

Em 2 de abril de 1968, um mecânico de ônibus muçulmano viu algo estranho pairando sobre a Igreja Copta de Santa Maria em Zeitoun. Ele pensou que alguém ia cometer suicídio, mas depois de um exame mais minucioso, viu que era uma silhueta de luz que lembrava uma mulher. A aparição atraiu uma grande multidão, mas durou apenas alguns minutos.

Na semana seguinte, aconteceu novamente, e continuou 2 ou 3 vezes por semana durante um total de três anos, terminando em 1971. Muitos acreditavam que a aparição era da Virgem Maria, vestida de luz. O fenômeno ocorreu no topo de uma igreja que é tradicionalmente considerada um local onde a Sagrada Família teria ficado durante sua permanência no Egito.

A aparição foi testemunhada por pessoas de diferentes religiões, incluindo muçulmanos e cristãos. O chefe da Igreja copta fez uma investigação das aparições e declarou-as milagrosas e uma autêntica aparência da Virgem Maria.

Também localizada na cidade, havia uma ordem religiosa católica romana que enviou um relatório ao Vaticano, detalhando o fenômeno extraordinário. Enquanto o Papa Paulo VI deferiu o líder da Igreja copta na tomada de uma decisão pública, um enviado do Vaticano chegou ao Cairo e fez seu próprio relatório. Eles testemunharam a aparição da luz e escreveram os seguintes detalhes em uma declaração formal.

As aparições ocorreram em muitas noites diferentes e continuam de diferentes formas. A Santa Virgem Maria apareceu às vezes em forma plena e às vezes como um busto, cercada por um halo de luz brilhante. Ela era vista às vezes nas aberturas das cúpulas no telhado da igreja, e em outras ocasiões fora das cúpulas, movendo-se e andando no telhado da igreja e sobre as cúpulas. Quando Ela se ajoelhou em reverência na frente da cruz, a cruz resplandeceu com uma luz brilhante. Acenando com as mãos abençoadas e assentindo com a cabeça santa, abençoou as pessoas que se reuniram para observar o milagre. Ela apareceu às vezes na forma de um corpo como uma nuvem muito brilhante, e às vezes como uma figura de luz precedida de corpos celestes em forma de pombas se movendo em alta velocidade. As aparições continuaram por longos períodos, até 2 horas e 15 minutos, como na madrugada de terça-feira, 30 de abril de 1968 (dia 22 de Barmouda, 1684 A.M.), quando Ela apareceu continuamente das 2:45 da manhã às 5 da manhã.


Milhares de pessoas de diferentes denominações e religiões, egípcios e visitantes estrangeiros, clérigos e cientistas, de diferentes classes e profissões, observaram as aparições. A descrição de cada aparição a partir do tempo, localização e configuração foi identicamente testemunhada por todas as pessoas, o que torna esta aparição única e sublime.

Eles também relataram como a aparição estava causando um renascimento milagroso da fé cristã, com muitas conversões ocorrendo na cidade. Além disso, várias curas foram reportadas tendo acontecido perto do local da aparição.

Além disso, até o governo egípcio investigou a aparição. O presidente Gamal Abdel Nasse testemunhou a aparição, e a polícia egípcia não encontrou nenhum meio natural para explicar o fenômeno. Todos ficaram impressionados com o que viram e ninguém pôde oferecer uma explicação científica.

Não havia uma mensagem particular associada à aparição mariana, mas veio em um momento em que o Oriente Médio estava em tumulto e depois que o Egito fora derrotado na guerra árabe-israelense. Deu esperança às pessoas em um período de escuridão e fortaleceu a fé de muitos.

Fonte: Aleteia



Mapa ilustra os 500 anos das aparições marianas pelo mundo



Criado pela National Geographic, o mapa detalha as aparições já reconhecidas pela Igreja e as que ainda estão em investigação

Desde o início do Cristianismo, a Virgem Maria apareceu para inúmeras pessoas em várias partes do mundo. Porém, muitas dessas visões ainda não foram reconhecidas pela Igreja. Algumas só são aceitas localmente e outras nem são consideradas dignas de veneração.

Foi a partir do século XVI que métodos mais tradicionais de aprovação das aparições foram estabelecidos. Metodologia que foi aprimorada no século passado, o que permitiu à Igreja discernir quais aparições tinham elementos que lhe conferiam ou não credibilidade.

O escritor e pesquisador católico Michael O’Neill dedicou sua vida a compilar todas essas informações em seu site Miracle Hunter, que contém um catálogo detalhado de aparições marianas e outros eventos milagrosos ao longo da história. A National Geographic usou as informações de O’Neill para criar um mapa que contém todas as aparições marianas relatadas nos últimos 500 anos.

Além disso, a National Geographic criou uma legenda para o mapa, em que explica quais aparições são aprovadas pelo Vaticano. Eles também destacam o aumento do número de aparições nos últimos 60 anos, provavelmente devido às “profecias” sobre o final do milênio.

Enfim, trata-se de um guia muito útil para quem quer aprender um pouco mais sobre as aparições marianas mundo afora.

Fonte: Aleteia



Hoje celebramos São João Nepomuceno, mártir do segredo de confissão (16 de maio)



REDAÇÃO CENTRAL, 16 Mai. 19 / 05:00 am (ACI).- São João Nepomuceno foi um exemplo da proteção ao sigilo sacramental: foi o primeiro mártir que preferiu morrer a revelar o segredo de confissão.

João Nepomuceno nasceu na Tchecoslováquia, entre os anos 1340-1350, em Nepomuk. Por isso que se diz o Nepomuceno. Obteve seu doutorado na Universidade de Pádua e foi pároco de Praga. Depois, foi nomeado Vigário Geral da Arquidiocese, porque o Cardeal o considerava um homem de confiança.

O santo foi confessor de Sofia da Baviera, a esposa do rei de Praga, Venceslau. Por isso, o rei, que tinha ataques de raiva e ciúmes, ordenou que lhe revelasse os pecados de sua mulher. A negativa do santo enfureceu Venceslau, que o ameaçou de assassinato se não lhe contasse os segredos.

Outro conflito entre Venceslau e João Nepomuceno aconteceu quando o monarca quis se apoderar de um convento para dar suas riquezas a um parente, mas o santo o proibiu, porque esses bens pertenciam à Igreja.

O rei ficou com raiva, o santo foi torturado e seu corpo lançado no rio Mondalva. Depois, os vizinhos recolheram o cadáver e o sepultaram religiosamente. Era o ano de 1393.

Devido à sua heroica atitude de preferir morrer a revelar um segredo de confissão, São João Nepomuceno foi considerado padroeiro dos confessores.
Também é considerado como protetor contra as calúnias e as inundações.

Fonte: ACI digital

Oração a São João Nepomuceno

"Oh! Glorioso e invicto mártir São João Nepomuceno. Comunicai-nos uma centelha das virtudes preservadas e da viva fé, que na coragem enfrentastes as iníquas pretensões humanas e soubestes reservar na humildade e no silêncio o segredo da confissão. Concedei-nos por seu exemplo e intercessão a graça do bom uso de nossa língua e sejamos pelos méritos divinos, enumerados entre os eleitos. Amém!"



quarta-feira, 15 de maio de 2019

Papa Francisco autoriza peregrinações a Medjugorje


Vaticano, 13 Mai. 19 / 01:00 pm (ACI).- O Papa Francisco autorizou a organização de peregrinações ao santuário mariano de Medjugorje, Bósnia Herzegovina – lugar onde supostamente Nossa Senhora apareceu –, sempre que isso não implique em um reconhecimento das aparições, já que ainda estão sendo estudadas pela Santa Sé.

O anúncio foi feito pelo Diretor da Sala de Imprensa do Vaticano, Alessandro Gisotti, em comunicado aos correspondentes credenciados junto à Santa Sé.

"Como anunciaram em conjunto nesta manhã Dom Henryk Hoser, Visitador Apostólico de caráter especial para a Paróquia de Medjugorje, e a Nunciatura Apostólica em Sarajevo, o Santo Padre dispôs que seja possível organizar peregrinações a Medjugorje", explicou Gisotti no domingo, 12 de maio.

Assinalou também que se deve evitar que essas peregrinações sejam interpretadas "como uma autenticação dos eventos ocorridos, que ainda precisam ser examinados pela Igreja".

Portanto, "devemos evitar que tais peregrinações criem confusão ou ambiguidade do ponto de vista doutrinal. Isto também vale para os pastores de todas as ordens e graus que pretendem ir a Medjugorje e lá celebrarem ou concelebrarem, inclusive de forma solene”.

"Considerando o significativo fluxo de pessoas que vão a Medjugorje e os abundantes frutos da graça que brotaram – continuou Gisotti –, esta disposição faz parte da particular atenção pastoral que o Santo Padre quis dar àquela realidade, destinada a encorajar e promover os frutos do bem".

Portanto, "o visitador apostólico terá, deste modo, mais facilidade em estabelecer – em acordo com os ordinários locais – relações com os sacerdotes encarregados de organizar as peregrinações a Medjugorje, pessoas certas e bem preparadas, oferecendo-lhes informações e indicações para que realizem frutuosamente tais peregrinações".

Investigação das aparições

As supostas aparições começaram em 24 de junho de 1981, quando seis crianças em Medjugorje asseguraram experimentar fenômenos que, segundo eles, são aparições da Virgem Maria.

De acordo com estes seis "videntes", as aparições continham uma mensagem de paz para o mundo, um chamado à conversão, à oração e ao jejum, assim como certos segredos sobre acontecimentos do futuro.

Além disso, assegura-se que três das seis crianças videntes, que agora são adultos, continuam recebendo aparições todas as tardes porque ainda não foram revelados todos os “segredos” propostos.

Desde o início, as supostas aparições foram fonte de controvérsia e conversão. Enquanto alguns afirmam ter experimentado milagres, outros apontam que as visões não são confiáveis.

Em janeiro de 2014, uma comissão do Vaticano concluiu uma investigação de quase quatro anos sobre os aspectos doutrinais e disciplinares das supostas aparições de Medjugorje e apresentou um documento à Congregação para a Doutrina da Fé.

Esse documento ainda está em estudo. Quando a Congregação terminar seu trabalho, enviará um relatório ao Santo Padre e ele terá que tomar a decisão final.

Segundo revelou o próprio Pontífice em maio de 2017, durante o voo de volta a Roma após sua visita a Fátima, o documento a ser estudado estabelece uma distinção entre as primeiras aparições de Nossa Senhora em Medjugorje e as posteriores. Sobre as supostas aparições atuais, disse Francisco, o relatório tem suas dúvidas.


Fonte: ACI digital



Papa: Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz, mas devemos pedir "livrai-nos do mal"


Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz, mas devemos pedir "livrai-nos do mal"

"A oração de Jesus nos deixa a mais preciosa das heranças: a presença do Filho de Deus que nos libertou do mal, lutando para convertê-lo. Na hora do combate final, intima a Pedro para embainhar a espada, ao ladrão arrependido assegura o Paraíso, a todos os homens ao seu redor, inconscientes da tragédia que estava ocorrendo, oferece uma palavra de paz: "Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem".

Jackson Erpen – Cidade do Vaticano

 “Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz, a verdadeira paz vem de lá (...). O Senhor nos dá a paz, nos dá o perdão, mas nós devemos pedir "livrai-nos do mal", para não cair no mal. Esta é a nossa esperança."

Diante dos milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro para a Audiência Geral, o Papa Francisco deu continuidade ao seu ciclo de catequeses sobre a oração do Pai Nosso, falando nesta quarta-feira sobre a expressão “Livrai-nos do mal!”

A presença ameaçadora do mal

“Com esta expressão – explicou -  aquele que reza não somente pede para não ser abandonado no tempo da tentação, mas também suplica para ser libertado do mal. O verbo grego original é muito forte: evoca a presença do maligno que nos rodeia e quer nos devorar (cf 1 Pe 5, 8) e do qual pedimos a Deus a liberação”.

Jesus, de fato, ensina aos seus amigos a colocarem a invocação do Pai antes de tudo, até mesmo e especialmente nas vezes em que o maligno faz sentir a sua presença ameaçadora.

De fato – observa Francisco - a oração cristã é uma oração filial e não uma oração infantil (...). Se não existissem as últimas palavras do “Pai Nosso”, “como os pecadores, os perseguidos, os desesperados, os moribundos poderiam rezar”? pergunta. A última súplica é justamente a nossa súplica quando estivermos no limite, sempre. E explica:

 “Há um mal em nossa vida, que é uma presença indiscutível. Os livros de história são o desolador catálogo de quanto a nossa existência neste mundo tem sido uma aventura muitas vezes fracassada. Há um mal misterioso, que certamente não é obra de Deus - sim, não é obra de Deus -, mas penetra silencioso entre as páginas da história. Silencioso como a serpente que carrega o veneno silenciosamente.”

“Em alguns momentos – enfatizou o Pontífice - parece até mesmo assumir o controle: em certos dias, sua presença parece até mesmo mais nítida do que aquela da misericórdia de Deus. Nos momentos do desespero é mais nítida”:

“A pessoa que reza não é cega, e vê com clareza diante de seus olhos esse mal que é tão presente e tão em contradição com o mistério próprio de Deus. Não há ninguém entre nós que possa dizer estar isento do mal, ou de não ser ao menos tentado. Todos nós sabemos o que é o mal, todos nós sabemos o que é a tentação, todos nós experimentamos na própria carne a tentação, de qualque pecado. Mas o tentador que nos sugere - faz isto, pensa isto, vai por aquele caminho - nos leva ao mal.”

O último grito do Pai Nosso contra este mal
O último grito do "Pai Nosso" – diz  o Pontífice - é lançado contra este mal "de abas largas", que abarca as mais diversas experiências: o luto do homem, a dor inocente, a escravidão, a instrumentalização do outro, o choro de crianças inocentes. Todos esses eventos clamam no coração do homem e tornam-se voz na última palavra da oração de Jesus.

E precisamente na narrativa da Paixão – acrescentou – algumas expressões do “Pai Nosso” encontram seu eco mais impressionante: “Abbà! Pai! Tudo é possível para ti. Afasta de mim este cálice! Contudo não seja o que eu quero, mas o que tu queres”:

“Jesus experimentou plenamente o ferimento do mal. Não somente a morte, mas a morte na Cruz. Não somente a solidão, mas também o desprezo, a humilhação. Não somente a aversão, mas também crueldade, a hostilidade contra ele. Eis o que é o homem: um ser devotado à vida, que sonha o amor e o bem, mas que depois continuamente expõe a si mesmo e seus semelhantes ao mal, a ponto de sermos tentados a nos desesperarmos com o homem”.

Neste sentido, o "Pai Nosso" assemelha-se a uma sinfonia que pede para ser cumprida em cada um de nós. O cristão sabe quão subjugador é o poder do mal e, ao mesmo tempo,  experimenta o quanto Jesus, que nunca sucumbiu às sua lisonjas, está do nosso lado e vem em nosso auxílio.

Jesus promete libertar-nos do mal

Assim, a oração de Jesus nos deixa a mais preciosa das heranças, enfatiza o Papa: a presença do Filho de Deus que nos libertou do mal, lutando para convertê-lo. Na hora do combate final, intima a Pedro para embainhar a espada, ao ladrão arrependido assegura o Paraíso, a todos os homens ao seu redor, inconscientes da tragédia que estava ocorrendo, oferece uma palavra de paz: "Pai, perdoai-os, porque não sabem o que fazem":

"Do perdão de Jesus na Cruz brota a paz,  a verdadeira paz vem de lá: o dom do Ressuscitado é a paz, um dom que nos dá Jesus (...). O Senhor nos dá a paz, nos dá o perdão, mas nós devemos pedir "livrai-nos do mal", para não cair no mal. Esta é a nossa esperança, a força que nos dá Jesus, Jesus ressuscitado, que está aqui, em meio a nós, está aqui. Está aqui, e aquela força que nos dá para seguir em frente e nos promete libertar-nos do mal".

Papa convida crianças refugiadas para andar no papamóvel

O Santo Padre, na passagem entre os fiéis antes da catequese, fez com que 8 crianças chegadas da Líbia com o corredor humanitário de 29 de abril passado e em um barco há alguns meses atrás, subissem no papamóvel.

As crianças, de diferentes nacionalidades - incluindo a Síria, Nigéria e Congo - estão atualmente hospedadas com suas famílias no Centro "Mondo Migliore" de Rocca di Papa, assistidas pela Cooperativa "Auxilium".

15 maio 2019, 09:48


Fonte: Vatican News



Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana dos Anjos/Devoção e Fé Blog