Denunciam mais de 6 mil mortes por medicamentos administrados a crianças “trans” - Devoção e Fé - Blog Católico

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Denunciam mais de 6 mil mortes por medicamentos administrados a crianças “trans”


Imagem referencial / Crédito: Unsplash

REDAÇÃO CENTRAL, 20 Set. 19 / 04:00 pm (ACI).- Milhares de crianças que frequentam “clínicas de gênero” em todo o mundo recebem medicamentos poderosos que bloqueiam a puberdade e levam a efeitos colaterais graves, incluindo a morte, de acordo com dados da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês).

Em um artigo publicado por ‘National Catholic Register’, com base em informações da própria agência do governo norte-americano, explica-se que esses tipos de medicamentos "são aprovados apenas para tratar câncer de próstata e dor uterina em adultos", e que entre 2013 e 30 de junho de 2019, foram registrados mais de 41 mil eventos adversos.

Desses eventos, a FDA classificou como "graves" mais de 26 mil associados a dois bloqueadores hormonais, acetato de leuprolide e triptorelina (que inclui Lupron e medicamentos similares usados ​​pelas clínicas), que causaram 6.370 mortes.

Esses medicamentos, que reduzem drasticamente os níveis de testosterona e estrogênio no corpo, estão relacionados com coágulos sanguíneos que ameaçam a vida e causam efeitos graves, como ossos frágeis e dor nas articulações.

O ‘Register’ argumenta que “coágulos sanguíneos fatais, comportamento suicida, coeficientes intelectuais reduzidos, ossos frágeis e esterilidade são apenas alguns dos possíveis efeitos colaterais dos 'bloqueadores da puberdade' dos quais a indústria 'transgêneros' não quer que se fale".

O Serviço Nacional de Saúde (NHS) do Reino Unido está atualmente pesquisando problemas relacionados ao uso desses medicamentos, uma vez que, em 2018, registrou-se um aumento de 4.500% no número de jovens que procuram tratamentos para alterar seu sexo biológico nos últimos nove anos.

Com frequência, em sua primeira consulta, implantam nas crianças e adolescentes bloqueadores de hormônios e ensinam como se autoaplicar os medicamentos para “pausar” sua adolescência e prevenir mudanças no desenvolvimento, como o crescimento dos seios e os pelos faciais, enquanto decidem com que sexo gostariam de se identificar.

Essa prática obteve recentemente o apoio da Sociedade Endócrina e da Academia Norte-Americana de Pediatria, no entanto, a FDA não autoriza a administração de medicamentos àqueles que se autopercebem como "transgêneros", devido à falta de evidências.

Michael Laidlaw, endocrinologista de Rocklin, Califórnia, testemunhou perante a Câmara dos Lordes britânica sobre o tema da "assistência médica transgênero" em maio de 2019. Laidlaw disse ao ‘National Catholic Register’ que "esses medicamentos, na verdade, induzem uma doença conhecida em crianças previamente sadias hormonalmente”.

Os bloqueadores da puberdade, explicou, interferem nos sinais normais entre o cérebro e os órgãos sexuais, criando assim um estado de doença nos jovens chamado de hipogonadismo hipogonadotrópico.

"É uma condição grave que os endocrinologistas normalmente diagnosticariam e tratariam porque interfere no desenvolvimento, mas nos casos [de disforia de gênero] induzem esse estado de doença", lamentou Laidlaw.

Como os medicamentos são relativamente novos, seus efeitos em longo prazo ainda não foram totalmente determinados, mas um estudo de 2018 sobre os riscos em longo prazo dos bloqueadores da puberdade, realizado por pesquisadores do Hospital de Crianças de Boston, descobriu que, embora anunciem que os efeitos colaterais dos medicamentos deveriam ser resolvidos “entre três e seis meses depois de suspender o tratamento”, na verdade, “a maioria das pessoas informaram efeitos colaterais em longo prazo, enquanto quase um terço informou sobre efeitos colaterais irreversíveis que persistiram durante anos depois da suspensão do tratamento”.

Além dos especialistas, aqueles que experimentaram os efeitos dos medicamentos também relataram vários problemas.

Nas redes sociais, várias mulheres descrevem efeitos colaterais em longo prazo após tomar os medicamentos quando eram meninas. Uma mulher escreveu em uma página do Facebook, chamada BAN Lupron, que quando era menina, deram-lhe Lupron para deter a puberdade prematura e, agora, como mãe de dois filhos tem “uma hérnia de disco na zona lombar baixa, disfunção da articulação sacroilíaca, rompimento de menisco no joelho direito, dor no ombro, ‘tendinite’ no pé esquerdo, cáries graves e poucos dentes restantes e transtorno da articulação temporomandibular (dor na mandíbula)”.

Outra jovem de 25 anos disse na página que sofre de osteoporose e uma coluna quebrada, enquanto uma de 26 anos indicou a necessidade de substituir totalmente o quadril.

Outros jovens que tomam bloqueadores da puberdade se queixam de efeitos colaterais similares e de sintomas da menopausa, incluindo ondas de calor, insônia, fadiga, rápido ganho de peso e diminuição da densidade óssea.

“Eu bati meu dedo do pé e ele quebrou. Caí e quebrei meu punho. A mesma coisa aconteceu com o meu cotovelo”, disse ao jornal ‘The Times’, em Londres, um adolescente que recebeu medicação prescrita pelo centro de gênero do Tavistock NHS.

Donald Greydanus, pediatra da Universidade Estatal de Michigan, disse ao ‘Register’ que "governos e organizações médicas deveriam investigar relatos de queixas de pacientes e familiares a esse respeito".

Por sua vez, Laidlaw descreveu os medicamentos bloqueadores de hormônios como "não provados" e "inseguros" para as crianças adolescentes. Além disso, afirmou que bloqueiam o desenvolvimento normal do cérebro e uma série de outras funções corporais, bem como a maturação sexual.

Fonte: ACI digital



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