Italiana Edviges Carboni beatificada na Sardenha - Devoção e Fé - Blog Católico

sábado, 15 de junho de 2019

Italiana Edviges Carboni beatificada na Sardenha


Em 1911, aos 31 anos, Cristo lhe teria dito: "Edviges, quero que você seja a efígie da minha paixão". Assim, ela recebeu os estigmas da Paixão do Senhor em seu corpo.

Em sua vida, Edviges foi muito estimada por São Luís Orione, São Padre Pio e seu confessor, Padre Felice Capello, que já a consideravam santa.


Cidade do Vaticano

O prefeito da Congregação das Causas dos Santos, cardeal Angelo Becciu,  presidiu na manhã deste sábado, 15, em Pozzomaggiore, Sardenha, à solene celebração de beatificação de Edviges Carboni.

Edviges nasceu em 2 de maio de 1880, em Pozzomaggiore, Sardenha, em uma família de fazendeiros. Aos 5 anos, teria tido as primeiras visões de Jesus, da Virgem Maria e do seu Anjo da Guarda. Por isso, com apenas cinco anos de idade, fez votos de castidade.

Durante a sua juventude, era muito piedosa e participava todos os dias da Missa, da catequese para as crianças e das Irmandades e Movimentos, inclusive o da Ordem Terceira de São Francisco. No entanto, dedicou-se muito ao alívio da miséria dos enfermos e necessitados da sua cidade.

Desde a sua infância, Edviges queria entrar para a Vida religiosa, mas, seu confessor a dissuadiu, alegando que sua família precisava muito dela, uma vez que sua mãe havia falecido: devia substituí-la nos afazeres domésticos e sustentar seus irmãos.

Em 1911, aos 31 anos, Cristo lhe teria dito: "Edviges, quero que você seja a efígie da minha paixão". Assim, ela recebeu os estigmas da Paixão do Senhor em seu corpo. Este fenômeno místico não pôde permanecer oculto, causando desconfiança e calúnias das pessoas.

Em 1929, Edviges deixou a Sardenha e se transferiu, com sua família, para Roma, onde fez trabalhos humildes e se dedicou às obras de caridade. Durante a Segunda Guerra Mundial, de modo especial, assistiu os feridos, abandonados e prisioneiros políticos; ofereceu suas mortificações e sacrifícios físicos pela conversão dos pecadores e a salvação de todos os homens, sobretudo os que perseguiam os cristãos, no regime comunista. Com seu exemplo e conselhos, Edviges conseguiu muitas conversões ao cristianismo.

Em sua vida, Edviges foi muito estimada por São Luís Orione, São Padre Pio e seu confessor, Padre Felice Capello, que já a consideravam santa.

Edviges Carboni faleceu, repentinamente, em Roma, na noite de 17 de fevereiro de 1952, com setenta e dois anos de idade.

Seus restos mortais, trasladados em 2015 para o Santuário de Santa Maria Goretti, em Netuno, hoje descansam na paróquia de São Jorge Mártir, em Pozzomaggiore, sua cidade natal.


Fonte: Vatican News






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