Hoje é celebrado São Felipe Neri, padroeiro dos educadores e dos comediantes (26 de maio) - Devoção e Fé - Blog Católico

domingo, 26 de maio de 2019

Hoje é celebrado São Felipe Neri, padroeiro dos educadores e dos comediantes (26 de maio)


REDAÇÃO CENTRAL, 26 Mai. 19 / 05:00 am (ACI).- “Quem quiser outra coisa que não seja Cristo, não sabe aquilo que quer; quem pede outra coisa que não seja Cristo, não sabe aquilo que faz”, dizia São Felipe Neri, padroeiro dos educadores, dos comediantes, bem como fundador do Oratório em Roma.

São Felipe Neri nasceu em Florença (Itália), em 1515. Ficou órfão de mãe quando ainda era muito novo, mas a segunda esposa de seu pai foi para ele e seus irmãos uma verdadeira mãe.

Aos 17 anos, foi enviado para San Germano para aprender sobre negócios e teve uma experiência mística que chamaria de sua “conversão”. Foi para Roma sem dinheiro e sem projeto algum, confiando na Divina Providência.

Conseguiu um emprego para educar os filhos de um aduaneiro florentino, os quais se comportavam muito bem sob a orientação de Felipe. Em seus momentos livre, dedicava-se à oração. Mais tarde, estudou filosofia e teologia, mas quando uma carreira brilhante lhe era aberta, abandonou os estudos e se entregou ao apostolado.

Na véspera de Pentecostes de 1544, pedia em oração os dons do Espírito Santo, quando desceu do céu um globo de fogo que se dilatou em seu peito. São Felipe caiu no chão pedindo ao Senhor para parar, mas quando recuperou plenamente a consciência, tinha um caroço no peito do tamanho de um punho, que jamais lhe causou dor.

Mais tarde, fundou a Irmandade da Santíssima Trindade, conhecida como a irmandade dos pobres. Foi ordenado sacerdote e exerceu o apostolado do confessionário várias horas por dia. Frequentemente, entrava em êxtase na Missa e alguns chegaram a vê-lo levitando.

Organizou as conversas espirituais que costumava terminar com a visita ao Santíssimo. O povo os chamava de “oratorianos”, porque tocava-se o sino para chamar os fiéis para rezar em seu oratório. Como queria ser missionário na Índia, São João Evangelista apareceu a ele e disse-lhe que sua missão estava em Roma.

Posteriormente, deu início à Congregação do Oratório. A Virgem apareceu para ele e o curou de uma doença da vesícula. Além disso, o santo tinha o dom da cura, de ler pensamentos e da profecia.

No final de sua vida, em 25 de maio de 1595, no dia de Corpus Christi, São Felipe Neri estava transbordando de alegria e não havia sido visto tão bem assim nos últimos anos. Atendeu confissões durante todo o dia todo e recebeu visitantes. Por volta de meia-noite, sofreu um ataque agudo e partiu para a casa do Pai.

São Felipe dizia: “Ó meu Deus tão amável, por que não me destes um coração capaz de amar-vos condignamente?”. Depois da autópsia, foi revelado que o santo teve duas costelas quebradas e foram arqueadas para deixar mais espaço para o coração. Seus restos mortais descansam na igreja de Santa Maria em Vallicela.


Fonte: ACI digital


9 dados incríveis da vida de São Felipe Neri

Por Diego López Marina


REDAÇÃO CENTRAL, 26 Mai. 19 / 06:00 am (ACI).- Hoje é celebrada a festa de São Felipe Neri, padroeiro dos educadores e comediantes. A seguir, apresentamos alguns dados sobre a incrível vida do “Apóstolo de Roma”.

1. Uma experiência mística provocou a sua conversão

Felipe Neri recebeu seus primeiros ensinamentos religiosos dos frades dominicanos do Mosteiro de São Marcos de Florença, na Itália. Entretanto, aos 16 anos, foi enviado a Piedimonte San Germano para ajudar no negócio do primo do seu pai.

Realizou tão bem o seu trabalho que o seu primo decidiu torná-lo herdeiro da sua fortuna. Entretanto, Felipe teve uma experiência mística em uma capela que pertencia aos beneditinos de Monte Cassino e descobriu a sua vocação ao sacerdócio. Imediatamente decidiu se afastar da opulência e dos bens materiais para se mudar em 1533 à cidade de Roma e servir a Deus.

2. É conhecido como o “Apóstolo de Roma”

Depois de abandonar seus estudos de filosofia e teologia – por volta de 1540 –, decidiu fazer apostolado e ensinar o catecismo aos pobres. Naquele tempo, o Colégio Cardinalício era governado pela família Médici e, por isso, muitos cardeais se comportavam como príncipes seculares. Roma estava em um estado de ignorância religiosa, os sacerdotes abandonavam os paroquianos e as igrejas, os costumes desta época não era os melhores.

Durante 40 anos, Felipe foi o melhor catequista de Roma e conseguiu transformar a cidade. Seu apostolado ativo começou com as visitas aos hospitais, depois passou a frequentar as lojas, armazéns, bancos e lugares públicos, exortando as pessoas a servir a Deus.

3. É padroeiro dos comediantes
Definitivamente Felipe recebeu de Deus o dom da alegria e da amabilidade. Como era tão simpático no seu modo de tratar as pessoas, tornava-se facilmente amigo dos trabalhadores, funcionários, vendedores e crianças de rua.

Uma das suas perguntas mais frequentes era: “E quando começaremos a nos tornar melhores?”. Se lhe mostravam boa vontade, costumava explicar as maneiras mais simples para chegar a ser mais piedosos e começar a fazer a vontade de Deus.

Também foi amigo de vários cardeais e príncipes que gostavam dele pelo seu grande senso de humor e humildade.

4. Dedicou-se à oração e às obras de misericórdia

Além do apostolado, Felipe Neri costumava passar a noite na porta de alguma igreja ou nas catacumbas de São Sebastião, perto da Via Appia, para entrar em profunda oração.

Além disso, praticava as obras corporais de misericórdia.

Em 1548, junto com o seu confessor e 15 leigos, fundou a Irmandade da Santíssima Trindade, que se reunia para organizar exercícios espirituais e ajudar os peregrinos necessitados. Assim, fundou o hospital de Santa Trinita dei Pellegrini, onde foram atendidos e cuidados 145 mil peregrinos no ano jubilar de 1575.

5. Podia ler os pensamentos dos seus penitentes e levitar

Em 23 de maio de 1551, aos 36 anos, foi ordenado sacerdote. Pouco tempo depois, começou a viver na igreja de São Jerônimo da Caridade (Itália), onde se dedicou especialmente à confissão. Costumava atender confissões desde a madrugada até o meio-dia, algumas vezes permanecia até a tarde, para atender a uma multidão de penitentes de todas as idades e condições sociais.

Tinha o grande dom de saber confessar muito bem, como também o dom de ler o pensamento dos seus penitentes e os guiava com grande compaixão no caminho da santidade.

Além disso, celebrava com grande devoção a Missa diária que muitos sacerdotes haviam abandonado. Muitas vezes, entrava em êxtase durante a Eucaristia e foi visto levitando em algumas ocasiões. Para não chamar a atenção, tentava celebrar a última Missa do dia, na qual havia menos pessoas.

6. Curava os doentes e previa o futuro

Felipe tinha o dom da cura e restabeleceu a saúde de muitos doentes. Em várias ocasiões também previu o futuro. Vivia em contato com o sobrenatural e frequentemente entrava em êxtase. As pessoas que o viram entrar em êxtase diziam que o seu rosto resplandecia com uma luz celestial.

7. Conheceu Santo Inácio de Loyola

Em 1544, Felipe se tornou amigo de Santo Ignácio de Loyola e quis ser missionário na Ásia, mas depois desistiu, pois desejava continuar o seu trabalho em Roma. Foi assim que formou o núcleo do que mais tarde se tornou a Irmandade do Pequeno Oratório.

Em 1575, essa Irmandade foi chamada de Congregação do Oratório de São Felipe Neri e foi aprovada na bula “Copiosus in misericordia Deus” pelo Papa Gregório XIII.

8. A Virgem Maria apareceu para ele e foi curado

Seu estado de saúde sempre foi delicado. Em certa ocasião, a Virgem apareceu para ele e o curou de uma doença na vesícula. Foi assim: o santo quase havia perdido a consciência, quando de repente se levantou, abriu os braços e exclamou: “Minha bela Senhora! Minha Santa Senhora!”. O médico que o atendeu segurou no seu braço, mas Felipe disse: “Deixe-me abraçar a minha mãe que veio me visitar”.

Depois, percebeu que havia várias testemunhas e escondeu o seu rosto, como uma criança, porque não gostava que o chamassem de santo.

9. Morreu na Solenidade de Corpus Christi

Em 25 de maio de 1595, dia de Corpus Christi, o seu médico o viu transbordando de alegria e disse: “Padre, nunca o vi tão alegre” e ele respondeu: “Alegrei-me quando me disseram: vamos a casa do Senhor”.

Por volta de meia-noite, sofreu um ataque agudo e levantou as mãos para abençoar os sacerdotes que estavam com ele e expirou docemente. Tinha 80 anos.

Foi declarado santo em 1622 e, em Roma, foi considerado o melhor catequista e diretor espiritual.

Fonte: ACI digital



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