Outubro 2017 - Devoção e Fé - Blog Católico

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Padre Zezinho reage às provocações da TV Globo e aos seus ataques contra a família


Redação da Aleteia|Out 30, 2017 

"Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos"

Na berlinda por escancarar cada vez mais a sua real posição quanto a temas fundamentais para a sociedade, como família, amor, sexualidade e
conceito de pessoa humana, a rede Globo de televisão tem tido que enfrentar algo incomum para a sua longa hegemonia como canal mais visto do Brasil: crescentes protestos e boicotes de famílias que não aceitam a forma impositiva com que a Globo tem insistido em impor ideologias subjetivistas e relativistascomo se fossem absolutas, tanto em sua programação de entretenimento quanto nos programas supostamente “jornalísticos”.

A emissora acusou o recibo neste mês ao lançar uma nova e peculiar campanha institucional na qual afirma que teria 100 milhões de telespectadores no Brasil, acrescentando que muitos gostam dela enquanto “outros dizem que não“. A ironia é dirigida, obviamente, a quem reage à ideologia que o canal está impondo com sanha cada vez mais incontida.

No entanto, não é só o apelo ao deboche que revela o crescente desespero da emissora diante da reação de quem não está a fim de engolir o seu absolutismo ideológico: os próprios números de audiência são questionados até mesmo em sites dedicados ao mundo da televisão. Mauricio Stycer, do UOL, por exemplo, observou que este número está incluindo os acessos aos sites do grupo Globo.

Outro “detalhe” questionável da campanha é a afirmação de que a Globo supostamente não fala com esses 100 milhões de modo genérico, mas sim com “cada um” dos seus telespectadores. Essa afirmação pode ser contestada pelo próprio fato de que a Globo prioriza defensores da sua visão de mundo em detrimento de quem a questiona, ou, em todo caso, evita dar espaço aos críticos que apresentam os argumentos mais objetivos contra as falácias contidas em suas novelas e matérias ditas “informativas”. Foi o que se viu, por exemplo, numa polêmica edição do Fantástico durante a qual foi disparada contra o público uma aberrante lista de informações manipuladas a respeito do aborto. Confira aqui e aqui.

Recentemente, o bispo Dom Celso Marchiori, da diocese paranaense de Apucarana, foi explícito e contundente ao afirmar que “a Globo é um demônio dentro de nossas casas“.

Líderes religiosos de diversos credos têm denunciado abertamente as manipulações veiculadas pela emissora.

Desta vez, um dos sacerdotes mais conhecidos e queridos do Brasil, o Pe. Zezinho, também divulgou a sua opinião sobre os ataques da Globo contra o conceito natural de família, a assim chamada “família tradicional”.

Reproduzimos o seu texto a seguir:

Os novelistas da Globo e a Família Tradicional
Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos.
A Globo não tem medo de nós e nós também não temos medo da Globo.
Não sei se você percebeu, mas o conflito e a ojeriza que se instalou entre a família tradicional e a família “mutante e avançada” foi causado pelos novelistas da Globo.
A Globo ganhou rios de dinheiro com as audiências que os novelistas lhe deram. E eles foram ficando cada dia mais ousados.
Quando veio a reação, lenta, mas inquietante para quem moveu bilhões de $$$, a Globo não sabe como voltar atrás.
O SBT, a RECORD e a BANDEIRANTES, não porque sejam mais respeitosas em outros programas, mas porque nas suas entrevistas e outras mensagens defendem a família tradicional, estão carreando para si a audiência das famílias feridas na sua autoridade, na sua fé e nos seus conceitos de homem, mulher e filhos.
Foi e continua sendo uma guerra de conceitos. E os novelistas, na sua maioria, vestiram a camisa da Globo; e, com exceção de alguns artistas, a Globo vestiu a camisa e a nudez dessas novelas.
Quando levaram o debate para auditórios entre o que é “avançado” e o que é “tradição”, o conflito atingiu os artistas, porque estes agora já não estavam representando o que os novelistas escreviam, mas sim defendendo, como artistas, as suas próprias ideias. Sobrou para os artistas.
Agora, o povo religioso – são milhões, mais do que a audiência da Globo – distingue entre deputados, artistas e diretores sérios e os inimigos de pais, mães, filhos e família.
Se o conflito persistir, não haverá governo para subsidiar as perdas deste canal!
Se existe uma coisa que um canal de TV teme é a perda de audiência e de anunciantes. E acho que é isso que vai acontecer quando as igrejas baterem de frente contra essas mensagens que as desrespeitam.
A Globo está perdendo o coração e a cabeça do povo!
Perdendo muito. Não adianta dizer que chegam a 100 milhões de telespectadores. As igrejas chegam a 180 milhões, embora nem todos frequentem. E nem os 100 milhões são fanáticos pela Globo.
Duvido que os atuais novelistas sejam capazes de mudar os seus temas e o excesso de erotismo e sexo que tanto incomodou as famílias nestes últimos vinte anos!
Se querem diálogo, dialoguemos. Se querem confronto, confrontemos.
Não é a modernidade contra o passado: são 4 mil anos de fé judaica e cristã contra o ateísmo de quem acha que pai e mãe não têm mais poder.
A babá-TV está perdendo o seu charme.
Religiosos de todas igrejas, divulguem isso: vocês têm força. Nós temos força! Cansamos de ver sem reagir!

Pe. Zezinho, scj

Fonte: Aleteia



domingo, 29 de outubro de 2017

CNBB: Nota Oficial sobre o trabalho escravo


Bispos repudiam Portaria nº 1.129 do Ministério do Trabalho do Governo Federa

26/10/2017  Oficial

O Conselho Permanente da CNBB, reunido em Brasília, de 24 a 26 de outubro, emitiu nota oficial repudiando com veemência a Portaria 1129 do Ministério do Trabalho considerando que ela elimina proteções legais contra o trabalho escravo.

A agência de notícias do Governo Federal, a agência Brasil (AB), explicou o caso da seguinte forma: “Há uma semana, o Ministério do Trabalho publicou no Diário Oficial da União (DOU) a Portaria 1.129, assinada pelo ministro Ronaldo Nogueira, na qual dispõe sobre os conceitos de trabalho forçado, jornada exaustiva e condições análogas de escravo, com o objetivo de disciplinar a concessão de seguro-desemprego a pessoas libertadas”.

A Portaria, segundo a AB, “além de acrescentar a necessidade de restrição da liberdade de ir e vir para a caracterização da jornada exaustiva, por exemplo, a portaria também aumentou a burocracia da fiscalização e condicionou à aprovação do ministro do Trabalho a publicação da chamada lista suja, com os nomes dos empregadores flagrados reduzindo funcionários a condição análoga à escravidão”. A portaria gerou reações contrárias de entidades como a Organização Internacional do Trabalho (OIT), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu liminar (decisão provisória) na terça-feira, 24 de outubro, suspendendo os efeitos da Portaria. Segundo a AB, “A decisão da ministra foi dada em uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) aberta pela Rede na semana passada. Rosa Weber acatou os argumentos do partido de que a referida portaria abre margem para a violação de princípios fundamentais da Constituição, entre eles, o da dignidade humana, o do valor social do trabalho e o da livre inciativa”.

A Nota da CNBB é assinada pela Presidência e foi apresentada numa Entrevista Coletiva nesta quinta-feira, 26 de outubro, na sede provisória da Conferência, na Asa Norte, em Brasília (DF).

Leia a Nota.

NOTA DA CNBB SOBRE O TRABALHO ESCRAVO

“O Espírito do Senhor me ungiu para dar liberdade aos oprimidos” (cf. Lc 4, 18-19)

Reunido em Brasília-DF, nos dias 24 a 26 de outubro de 2017, o Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB manifesta seu veemente repúdio à Portaria 1129 do Ministério do Trabalho, publicada no Diário Oficial da União de 16/10/2017. Tal iniciativa elimina proteções legais contra o trabalho escravo arduamente conquistadas, restringindo-o apenas ao trabalho forçado com o cerceamento da liberdade de ir e vir. Permite, além disso a jornada exaustiva e condições degradantes, prejudicando assim a fiscalização, autuação, penalização e erradicação da escravidão por parte do Estado brasileiro.

Como nos recorda o Papa Francisco, “hoje, na sequência de uma evolução positiva da consciência da humanidade, a escravatura – delito de lesa-humanidade – foi formalmente abolida no mundo. O direito de cada pessoa não ser mantida em estado de escravidão ou servidão foi reconhecido, no direito internacional, como norma inderrogável” (Papa Francisco, Dia Mundial da Paz, 1º de janeiro de 2015). Infelizmente, esse flagelo continua sendo uma realidade inserida no tecido social. O trabalho escravo é um drama e não podemos fechar os olhos diante dessa realidade.

A desumana Portaria é um retrocesso que, na prática, faz fechar os olhos dos órgãos competentes do Governo Federal que têm a função de coibir e fiscalizar esse crime contra a humanidade e insere-se na perversa lógica financista que tem determinado os rumos do nosso país. Essa lógica desconsidera que “o dinheiro é para servir e não para governar” (Evangelii Gaudium, 58). O trabalho escravo é, hoje, uma moeda corrente que coloca o capital acima da pessoa humana, buscando o lucro sem limite (cf. Papa Francisco, Mensagem para o Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, 2014).

Nosso País no qual, por séculos, vigorou a chaga da escravidão de modo legalizado, tem o dever de repudiar qualquer retrocesso ou ameaça à dignidade e liberdade da pessoa humana. Reconhecendo a importância da decisão liminar no Supremo Tribunal Federal que suspende essa Portaria da Escravidão e somando-nos a inúmeras reações nacionais e internacionais, conclamamos a sociedade a dizer mais uma vez um não ao trabalho escravo.

Confiamos a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, a proteção de seus filhos e filhas, particularmente os mais pobres.

Brasília, 26 de outubro de 2017

Cardeal Sergio da Rocha/ Presidente

Dom Murilo S. Krieger / Vice-Presidente

Dom Leonardo U. Steiner / Secretário-Geral

Fonte: CNBB



Após 50 anos de sua morte, Pe. João Schiavo é beatificado no Brasil

Padre beatificado neste sábado, 28, praticou de modo heroico o evangelho de Jesus Cristo no Brasil, segundo Cardeal Amato

Julia Beck
Da Redação, com contribuição de Arquidiocese de Caxias do Sul

Momento de revelação do quadro de glória do beato Padre João Schiavo /Foto: Reprodução Canção Nova

Na manhã deste sábado, 28, foi beatificado Pe. João Schiavo. “Há pouco mais de 50 anos de sua morte, a Igreja eleva hoje, à honra de seus altares, (…) o missionário italiano da congregação de São José”.  As palavras são do presidente da celebração de beatificação e Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, em homilia lida nos pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS).

“Ele se santificou aqui, nesta terra brasileira, pátria de santos e de mártires. (…) Ele se sentia intimamente brasileiro, passou sua vida sacerdotal e apostólica no Brasil, onde encontrou terreno forte para praticar de modo heroico o evangelho de Jesus Cristo”, ressaltou Cardeal Angelo Amato, ao comentar experiência de vida do beato no país.

Segundo o cardeal, Pe. João Schiavo era um apóstolo dinâmico e criativo, autor de várias obras sociais de sua congregação no Brasil, onde expressou, bondade, caridade e gentileza, aos pobres. O amor e devoção da comunidade caxiense ao beato pôde ser vista durante toda a celebração organizada pela Diocese de Caxias do Sul, pela Congregação das Irmãs Murialdinas de São José, pela Congregação dos Josefinos de Murialdo e pela Associação dos Amigos do Pe. João Schiavo.

Fiéis e devotos se concentraram nos pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul, para celebração de beatificação /Foto: Reprodução CN

O rito de beatificação foi composto por oito atos: pedido do bispo diocesano Dom Alessandro Ruffinoni para a beatificação, breve apresentação da biografia de Pe. João Schiavo pelo postulador Pe. Orides Ballardin, leitura da carta apostólica em latim, revelação do quadro de glória do beato, canto do hino de beatificação, exposição da relíquia, breve agradecimento do bispo diocesano Dom Ruffinoni e abraço da paz ao Cardeal Angelo Amato.

Ao final da homilia, lida na beatificação de João Schiavo, Dom Angelo Amato pediu: “Que o nosso beato nos abra os olhos para vermos e fazermos o bem, semeando em nossos corações, nas nossas comunidades, família e sociedade, o bem. Que possamos colher os frutos do bem que são amor, perdão, alegria, amizade e partilha, como foi a existência do Padre Schiavo. Comtemplemo-lo, imitemo-lo e imploremos a sua intercessão”.

Processo de Beatificação


Processo de beatificação foi iniciado há 16 anos pelo bispo Dom Paulo Moretto /Foto: Divulgação Diocese de Caxias do Sul

A Causa de Beatificação do Pe. João Schiavo, foi introduzida na Diocese de Caxias do Sul, pelo bispo Dom Paulo Moretto, em agosto de 2001. Neste mesmo ano, foi aberto o processo diocesano sobre a vida, virtudes e fama de santidade do Pe. João Schiavo e concluído em outubro de 2003, sendo entregue no Vaticano, em novembro do mesmo ano.

Foi instaurado novo processo na Diocese de Caxias do Sul, em 2009, para analisar a cura de Juvelino Carra, recolhendo depoimentos dos médicos e enfermeiras que o atenderam e familiares próximos. Em dezembro de 2015, após ter recebido o parecer da Comissão de Cardeais que analisaram o Livro sobre a Vida, Virtudes e Fama da santidade do Servo de Deus, Papa Francisco decretou a venerabilidade de Pe. João Schiavo.

Em fevereiro de 2016, a Comissão de Médicos do Vaticano reconheceu, na documentação analisada, que a cura não tem explicação médico-científica. Em junho cumpriu-se mais uma etapa do processo com a avaliação positiva da Comissão de Teólogos do Vaticano, composta por sete estudiosos da Congregação das Causas dos Santos, que analisaram as orações feitas por intercessão de Pe. João Schiavo para obter a cura do caxiense Juvelino Carra. No dia 18 de outubro de 2016, ocorreu, em Roma, a Reunião Ordinária dos Cardeais e Bispos, etapa final do processo de beatificação do Padre João Schiavo.

No dia 1º de dezembro de 2016, Papa Francisco autorizou a Congregação das Causas dos Santos promulgar o Decreto de Reconhecimento do Milagre de cura do caxiense Juvelino Carra, pela intercessão do Venerável Servo de Deus Pe. João Schiavo, Josefino de Murialdo, italiano que viveu na Serra Gaúcha de 1931 a 1967 e realizou inúmeras obras relacionadas à educação, obras sociais e formação religiosa. Em fevereiro de 2017 o Vaticano confirmou a Beatificação para dia 28 outubro de 2017 nos Pavilhoes da Festa da Uva, em Caxias do Sul.

 As principais obras de Pe. João Schiavo 

O sacerdote, da Congregação dos Josefinos de Murialdo, nasceu na Itália, em Sant’Urbano de Montecchio Maggiore (VI), no dia 8 de julho de 1903 e desde criança desejava ser padre. Entrou na Congregação dos Josefinos de Murialdo e, em 1919, fez sua primeira Profissão Religiosa. No dia 10 de julho de 1927, com 24 anos, foi ordenado sacerdote. Quatro anos depois, realizando seu desejo de ser missionário e seguindo a ordem da obediência, partiu para o Brasil, chegando em Jaguarão (RS), no dia 05 de setembro de 1931 e de lá, poucas semanas depois para Caxias do Sul (RS), mais especificamente em Ana Rech para se dedicar a animação e formação dos candidatos para a Congregação dos Josefinos de Murialdo.

Desde que chegou em solo brasileiro, Padre João desenvolveu uma intensa atividade vocacional e foi o primeiro mestre de noviços da missão Josefina no Brasil. Viveu sua vocação e missão sobretudo na Região de Caxias do Sul: em Ana Rech, foi animador dos seminaristas e noviços, professor, iniciador e diretor da Escola Normal Rural Murialdo; em Galópolis, foi diretor da Escola e pároco; em 1941, fundou o Seminário Josefino de Fazenda Souza, interior de Caxias do Sul, sendo o primeiro diretor dessa obra que marcaria sucessivas gerações de jovens.

Fundou diversas obras em favor das crianças e jovens pobres: Abrigo de Menores São José, em Caxias do Sul; Obra Social Educacional, em Porto Alegre (Partenon e no Morro da Cruz, respectivamente); Abrigo de Menores em Pelotas e Rio Grande (RS); Colégio Nossa Senhora Mãe dos Homens, em Araranguá (SC). Foi o primeiro Superior dos Josefinos da então Vice-Província no Brasil de 1937 a 1946 e Provincial de 1947 a 1956. Fundou em 1942 a Associação das Mães Apostólicas, com o objetivo de rezar e amparar as vocações. A ele se deve o desenvolvimento das Obras Josefinas, o reconhecimento oficial das escolas e a formação religiosa dos primeiros confrades brasileiros.

Após um período de discernimento, em consonância com o fundador das Irmãs Murialdinas de São Jose Padre Luigi Casaril, no dia 09 de maio de 1954, Pe. João Schiavo iniciou, em Fazenda Souza, Caxias do Sul, o primeiro grupo das Irmãs Murialdinas de São José, no Brasil. Em 1957 fundou em Fazenda Souza, a Escola Santa Maria Goretti das Irmãs Murialdinas, onde atuou como diretor e professor.

Em fevereiro de 1956 deixou o cargo de Superior Provincial, mas continuou prestando serviço à sua Congregação e dedicando-se às Irmãs Murialdinas. Padre João Schiavo, cuja saúde há tempo estava debilitada, adoeceu gravemente no final de novembro de 1966 e faleceu dia 27 de janeiro de 1967, com fama de santo.

Desde então, sua sepultura, atualmente no interior de uma capela que leva o seu nome, em Fazenda Souza, é local de orações e peregrinações. Ali, todo o dia 27, às 16 horas, é celebrada missa em sua memória. Por sua intercessão são atribuídas muitas graças e a fama de santidade estende-se até mesmo para fora do Brasil, com relatos de graças alcançadas na Argentina (Mendoza) e em outras nações onde atuam os Josefinos e as Murialdinas.


Fonte: Canção Nova



CNBB: Orientações pastorais para as mídias católicas do Brasil


Brasília (RV) 29/10/2017- O Conselho Permanente da CNBB, reunido entre 24 e 26 de outubro, em Brasília aprovou com emendas e correções um texto contendo orientações pastorais dirigidas aos operadores de todas as mídias que no Brasil se apresentam como católicas. O documento foi preparado com a participação de todas as comissões pastorais da Conferência e traz considerações importantes a serem observadas na TV, no Rádio, nos impressos e nas chamadas mídias sociais da Igreja.

Dom Darci José Nicioli, presidente da Comissão Episcopal para a Comunicação, coordenou todo o processo de composição do documento e foi encarregado pelo Conselho a dar continuidade ao processo que inclui a revisão, publicação, divulgação do documento por meio de ano de estudos e debates com os operadores das mídias.

Ele falou à Assessoria de Imprensa. Confira a entrevista:

Este novo documento da CNBB com orientações para a mídia católica tem que tipo de origem? Por que foi necessário fazer esse texto?

Todos os documentos que emanam da nossa Conferência Episcopal nascem da solicitude dos nós bispos em vista da animação da ação evangelizadora no Brasil. Nenhum desses textos é produzido sem essa mística. Em colegialidade fraterna, procuramos nos debruçar, na medida do possível, sobre todas as realidades que compõem a nossa ação pastoral. O campo da comunicação é importantíssimo! Lançamos o nosso Diretório Nacional para a Comunicação em 2014 e, desde aquele período, temos pensado em traduzi-lo em orientações explicitamente pastorais para ajudar os operadores da mídia católica e de todos os que atuam na mídia e assumem sua catolicidade.

A necessidade de orientação para campos específicos do apostolado é comum à nossa ação evangelizadora. E vivendo em tempos de grandes transformações e expansão midiática, esse ambiente da vida eclesial e social pediu dos nossos bispos uma reflexão mais específica. Foi por isso que, por longos meses, estamos trabalhando nesse texto que foi aprovado pelo Conselho Permanente da CNBB e que, logo, estará nas mãos de todos os irmãos e irmãs que atuam em todas as mídias. Não é um texto pronto e acabado, mas um instrumento de estudo que poderá receber a influência de todos os que, efetivamente, atuam em mídias em nome da Igreja.

Quem são, então, os destinatários desse documento? A CNBB apresenta essas orientações aos diretores, responsáveis ou a todos os comunicadores católicos?

Os bispos decidiram falar aos operadores de todas as mídias que se apresentam como católicos diante da sociedade, tanto os que atuam em veículos da Igreja como aqueles que ocupam espaços próprios ou de terceiros e querem se comunicar a partir da experiência de fé vivida na Igreja Católica. Isso significa que o documento é dirigido a proprietários, diretores, redatores, editores, apresentadores, artistas, repórteres, produtores de conteúdo e qualquer outra pessoa – profissional ou não – que esteja na árdua tarefa de comunicar o evangelho de Cristo em todas as mídias.

Adotamos o termo mídias para respeitar a diversidade dos espaços físicos e digitais que são hoje ocupados pela comunicação. Com isso queremos chegar não apenas aos olhos e ouvidos, mas aos corações de todos aqueles que trabalham nas emissoras de TV e Rádio, ligadas à Igreja de algum modo e também aqueles que participam dos meios laicos e se apresentam neles como católicos. Um dos destinatários pensados pelos bispos – enquanto preparávamos este documento que contou com a colaboração de vários comunicadores e de todas as comissões pastorais da CNBB – é o produtor de conteúdo na internet. Queremos também dialogar com as pessoas que assumem esse novo ambiente em sites, blogs ou redes sociais.

Quais são os principais temas abordados neste documento?

O texto é bem abrangente. Destaco alguns temas importantes: é fundamental o trabalho de todos, especialmente das mídias, em prol da unidade da Igreja; é fundamental que cada mídia consiga expressar a catolicidade; as mídias têm responsabilidades na formação da cidadania, conforme orientação da doutrina social da Igreja; as mídias também são importantes para a catequese litúrgica, uma vez que “fazem escola” nas comunidades locais; a ética dos agentes que interagem nas mídias, particularmente na questão comercial de produtos ligados ou não à religião; cumplicidade na missionariedade da Igreja; compromisso com a Palavra, a Tradição e o Magistério, pois é isso que define a catolicidade de uma Midia que se diz a serviço da Igreja.

Conforme o senhor disse, o texto ainda deve fazer um percurso antes de chegar à sua redação final. Por que desse método e como ele será aplicado?

A CNBB sempre agiu desse modo com todos os seus documentos oficiais. Há sempre um período para que as comunidades, os pastores, os padres, os religiosos, os leigos possam colaborar na formulação de caminhos para uma pastoral orgânica, uma ação evangelizadora participativa e que seja eficaz no anúncio do Evangelho de Cristo. Com esse documento não é diferente. O Conselho Permanente aprovou um texto que será publicado na série verde dos “Estudos CNBB” e este trabalho, em seguida, fará ainda um trajeto peregrinando entre os comunicadores da Igreja do Brasil, suscitando reflexão e engajamento.

O Conselho Permanente encarregou a Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação de animar esse processo. Logo que o texto estiver finalizado – com as últimas correções pedidas – e publicado pela CNBB, apresentaremos aos comunicadores de todas as mídias um cronograma de trabalho. É desejável que na Assembleia Geral de 2019, depois do amplo trabalho de debates, correções, emendas e sugestões, apresentemos a proposta de um texto final, para a aprovação dos bispos.

Nesse tempo de estudos, quais serão as prioridades da Comissão para a Comunicação da CNBB?

A primeira providência será de criar condições para que todos os comunicadores que atuam nas mídias no Brasil tenham acesso e possam conhecer a integralidade das orientações pastorais propostas pela CNBB. Acreditamos que isso não pode ser apenas confiado à adesão espontânea que, apesar de necessária, pode durar muito tempo. Vamos propor datas e encontros para a leitura desse texto, considerando a especificidade das mídias.

Uma segunda prioridade será aquela de fazer que essas orientações não sejam apenas conhecidas, mas experimentadas na prática de cada uma das mídias. Precisamos evitar promover debates da letra pela letra e trazer o elemento da prática para aprofundar o que o texto propõe. Nesse sentido, precisamos levar as orientações para as redações das TVs, dos Jornais, das revistas, dos produtores de conteúdo na internet, etc.

Ainda uma ação importante, entre outras que poderemos realizar no decorrer do processo, é estabelecer um cronograma para receber contribuições – a partir do conhecimento e da prática das orientações – para que sejam inseridas no texto a ser apresentado em 2019.

O senhor não acha que muita coisa para pouco tempo?

Acho sim! Mas, comunicadores católicos são arrojados e corajosos. Ninguém brinca em serviço! São criativos e céleres! Eles têm uma capacidade de produção que a maioria de nós desconhece completamente. Quando a gente vê um programa bonito, uma reportagem bacana, uma campanha legal nas mídias, às vezes, não nos damos conta que foi um grupo enorme de pessoas que trabalhou com talento, dedicação e carinho e trouxeram aquilo para o público, a tempo e a hora. Basta um bom planejamento e a adesão dos comunicadores. Nós conseguiremos!

A Igreja no Brasil merece o nosso esforço! O compromissa da fé em Jesus Cristo, nosso Redentor, pede nossa adesão para que tenhamos todas as áreas da evangelização bem refletidas nos trabalhos que são realizados no ambiente midiático. Este documento não é da Comissão de Comunicação, é um documento da CNBB e considerou a participação de todas as grandes linhas do nosso trabalho pastoral no Brasil! Gente boa! Meu agradecimento e abraço a todos!

(CNBB)

Fonte: Radio Vaticano



O centro da vida-30° Domingo do Tempo Comum (Ano A)


O centro da vida

30º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Evangelho de Mateus 22, 34-40

* 34 Os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito os saduceus se calarem. Então eles se reuniram em grupo, 35 e um deles perguntou a Jesus para o tentar: 36 «Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?» 37 Jesus respondeu: «Ame ao Senhor seu Deus com todo o seu coração, com toda a sua alma, e com todo o seu entendimento. 38 Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39 O segundo é semelhante a esse: Ame ao seu próximo como a si mesmo. 40 Toda a Lei e os Profetas dependem desses dois mandamentos.»
Reflexão

Amar a Deus e ao próximo

Jesus resume a Lei, a norma ética, em “amar Deus e o próximo”. Tendo claro que “amar”, neste contexto, não significa mero sentimento, mas opção ética, podemos desdobrar este ensinamento em duas perguntas:

1) Pode-se amar Deus sem amar ao próximo? Não. Já na antiga “Lei da Aliança”, mil anos antes de Cristo, “amar a Deus” significa, concretamente, ajudar ao próximo: a viúva, o órfão, o estrangeiro, o povo em geral: o direito do pobre clama a Deus (1ª leitura).

Na mesma linha, Jesus, interrogado sobre qual é o maior mandamento, vincula o amor a Deus ao amor ao próximo, e acrescenta que desses dois mandamentos dependem todos os outros (evangelho). Todas as normaséticas devem ser interpretadas à luz do amor a Deus e ao próximo, que são inseparáveis. É impossível optar por Deus sem ser solidário com seus filhos (1Jo 4,20). A verdadeira religiãoé dedicar-se aos necessitados (Tg 1,27). Na prática, o “amor a Deus” (a religião) passa necessariamente pelo “sacramento do pobre e do oprimido”, ou seja, pela opção por aqueles cuja miséria clama a Deus, seu “Defensor”. Entre Deus e nós está o necessitado. Só dedicando-se a este, temos acesso a Deus. Mas não basta uma esmola. Com a nossa atual compreensão da sociedade e da história, a dedicação ao empobrecido não se limita à escola, mas exige novas estruturas. Importa trabalhar as estruturas da sociedade e transforma-las de tal modo que o bem-estar do fraco e do pobre estejam garantido pela solidariedade de todos, numa estrutura política e social que seja eficaz.

2) Pode-se amar o próximo sem amar a Deus? Nosso mundo é, como se diz, “secularizado”. Não dá muito lugar a Deus. Não nos enganem as aparências, os shows religiosos que aparecem em teatro e televisão, pois esse tipo de religiosidade, muitas vezes, não passa de um produto de consumo, no meio de tantos outros. Não é compromisso com Deus. Ao mesmo tempo, pessoas com profundo senso ético dizem: já não precisamos de Deus para explicar o universo. Será que ainda precisamos dele para sermos éticos, para respeitar nosso semelhante, para “amar o próximo?” Será que não basta ser bom para com os outros, sem apelar a Deus? Para que “amar a Deus”? Para que a religião? Eis a resposta: para amar bem o irmão, devemos também “amar a Deus”, aderir a ele (embora não necessariamente por uma religião explícita). Isso, porque o que entendemos por Deus é o absoluto, o incondicional, aquele que tem a última palavra, que sempre nos transcende e está acima de nossos interesses pessoais. Se não buscamos ouvir essa palavra última, pode acontecer que nos ocupemos com o próximo para nos amar a nós mesmos (amor pegajoso, interesseiro, sufocante etc.)

Como cristão, conhecendo “Deus” como Pai de Jesus Cristo e como a fonte do amor que este nos manifestou, devemos perguntar sempre se nossa prática de solidariedade é realmente orientada pelo absoluto, por Deus, aquele que Jesus chama de Pai. Senão, vamos conceber nosso amor de acordo com a nossa medida, que é sempre pequena demais…

Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes

Oração do Dia

Ó Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis, no vosso imenso amor de Pai, mais do que merecemos e pedimos, derramai sobre nós a vossa misericórdia, perdoando o que nos pesa na consciência e dando-nos mais do que ousamos pedir. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.



sábado, 28 de outubro de 2017

Hoje é celebrado São Judas Tadeu, padroeiro das causas impossíveis (28 de outubro)


REDAÇÃO CENTRAL, 28 Out. 17 / 04:00 am (ACI).- “Rogamos-te, patrono, a tua intercessão nas dores, no abandono, nas penas, na aflição”, são palavras do hino de São Judas Tadeu, cuja memória litúrgica é celebrada neste dia 28 de outubro pela Igreja, o qual é conhecido como padroeiro das causas impossíveis e é um dos mais populares no Brasil.

No Rio de Janeiro, por exemplo, a devoção ao santo tem um fator extra – que também já se espalhou pelo Brasil –, pois São Judas é considerado o padroeiro do Flamengo, um dos times do futebol carioca com mais torcedores no país.

Segundo relato do site oficial do Flamengo, a devoção ao santo das causas impossíveis começou na década de 1950, quando o time estava há muitos anos sem ganhar uma competição. O santo foi apontado como responsável pelo tricampeonato estadual de 1953, 1954 e 1955, após o pároco da Igreja de São Judas Tadeu, do Cosme Velho, ir até a Gávea,  local da sede do clube, e rezar uma Missa, pedir fé aos jogadores e aconselhar que fossem até a Igreja e acendessem uma vela ao santo. Nos três anos, o padre disse que o time levaria o troféu e o fato se concretizou.

“Em troca da ‘profecia concretizada’ do pároco, São Judas Tadeu, o santo das causas impossíveis, ganhou a devoção da Nação Rubro-Negra e virou um dos santos mais populares do Rio de Janeiro”, afirma o site.

Apóstolo e mártir

São Judas Tadeu é um dos doze apóstolos e não se trata de Judas Iscariotes. Ele era primo de Jesus e irmão de Tiago Menor. Foi ele quem, na Última Ceia, perguntou a Jesus: “Senhor, como é possível que tenhas de te manifestar a nós e não ao mundo?” (Jo 14,22).

É autor de uma epístola que leva o seu nome, na qual ataca os agnósticos e diz que os que têm fé, mas não fazem obras boas, são como nuvens que não têm água, árvores sem fruto e ondas só de espumas, e que os que se dedicam aos pecados de impureza e a fazer atos contrários à natureza sofrerão a pena de um fogo eterno.

Sua festa é celebrada juntamente com a de São Simão, com quem pregou na Pérsia. Ambos foram martirizados.

Santa Brígida conta em suas Revelações que Nosso Senhor lhe recomendou que quando desejasse conseguir certos favores os pedisse por meio de São Judas Tadeu.

São Judas Tadeu é representado com uma imagem de Cristo no peito, por causa do seu parentesco com o Senhor, de quem a tradição conta que era muito parecido. Também é representado segurando um machado, uma clava, uma espada ou uma alabarda, por sua morte ter ocorrido por uma dessas armas.

Neste dia dedicado ao santo mártir, trazemos a oração de São Judas Tadeu para recordá-lo:

São Judas Tadeu, apóstolo escolhido por Cristo, eu vos saúdo e louvo pela fidelidade e amor com que cumpristes vossa missão. Chamado e enviado por Jesus, sois uma das doze colunas que sustentam a verdadeira Igreja, fundada por Cristo. Inúmeras pessoas, imitando vosso exemplo e auxiliadas por vossa oração, encontram o caminho para o Pai, abrem o coração aos irmãos e descobrem forças para vencer o pecado e superar todo o mal. Quero imitar-vos, comprometendo-me com Cristo e com sua Igreja, por uma decidida conversão a Deus e ao próximo, especialmente o mais pobre. E, assim convertido, assumirei a missão de viver e anunciar o Evangelho, como membro ativo de minha comunidade.  Espero, então, alcançar de Deus a graça que imploro confiando na vossa poderosa intercessão. (Faça o pedido da graça a ser alcançada…).

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Amém!

Fonte: ACI digital

8 coisas que talvez não sabia sobre 
o popular São Judas Tadeu

REDAÇÃO CENTRAL, 28 Out. 17 / 06:00 am (ACI).- São Judas Tadeu é um dos santos mais populares e queridos entre os católicos devido aos inúmeros “favores” que seus devotos asseguram ter conseguido por meio da sua intercessão. Confira a seguir, oito coisas que talvez não sabia sobre São Judas Tadeu, o conhecido padroeiro das causas impossíveis.

1. Tadeu significa “magnânimo”

A tradição na Igreja conhece este apóstolo como Judas Tadeu. Os Evangelistas São Mateus e São Marcos o nomeiam simplesmente “Tadeu” (Mt 10, 3; Mc 3, 18) e Lucas o denomina “Judas, irmão de Tiago” (Lc 6, 16; At 1, 13). Judas significa “Deus seja louvado”.

Não sabemos exatamente de onde provém o segundo nome Tadeu, provavelmente vem do aramaico “taddà”, isto é “peito” e, portanto, significaria “magnânimo”. Ou talvez surgiu da abreviação de um nome grego como “Teodoro, Teódoto”.

2. Era primo de Jesus

Algumas pessoas afirmam que São Judas Tadeu era irmão do Apóstolo São Tiago, filho de Alfeu (Cleofas), o qual era irmão de São José. Segundo o documento publicado pela Congregação para o Clero, Cleofas se casou com Maria de Cleofas, depois de enviuvar de seu primeiro matrimônio do qual nasceu São Judas Tadeu.

Esta outra Maria era a “irmã” da Virgem Maria que estava ao pé da cruz (Jo 19,25). Portanto, São Tiago Menor e Judas seriam primos de Jesus e sobrinhos de São José e da Santíssima Virgem. Entretanto, não conseguiram comprovar se Maria de Cleofas era “irmã” de sangue da Virgem Maria ou somente sua cunhada porque nesse tempo se chamava “irmãos” os parentes em geral.

3. Parecia muito com Jesus

São Judas Tadeu normalmente é representado com uma medalha no peito, com o rosto de Cristo impresso. Isto acontece porque se parecia com Jesus fisicamente e também espiritualmente. Além disso, o santo carrega uma chama de fogo na cabeça a qual manifesta que recebeu o Espírito Santo em Pentecostes.

Outros escultores o mostram levando uma Bíblia em referência ao livro que leva seu nome. Em sua mão aparece uma machadinha, referente ao seu martírio, ou um cajado como símbolo das grandes distâncias que percorria enquanto pregava.

4. Morreu mártir junto com São Simão

São Judas Tadeu pregou primeiro na Judeia, em seguida foi para a Mesopotâmia e finalmente a Pérsia, lugar no qual se reuniu com o apóstolo São Simão e juntos combateram as heresias de Zaroes e Arfexat, dois sacerdotes pagãos que levantaram o povo contra as obras dos apóstolos. Ambos os apóstolos receberam juntos a coroa do martírio e, por isso, a Igreja os celebra no mesmo dia. As relíquias dos santos estão em um altar da Basílica de São Pedro no Vaticano.

5. Teve uma visão de Jesus antes de morrer

Antes de morrer, São Judas olhou para São Simão e lhe disse que viu o Senhor que os chamava para Ele. Segundo a antiga tradição, mataram São Simão cortando seu corpo em dois e cortaram a cabeça de São Judas Tadeu com uma machadinha. A Igreja no ocidente celebra o seu dia em 28 de outubro.

6. É padroeiro das causas impossíveis

Santa Brígida da Suécia, mística e padroeira da Europa, escreveu que um dia Jesus lhe recomendou que quando quisesse obter certos favores, deveria pedir pela intercessão de São Judas Tadeu. Por esta razão, é considerado padroeiro das causas impossíveis, assim como Santa Rita de Cássia.

7. Tem uma epístola na Bíblia

A Epístola ou Carta de Judas faz parte do Novo Testamento e é atribuída a São Judas Tadeu. Foi escrita em grego entre os anos 62 e 65, antes da queda de Jerusalém. Foi escrita por Judas, irmão de São Tiago, e não está dirigida a ninguém, nem a alguma Igreja em particular.

Através dela, repreende os falsos mestres e convida todos a manterem a pureza da fé. A carta termina com uma bela oração (Jd 1, 25) que diz: “Ao Deus único, Salvador nosso, por Jesus Cristo, Senhor nosso, sejam dadas glória, magnificência, império e poder desde antes de todos os tempos, agora e para sempre. Amém”.

8. A Igreja não avaliza as polêmicas correntes de oração

Normalmente, circulam pela Internet e em papéis deixados nas casas ou nos templos, uma suposta “corrente ou Novena Milagrosa a São Judas Tadeu”, a qual exige que o conteúdo seja compartilhado a um número determinado de pessoas e dentro de um período de tempo para obter bênçãos e ameaça com males aqueles que não o façam. A origem é desconhecida, mas a Igreja não avaliza estas iniciativas.

Fonte: ACI digital



sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Padre João Schiavo será beatificado neste sábado (28/10/2017)


Gaudium Press / Canção Nova | Out 27, 2017 

Beatificação acontece 50 anos após a morte do padre, cuja fama de santo ultrapassa as fronteiras do Brasil

A beatificação do Padre João Schiavo está marcada para acontecer neste próximo sábado, 28 de outubro, às 10h, no Pavilhão 2 dos Pavilhões da Festa da Uva, em Caxias do Sul, RS.

A cerimônia será presidida pelo representante do Papa, o Prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato. Estarão presentes inúmeras lideranças eclesiais do Brasil e do exterior.

Dentro da região de abrangência da diocese, que compreende 74 municípios, estão sendo organizadas caravanas a fim de que os fiéis participem deste evento. São esperados milhares de pessoas de todo o país e de outras nações às quais chegou a devoção.

Também há a possibilidade da chegada de pessoas com relatos de graças alcançadas, vindas de países como Chile e Argentina.

Ainda no sábado, 28, às 16h, na capela em que se encontra o túmulo do Padre João Schiavo, em Fazenda Souza, será celebrada uma missa em espanhol para este grupo de devotos estrangeiros.

No dia seguinte, 29 de outubro, haverá uma Missa de Ação de Graças, às 10h, na capela de Fazenda Souza, com a presença dos bispos Josefinos.

Segundo o Postulador da Causa do Padre Schiavo, Padre Orides Ballardin, o  processo que tornará o presbítero beato foi relativamente rápido, uma vez que teve início em 2001 e exatamente neste ano, a Igreja Católica celebra os 50 anos de morte do sacerdote e os 20 anos da cura que o Vaticano reconheceu como milagre.

Sobre João Schiavo

Padre João Schiavo nasceu em Vicenza, na Itália, no dia 8 de julho de 1903. Foi ordenado sacerdote da Congregação dos Josefinos de Murialdo, em 1927, aos 24 anos. Foi enviado para o Brasil em 1931, onde reencontrou seu irmão, Ermenegildo Schiavo, também religioso Josefino.

Em terras brasileiras, desempenhou um grande trabalho vocacional e foi o primeiro mestre de noviços da missão Josefina no país. Sua missão foi desenvolvida, sobretudo, na região de Caxias do Sul. Além disso, fundou várias obras nas áreas da educação, formação e assistência social em prol de crianças e jovens pobres.

Em novembro de 1966, com a saúde já debilitada, padre João Schiavo adoeceu gravemente e veio a falecer no dia 27 de janeiro de 1967, com fama de santo. Desde então, sua sepultura é local de orações e peregrinações. A capela, que leva o nome do venerável, foi inaugurada em 2015, em Fazenda Souza. Ali, todo dia 27, às 16h, é celebrada Missa em sua memória. Por sua intercessão são atribuídas muitas graças e a fama de santidade se estende até mesmo para outros países.

O Milagre

Em outubro de 1997, a partir de uma aguda dor intestinal, Juvelino Carra, de Caxias do Sul (RS), foi encaminhado para uma cirurgia de emergência (laparotomia). O médico cirurgião Dr. Ademir Cadore constatou que na realidade se tratava de uma trombose mesentérica venosa superior aguda, envolvendo todo o intestino delgado.

Após atenta observação, averiguação e avaliação, foi tomada a decisão de desistir da cirurgia, fechar o abdômen e encaminhar o paciente à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para ser acompanhado até à iminente morte.

Os familiares foram informados pelo médico da real situação: “Não há o que fazer a não ser aguardar o óbito”. Diante desta desconcertante notícia, a esposa de Juvelino pegou o santinho com a oração de padre João Schiavo, e repetia: “Pe. João, tu deves sarar meu marido, tu deves ajudá-lo, tu deves reconduzi-lo para casa…”, enquanto apertava forte a imagem, a ponto de amassá-la.

Na UTI, Juvelino começou a dar evidentes sinais de melhora, para surpresa de todos. Em sete dias teve alta hospitalar, sem apresentar problemas ou sequelas.

Em fevereiro de 2016, a Comissão de Médicos do Vaticano reconheceu, na documentação analisada, que a cura não tem explicação médico-científica; E no dia 1º de dezembro do mesmo ano, o Papa Francisco autorizou a Congregação das Causas dos Santos a promulgar o Decreto de Reconhecimento do milagre de cura do caxiense Juvelino Cara, pela intercessão do Venerável Servo de Deus padre João Schiavo.

Fonte: Aleteia



CNBB manifesta "apreensão e indignação" com a política brasileira


Brasília (RV) 27/10/2017 - Por meio de nota, divulgada nesta quinta-feira, 26, a presidência da CNBB manifestou mais uma vez sua apreensão e indignação com a grave realidade político-social vivida pelo país, que afeta tanto a população quanto as instituições brasileiras. No texto, a entidade repudia a falta de ética que se instalou nas instituições públicas, empresas, grupos sociais e na atuação de inúmeros políticos que, “traindo a missão para a qual foram eleitos, jogam a atividade política no descrédito”.

A Conferência criticou também a apatia e o desinteresse pela política, que cresce cada dia mais no meio da população brasileira, inclusive nos movimentos sociais. Apesar de tudo, a entidade diz que é preciso vencer a tentação do desânimo, pois só uma reação do povo, consciente e organizado, no exercício de sua cidadania é capaz de purificar a política e a esperança dos cidadãos que “parecem não mais acreditar na força transformadora e renovadora do voto”.

Confira, abaixo, a nota na íntegra:

Nota da CNBB sobre o atual momento político

“Aprendei a fazer o bem, buscai o que é correto, defendei o direito do oprimido” (Is 1,17)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, através de seu Conselho Permanente, reunido em Brasília de 24 a 26 de outubro de 2017, manifesta, mais uma vez, sua apreensão e indignação com a grave realidade político-social vivida pelo País, afetando tanto a população quanto as instituições brasileiras.

Repudiamos a falta de ética, que há décadas, se instalou e continua instalada em instituições públicas, empresas, grupos sociais e na atuação de inúmeros políticos que, traindo a missão para a qual foram eleitos, jogam a atividade política no descrédito. A barganha na liberação de emendas parlamentares pelo Governo é uma afronta aos brasileiros. A retirada de indispensáveis recursos da saúde, da educação, dos programas sociais consolidados, do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), do Programa de Cisternas no Nordeste, aprofunda o drama da pobreza de milhões de pessoas. O divórcio entre o mundo político e a sociedade brasileira é grave.

A apatia, o desencanto e o desinteresse pela política, que vemos crescer dia a dia no meio da população brasileira, inclusive nos movimentos sociais, têm sua raiz mais profunda em práticas políticas que comprometem a busca do bem comum, privilegiando interesses particulares. Tais práticas ferem a política e a esperança dos cidadãos que parecem não mais acreditar na força transformadora e renovadora do voto. É grave tirar a esperança de um povo. Urge ficar atentos, pois, situações como esta abrem espaço para salvadores da pátria, radicalismos e fundamentalismos que aumentam a crise e o sofrimento, especialmente dos mais pobres, além de ameaçar a democracia no País.

Apesar de tudo, é preciso vencer a tentação do desânimo. Só uma reação do povo, consciente e organizado, no exercício de sua cidadania, é capaz de purificar a política, banindo de seu meio aqueles que seguem o caminho da corrupção e do desprezo pelo bem comum. Incentivamos a população a ser protagonista das mudanças de que o Brasil precisa, manifestando-se, de forma pacífica, sempre que seus direitos e conquistas forem ameaçados.

Chamados a “esperar contra toda esperança” (Rm 4,18) e certos de que Deus não nos abandona, contamos com a atuação dos políticos que honram seu mandato, buscando o bem comum.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, anime e encoraje seus filhos e filhas no compromisso de construir um País justo, solidário e fraterno.

Brasília, 26 de outubro de 2017
Fonte: Radio Vaticano



Vamos entregar a São Judas Tadeu nossos pedidos mais difíceis-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (27/outubro
/2017), o Padre Marcelo Rossi em seu programa Momento de Fé-Sentinelas da Madrugada, continuou a semana de orações com o lema: "Vamos orar com São Judas Tadeu, primo e amigo de Jesus, pelas causas urgentes."
Trouxe para vocês cinco cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.
Fiquem todos na paz de Deus, um abençoado fim de semana no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:


VAMOS EM DIREÇÃO AO FINAL DE UMA LINDA SEMANA, MAIS FORTALECIDOS, MAIS CORAJOSOS E COM A FÉ EM TOTAL ELEVAÇÃO, PELO FATO DE ORARMOS COM UM DOS MAIS POPULARES DE NOSSOS SANTOS! SÃO JUDAS TADEU, NOS AJUDE EM NOSSAS CAUSAS MAIS URGENTES!

Já descobrimos nesta semana, o quanto São Judas Tadeu dominava a comunicação e a oratória. Suas pregações levaram muitos a se interessarem, procurarem e conhecerem Jesus. Outros tantos, se converteram após ouvir suas palavras, por tudo isso, vamos pedir com muita Fé: SÃO JUDAS TADEU, ROGAI POR TODOS NÓS!
Um momento triste na história, mas que impulsionou muitas pessoas a procurarem a verdade que é Jesus, aconteceu em nos últimos instantes da vida de São Judas Tadeu. Ontem, observamos que São Judas viajou por diversos lugares levando a palavra de Deus até chegar a Pérsia. Lá passou a evangelizar com São Simão e na mesma região foram juntos martirizados. A razão de suas mortes, foi justamente a coragem de levar a palavra de Deus, sem temer alguma represália. São Judas sozinho já era um grande pregador, com São Simão, formavam uma dupla imbatível e foram muitos os persas que se converteram ao cristianismo após ouvi-los. Estudiosos das escrituras acreditam que muitos se converteram, ao verem o testemunho sem medo de São Judas minutos antes de sua morte. E a semana ainda não acabou, vamos continuar entregando nossos pedidos mais difíceis, nas mãos deste corajoso apóstolo! SÃO JUDAS TADEU, NOS AJUDE EM NOSSAS CAUSAS MAIS URGENTES!



Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 

"Haja o que houver, só preciso de Foco: um objetivo pra alcançar.
Força: pra nunca desistir de lutar e Fé: pra me manter de pé, enquanto eu puder.
Só preciso de foco, força e fé."







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+ Novo Momento de Fé / Sentinelas da Madrugada:   
Novo horário: De segunda à sábado  da meia noite à 01h da manhã.
Obs.: Se você não pode ouvir no horário, escute o programa gravado diariamente no site do Padre Marcelo Rossi; procure por Web Radio e clique escute (se for sua primeira vez, o site pedirá para você se cadastrar);

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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

10 sugestões para celebrar os Santos e “esquecer” o Halloween


REDAÇÃO CENTRAL, 24 Out. 17 / 08:00 am (ACI).- Em um artigo publicado pelo Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), a advogada Alejandra María Sosa Elízaga, propõe 10 sugestões práticas para festejar em família, em grupo ou com a comunidade paroquial na véspera da Solenidade de Todos os Santos, dia 31 de outubro.

“Como todos os anos, por causa dessa data, comércios e ruas estão inundados de diabos, fantasmas, monstros, esqueletos (caveiras), e demais parafernálias de ‘Halloween’. Muitas pessoas tomam isso como algo normal e até divertido, mas, pensando bem, do ponto de vista cristão, o que tem de divertido em disfarçar as crianças ou decorar a casa com personagens que representam o mal, a escuridão, o oposto daquele que é a Luz do mundo, inimigos do Senhor em quem cremos?”, explica a autora no artigo intitulado “Celebramos os santos, não os espantos!”.

Além disso, acrescentou que a intenção é organizar “uma festa simples, divertida, na qual estejam presentes as duas coisas que as crianças mais gostam do Halloween: fantasias e doces, mas dando-lhes um toque, para que não seja uma festa pagã e muito menos anticristã”.

A seguir, 10 dicas práticas para uma boa celebração:

1. Fantasias de santos

Que todos, crianças e adultos, se fantasiem de santos e cada um diga por que escolheu essa fantasia, o que mais gosta desse santo ou santa.

2. Doces com santinhos

Não dê guloseimas decoradas de Halloween para crianças que baterem à porta pedindo doces. Dê doces normais, enfeitados com carinhas sorridentes com auréolas; presenteie também com santinhos.

3. Realizar atividades por equipes
Divida os participantes da festa em equipes, dê materiais (papel, cordas etc.) para que se divirtam elaborando uma fantasia de santo para algum membro do grupo; que cada equipe explique por que escolheu aquele santo e conte o que sabe sobre sua vida. Dê a todos prêmios por sua criatividade e esforço.

4. Desenhar os santos

Que crianças e adultos se entretenham fazendo e pintando desenhos de seus santos favoritos (não precisa sair perfeito) para colá-los na parede em exposição.

5. Fazer fotografias dos participantes com auréolas

Recorte auréolas de papel e cole-as na parede em diferentes alturas, para que os participantes parem diante delas e possam fazer uma foto, na qual pareça que têm auréola. As fotografias de todos como santos ficam muito simpáticas.

6. Contar histórias

Que cada um dos participantes se prepare antecipadamente para contar alguma história interessante, comovente ou divertida sobre algum santo.

7. Festival de vídeo
Organize um mini festival de vídeos da vida dos santos.

8. Frases de santos por todo local

Coloque entre os avisos da Igreja ou em alguma parede do local papéis com frases favoritas de diversos santos, sobretudo, do santo padroeiro dessa igreja particular.

9. Celebrar uma Missa

Participem juntos no dia 1º de novembro da Missa da Solenidade de Todos os Santos.

10. Ler o Catecismo

Leia o que o Catecismo da Igreja Católica ensina sobre os santos (entre eles os numerais 956 e 957) e, ao final, faça uma oração para pedir a intercessão dos santos, em especial dos padroeiros ou favoritos dos participantes.


Fonte: ACI digital



8 coisas que todo cristão deve saber sobre Halloween


REDAÇÃO CENTRAL, 23 Out. 17 / 05:30 pm (ACI).- “Como o demônio faz para nos afastar do caminho de Jesus? A tentação começa brevemente, mas cresce: sempre cresce. Esta cresce e contagia o outro, é transmitida e tenta ser comunitária. E, finalmente, para tranquilizar a alma, justifica-se. Cresce, contagia e se justifica”, advertiu o Papa Francisco em abril de 2014.

Próximos à noite de Halloween, celebrada a cada 31 de outubro, compartilhamos 8 coisas que todo cristão deve saber sobre esta festa pagã que aos poucos foi difundida no mundo inteiro.

1. A origem do nome
A Solenidade de Todos os Santos é comemorada no dia 1º de novembro e é celebrada na Igreja desde às vésperas. Por isso, a noite de 31 de outubro, no inglês antigo, era chamada “All hallow’s eve” (véspera de todos os santos). Mais tarde, esta expressão virou “Halloween”.

2. As raízes celtas

No século VI a.C., os celtas do norte da Europa celebravam o fim de ano com a festa do “Samhein” (ou Samon), festividade do sol, iniciada na noite de 31 de outubro e que marcava o fim do verão e das colheitas. Eles acreditavam que naquela noite o deus da morte permitia aos mortos retornarem à terra, fomentando um ambiente de terror.

Segundo a religião celta, as almas de alguns defuntos estavam dentro de animais ferozes e podiam ser libertadas com sacrifícios de toda índole aos deuses sacrifícios, inclusive sacrifícios humanos. Uma forma de evitar a maldade dos espíritos malignos, fantasmas e outros monstros era se disfarçando para tentar se assemelhar a eles e desta maneira passavam despercebidos ante seus olhares.

3. Sua mistura com o cristianismo

Quando os povos celtas foram cristianizados, nem todos renunciaram os seus costumes pagãos. Do mesmo modo, a coincidência cronológica da festa pagã de “Samhein” com a celebração de todos os Santos e a dos defuntos, comemorada no dia seguinte (2 de novembro), fez com que as crenças cristãs fossem misturadas com as antigas superstições da morte.

Através da chegada de alguns irlandeses aos Estados Unidos, introduziu-se neste país o Halloween, que chegou a ser parte do folclore popular do país. Logo, incluindo a contribuição cultural de outros migrantes, introduziu-se a crença das bruxas, fantasmas, duendes, drácula e diversos monstros. Mais tarde, esta celebração pagã foi difundida no mundo inteiro.

4. Uma das principais festas satânicas

Segundo o testemunho de algumas pessoas que praticaram o satanismo e depois se converteram ao cristianismo, o Halloween é considerada a festa mais importante para os cultos demoníacos, porque se inicia o novo ano satânico e é como uma espécie de “aniversário do diabo”. É nesta data que os grupos satânicos sacrificam os jovens e especialmente as crianças, pois são os preferidos de Deus.

5. Doces ou travessuras?

No Halloween, as crianças e alguns adultos costumam se disfarçar de seres horríveis e temerários e vão de casa em casa exigindo “trick or treat” (doces ou travessuras). A crença é de que se não lhes dão alguma guloseima, os visitantes farão uma maldade ao morador do lugar. Muitas pessoas acreditam que o início deste costume está na perseguição aos católicos na Inglaterra, onde suas casas eram ameaçadas.

6. Jack e a abóbora
Existe uma antiga lenda irlandesa que conta que um homem chamado Jack tinha sido tão mau em vida que supostamente não podia nem entrar no inferno por ter enganado muitas vezes o demônio. Assim, teve que permanecer na terra vagando pelos caminhos com uma lanterna, feita de um legume vazio com um carvão aceso.

As pessoas supersticiosas, para afugentar Jack, colocavam uma lanterna similar na janela ou na frente de suas casas. Mais adiante, quando isto se popularizou, o legume para fazer a lanterna passou a ser uma abóbora com buracos em forma do rosto de uma caveira ou bruxa.

7. Um grande negócio

Hollywood contribuiu para a difusão do Halloween com uma série de filmes nos quais a violência gráfica e os assassinatos criam no espectador um estado mórbido de angústia e ansiedade. Estes filmes são vistos por adultos e crianças, criando nestes últimos medo e uma ideia errônea da realidade. Do mesmo modo, as máscaras, as fantasias, os doces, as maquiagens entre outros artigos são motivos para que alguns empresários fomentem o “consumo do terror” e favorecem a imitação dos costumes norte-americanos.

8. A festa à fantasia

Segundo Padre Jordi Rivero, grande apologista, celebrar uma festa à fantasia não é intrinsecamente ruim, sempre e quando se cuidar para que esta não esteja contra o pudor, o respeito pelas coisas sagradas e a moral em geral.

É por esta razão que nos últimos anos cresceu a comemoração alternativa do “Holywins” (a santidade vence), que consiste em disfarçar-se do santo ou santa favorito e participar na noite de 31 de outubro de diversas atividades da paróquia, como Missas, vigílias, grupos de oração pelas ruas, adoração eucarística, através de cantos, músicas e danças em “chave cristã”.

Fonte: ACI digital



Orando com a intercessão de São Judas Tadeu pelas causas complicadas-Pe Marcelo Rossi


Bom dia irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (26/outubro
/2017), o Padre Marcelo Rossi em seu programa Momento de Fé-Sentinelas da Madrugada, continuou a semana de orações com o lema: "Vamos orar com São Judas Tadeu, primo e amigo de Jesus, pelas causas urgentes."
Trouxe para vocês três cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.
Fiquem todos na paz de Deus, uma abençoada semana no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:


SEGUINDO EM ORAÇÃO COM SÃO JUDAS TADEU, NUMA SEMANA EDFIFICANTE EM QUE ESTAMOS RENOVANDO NOSSAS ESPERANÇAS, A PARTIR DO MOMENTO QUE NOSSAS CAUSAS MAIS URGENTES ESTÃO SENDO DEPOSITADAS NAS MÃOS DE NOSSO SENHOR, ATRAVÉS DA INTERCESSÃO DELE! SÃO JUDAS TADEU, NOS AJUDE EM NOSSAS CAUSAS MAIS URGENTES!

Você Sabia que durante um tempo, São Judas Tadeu ficou um pouco esquecido, principalmente por muitas pessoas confundi-lo com Judas Iscariotes, o apóstolo que traiu Jesus. Mas retomou sua força após a ocasião em que Jesus apareceu para Santa Brígida, na Suécia, dizendo: “Invocai com grande confiança, o meu apóstolo Judas Tadeu. Prometo socorrer a todos quantos por seu intermédio a mim recorrerem”! Por isso peçamos juntos: SÃO JUDAS TADEU, ROGAI POR TODOS NÓS!
As sagradas escrituras trazem um diálogo entre Jesus e São Judas, durante a última ceia, quando São Judas perguntou ao mestre: "Senhor, por que razão hás de manifestar-te a nós e não ao mundo?" Jesus lhe respondeu afirmando que teriam manifestações dEle, todos os que guardassem suas palavras e permanecessem fies a seu amor. Segundo estudos bíblicos, a convivência entre São Judas Tadeu com seu primo Jesus e seus tios, Maria e José, era grande, íntima e constante. Por isso, São Marcos se referiu a São Judas Tadeu e seus irmãos, Tiago, que foi um dos doze apóstolos e tornou-se o primeiro bispo de Jerusalém. José, conhecido como o Justo. Simão, o segundo bispo de Jerusalém e Maria Salomé, como sendo todos “irmãos” de Jesus. Com uma confiança semelhante a de Jesus e São Judas, vamos entregar nossos pedidos nas mãos de Jesus, através da intercessão poderosa do santo das causas complicadas! SÃO JUDAS TADEU, NOS AJUDE EM NOSSAS CAUSAS MAIS URGENTES!



Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 

"Quando se tem fé e coragem para vencer, as dificuldades são apenas um adiamento para alcançar aquilo que tanto quer."




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Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana/Devoção e Fé