Outubro 2017 - Devoção e Fé - Blog Católico

sábado, 21 de outubro de 2017

Papa Francisco: Brasil precisa que os seus padres sejam sinal de esperança


Cidade do Vaticano (RV) 21/10/2017 - O Papa Francisco recebeu em audiência, neste sábado (21/10), na Sala do Consistório, no Vaticano, a comunidade do Pontifício Colégio Pio Brasileiro de Roma, por ocasião dos trezentos anos do aparecimento da imagem de Nossa Senhora Aparecida no Rio Paraíba.

O Pontífice agradeceu as palavras do Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Cardeal Sérgio da Rocha, em nome de toda a comunidade do Colégio Pio Brasileiro, das religiosas e funcionários que ali trabalham para fazer dessa estrutura “um pedacinho do Brasil em Roma”.

“Como é importante sentir-se num ambiente acolhedor, quando estamos longe e com saudades da nossa terra! Isso ajuda a superar as dificuldades para adaptar-se a uma realidade onde a atividade pastoral não é mais o centro do dia-a-dia. Vocês já não são mais párocos ou vigários, mas padres estudantes. E, essa nova condição pode trazer o perigo de gerar um desiquilíbrio entre os quatro pilares que sustentam a vida de um presbítero: a dimensão espiritual, a dimensão acadêmica, a dimensão humana e a dimensão pastoral.”

“Evidentemente, neste período concreto da vida de vocês, a dimensão acadêmica vem acentuada. Contudo, isso não pode significar um descuido das outras dimensões”, frisou ainda o Papa. “É preciso cuidar da vida espiritual: a Missa diária, a oração quotidiana, a lectio divina, a oração pessoal com o Senhor, a recitação do terço. Também a dimensão pastoral deve ser cuidada: na medida do possível, é saudável e recomendável desenvolver algum tipo de atividade apostólica. Pensando na dimensão humana, é preciso, acima de tudo, evitar que, diante de um certo vazio ligado à solidão, por não ter mais a consolação do povo de Deus, como quando estavam nas suas dioceses, acabe-se perdendo a perspectiva eclesial e missionária dos estudos.”

Segundo Francisco, “isso abre a porta para algumas “doenças” que podem afetar o sacerdote estudante, como por exemplo o “academicismo” e a tentação de fazer dos estudos um mero meio de engrandecimento pessoal. Em ambos os casos acaba-se por sufocar a fé que temos a missão de guardar, como pedia São Paulo à Timóteo: «Guarda o depósito que lhe foi confiado. Evita as conversas frívolas de coisas vãs e as contradições da falsa ciência. Alguns por segui-las, se transviaram da fé» (1Tm 6, 20-21). Por favor, não se esqueçam que antes de serem mestres e doutores, vocês são e devem permanecer padres, pastores do povo de Deus!”

E o Papa fez a seguinte pergunta: “mas como manter o equilíbrio entre esses quatro pilares fundamentais da vida sacerdotal? Eu diria que o remédio mais eficaz contra esse perigo é o da fraternidade sacerdotal". Então, falando de improviso, acrescentou:

Isto não estava escrito, mas me veio de dizer agora, porque Paulo (na passagem recém citada) falou das "conversas frívolas": o que mais destrói a fraternidade sacerdotal são os mexericos. O mexerico é um “ato terrorista”, porque tu, com o mexerico colocas uma bomba, destrói o outro e vai embora tranquilo” Por isto, é necessário custodiar a fraternidade sacerdotal. Por favor, nada de fofocas. Seria bonito colocar um aviso na entrada: “Nada de fofocas”. Aqui (no Palácio Apostólico), tem a imagem de Nossa Senhora do Silêncio, no elevador do andar térreo; a Nossa Senhora que diz “Nada de fofocas”. Esta é a mensagem para a Cúria. Vocês podem fazer algo do gênero para vocês (risos).


Na verdade, a nova Ratio Fundamentalis para a formação sacerdotal, ao tratar do tema da formação permanente, afirma que «o primeiro âmbito em que se desenvolve a formação permanente é a fraternidade presbiteral» (n. 82). Essa é, portanto, como que o eixo da formação permanente. Isso se fundamenta no fato de que, pela Ordenação sacerdotal, participamos do único sacerdócio de Cristo e formamos uma verdadeira família. A graça do sacramento assume e eleva as nossas relações humanas, psicológicas e afetivas e «se revela e concretiza nas mais variadas formas de ajuda recíproca, não só espirituais mas também materiais» (João Paulo II, Pastores dabo vobis, 74).”

“Na prática, isso significa saber que o primeiro objeto da nossa caridade pastoral deve ser o nosso irmão no sacerdócio: «carreguem – nos exorta o Apóstolo – os fardos, uns dos outros; e assim vocês estarão cumprindo a lei de Cristo » (Gal 6,2). Rezar juntos, compartilhar as alegrias e desafios da vida acadêmica. Ajudar aqueles que sofrem mais com a saudade. Sair juntos para passear. Viver como família, como irmãos, sem deixar ninguém de lado, sobretudo aqueles que passam por alguma crise ou, quem sabe, têm comportamentos repreensíveis, pois «a fraternidade presbiteral não exclui ninguém» (Pastores dabo vobis, 74).”

“Queridos sacerdotes, o povo de Deus gosta e precisa ver que seus padres se amam e vivem como irmãos, ainda mais pensando no Brasil e nos desafios tanto de âmbito religioso quanto social que lhes esperam ao retorno. De fato, neste momento difícil da sua história, em que tantas pessoas parecem ter perdido a esperança num futuro melhor diante dos enormes problemas sociais e da escandalosa corrupção, o Brasil precisa que os seus padres sejam um sinal de esperança. Os brasileiros precisam ver um clero unido, fraterno e solidário, em que os sacerdotes enfrentam juntos os obstáculos, sem deixar-se levar pela tentação do protagonismo ou do carreirismo. Tenho a certeza de que o Brasil vai superar a sua crise, e confio que vocês serão protagonistas desta superação.”

“Para isso, contem sempre com uma ajuda particular: a ajuda de Nossa Mãe do Céu, a quem vocês brasileiros chamam de Nossa Senhora Aparecida. Vem a minha mente as palavras daquele canto com o qual vocês a saúdam: «Virgem santa, Virgem bela; Mãe amável, mãe querida; Amparai-nos, socorrei-nos; Ó Senhora Aparecida». Que essas palavras se confirmem na vida de cada um de vocês. Possa a Virgem Maria, amparando e socorrendo, ajudá-los a viver a fraternidade presbiteral, fazendo com que o período de estudos em Roma tenha muitos frutos, para além do título acadêmico.”

“Que Ela, Rainha do Colégio Pio Brasileiro, ajude a fazer desta comunidade uma escola de fraternidade, transformando cada um de vocês em um fermento de unidade para as suas Dioceses, pois a “diocesanidade” do sacerdote secular se alimenta diretamente da experiência da fraternidade entre os presbíteros. E, para confirmar esses votos, concedo de coração à direção, alunos, religiosas e aos funcionários juntamente com suas famílias, a Bênção Apostólica, pedindo também que, por favor, não deixem de rezar por mim. Obrigado.”

(MJ)
Fonte: Radio Vaticano



Coleta do Dia Mundial das Missões este fim de semana no Brasil e no mundo

Brasília (Radio Vaticano) 21/10/2017 - Todas as arqui/dioceses, paróquias e comunidades do mundo inteiro estarão mobilizadas neste sábado (21) e domingo (22) ocasião do dia Mundial das Missões, em prol da coleta da Campanha Missionária 2017. A data instituída pelo Papa Pio XI em 1926, ocorre sempre no penúltimo final de semana de outubro.

Outubro é o Mês das Missões, um período de intensificação das iniciativas de animação e cooperação missionária em todo o mundo. O objetivo é sensibilizar, despertar vocações missionárias e realizar a Coleta.

Todos os recursos arrecadados são destinados à  direção nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM) que são repassados ao Fundo Universal de Solidariedade para serem utilizados na animação e cooperação missionária em todo o mundo, pois é uma coleta universal.

Este ano, a Campanha Missionária tem como tema: “A alegria do Evangelho para uma Igreja em saída” e o lema “Juntos na missão permanente”. A inspiração vem do Papa Francisco na Evangelii Gaudiumquando afirma: “A alegria do Evangelho enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontraram com Jesus” (EG 1). Essa alegria precisa ser anunciada pela Igreja que caminha unida, em todos os tempos e lugares, e em perspectiva ad gentes.

Para o Bispo auxiliar de São Luís (MA), Dom Esmeraldo Barreto de Farias, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a coleta é uma forma de contribuir com o trabalho missionário e ajudar aqueles que menos tem.

“É importante incentivar a coleta para que esta missão em várias partes do mundo possa ter sustento, possa ser sustentável com essas ajudas que vem de fora. Mas, também com a oração, com a sensibilidade, com a reflexão, com nossos olhos voltados para essas realidades com o nosso coração que sente. Precisamos ajudar para que cada pessoa, cristão, católico possa, de forma bem especial, colaborar e se sentir unido ao trabalho missionário no Brasil e fora dele”, destaca o bispo.

A Campanha Missionária, na qual colaboram a CNBB por meio da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, a Comissão para a Amazônia e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (Comina) é organizada pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM) que preparou um amplo material de divulgação e estudos.

(MJ/CNBB)

Fonte: Radio Vaticano



Quer uma família unida e saudável? Estas 13 tradições católicas podem ajudar


Roma, 21 Out. 17 / 09:00 am (ACI).- O Arcebispo de Nova York (Estados Unidos), Cardeal Timothy Dolan, encorajou a recuperar uma série de “belas tradições”, que muitas vezes foram esquecidas pelos católicos, e que considera “muito providenciais para manter as famílias unidas, fortes, saudáveis e santas”.

Em uma publicação em seu blog, intitulada “Nossas belas tradições católicas”, o Cardeal Dolan disse que “nós, na Igreja, temos um tesouro de atos de oração e devoção, simples, caseiros, comprovados que mantêm os casamentos e as famílias fortes, apaixonados e perto de Deus”.

O problema, advertiu, é que esquecemos e não colocamos em prática a maioria dessas tradições.

“Precisamos de toda a ajuda que for possível nestes dias de tensão, confusão e desafios no matrimônio e na família”, assinalou.

Estas são as 13 tradições que o Arcebispo de Nova York recomenda recuperar, embora tenha assegurado que “certamente podem acrescentar (mais) a esta lista”:

1. Celebrações alegres, mas simples dos batismos, primeiras comunhões, crismas, casamentos e aniversários de casamento.

2. Adorar a Deus fielmente e juntos como uma família na Missa dominical, e preservar os presentes de tempo de qualidade e uma refeição juntos, pelo menos no Dia do Senhor, caso não seja possível durante a semana.

3. Ter água benta, crucifixo, bíblia e imagens de Jesus, Maria e dos santos em nossas casas.

4. Uma verdadeira celebração do Advento, enquanto nos preparamos para celebrar o nascimento de Jesus.

5. Uma atenção especial na preparação do presépio de Natal em casa.

6. A vivência da Quaresma em família, especialmente através de práticas penitenciais comuns, mais compaixão pelos pobres, doentes e necessitados, e aproximar-se como família do sacramento da reconciliação.

7. Colocar nomes bíblicos e cristãos nos filhos.

8. Assumir com grande seriedade os deveres dos padrinhos no batismo e na crisma.

9. Pedir para um sacerdote abençoar um novo lar.

10. Fazer uma peregrinação familiar.

11. Visitar parentes que estão doentes e moribundos, unir-se na fé no momento da morte e do enterro.

12. Lembrar os pais e os familiares na Missa, no aniversário da sua morte.

13. Pedir a bênção de ter um filho e a intercessão especial pelos casais que lutam para conceber um bebê.

Fonte: ACI digital



Hoje é o Dia Nacional de Valorização da Família: Reze com esta oração


REDAÇÃO CENTRAL, 21 Out. 17 / 05:00 am (ACI).- O Brasil recorda neste 21 de outubro o Dia Nacional de Valorização da Família, data para a qual a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) propõe uma oração a fim de pedir a Deus a graça de “valorizar o dom que é a família”.

De acordo com a CNBB, esta data tem como objetivo chamar a atenção dos governos e da sociedade para a importância da família como instituição fundamental do desenvolvimento humano.

O Dia Nacional de Valorização da Família foi criado pela Lei n. 12.647, sancionada em 2012. Foi celebrado pela primeira vez em 2013.

Naquela ocasião, o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner destacou que “este dia pode se tornar um precioso recurso para promover a Família como espaço privilegiado e insubstituível para que um homem e uma mulher possam, através do matrimônio, gerar e educar seus filhos no exercício da família cidadã”.

Confira a seguir, a oração para o Dia Nacional de Valorização da Família:

Senhor Deus, nosso Pai amoroso e misericordioso, criastes-nos à Vossa imagem e semelhança, para a plenitude da vida em comunhão. Sabemos por experiência que a família constituída por um homem e uma mulher unidos por um vínculo indissolúvel e seus filhos, fundada sobre o matrimônio, é a melhor maneira de viver o amor humano, a maternidade e a paternidade.

Ela é o caminho da plena realização humana e, ao mesmo tempo, constitui o bem mais decisivo para que a sociedade cresça na verdade e na paz, porque ela corresponde ao Vosso desígnio de amor.

Senhor Deus, Verbo Encarnado na família de Nazaré, escolhestes uma família como a nossa para habitar entre nós e compartilhar em tudo a nossa condição humana, menos o pecado. Viestes até nós para ser o nosso Redentor, para salvar a nós e a nossos filhos de atitudes e decisões insensatas, de caminhos de destruição e de morte, dos dramas que acompanham cada existência humana.

Vinde para reavivar em nós o amor que se doa e fortalecer os vínculos de afeto recíproco, para que juntos construamos um mundo de gratuidade amorosa e de vida fraterna. Assim veremos florescer uma sociedade justa e solidária, que valoriza e ama a família, onde seja possível experimentar a felicidade verdadeira, até o dia em que chegaremos junto de Vós, no Vosso Reino de Paz definitiva.

Nossa família, que constitui o bem mais precioso na nossa vida e o maior recurso da nação brasileira, está sendo descaracterizada e desvalorizada por diversas forças sociais e políticas, querendo assemelhá-la a qualquer união que ofereça afeto e cuidados. Até os pais correm perigo de serem desapropriados de sua responsabilidade educativa.

Senhor Deus, Divino Espírito Santo, vinde fortalecer nosso ardor evangélico, para sermos discípulos missionários de Jesus, portadores do seu amor e da sua potência divina que vence a morte.

Pedimos-vos que nossa família se torne cada vez mais casa de comunhão, capaz de vencer os conflitos, escola da fé e dos valores humanos e sociais, lugar onde se partilham as esperanças e as lutas e se acompanha o crescimento de cada filho. Assim, nossa família será fonte de alegria e de beleza, nascente de satisfação e de força para construir positivamente o horizonte de realização de cada pessoa e o bem de toda a sociedade.

Ajudai-nos, Senhor a valorizar o grande dom que é a família, preservando-a dos males que a ameaçam e iluminai nosso caminho para superar os conflitos entre o trabalho a família e a festa, para promover a família cidadã, que auxilia a sociedade a superar a violência e a corrupção, a encontrar caminhos da paz.

Sagrada Família de Nazaré, Jesus, Maria e José, abençoai as nossas famílias brasileiras!


Fonte: ACI digital



sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Bispo brasileiro põe os pingos nos is quanto à guerra de ódio anticristão no Brasil


Aleteia Brasil | Out 16, 2017 

"Não é qualquer porcaria que é arte. Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. Mas existe solução"

Dom Henrique Soares, bispo de Palmares, PE, responde com clareza, firmeza e argumentação concreta às ideologias raivosas que querem se impor como “libertadoras da sociedade”, mas que, na prática, manipulam e tergiversam a linguagem e o próprio conceito de “censura” a fim de atacar e calar os pontos de vista contrários, em particular os cristãos.

Algumas de suas considerações:

Arte e hipocrisia

“A arte não é uma realidade absoluta. Arte é arte seguindo alguns critérios. Existem cânones. A beleza nasce de uma harmonia intrínseca nas coisas. Não é qualquer porcaria, desculpem a expressão, não é qualquer comportamento pervertido e perversor que se pode chamar de arte”.

“Falam em liberdade de expressão, censura, misturam um bocado de coisas. A arte deve exprimir o que é mais inexprimível no ser humano: a sede do bem, da verdade, do infinito. A arte deve transmitir, na música, na pintura, na literatura, as grandes saudades, as grandes questões humanas. Nesse sentido, ela é arte de verdade quando exprime o bem. Porque existe uma contra-arte. Vamos supor uma ‘arte’ para difundir o nazismo, o racismo; uma mostra de fotografia sobre a ‘decadência’ e ‘inferioridade’ dos negros. Isso é arte? Isso é liberdade de expressão. Isso tem técnica. Mas isso pode ser considerado arte? Pode ser veiculado no país? O artista deve ter direito de se exprimir, mas a liberdade do artista não é absoluta”.

“A liberdade, a Constituição garante. Mas ela também garante o direito dos outros de terem as suas convicções, crenças, valores respeitados. Quando alguém pega uma imitação de hóstia, não é uma coisa qualquer: é um significante que aponta para um significado. Se eu pego uma fotografia da sua mãe, ou da mãe do artista, e faço uma montagem que a denigre, isso é crime. Não adiantam subterfúgios”.

Censura e manipulação

“É interessante que alguns que criticam a ‘censura’ queriam muito censurar biografias. São hipócritas. Há uma dupla medida. Deus me livre de o Brasil ter censura. Agora, Deus me livre de ver o meu país com uma minoria anticristã, uma minoria que odeia a sociedade, a cultura judaico-cristã, que vai minando tudo que é conceito de família, religião, valores, moral. Deus me livre de ver esses grupinhos quererem se impor à sociedade”.

“Não é censura. Queremos uma sociedade plural, mas na qual todos sejam respeitados. E o respeito que eu mereço exige o respeito que eu dou ao outro. Nós não aceitaremos agressões aos valores, à cultura e à fé cristã”.

“Nunca queiram censura. Censura é péssima. A gente vive numa sociedade democrática. Agora, não deixem nunca que denigram a nossa fé. Denegriu, grite. Se alguma empresa financiou, boicote. Isso é democracia”.

“Às vezes, programas de grandes emissoras chamam, para dar opinião, gente de um lado só. Porque são emissoras que estão com uma ideologia de gênero, contra a família, contra valores cristãos e passam isso em novelas, em programas que parecem ‘cultos’, mas são pura picaretagem intelectual”.

As ideologias e a resposta da família

“Quando o homem é a sua própria medida, tudo é permitido. Ele não tem mais critérios absolutos”.

“Existe uma onda muito forte de cristofobia. Ódio a Cristo e à Igreja. Ódio irracional e injusto”.

“A ideologia de gênero tem destruído na alma a juventude, a infância, valores da família. Não é questão de puritanismo, é de bom senso”.

“Essa sociedade se salva com famílias”.

“Não se cria filho à toa. O primeiro educador do seu filho é você. Acompanhe de perto o que o seu filho está aprendendo. E se a escola ensinar aberrações, os pais se organizem e gritem: ministério público, justiça, pressão na sociedade. Existem técnicos, nas instância do governo, que são totalmente dominados por essa ideologia anticristã, que quer destruir a nossa sociedade cristã. Não permitiremos que eles imponham a sua agenda miserável”.

O vídeo vai direto aos pontos quentes e merece ser visto e discutido em família, porque gera um debate imprescindível em nossos tempos de ódio disfarçado de “liberdade”:


Fonte: Aleteia



Associação Médica Brasileira alerta sobre performance La Bête


AMB ALERTA SOBRE LA BÊTE, ENCENADA NO MUSEU DE ARTE MODERNA DE SÃO PAULO. 

Com relação à La Bête, recentemente encenada no Museu de Arte Moderna de São Paulo, a Associação Médica Brasileira (AMB) vem a público fazer um alerta:

  • Não consideramos a performance adequada, pois expõe nudez de um adulto frente a crianças, cuja intimidade com o corpo humano adulto, de um estranho, pode não ser suficiente para absorver de forma positiva ou neutra essa experiência.
  • Evidências científicas comprovam que situações de nudez, contato físico e intimidade com o corpo são próprias do desenvolvimento humano, mas positivas , desde que ocorram entre pessoas com perfis equivalentes, quanto à idade, maturidade e cultura. Ou entre adultos e crianças cujo vínculo e convivência cotidiana definem esta experiência, de forma natural e sem caráter exploratório previamente determinado.
  • Do ponto de vista do adulto (que se apresenta nu e disponível para contatos físicos com crianças) não se consegue alcançar o mérito dessa proposta e/ou sentido artístico, educativo desse roteiro teatral.

Recomendamos que pais e educadores se disponham a trabalhar a sexualidade de seus filhos e alunos, para lhes oferecer a melhor educação sexual, e os prevenir de situações inadequadas, as quais podem ter repercussões imprevisíveis, dependendo da vulnerabilidade emocional de cada criança ou púbere, mais até do que da intensidade da experiência.

Fonte: AMB-Associação Médica Brasileira



Vaticano publica nova edição do Catecismo da Igreja Católica


Vaticano, 20 Out. 17 / 02:30 pm (ACI).-  
A Santa Sé publicou uma nova edição do Catecismo da Igreja Católica com uma breve apresentação do Papa Francisco e um comentário teológico-pastoral elaborado por Dom Rino Fisichella, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização.

Esta nova edição, por ocasião do 25º aniversário de sua primeira publicação no ano de 1992, não contém nenhuma modificação em relação à edição anterior.

Na apresentação, o Santo Padre afirma que “o Catecismo da Igreja Católica se apresenta como um caminho que, através de quatro etapas, ajuda a entender a dinâmica da fé”.

Essas quatro etapas são “o desejo de cada ser humano que carrega consigo o anseio de Deus”, “a vida da graça expressa em particular nos Sete Sacramentos”, “o estilo de vida do fiel como uma vocação a ser vivida segundo o Espírito” e “a oração como expressão de um encontro em que o homem e Deus se olham, falam e escutam”.

Esse percurso é necessário “para entender plenamente a identidade do fiel como discípulo missionário de Jesus Cristo”.

Além disso, esta nova edição do Catecismo da Igreja Católica contém um comentário teológico-pastoral escrito por Dom Fisichella, “de grande ajuda para entrar sempre mais na compreensão do mistério da fé”, explica Francisco.

Assim, o Catecismo se torna “uma ulterior mediação por meio da qual promover e apoiar as Igrejas particulares em todo o mundo no compromisso de evangelização, como instrumento eficaz para a formação, sobretudo dos sacerdotes e catequistas”.

No comentário de Dom Fisichella, é assinalada a importância do Catecismo da Igreja Católica na formação dos cristãos e em seu crescimento na fé.

“Para que a evangelização possa ser fecunda, pede-se a cada batizado que cresça na escuta da Palavra de Deus, que celebre os santos mistérios, que viva no caminho do Senhor e que faça da oração seu pão de cada dia. O Catecismo da Igreja Católica é um instrumento que ajuda a entrar progressivamente nesse empenho de vida”.

Além disso, o Catecismo “também é um instrumento necessário para a nova evangelização enquanto permite evidenciar a unidade que intervém entre o ato com o qual se crê nos conteúdos da fé”.

Nesse sentido, “pode ajudar a nova evangelização a superar uma dificuldade presente em várias igrejas que com frequência limitam a catequese apenas à preparação dos sacramentos”.

“Se a catequese se dirige unicamente à recepção dos sacramentos, parece evidente que terminado o percurso da iniciação cristã, a formação sucessiva corre o risco de acabar à deriva. É o momento de retomar com convicção a possibilidade de uma formação constante, dirigida a todos os crentes”.

Fonte: ACI digital



Bispos brasileiros repudiam o escárnio público contra os símbolos sagrados


FORTALEZA, 20 Out. 17 / 01:20 pm (ACI).- Frente a recentes casos de exposições e diferentes manifestações artísticas que atacam símbolos sagrados, bispos brasileiros expressaram o seu repúdio e convocaram os cristãos a resistirem e protestarem contra tais atos.

Reunidos no Conselho Episcopal, os Bispos do Regional Nordeste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que corresponde ao estado do Ceará, divulgaram uma nota por meio da qual denunciaram que “Ataques violentos e explícitos à família e à religião cristã têm sido feitos através de espetáculos de péssima qualidade que visam à apologia de práticas de sexualidade pervertida e anormal”

Nesse sentido, manifestaram a “indignação e repúdio diante do escárnio público contra os nossos símbolos mais sagrados (Crucifixo, hóstia, imagem da Padroeira do Brasil) e contra valores fundamentais da vida humana” .

“A Igreja não prega nem defende discriminação ou preconceito de qualquer natureza. Mas, comprometida com a verdade, defende e promove os valores humanos e cristãos, cumprindo assim, as exigências do Evangelho de Cristo”, assinalam.

Na nota, os Prelados fazem referências a recentes casos que geraram a reação dos católicos, como o caso da exposição Queermuseu, no Santander Cultura de Porto Alegre (RS), que apresentava blasfêmias contra símbolos religiosos, como hóstias nas quais escreveram nomes de órgãos sexuais, além de imagens indicando pornografia, pedofilia e zoofilia.

Citam ainda outro caso que aconteceu em Brasília, onde “o artista nu que rala a imagem de Nossa Senhora Aparecidadurante ‘perfomance’” e com o pó do gesso, cobre o seu corpo.

Os Bispos do Regional Nordeste 1 afirmam que seriam “ingênuos” ao pensa que tais episódios, “dada à sua natureza e à evidência dos seus objetivos, não são apenas verdadeiros crimes de vilipêndio, o que já seria muito grave, pois o próprio Código penal os tipifica assim (Artigo 208)”.

“Trata-se – advertem – de um verdadeiro projeto estrutural, profundo e nefasto, de desmonte dos nossos mais preciosos valores humanos e cristãos, através da banalização do matrimônio, da ideologia de gênero, da legalização do aborto, da liberação das drogas, da relativização dos valores morais nascidos do Evangelho e ensinados pelo Magistério da Igreja”.

Nesse sentido, denunciam e expressam repúdio pelo “‘ataque explícito’ aos valores humanos e cristãos da imensa maioria do povo brasileiro. Pois em nome de uma ‘liberdade’ de imprensa, cultural, intelectual, artística impõe o desejo de uma minoria a toda uma coletividade”.

Também rechaçam “o incentivo, patrocínio, promoção e ‘doutrinação’ em massa, realizada diuturnamente em novelas, programas de ‘entretenimento’ e da imposição ilegal, por órgãos governamentais e organizações não-governamentais, muitas dessas de âmbito internacional”.

Alertam também contra a “colonização ideológica”, recordando as palavras ditas pelo Papa Francisco durante seu discurso aos bispos da Polônia em sua visita ao país em 2015,, quando advertiu que “na Europa, nos Estados Unidos, na América Latina, a África, em alguns países da Ásia, existem verdadeiras colonizações ideológicas”.

Na ocasião, o Pontífice apontou que uma dessas colonizações “é a ideologia de gênero (gender). Hoje às crianças – às crianças! –, na escola, ensina-se isto: o sexo, cada um pode escolhê-lo. E porque ensinam isto? Porque os livros são os das pessoas e instituições que te dão dinheiro”.

Diante disso, os prelados brasileiros convocaram “todos os cristãos e pessoas de boa vontade a resistirem e protestarem contra todas as formas de destruição dos valores cristãos e da família, fazendo chegar a expressão do seu repúdio e indignação aos patrocinadores de tais campanhas e aos meios de comunicação que as veiculam”.

“Acreditamos numa sociedade justa e fraterna, possível apenas no compromisso com a vida, e vida em plenitude (Jo 10,10). Que Deus nos fortaleça nessa árdua tarefa e a Querida Mãe Aparecida continue a interceder por todos nós”, concluem.

Fonte: ACI digital



Papa Francisco: nem maquiagens nem hipocrisia, só verdades no coração


Cidade do Vaticano (RV) 20/10/2017 – O Senhor nos dê a graça da “verdade interior”. Esta foi a oração do Papa na missa celebrada na manhã de sexta-feira (20/10) na capela da Casa Santa Marta.

Francisco comentou a Carta de São Paulo aos Romanos, em que se exorta a aderir com um ato de fé a Deus, explicando qual seja o “verdadeiro perdão de Deus”, isto é, o perdão gratuito que vem da Sua graça, da Sua vontade, e não certamente do que pensamos obter com as nossas obras.

“As nossas obras são a resposta ao amor gratuito de Deus, que nos justificou e que nos perdoa sempre. E a nossa santidade é justamente receber sempre este perdão. É o Senhor, Ele nos perdoou o pecado original e nos perdoa todas as vezes que O procuramos. Nós não podemos perdoar os nossos pecados com as nossas obras, somente Ele perdoa. Nós podemos responder com as nossas obras a este perdão.”

No Evangelho do dia, de Lucas, prossegue o Pontífice, Jesus nos faz entender “outro modo de buscar a justificação”, propondo-nos a imagem “dos que se creem justos pelas aparências”: ou seja, os que sabem fazer “cara de santo”, como “se fossem santos”, diz Francisco. “São os hipócritas.” Dentro eles, “está tudo sujo”, mas externamente querem “aparecer” justos e bons, mostrando que jejuam, rezam ou dão esmola. Mas dentro do coração não têm nada, “não têm substância”, têm “uma vida hipócrita”, a verdade deles é inexistente:

“Essas pessoas maquiam a alma, vivem de maquiagem, a santidade é uma maquiagem para eles. Jesus sempre nos pede para sermos verdadeiros, mas verdadeiros dentro do coração. E, se alguma coisa aparecer, que apareça esta verdade, aquilo que temos dentro do coração. Por isso se dá este conselho: quando rezar, reze escondido; quando jejuar, aí sim, maquie-se um pouco, para que ninguém veja no rosto a fraqueza do jejum; e quando der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o que faz a direita, faça escondido.”

Eles usam “a justificação da aparência”, afirmou o Papa. São “bolhas de sabão” que hoje existem e amanhã não existem mais:

“Jesus nos pede coerência de vida, coerência entre aquilo que fazemos e aquilo que vivemos dentro. A falsidade faz muito mal, a hipocrisia faz muito mal, é um modo de viver. No Salmo, pedimos a graça da verdade diante do Senhor. É belo o que pedimos: 'Senhor, contei o meu pecado, não o escondi, não encobri a minha culpa, não maquiei a minha alma. Eu disse: ‘Confessarei ao Senhor as minhas iniquidades’ e o Senhor tirou a minha culpa e o meu pecado’. A verdade sempre diante do Senhor, sempre. E esta verdade diante de Deus é aquela que abre o caminho para que o Senhor nos perdoe.”

A hipocrisia se torna assim um “hábito”: portanto, a estrada indicada por Francisco não é acusar os outros, mas aprender a “sabedoria de acusar a si mesmos”, sem encobrir as nossas culpas diante do Senhor.


Fonte: Radio Vaticano



O “milagre do sol” da Virgem de Fátima se repetiu? (13/outubro/2017)


Roma, 18 Out. 17 / 03:30 pm (ACI).- Em 13 de outubro, a Igreja recordou os cem anos do “milagre do sol”, esse prodígio que aconteceu diante da multidão reunida em Fátima (Portugal), onde o astro rei “tremeu” em uma espécie de “dança” depois da última aparição da Virgem e que, segundo os bispos da Nigéria, teria se repetido na última sexta-feira, na cidade africana de Benin.

“A história se repetiu na cidade de Benim, na Nigéria, durante o Congresso Nacional Mariano. Como aconteceu há 100 anos em Fátima, Portugal, ocorreu novamente em 13 de outubro de 2017. Que grande milagre da nossa Mãe Maria, Nossa Senhora de Fátima!”, afirmou a Conferência dos Bispos Católicos da Nigéria na sua página do Facebook.

As palavras dos Bispos foram publicadas com quatro fotos. Em uma delas, apareceu o sol um grande brilho e, nas outras, os fiéis estão olhando para o céu, a maioria deles com braços erguidos.



Do mesmo modo, várias pessoas compartilharam vídeos no YouTube mostrando o que poderia ter sido uma repetição do “milagre do sol”.


Fonte: ACI digital



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Basílica do Sagrado Coração de Paris foi iluminada de vermelho em honra a mártires cristãos


Por María Ximena Rondón

PARIS, 18 Out. 17 / 06:00 am (ACI).- A Basílica do Sagrado Coração, um dos lugares mais emblemáticos da cidade de Paris, foi iluminada de vermelho por 24 horas, em honra aos mártires cristãos no mundo e para pedir respeito pela liberdade religiosa.

Esta homenagem foi realizada em 12 de outubro e foi organizada pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) na França, por ocasião dos 70 anos da sua criação.

Em um comunicado de imprensa, indicaram que o objetivo era “alertar as pessoas sobre a degradação da liberdade religiosa no mundo”.

“Foi um sinal forte para homenagear todos aqueles que derramaram o seu sangue pela fé e rezar por aqueles que, ainda hoje, devem praticar a sua religião secretamente”, destacaram.

Escolheram este local porque, perguntaram-se: “Qual é lugar mais visível de Paris do que a basílica de Montmartre?”.

O diretor da ACN França, Marc Fromager, indicou que esse gesto também busca refletir sobre o vínculo “entre o respeito pela liberdade religiosa e a paz”. Acrescentou que a liberdade religiosa não deve ser considerada um conceito simples, mas “uma aposta vital para todos”.

Junto com a iluminação do templo, que começou às 19h (hora local), também foi celebrada uma Missa, houve uma vigília de oração, um espetáculo de sombras e um espaço para responder algumas perguntas sobre a perseguição dos cristãos no mundo.

Fromager disse ao jornal ‘Valeurs Actuelles’ que “infelizmente é evidente que o direito fundamental da liberdade religiosa está sendo questionado em vários países, principalmente por motivos políticos, geralmente ditaduras ou regimes unipartidários, muitas vezes de inspiração marxista; ou por motivos religiosos”.

Em seguida, destacou que “há um aumento no fundamentalismo religioso”, especialmente no hinduísmo, que afeta os cristãos na Índia, e no islamismo “que afeta populações muito maiores, começando pelos próprios muçulmanos”.

Nesse sentido, Fromager afirmou que “os cristãos são as principais vítimas da ausência da liberdade religiosa no mundo” e que “a multiplicação de conversões às vezes acaba criando tensões que se traduzem em restrições à liberdade religiosa”.

“Por exemplo, calcula-se que aproximadamente 15 mil chineses se convertem ao cristianismo todos os dias! Neste contexto, entende-se a preocupação do Partido Comunista Chinês e suas razões para manter uma política muito restritiva em termos de liberdade religiosa”, comentou o diretor da ACN França.

A Basílica do Sagrado Coração não foi o único lugar emblemático do mundo que foi iluminado de vermelho em honra aos mártires. Em abril de 2016, também iluminaram a Fontana de Trevi, em Roma.

Em novembro daquele ano, somaram-se na cidade de Londres (Inglaterra) a Abadia de Westminster, o Centro Islâmico Iman Khoei e a Sinagoga Liberal Judaica. Em outubro de 2015, a estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, também foi iluminada de vermelho.

Em seu relatório sobre a liberdade religiosa no mundo, divulgado em novembro de 2016, a ACN assinalou que atualmente 334 milhões de cristãos são perseguidos e discriminados.

Os países onde há maior perseguição são: Afeganistão, Arábia Saudita, Coreia do Norte, Iraque, Nigéria, Síria e Somália.

Fonte: ACI digital



Papa Francisco na audiência: "Diante da morte, conservar a chama da fé"


Cidade do Vaticano (RV) 18/10/2017 – Na audiência geral desta quarta-feira (18/10), o Papa Francisco deu continuidade ao ciclo de catequeses que vem fazendo sobre a esperança cristã, refletindo sobre o tema ‘Felizes os mortos que morrem no Senhor’.

Cerca de 30 mil pessoas participaram do encontro na Praça São Pedro. Deficientes visuais, enfermos e muitos peregrinos idosos vieram de várias cidades da Itália, tomando parte do ‘Dia dos avós’.

O Papa saudou especialmente os grupos vindos do Brasil, em particular os fiéis da arquidiocese de Natal com o bispo, Dom Jaime, e os da arquidiocese de Londrina, convidando todos a permanecer fiéis a Cristo Jesus, como os Protomártires do Brasil.

“O Espírito Santo vos ilumine para poderdes levar a Bênção de Deus a todos os homens. A Virgem Mãe vele sobre o vosso caminho e vos proteja”.

“Hoje eu gostaria de fazer uma relação entre a esperança cristã e a realidade da morte, uma realidade que a nossa civilização moderna tende cada vez mais a cancelar. Assim, quando chega a morte de alguém que nos é querido, ou a nossa própria morte, nos encontramos despreparados”, disse o Papa, iniciando a catequese.

Francisco mencionou o trecho do Evangelho de João, quando a Marta, que chora pela morte de seu irmão Lázaro, Jesus assegura: “Teu irmão ressuscitará, pois quem crê em Mim, mesmo que tenha morrido, viverá”. “Eu não sou a morte; Eu sou a ressurreição e a vida. Crês nisto?” – pergunta ele a Marta.

O Papa lembrou que Jesus faz a mesma pergunta a cada um de nós, sempre que a morte dilacera o tecido da vida e dos afetos. Com a morte, a nossa existência toca o ápice, tendo diante de nós a vertente da fé ou o precipício do nada.

A filha de Jairo e a dor do pai

O desafio que então nos lança Jesus é continuar a crer
. Assim fez Ele com Jairo, a quem acabam de comunicar que a sua filha morreu, não há mais nada a fazer... de que serve incomodar o Mestre?! Jesus ouve e apressa-se a tranquilizar Jairo: “Não tenhas receio; crê somente!”.

O Senhor sabe que aquele pai é tentado a deixar-se cair na angústia e no desespero, e recomenda-lhe que conserve acesa a chamazinha que arde no seu coração: a fé.

“Não tenhas medo! Continua a manter acesa a chama da fé!” E valeu? Sim; Jesus, chegando na casa dele, ressuscita a menina e entrega-a viva aos pais. No caso de Lázaro, ressuscita-o quatro dias depois de ele ter morrido; já estava sepultado. E Jesus manda-o sair do túmulo”.

Concluindo, o Papa afirmou que a esperança cristã se apoia e se alimenta desta posição que Jesus assume contra a morte. Por nós, nada podemos; ficamos indefesos perante o mistério da morte.

“Não tenhas receio – diz-nos Jesus –; crê somente!”. A graça de que necessitamos naquele momento – uma graça imensa! – é conservar acesa no coração a chama da fé. Porque Jesus há de vir, tomar-nos-á pela mão, como fez com a filha de Jairo, e ordenar-nos-á: “Levanta-te, ressuscita”.

(cm)

Fonte: Radio Vaticano



1 milhão de crianças se unem para rezar o Rosário pela paz no mundo (18 de outubro)


REDAÇÃO CENTRAL, 17 Out. 17 / 01:00 pm (ACI).- Crianças do mundo inteiro irão se unir em oração nesta quarta-feira, 18 de outubro, na campanha “1 milhão de crianças rezando o Rosário”, promovida pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN).

No ano passado, a iniciativa reuniu crianças em 69 países e irá se repetir este ano, às 9h de 18 de outubro (ou no horário que seja mais propício para fazer a oração), tendo como intenções as crianças da Síria, “vítimas inocentes de uma guerra sem fim”, explica o site do projeto.

“Exatamente neste ano de 2017, que é o centenário das Aparições da Rainha do Rosário de Fátima, o melhor que podemos fazer pela paz no mundo é novamente levar muito a sério a mensagem do Céu”, afirmou o presidente internacional da ACN, Cardeal Mauro Piacenza em uma carta publicada no site da instituição.

O Purpurado expressou o quanto é significativo que “em Fátima Deus tenha escolhido crianças para divulgar o mais importante plano de paz para um Novo Tempo”. “A três pequenos pastores com sete, nove e dez anos, que não eram poderosos nem ricos, não eram aristocratas nem letrados, o Senhor comunicou por meio da Sua Mãe, como se podia ter evitado a Segunda Guerra Mundial e como os fiéis podiam, sob o manto protetor de Maria, a Mulher do Apocalipse, vencer o Dragão Vermelho”.

“As crianças entenderam a linguagem da Mãe Santíssima e, sobretudo, acreditaram nas suas palavras. Não devemos, por isso, preocuparmo-nos ainda mais em ensinar as crianças e apoiá-las a participar nesse plano de paz, que hoje é mais atual do que nunca?”, questionou.

Ao recordar que na aparição de 13 de julho de 1917, a Virgem pediu aos pastorinhos que rezassem o terço “para alcançar a paz no mundo e o fim da guerra”, o Cardeal Piacenza exortou a “também nós, com a confiança das crianças de Fátima, pegar no terço, a arma poderosa no combate espiritual, e juntamente com nossas crianças tornarmo-nos um exemplo vivo”.

“Sejamos então porta-vozes de Nossa Senhora neste mundo sem paz e ajudemos as nossas crianças desde pequeninas a saber que só por meio da oração pela mão de Maria conseguimos construir nesta terra uma sociedade onde seja possível a justiça e a harmonia entre nós”, concluiu.

Para juntar-se a esta iniciativa, é possível confirmar a sua participação através do site www.acn.org.br/rosariodascriancas, no qual também estão disponíveis outras informações da campanha, como a história de Fátima, livrinho de oração, cartaz e a carta completa do Cardeal Piacenza.

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrado São Lucas Evangelista, o padroeiro dos médicos (18 de outubro))


REDAÇÃO CENTRAL, 18 Out. 17 / 04:00 am (ACI).- Neste dia 18 de outubro, a Igreja celebra a memória litúrgica de São Lucas Evangelista, o autor do terceiro Evangelho e dos Atos dos Apóstolos e o que mais fala sobre a Virgem Maria. Médico, tornou-se também padroeiro desses profissionais.

São Lucas, cujo nome significa “portador de luz”, foi introduzido na fé por volta do ano 40. Ele nunca conheceu Jesus, mas conheceu São Paulo, de quem foi discípulo. Foi educado na literatura e na medicina. É o único escritor do Novo Testamento que não é israelense e dirigiu sua mensagem aos cristãos gentios.

No prólogo de seu Evangelho, diz que o escreveu para que os cristãos conhecessem melhor as verdades nas quais tinham sido instruídos. Era, acima de tudo, um historiador e escrevia principalmente para os gregos.

São Lucas traça a biografia da Virgem e fala da infância de Jesus. Ele traz os segredos da Anunciação, da Visitação e do Natal, fazendo entender que tenha conhecido pessoalmente Maria.

Em seu Evangelho, destaca o cuidado especial para com os pobres, os pecadores arrependidos e a oração.

A tradição diz que ele morreu como um mártir pendurado em uma árvore na Acaia. É representado com um livro ou como um touro alado, pois inicia o Evangelho falando do templo, onde eram imolados os bois, e começa com o sacrifício do sacerdote Zacarias.

Além dos médicos, São Lucas é padroeiro dos cirurgiões,solteiros, açougueiros, encadernadores, escultores, artistas notários e diz-se que ele também era um pintor da Virgem.

Fonte: ACI digital



terça-feira, 17 de outubro de 2017

Crianças asseguram que viram a Virgem Maria na Índia


Roma, 16 Out. 17 / 02:00 pm (ACI).- Crianças em idade escolar, tanto hindus como católicas, asseguraram ter visto uma aparição de Cristo e várias aparições da Virgem Maria, acompanhada por um cheiro de jasmim.

O local das supostas aparições é a igreja e escola primária de Santo Ambrósio, em Edavanakkad, no extremo sudoeste do estado indiano de Kerala. A paróquia e a escola contígua estão sob a jurisdição da Arquidiocese de Verapoly.

As supostas aparições marianas ocorreram em pelo menos duas datas diferentes.

De acordo com o site ‘Matters India’, Pe. Merton D'Silva, da Igreja de Santo Ambrósio, disse que as autoridades arquidiocesanas adotaram uma abordagem de “esperar e ver” antes de intervir no caso.

O ‘Matters India’ informou sobre as aparições com base a uma nota publicada pelo Pe. Mathew D'Cunha na paróquia.

As aparições começaram supostamente em 28 de setembro, quando uma aluna da escola, uma menina hindu chamada Krishnaveda, dirigiu-se à igreja para rezar por um problema no seu ouvido. A menina colocou água benta no ouvido e assegurou que imediatamente sentiu alívio.

Quando as crianças saíram da escola para rezar na igreja, olharam para cima e asseguraram que viram no céu Cristo sendo açoitado. Os menores pronunciaram o nome de Jesus e entraram no templo para agradecer a Deus por curar o ouvido da sua colega.

A única menina católica entre eles, Ambrosiya, se ofereceu para guiar a oração do rosário, mas, sem saber de memória os Mistérios Luminosos que são rezados nas quintas-feiras, pediu ajuda a um professor.

Uma das meninas, chamada Anusree, disse ao professor que a Virgem Maria estava parada embaixo do altar. Além disso, os menores asseguraram que sentiam cheiro de jasmim.

A suposta aparição teria dito às crianças que se aproximassem, o que assustou uma menina chamada Sivanya, que disse que queria ir embora.

Enquanto o professora tirava os alunos da igreja, as meninas asseguraram que a aparição as seguiu e pediu que não fossem embora.

O professor contou para os outros professores, enquanto algumas crianças procuraram o Pe. D'Silva.

Quando o sacerdote levou as crianças novamente à igreja a fim de que pudessem rezar, as crianças asseguraram ver a Virgem Maria sob o altar. Os adultos não podiam ver nada.

Segundo as crianças, a aparição lhes prometeu ajuda nos seus estudos e prometeu enviar-lhes o Espírito Santo. Assim como levá-los ao céu.

Quando as notícias das supostas aparições se espalharam, muitas pessoas começaram a se reunir no templo.

Em 3 de outubro, uma grande multidão rezou o rosário na igreja, junto com os supostos videntes. Depois de alguns minutos, todos sentiram o cheiro de jasmim e as crianças asseguraram que novamente viram a Virgem Maria.

Um sacerdote perguntou às crianças se podiam indicar o ponto exato. Os fiéis viram uma luz brilhante e o sacerdote disse que sentiu alguém acariciando a sua cabeça.

Muitas pessoas entre os fiéis disseram que receberam o dom da contrição, da dor pelos seus pecados, enquanto rezavam.

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrado Santo Inácio de Antioquia, o primeiro a chamar a Igreja de “Católica” (17 de outubro)


REDAÇÃO CENTRAL, 17 Out. 17 / 04:00 am (ACI).- “Onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja Católica”, escreveu Santo Inácio de Antioquia, atribuindo pela primeira vez o adjetivo Católica (Universal) à Igreja. Sua festa é celebrada neste dia 17 de outubro.

Santo Inácio se tornou o terceiro bispo de Antioquia (70-107 d.C.), onde São Pedro foi o primeiro.

No caminho para o seu martírio em Roma, Santo Inácio ia encorajando as igrejas das diversas cidades. Orientou sempre para a união com Cristo e se definiu como “um homem a quem foi encomendada a tarefa da unidade”.

Em uma carta aos cristãos de Trali disse: “Amai-vos uns aos outros com um coração indiviso. O meu espírito oferece-se em sacrifício por vós, não só agora, mas também quando tiver alcançado Deus… Que possais ser encontrados em Cristo sem mancha”.

Morreu devorado por feras. Ele é chamado “Padre Apostólico” por ter sido discípulo de São Paulo e São João.

Fonte: ACI digital


Inácio nasceu por volta do ano 35 da era cristã. Ao que parece era um pagão que foi convertido ao cristianismo. Sua educação cristã aconteceu sob o acompanhamento dos próprios apóstolos. Sucedeu Pedro no posto de bispo de Antioquia, Viveu toda vida sendo um portador da vontade de Deus.

Antioquia era a terceira cidade mais importante do Império Romano. Foi aí que o bispo Inácio exerceu seu apostolado até ser conduzido para Roma, onde morreu mártir no Coliseu, entre os dentes das feras. Foi o imperador Trajano que decretou sua prisão.

A viagem de Inácio, acorrentado de Antioquia até Roma, foi o apogeu de sua vida e de sua fé. Feliz por poder ser imolado em nome do Salvador da humanidade, pregou por todos os lugares onde passou, até o local do martírio.

Durante esta viagem final escreveu sete cartas que figuram entre os escritos mais notáveis da Igreja, concorrendo em importância com as do apóstolo Paulo. Em todas faz profissão de sua fé e contém ensinamentos e orientações, até hoje adotados e seguidos pelos católicos. Numa dessas cartas estava o seu especial pedido: “Deixai-me ser alimento das feras. Sou trigo de Deus. É necessário que eu seja triturado pelos dentes dos leões para me tornar um pão digno de Cristo”.

Reflexão:

Numa de suas cartas Inácio escreveu: “Mantém-te firme como bigorna sob os golpes. É próprio de um grande atleta receber pancadas e vencer. Não tenhas nenhuma dúvida, temos que suportar tudo pela causa de Deus, para que também Ele nos suporte. Torna-te ainda mais zeloso do que és; aprende a conhecer os tempos. Aguarda o que está acima do oportunismo, o atemporal, o invisível que por nossa causa se fez visível, o impalpável, o impassível que por nós se fez passível, o que de todos os modos por nós sofreu!”.

Oração:

Deus, nosso Pai, que as palavras de Santo Inácio de Antioquia sirvam hoje para nossa meditação. Animados pelo seu exemplo de fé e de confiança em vós, sejamos fortalecidos pela vossa graça. Por Cristo Nosso Senhor. Amém.

Colaboração: Padre Evaldo César de Souza, CSsR


Santo Inácio escreveu sete cartas: Epístola a Policarpo de Esmirna, Epístola aos Efésios, Epístola aos Esmirniotas, Epístola aos Filadélfos, Epístola aos Magnésios, Epístola aos Romanos, Epístola aos Tralianos.

Fonte: Liturgia Catequisar



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Oração a Santa Edwiges (padroeira dos pobres e endividados)


CANÇÃO NOVA / REDAÇÃO DA ALETEIA 
Out 16, 2017 

Confie na intercessão da padroeira dos pobres e endividados

Senhor meu Deus, Todo-poderoso, Criador do céu e da terra, Vós que tudo regulais em justiça e misericórdia, aceitai a prece que humildemente Vos dirijo por intermédio de Santa Edwiges, vossa serva, que tanto Vos amou na Terra e que usufrui da graça de contemplar Vossa divina face.

Santa Edwiges, exemplo de fé cristã, espelho do amor divino, vinde em nosso auxílio.

Santa Edwiges, fiel discípula de Cristo, humilde serva do Senhor, modelo de amor à cruz, vinde em nosso auxílio.

Santa Edwiges, bondosa mãe dos pobres, auxílio dos doentes, refúgio dos oprimidos, vinde em nosso auxílio.

Santa Edwiges, modelo das mães cristãs, glória da Santa Igreja, vinde em nosso auxílio.

Santa Edwiges, por amor a Jesus, Maria e José, fazei vossas minhas aflições. Apressai-vos em socorrer-me. Amém.

Oremos:

Santa Edwiges, socorrei-nos em nossas necessidades. Por amor a Jesus Crucificado, fazei vossas, minhas aflições e minhas angústias, apressai-vos em socorrer-me. Santa Edwiges, por vossa santa vida, por vossa santa morte, fazei vossas, minhas aflições e minhas angústias, apressai-vos em socorrer-me. Amém.

Fonte: Aleteia



Hoje é celebrada Santa Edwiges, padroeira dos endividados (16 de outubro)


REDAÇÃO CENTRAL, 16 Out. 17 / 05:00 am (ACI).- Neste dia 16 de outubro, a Igreja celebra Santa Edwiges, uma mãe que, com seu marido, fundou mosteiros e, após a morte dele, tornou-se monja e continuou a servir os carentes e enfermos. A santa é conhecida como a padroeira dos pobres e endividados e isso tem a ver com sua história e vida de caridade.

Edwiges nasceu na Bavária, Alemanha, em 1174, filha de uma família nobre. Desde pequena dava sinais de seu desapego material e zelo espiritual. Aos doze anos, casou-se com o duque da Silésia e da Polônia, Henrique I, de 18 anos. Eles tiveram sete filhos.

Aos 20 anos, Edwiges sentiu o chamado de Jesus e, após conversar com seu marido, os dois decidiram seguir o Senhor, mantendo no casamento o voto de abstinência sexual.

Entregando-se à piedade e à caridade, empregava grande parte dos seus ganhos para auxiliar os demais. Sabendo que muitos eram presos por causa de dívidas, passou a ir aos presídios, saldar as contas com o próprio dinheiro, libertar os encarcerados e ainda lhes arrumava um emprego.

Ela e seu marido fundaram muitos mosteiros, entre eles o de Trebnitz, na Polônia, do qual sua filha Gertrudes se tornou abadessa.

Henrique I construiu o Hospital da Santa Cruz em Breslau e Edwiges, um hospital para leprosos em Neumarkt, onde assistiram pessoalmente aqueles que sofriam desta doença. A santa também costumava ir à Igreja descalço na neve, mas levava os sapatos na mão para colocá-los imediatamente se encontrasse alguém.

Viu seis de seus sete filhos falecer e também seu marido, vítima de uma doença contraída após ser mantido como prisioneiro de guerra. Quando Henrique I morreu, muitas religiosas choraram e Edwiges as confortou dizendo: “Por que se queixam da vontade de Deus? Nossas vidas estão em suas mãos e tudo que Ele faz é bem feito”.

Santa Edwiges tomou o hábito religioso de Trebnitz, mas prometeu continuar a gerir suas ações em favor dos necessitados. Deus lhe concedeu o dom da profecia e milagres. Foi quando operou muitos milagres em enfermos.

Ela amava muito Maria e, por isso, sempre carregava uma pequena imagem da Virgem em suas mãos. Quando morreu, em 15 de outubro de 1243, foi impossível tirar a imagem de suas mãos. Anos mais tarde, quando foram transladar seu corpo, encontraram a imagem empunhada e os dedos que a seguravam incorruptos.

Santa Edwiges foi canonizada em 1266, pelo Papa Clemente IV.

Por razão desta data, confira a seguir a oração à Santa Edwiges.

Ó Santa Edwiges, Vós que na Terra fostes o amparo dos pobres, a ajuda dos desvalidos e o socorro dos endividados, no Céu agora desfrutais do eterno prêmio da caridade que em vida praticastes, suplicante Te peço que sejais a minha advogada, para que eu obtenha de Deus o auxílio que urgentemente preciso...

(Fazer o pedido da graça que urgentemente precisa)

Santa Edwiges, protetora dos endividados, aumentai minha confiança na providência divina para que não falte o pão de cada dia, e que no final do mês não falte o necessário, para que eu possa dar aos meus familiares saúde, educação e dignidade na moradia.

Santa Edwiges intercedei por mim para que eu consiga o equilíbrio na vida financeira e o discernimento nos negócios. Ajudai-me a superar os problemas financeiros, que eu não me iluda com o dinheiro fácil, que eu não seja conivente com a corrupção, propina. Dai equilíbrio na vida financeira.

Alcançai-me também, Santa Edwiges, a suprema graça da salvação eterna.

Santa Edwiges, rogai por nós!

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrada Santa Margarida Maria Alacoque, serva do Sagrado Coração do Jesus (16 de outubro)


Por Abel Camasca

REDAÇÃO CENTRAL, 16 Out. 17 / 06:00 am (ACI).- “Quando se ama, tudo fala de amor, até nossos trabalhos que requerem nossa total atenção podem ser um testemunho de nosso amor”, dizia Santa Margarida Maria Alacoque, a quem o Sagrado Coração de Jesus apareceu e cuja festa é celebrada neste dia 16 de outubro.

Santa Margarida Maria nasceu na França em 1647. Aos quatro anos, consagrou a Deus sua pureza e fez voto de perpétua castidade. Quando tinha oito anos, seu pai morreu. Ela ingressou na escola das Clarissas pobres, onde se sentiu atraída pela vida das religiosas e recebeu a comunhão aos nove anos, algo pouco comum para a época.

Dois anos mais tarde, contraiu uma doença reumática dolorosa que a obrigou a ficar de cama até os 15 anos e, por isso, teve que regressar para sua casa. Buscou alívio na Virgem Maria, a quem prometeu que, se ficasse saudável, se tornaria uma de suas filhas e, assim, recuperou a saúde.

A jovem, porém, se deixou levar pela vaidade e pelas diversões, mas a Virgem apareceu para ela em vários momentos para repreendê-la e encorajá-la em seu caminho de santidade.

Em casa, Margarida e sua mãe eram agressivamente controladas por alguns familiares que tinham se apoderado dos bens. Além disso, a mãe tinha uma dolorosa ferida no rosto que a jovem cuidava todos os dias. Diante de tudo isso, ela sempre buscou consolo no Senhor.

Aos poucos, foi tentada a se casar e começou a se preparar, considerando que talvez pudesse obter dispensa de seu voto, porque o fez quando era criança. Foi assim que em uma ocasião Jesus lhe disse que Ele tinha motivado o voto de castidade e que depois a tinha colocado aos cuidados de sua Santíssima Mãe.

Mas Margarida só compreendeu que estava perdendo um tempo precioso, do qual lhe seria pedido contas rigorosas na hora da morte, quando o Senhor apareceu a ela desfigurado, flagelado e lhe disse: “E bem quererá gozar deste prazer? Eu não gozei jamais de nenhum, e me entreguei a todo gênero de amarguras por teu amor e por ganhar teu coração”.

Mais tarde, depois de convencer seus parentes, ingressou no Convento da Visitação. Ali Margarida se desenvolveu de maneira humilde, obediente e sincera ante os sacrifícios da vida em comunidade e professou seus votos no dia 6 de novembro de 1672.

Com o tempo, recebeu revelações do Sagrado Coração de Jesus e sofreu todas as primeiras sextas-feiras do mês uma reprodução da misteriosa chaga no lado.

Por suas visões e doenças, começou a receber incompreensões e rejeições no convento, teve que passar por difíceis interrogatórios de teólogos e chegou-se a dizer que suas experiências místicas podiam ser obra do demônio. Tudo isso parou quando conheceu o sacerdote jesuíta São Cláudio de la Colombiere, que pôde ver nela sua santidade e falou com a madre superiora.

Por obediência, escreveu o que Deus lhe tinha revelado e contou as mensagens divinas para sua comunidade. A princípio, foi humilhada, mas depois recebeu o apreço de suas irmãs.

Santa Margarida, lamentavelmente, não veria se cumprir na Igreja a instituição do dia do Sagrado Coração de Jesus, tal como Jesus Cristo lhe tinha pedido. Em 17 de outubro de 1690, tendo previamente indicado esta data como o dia de sua morte, partiu para a Casa do Pai com 43 anos de idade e 18 de profissão religiosa.

Entre os mosteiros das visitandinas, começou-se a propagar a devoção ao Coração de Jesus e, em 1765, Clemente XIII introduziu a Festa do Sagrado Coração em Roma.  Em 1856, o Beato Pio IX a estendeu a toda a Igreja e, finalmente, em 1920, Margarida foi proclamado santa pelo Papa Bento XV.

Fonte: ACI digital



domingo, 15 de outubro de 2017

O novo povo de Deus-28° Domingo do Tempo Comum (Ano A)


O novo povo de Deus

28º Domingo do Tempo Comum – Ano A

Evangelho de Mateus 22, 1-14

* 1 Jesus voltou a falar em parábolas aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos do povo. 2 Ele dizia: «O Reino do Céu é como um rei que preparou a festa de casamento do seu filho. 3 E mandou seus empregados chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram ir. 4 O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Falem aos convidados que eu já preparei o banquete, os bois e animais gordos já foram abatidos, e tudo está pronto. Que venham para a festa’. 5 Mas os convidados não deram a menor atenção; um foi para o seu campo, outro foi fazer os seus negócios, 6 e outros agarraram os empregados, bateram neles, e os mataram. 7 Indignado, o rei mandou suas tropas, que mataram aqueles assassinos, e puseram fogo na cidade deles. 8 Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não a mereceram. 9 Portanto, vão até as encruzilhadas dos caminhos, e convidem para a festa todos os que vocês encontrarem’. 10 Então os empregados saíram pelos caminhos, e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados. 11 Quando o rei entrou para ver os convidados, observou aí alguém que não estava usando o traje de festa. 12 E lhe perguntou: ‘Amigo, como foi que você entrou aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. 13 Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrem os pés e as mãos desse homem, e o joguem fora na escuridão. Aí haverá choro e ranger de dentes’. 14 Porque muitos são chamados, e poucos são escolhidos.»
Reflexão

"Poucos são os escolhidos"...

Há quem ensine que o número dos “eleitos” é limitado, preestabelecido. Os eleitos vivem conforme sua eleição, e os outros … se danem. Mas a Bíblia acentua a universalidade da salvação. Todos são chamados. O profeta Isaías descreve a felicidade do fim dos tempos como um banquete universal na montanha de Deus, em Jerusalém (1ª leitura). Inspirando-se nesta imagem, Jesus, no evangelho, fala de um rei que oferece um banquete para o casamento do seu filho (o Messias “esposo do povo”). Manda vir primeiro os convidados de praxe (os chefes de Israel), mas estes se esquivam. Então manda convidar todo o mundo: miseráveis, estropiados, aleijados … (a Igreja convocada entre toda espécie de gente). Depois, porém, Jesus acrescenta uma segunda parábola: um dos convidados não vestiu traje de festa … é expulso.

Todos são convidados, e os que declinam o convite perdem sua vez. Agora convidam-se até os mais pobres, mas isso não quer dizer que podem se apresentar dum jeito qualquer. No mínimo têm que vestir a melhor roupa: a fé e a prática que Cristo espera de nós. O convite é universal, feito sem acepção de pessoas, mas não sem exigências!

Os que recusam o convite não são apenas os chefes de Israel, mas todos aqueles que, bem instalados e satisfeitos consigo mesmos, são incapazes de se alegrarem com o convite universal. Ficam de cara feia, agora que a Igreja convida os pobres para serem realmente “sujeitos” na comunidade eclesial.

Por outro lado, até dos mais simples se exige que “vistam a camiseta”. Trata-se de combinar a disponibilidade para o convite do Senhor (a simplicidade, a alegria), com o empenho por corresponder à sua expectativa. O traje mais bonito que temos é a caridade. Quantas pessoas usam este traje para participar do “banquete eucarístico”?

“Muitos são chamados, nem todos são escolhidos”. Jesus quer dizer que o fato de ser chamado – que vale para todos – não é suficiente para contar com a eleição. Ora, o que decide se seremos eleitos ou não é a nossa disposição. Quem se alegra com o que Deus faz e revela em Jesus, quem na prática adere a esse modo de viver, sem dúvida poderá participar da festa. Deus convida a todos, mas os admitidos são aqueles que, por sua vida, correspondem ao convite. A “seleção” não é preestabelecida por Deus, mas é o efeito de nosso modo de responder dignamente ao apelo universal.
Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes.

Oração do Dia

Ó Deus eterno e todo-poderoso, que nos concedeis, no vosso imenso amor de Pai, mais do que merecemos e pedimos, derramai sobre nós a vossa misericórdia, perdoando o que nos pesa na consciência e dando-nos mais do que ousamos pedir. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.



Papa Francisco convoca uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia


Vaticano, 15 Out. 17 / 07:54 am (ACI).- Ao final da Missa de canonização de 35 novos santos, neste domingo, 15 de outubro, e antes da oração do Ângelus, o Papa Francisco se dirigiu aos fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano, e anunciou a convocação de uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-amazônica.

“Atendendo o desejo de algumas Conferências Episcopais da América Latina, assim como ouvindo a voz de muitos pastores e fiéis de várias partes do mundo, decidi convocar uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-amazônica. O Sínodo será em Roma, em outubro de 2019”.

Segundo o Santo Padre explicou, “o objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta”.

Portanto, a Assembleia Especial do Sínodo irá se centrar na problemática do desmatamento da floresta amazônica como consequência da atividade desenfreada, e às vezes ilegais, de exploração madeireira. Essa atividade industrial está colocando em grave perigo o equilíbrio ecológico e ambiental da floresta amazônica, uma das principais fontes de biodiversidade do planeta.

Como consequência dessa exploração dos recursos naturais da região da Amazônia, os povos indígenas que a habitam, em muitos casos tribos isoladas sem contato com o mundo urbano, estão sofrendo inúmeros abusos, inclusive assassinatos que ficam impunes, até situá-las às margens do desaparecimentos. A situação desses povos, sua evangelização e a defesa de seus direitos humanos será também um dos temas principais tratados no Sínodo dos Bispos.

O Papa Francisco finalizou invocando a intercessão dos novos santos proclamados neste domingo pelos frutos dos trabalhos dos Bispos. “Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”.


Fonte: ACI digital

Fonte: Radio Vaticano



Hoje é celebrada Santa Teresa D’Ávila, Doutora da Igreja (15 de outubro)


REDAÇÃO CENTRAL, 15 Out. 17 / 05:00 am (ACI).- “Nada te perturbe, nada te espante, tudo passa!  Só Deus não muda. A paciência, por fim, tudo alcança. Quem a Deus tem, nada lhe falta, pois só Deus basta”. Esta é provavelmente a frase mais conhecida no mundo de Santa Teresa D’Ávila (1515-1582), celebrada neste dia 15 de outubro pela Igreja Católica.

Teresa de Cepeda y Ahumada nasceu no dia 28 de março de 1515, em uma nobre família de Ávila, na Espanha, filha de Alonso Sánchez de Cepeda e Beatriz de Ahumada.

Aos 20 anos, decidiu-se pela vida religiosa, apesar da resistência de seu pai. Em sua biografia, diz que ela saiu de sua casa em uma manhã para entrar no mosteiro carmelita da Encarnação. Lá, viveu por 27 anos, com uma grande comunidade religiosa composta por cerca de 180 freiras, suportando e superando uma grave doença, que marcou sua vida.

Por volta dos 40 anos, Teresa sentiu o chamado que ficou conhecido como “experiência mística”, o que mudou o curso de sua vida. Aos 47 anos, começou uma terceira fase, empreendendo sua tarefa de fundadora andarilha.

As carmelitas, como a maioria das religiosas, tinham decaído muito do primeiro ardor no começo do século XVI. As religiosas podiam sair da clausura com o menor pretexto, de modo que o convento se converteu no lugar ideal para quem desejava uma vida fácil e sem problemas. As comunidades eram extremamente numerosas, o que era causa e efeito do relaxamento. Por exemplo, no convento de Ávila havia 140 religiosas.

Santa Teresa empreendeu o desafio de levar a cabo a iluminada ideia de fundar uma comunidade mais reduzida e reformada. A santa estabeleceu a mais estrita clausura e o silêncio quase perpétuo. O convento carecia de rendas e reinava nele a maior pobreza; as religiosas vestiam hábitos rudimentares, usavam sandálias em vez de sapatos (por isso foram chamadas descalças) e eram obrigadas à perpétua abstinência de carne.

Santa Teresa não admitiu no princípio mais do que 13 religiosas, mas logo aceitou que houvesse 21. Em 1567, o superior geral dos carmelitas, João Batista Loiro (Rossi), visitou o convento de Ávila e ficou muito satisfeito com o trabalho realizado ali pela santa. Assim, concedeu a esta plenos poderes para fundar outros conventos do mesmo tipo e até autorizou a fundar dois conventos de frades reformados (carmelitas contemplativos).

Caracterizada por sua simplicidade, prudência, amabilidade e caridade, Santa Teresa tinha uma profunda vida de oração e, em obediência a seu confessor, porque ela não era uma pessoa culta e se expressava com um castelhano singelo, escreveu suas visões e experiências espirituais. Essas obras são agora um grande presente para a Igreja.

Os escritos de Santa Teresa sublinham, sobretudo, o espírito de oração, a maneira de praticá-lo e os frutos que produz. Como a santa escreveu precisamente na época em que estava dedicada à difícil tarefa de fundar conventos de carmelitas reformadas, suas obras, prescindindo de seu conteúdo e natureza, dão testemunho de seu vigor, laboriosidade e capacidade de recolhimento.

Escreveu o “Caminho de Perfeição” para dirigir a suas religiosas e o livro das “Fundações” para animá-las e edificá-las. Quanto ao “Castelo Interior”, pode-se considerar que escreveu para a instrução de todos os cristãos.

Santa Teresa morreu nos braços da Beata Ana, em Alba de Tormes no dia 4 de outubro de 1582, pronunciando as palavras: “Sou filha da Igreja”. Sua canonização se realizou em 1622. Foi proclamada Doutora da Igreja em 27 de setembro de 1970 pelo Papa Paulo VI.

Fonte: ACI digital



Uma “flecha divina” marcou o coração de Santa Teresa D’Ávila e sua autópsia confirmou


REDAÇÃO CENTRAL, 15 Out. 17 / 11:00 am (ACI).- Santa Teresa D’Ávila (1515-1582), a primeira mulher Doutora da Igreja, relatou em seus escritos uma das experiências místicas que marcou profundamente seu coração. Este fato foi tão impactante que a levou a fazer um voto especial a Deus que a impulsionou em suas reformas, fundações e caminho de santidade.

A santa e escritora mística conta que certa vez viu á sua esquerda um anjo em forma humana. Era de baixa estatura e muito belo, seu rosto reluzia e deduziu que devia ser um querubim, um dos anjos de mais alto grau.

“Vi que trazia nas mãos um comprido dardo de ouro, em cuja ponta de ferro julguei que havia um pouco de fogo. Eu tinha a impressão de que ele me perfurava o coração com o dardo algumas vezes, atingindo-me as entranhas. Quando o tirava, parecia-me que as entranhas eram retiradas, e eu ficava toda abrasada num imenso amor de Deus”, descreveu Santa Teresa.

“A dor era tão grande que eu soltava gemidos, e era tão excessiva a suavidade produzida por essa dor imensa que a alma não desejava que tivesse fim nem se contentava senão com a presença de Deus”.

“Não se trata de dor corporal; é espiritual, se bem que o corpo também participe, às vezes muito. É um contato tão suave entre a alma e Deus que suplico à Sua bondade que dê essa experiência a quem pensar que minto”, explicou a Doutora da Igreja (O Livro da Vida 29,13).

Este tipo de vivência espiritual é chamado na Igreja como “transverberação”, que é a experiência mística de ser transpassado no coração causando uma grande ferida.

Mais tarde, buscando responder a este presente divino, Santa Teresa fez o voto de fazer sempre o que lhe parecesse mais perfeito e agradável a Deus. Foi assim que no resto de sua vida, a reformadora e fundadora carmelita se esforçou por cumprir perfeitamente este juramento.

Quando a santa partiu para a Casa do Pai, a autópsia revelou que no coração de Santa Teresa estava a cicatriz de uma grande e profunda ferida. Na família carmelita, a festa da “transverberação” de Santa Teresa de Jesus é celebrada no dia 26 de agosto.

Como legado, a Doutora da Igreja também deixou plasmada sua experiência mística na seguinte poesia de amor, intitulada “Meu Amado é para mim”:

Entreguei-me toda e assim
Os corações se hão trocado
Meu Amado é para mim,
E eu sou para o meu Amado.

Quando o doce Caçador
Me atingiu com sua seta,
Nos meigos braços do Amor
Minh'alma aninhou-se quieta.
E a vida em outra, seleta,
Totalmente se há trocado:
Meu amado é para mim,
E eu sou para meu Amado.

Era aquela seta eleita
Ervada em sulcos de amor,
E minha alma ficou feita
Uma com o seu Criador.
Já não quero eu outro amor,
Que a Deus me tenho entregado:
Meu Amado é para mim,
E eu sou para meu Amado.


Fonte: ACI digital



Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana/Devoção e Fé