sexta-feira, 28 de abril de 2017

Íntegra da declaração comum assinada por Francisco e Tawadros II


Cairo (RV) - Segue a íntegra da declaração comum assinada pelo Papa Francisco e o Patriarca Tawadros II no final do encontro.

DECLARAÇÃO COMUM DE SUA SANTIDADE FRANCISCO
E DE SUA SANTIDADE TAWADROS II (Cairo: Patriarcado, 28 de abril de 2017)

1. Nós, Francisco, Bispo de Roma e Papa da Igreja Católica, e Tawadros II, Papa de Alexandria e Patriarca da Sé de São Marcos, no Espírito Santo damos graças a Deus por nos ter concedido a feliz oportunidade de nos encontrarmos mais uma vez, trocarmos o abraço fraterno e juntarmo-nos novamente em oração comum. Damos glória ao Todo-Poderoso pelos laços de fraternidade e amizade existentes entre a Sé de São Pedro e a Sé de São Marcos. O privilégio de estar juntos aqui no Egito é um sinal de que a solidez do nosso relacionamento tem aumentado de ano para ano e de que estamos a crescer na proximidade, na fé e no amor de Cristo nosso Senhor. Damos graças a Deus pelo amado Egito, «terra natal que vive dentro de nós», como costumava dizer Sua Santidade Papa Shenouda III, «povo abençoado pelo Senhor» (cf. Is 19, 25) com a sua antiga civilização dos Faraós, a herança grega e romana, a tradição copta e a presença islâmica. O Egito é o lugar onde a Sagrada Família encontrou refúgio, é terra de mártires e santos.

2. O nosso vínculo profundo de amizade e fraternidade tem a sua origem na plena comunhão que existia entre as nossas Igrejas nos primeiros séculos tendo-se expressado de várias maneiras nos primeiros Concílios Ecuménicos, a começar pelo Concílio de Nicéia em 325 e a contribuição de Santo Atanásio, corajoso Padre da Igreja que mereceu o título de «Protetor da Fé». A nossa comunhão manifestava-se através da oração e práticas litúrgicas semelhantes, da veneração dos mesmos mártires e santos, e no fomento e difusão do monaquismo, seguindo o exemplo do grande Santo Antão, conhecido como o pai de todos os monges. Esta experiência comum de comunhão, anterior ao tempo de separação, assume um significado especial na nossa busca atual do restabelecimento da plena comunhão. A maior parte das relações que existiam nos primeiros séculos continuaram, apesar das divisões, entre a Igreja Católica e a Igreja Copta Ortodoxa até ao dia de hoje e recentemente foram mesmo revitalizadas. Estas desafiam-nos a intensificar os nossos esforços comuns, perseverando na busca duma unidade visível na diversidade, sob a guia do Espírito Santo.

3. Recordamos, com gratidão, o encontro histórico de há quarenta e quatro anos entre os nossos predecessores Papa Paulo VI e Papa Shenouda III, aquele abraço de paz e fraternidade depois de muitos séculos em que os nossos vínculos mútuos de amor não tiveram possibilidade de se expressar devido à distância que se criara entre nós. A Declaração Comum, que eles assinaram em 10 de maio de 1973, representou um marco no caminho ecuménico e serviu como ponto de partida para a instituição da Comissão de Diálogo Teológico entre as nossas duas Igrejas, que produziu muito fruto e abriu o caminho para um diálogo mais amplo entre a Igreja Católica e toda a família das Igrejas Ortodoxas Orientais. Naquela Declaração, as nossas Igrejas reconheceram que, no sulco da tradição apostólica, professam «uma só fé no Deus Uno e Trino» e «a divindade do Unigénito Filho de Deus (...) perfeito Deus, quanto à sua divindade, e perfeito homem quanto à sua humanidade». Reconheceu-se também que «a vida divina é-nos dada e alimentada em nós pelos sete sacramentos» e que «veneramos a Virgem Maria, Mãe da verdadeira Luz», a «Theotókos».

4. Com profunda gratidão, recordamos o encontro fraterno que nós próprios tivemos em Roma, a 10 de maio de 2013, e a instituição do dia 10 de maio como jornada anual em que aprofundamos a amizade e a fraternidade entre as nossas Igrejas. Este renovado espírito de proximidade permitiu-nos discernir ainda melhor como o vínculo que nos une foi recebido de nosso único Senhor no dia do Batismo. Com efeito, é através do Batismo que nos tornamos membros do único Corpo de Cristo que é a Igreja (cf. 1 Cor 12, 13). Esta herança comum é a base da peregrinação que juntos realizamos rumo à plena comunhão, crescendo no amor e na reconciliação.

5. Conscientes de que ainda há tanto caminho a fazer nesta peregrinação, recordamos o muito que já foi alcançado. Em particular, lembramos o encontro entre Papa Shenouda III e São João Paulo II, que veio como peregrino ao Egito durante o Grande Jubileu do ano 2000. Estamos determinados a seguir os seus passos, movidos pelo amor de Cristo Bom Pastor, na convicção profunda de que, caminhando juntos, crescemos em unidade. Para isso auferimos a força de Deus, fonte perfeita de comunhão e de amor.

6. Este amor encontra a sua expressão mais alta na oração comum. Quando os cristãos rezam juntos, chegam a compreender que aquilo que os une é muito maior do que aquilo que os divide. O nosso desejo ardente de unidade encontra inspiração na oração de Cristo «para que todos sejam um só» (Jo 17, 21). Para isso aprofundemos as raízes que compartilhamos na única fé apostólica, rezando juntos e procurando traduções comuns do Pai Nosso e uma data comum para a celebração da Páscoa.

7. Enquanto caminhamos para o dia abençoado em que finalmente nos reuniremos à mesma Mesa Eucarística, podemos colaborar em muitas áreas e tornar tangível a grande riqueza que já temos em comum. Podemos testemunhar juntos certos valores fundamentais como a sacralidade e dignidade da vida humana, a sacralidade do matrimónio e da família, e o respeito por toda a criação, que Deus nos confiou. Não obstante a multiplicidade de desafios contemporâneos, como a secularização e a globalização da indiferença, somos chamados a oferecer uma resposta compartilhada baseada nos valores do Evangelho e nos tesouros das nossas respetivas tradições. Nesta linha, somos encorajados a aprofundar o estudo dos Padres Orientais e Latinos e promover um frutuoso intercâmbio na vida pastoral, especialmente na catequese e num mútuo enriquecimento espiritual entre comunidades monásticas e religiosas.

8. O testemunho cristão que compartilhamos é um sinal providencial de reconciliação e esperança para a sociedade egípcia e suas instituições, uma semente semeada para frutificar na justiça e na paz. Uma vez que acreditamos que todos os seres humanos são criados à imagem de Deus, esforcemo-nos por promover a tranquilidade e a concórdia através duma coexistência pacífica entre cristãos e muçulmanos, testemunhando assim que Deus deseja a unidade e a harmonia de toda a família humana e a igual dignidade de cada ser humano. Temos a peito a prosperidade e o futuro do Egito. Todos os membros da sociedade têm o direito e o dever de participar plenamente na vida do país, gozando de plena e igual cidadania e colaborando para construir a sua nação. A liberdade religiosa, que engloba a liberdade de consciência e está enraizada na dignidade da pessoa, é a pedra angular de todas as outras liberdades. É um direito sagrado e inalienável.

9. Intensifiquemos a nossa oração incessante por todos os cristãos no Egito e em todo o mundo, especialmente no Médio Oriente. Alguns acontecimentos trágicos e o sangue derramado pelos nossos fiéis, perseguidos e mortos unicamente pelo motivo de ser cristãos, recordam-nos ainda mais que o ecumenismo dos mártires nos une e encoraja no caminho da paz e da reconciliação. Pois, como escreve São Paulo, «se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros» (1 Cor 12, 26).

10. O mistério de Jesus, que morreu e ressuscitou por amor, situa-se no coração do nosso caminho para a plena unidade. Mais uma vez, os mártires são os nossos guias. Na Igreja primitiva, o sangue dos mártires foi semente de novos cristãos; assim também, em nossos dias, o sangue de tantos mártires seja semente de unidade entre todos os discípulos de Cristo, sinal e instrumento de comunhão e de paz para o mundo.

11. Obedientes à ação do Espírito Santo, que santifica a Igreja, a sustenta ao longo dos séculos e conduz àquela unidade plena pela qual Cristo rezou, hoje nós, Papa Francisco e Papa Tawadros II, para alegrar o coração do Senhor Jesus bem como os corações dos nossos filhos e filhas na fé, declaramos mutuamente que, com uma só mente e coração, procuraremos sinceramente não repetir o Batismo administrado numa das nossas Igrejas a alguém que deseje juntar-se à outra. Isto confessamos em obediência às Sagradas Escrituras e à fé expressa nos três Concílios Ecuménicos reunidos em Niceia, Constantinopla e Éfeso. Pedimos a Deus nosso Pai que nos guie, nos tempos e modos que o Espírito Santo dispuser, para a unidade plena no Corpo místico de Cristo.

12. Concluindo, deixemo-nos guiar pelos ensinamentos e o exemplo do apóstolo Paulo, que escreve: «[Esforçai-vos] por manter a unidade do Espírito, mediante o vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, assim como a vossa vocação vos chamou a uma só esperança; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por todos e permanece em todos» (Ef 4, 3-6).




Papa Francisco em Al-Azhar: Um “não” alto e claro à violência, à vergonha e ao ódio


Por Miguel Pérez Piche

CAIRO, 28 Abr. 17 / 03:15 pm (ACI).- Em seu discurso na Universidade de Al-Azhar, principal referência teológica e educacional no do mundo muçulmano sunita, o Papa Francisco pronunciou “um ‘não’ alto e claro a todas as formas de violência, de vingança e de ódio cometidos em nome da religião ou em nome de Deus”.

O Santo Padre assinalou, diante dos participantes da Conferência Internacional pela Paz, que cristãos e muçulmanos “juntos afirmarmos a incompatibilidade entre a fé e a violência, entre acreditar e odiar. Juntos, declaramos o caráter sagrado de toda a vida humana frente a qualquer forma de violência física, social, educacional ou psicológica”.

O Papa recordou que os Dez Mandamentos promulgados por Deus e escritos na pedra no Monte Sinai permanecem plenamente vigentes hoje: “No coração das ‘dez palavras’ ressoa, destinada a homens e os povos de todos os tempos, o mandato ‘não matarás’”.

Neste compromisso de respeito à vida e da prática da não violência, o Santo Padre pediu o envolvimento de todas as religiões, como “sempre, mas especialmente agora, todas as religiões são chamadas a colocar em prática esse imperativo, pois enquanto sentimos a necessidade urgente do Absoluto, é imprescindível qualquer forma de justificação da violência”.

Para Francisco, “a violência é a negação de toda religiosidade autêntica”, por isso, rejeitou qualquer tipo de justificativa religiosa da violência.

“Somos obrigados a denunciar as violações que ameaçam a dignidade humana e os direitos humanos, a denunciar as tentativas de justificar todas as formas de ódio em nome das religiões e condená-los como uma falsificação da idolatria de Deus: seu nome é santo, Ele é o Deus de paz, Deus salam. Portanto, somente a paz é santa e nenhuma violência pode ser perpetrada em nome de Deus, porque profanam o seu nome”.

Pobreza e exploração

O Bispo de Roma pediu em seu discurso que se elimine “as situações de pobreza e exploração, onde os extremismos se enraízam facilmente” e que se evite “que o fluxo de dinheiro e armas chegue aos que promovem a violência”.

Nesse sentido, refletiu sobre a origem dos populismos que afetam diversos governos do mundo. “Assistimos perplexos ao fato de que, enquanto por um lado nos afastamos da realidade dos povos em nome de objetivos que não levam ninguém em consideração, por outro lado, como reação, surgem populismos demagógicos que certamente não ajudam a consolidar a paz e a estabilidade”.

E advertiu que “nenhum apelo à violência garantirá a paz, e qualquer ação unilateral que não impulsione processos construtivos e compartilhados, na verdade, só beneficia os defensores do radicalismo e da violência”.

Além disso, renovou o seu apelo a pôr um fim ao tráfico de armas, pois “para ir à raiz, é necessário impedir a proliferação de armas, se continuarem produzindo e comercializando, mais cedo ou mais tarde serão utilizadas. Somente evidenciando as manobras turvas que alimentam o câncer da guerra, pode-se prevenir as suas verdadeiras causas”.

Educação

Francisco quis ir às origens da violência e assinalou que a cultura da paz e da não violência deve começar a ser promovida a partir das políticas educacionais, “pois não haverá paz sem uma educação adequada das novas gerações. Também não haverá uma educação adequada para os jovens de hoje se a formação a eles oferecida não responder à natureza do homem, que é um ser aberto e relacional”.

“A fim de combater realmente a barbárie daqueles que instigam o ódio e incitam a violência, é necessário acompanhar e ajudar a amadurecer as novas gerações para que, diante da lógica incendiária do mal, respondam com o paciente crescimento do bem: jovens que, como árvores plantadas, estejam enraizados no terreno da história e, crescendo e junto com os outros, transformem a cada dia o ar contaminado de ódio em oxigênio de fraternidade”.

Segundo Francisco, “a educação se torna sabedoria de vida quando é capaz de extrair do ser humano, em contato com Aquele que o transcende e com tudo o que o circunda, o melhor de si, formando uma identidade não voltada para si mesma”.

Diálogo

No campo do diálogo, especialmente inter-religioso, afirmou que “somos sempre chamados a caminhar juntos, na convicção de que o futuro de todos depende também do encontro entre religiões e culturas”.

O Papa Francisco citou três indicações fundamentais que podem favorecer o diálogo, se aplicadas corretamente: o dever da identidade, a coragem da alteridade e a sinceridade das intenções.

“O dever da identidade, porque não é possível iniciar um diálogo verdadeiro baseado na ambiguidade ou no sacrificar o bem para agradar a outro”.

“A coragem da alteridade, porque quem é diferente de mim, cultural ou religiosamente, não deve ser visto e tratado como um inimigo, mas acolhido como um companheiro de viagem, na convicção genuína de que o bem de cada um reside no bem de todos”.

“A sinceridade de intenções, porque o diálogo, como expressão autêntica do ser humano, não é uma estratégia para alcançar segundas intenções, mas uma forma de verdade que merece ser pacientemente realizada para transformar a competição em colaboração”.

Portanto, estabeleceu uma ligação estreita entre a educação e o diálogo. “Educar para a abertura respeitosa e ao diálogo sincero com o outro, reconhecendo os direitos e as liberdades fundamentais, especialmente a religiosa, é a cia melhor para edificar juntos o futuro, para ser construtores de civilização”.

Contribuição comum

Para conseguir este objetivo, o Bispo de Roma assinalou que os cristãos e os muçulmanos têm a mesma responsabilidade: “Neste desafio de civilização tão urgente e emocionante, cristãos e muçulmanos, e todos os crentes, somos chamados a oferecer a nossa contribuição”.

“Trata-se de uma mensagem muito atual, frente a este perigoso paradoxo que persiste atualmente, segundo o qual, por um lado tende a reduzir a religião a um âmbito privado, sem reconhecê-la como uma dimensão constitutiva do ser humano e da sociedade e, por outro lado, confundem a esfera religiosa e a política sem distinguir adequadamente”.

Estas duas atitudes têm o mesmo perigo: fazer com que “a religião acabe sendo absorvida pela gestão dos assuntos temporais e acabe sendo seduzida pela atração dos poderes mundanos que na verdade pretendem instrumentalizá-la”.

Por isso, o Santo Padre insistiu durante o seu discurso, que a religião deve se envolver na construção de uma cultura de paz, de não violência, porque “a religião não é um problema, mas faz parte da solução: contra a tentação de se contentar com uma vida superficial em que tudo começa e termina aqui, a religião lembra-nos que é necessário elevar o espírito para o Alto a fim de aprender a construir a cidade dos homens”.

Francisco ressaltou que cristãos e muçulmanos devem trabalhar juntos para construir a paz: “A religião não só está chamada para desmascarar o mal, mas carrega em si mesma a vocação a promover a paz, provavelmente hoje mais do que nunca. Sem cair em sincretismos conciliadores, a nossa tarefa é rezar uns pelos outros, pedindo a Deus o dom da paz, nos encontrar, dialogar e promover a harmonia em um espírito de colaboração e de amizade”, concluiu.

Fonte: ACI digital



Papa Francisco no Egito: Eduquem as novas gerações para evitar a ideologia do mal


Por Álvaro de Juana

CAIRO, 28 Abr. 17 / 03:00 pm (ACI).- No seu discurso nesta sexta-feira, 28 de abril, às autoridades do Egito, o Papa Francisco propôs educar as novas gerações no verdadeiro amor de Deus para evitar que caiam na ideologia do mal e da violência.

Em seu primeiro dia no Cairo, o Pontífice assegurou que “o desenvolvimento, a prosperidade e a paz são bens indispensáveis, pelos quais vale a pena qualquer sacrifício. São também metas que requerem trabalho sério, compromisso convicto, metodologia adequada e, sobretudo, respeito incondicional pelos direitos inalienáveis do homem, como a igualdade entre todos os cidadãos, a liberdade religiosa e de expressão, sem distinção alguma”.

Como em outras ocasiões, Francisco disse que os conflitos atuais levam a pensar em uma “guerra mundial por partes” e afirmou que “não se pode construir a civilização sem repudiar toda a ideologia do mal, da violência e interpretação extremista que pretende aniquilar o outro e destruir a diversidade, manipulando e ultrajando o Santo Nome de Deus”.

Uma de suas propostas é “ensinar às novas gerações que Deus, o Criador do céu e da terra, não precisa ser protegido pelos homens, mas que é Ele quem protege os homens; Ele nunca quer a morte de seus filhos, mas que vivam e sejam felizes; Ele não pede nem justifica a violência, pois a rejeita e desaprova”.

“O verdadeiro Deus chama ao amor sem condições, ao perdão gratuito, à misericórdia, ao respeito absoluto por cada vida, à fraternidade entre seus filhos, crentes e não crentes”.

“Temos o dever de afirmar juntos que a história não perdoa os que proclamam a justiça e, ao contrário, praticam a injustiça; não perdoa os que falam de igualdade e descartam os diferentes. Temos o dever de tirar a máscara dos vendedores de ilusões sobre o além, que pregam o ódio para roubar dos simples sua vida e seu direito de viver com dignidade, transformando-os em lenha para o fogo e privando-os da capacidade de escolher com liberdade e de crer com responsabilidade”.

“Temos o dever de desmontar as ideias homicidas e as ideologias extremistas, afirmando a incompatibilidade entre a verdadeira fé e a violência, entre Deus e os atos de morte”, afirmou com força.

De fato, o Egito “é chamado também hoje a salvar esta querida região da fome de amor e de fraternidade; é chamado a condenar e a derrotar todo tipo de violência e de terrorismo; é chamado a semear a semente da paz em todos os corações famintos de convivência pacífica, de trabalho digno, de educação humana”.

“A paz é um dom de Deus, mas é também trabalho do homem. É um bem que se deve construir e proteger, respeitando o princípio que afirma: a força da lei e não a lei da força. Paz para este amado país. Paz para toda esta região, de maneira particular para Palestina e Israel, para Síria, Líbia, Iraque, Sudão do Sul; paz para todos os homens de boa-vontade”.

Vítimas do terrorismo

O Pontífice recordou, especialmente, as vítimas dos recentes ataques terroristas em duas igrejas copta do país. “Penso igualmente naqueles que foram atingidos nos atentados contra as igrejas coptas, quer em dezembro passado quer mais recentemente em Tanta e Alexandria. Aos seus familiares e a todo o Egito, as minhas sentidas condolências com a certeza da minha oração ao Senhor pela rápida recuperação dos feridos”.

Nesse sentido, também dirigiu um pensamento especial “as pessoas que, nos últimos anos, deram a vida para salvaguardar a sua pátria: os jovens, os membros das forças armadas e da polícia, os cidadãos coptas e todos os desconhecidos que tombaram por causa de várias ações terroristas”.

“Penso também nos assassinatos e nas ameaças que levaram a um êxodo de cristãos do norte do Sinai. Expresso viva gratidão às autoridades civis e religiosas e a quantos deram hospitalidade e assistência a estas pessoas tão provadas”.

O Santo Padre destacou a importância do Egito no Oriente Médio e assegurou que “por causa da sua história e da sua particular posição geográfica, o Egito ocupa um papel insubstituível no Oriente Médio e no contexto dos países empenhados na busca de soluções para problemas agudos e complexos que precisam ser encarados agora para se evitar uma precipitação de violência ainda mais grave”.

“Refiro-me à violência cega e desumana, causada por vários fatores: o desejo obtuso de poder, o comércio de armas, os graves problemas sociais e o extremismo religioso que utiliza o Santo Nome de Deus para realizar inauditos massacres e injustiças”.

Sobre a violência e o terrorismo, o Papa também assegurou que o “Egito tem uma tarefa particular: reforçar e consolidar a paz regional, embora tenha sido ferido em seu próprio solo por uma violência cega. Tal violência faz sofrer muitas famílias – algumas delas aqui presentes – que choram por seus filhos e filhas”.

Saudação aos cristãos

Francisco recordou os cristãos do Egito, tanto os coptos ortodoxos como os gregos bizantinos, os armênios ortodoxos, os protestantes e os católicos. “Que São Marcos, o evangelizador desta terra, os proteja e os ajude a construir e a alcançar a unidade tão desejada por Nosso Senhor”, disse.

“A presença de vocês nesta Pátria não é nova nem casual, mas secular e unida à história do Egito. Vocês são parte integral deste país e desenvolveram ao longo dos séculos uma espécie de relação única, uma simbiose particular, que pode ser considerada um exemplo para as outras nações”.

“Demonstraram, e continuam demonstrando, que se pode viver juntos, no respeito recíproco e no confronto leal, descobrindo na diferença uma fonte de riqueza e jamais uma razão para o enfrentamento”.

Por outro lado, Francisco elogiou a história desta país, “terra de uma civilização muito antiga e nobre, cujos vestígios podemos admirar ainda hoje e que, na sua majestade, parecem querer desafiar os séculos”. “Esta terra é muito significativa para a história da humanidade e para a Tradição da Igreja, não só pelo seu prestigioso passado histórico – faraônico, copta e muçulmano –, mas também porque muitos Patriarcas viveram no Egito ou o cruzaram”.

Direitos fundamentais

O Pontífice se referiu aos milhões de refugiados “provenientes de vários países, entre os quais se conta o Sudão, a Eritreia, a Síria e o Iraque; refugiados esses, aos quais se procura, com um louvável esforço, integrar na sociedade egípcia”. Pediu ainda que ninguém seja privado dos direitos básicos.

Por isso, pediu que não falte a ninguém “o pão, a liberdade e a justiça social”. “Com certeza, este objetivo tornar-se-á realidade se todos juntos tiverem a vontade de transformar as palavras em ações, as aspirações válidas em compromissos, as leis escritas em leis aplicadas, valorizando a genialidade inata deste povo”.

São objetivos “que exigem prestar uma atenção especial ao papel da mulher, dos jovens, dos mais pobres e dos enfermos. Na realidade, o verdadeiro desenvolvimento se mede pela solicitude para com o homem – coração de todo desenvolvimento –, a sua educação, a sua saúde e a sua dignidade”.

“De fato – continuou –, a grandeza de qualquer nação revela-se no cuidado que efetivamente dedica aos membros mais frágeis da sociedade: as mulheres, as crianças, os idosos, os doentes, as pessoas com deficiência, as minorias, de modo que nenhuma pessoa e nenhum grupo social fique excluído ou marginalizado”.

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrado São Luís Maria Grignion de Montfort, o “escravo de Maria” (28 de abril)


REDAÇÃO CENTRAL, 28 Abr. 17 / 05:00 am (ACI).- “A quem Deus quer fazer muito santo, o faz muito devoto da Virgem Maria”, disse São Luís de Montfort, o “escravo de Maria” que propagou a devoção à Virgem, motivo o que levou a sofrer muito. São João Paulo II fez de sua frase mariana “Totus Tuus” (Todo teu) o lema de seu pontificado.

São Luís nasceu em Montfort (França), em 31 de janeiro de 1673. Era muito tímido, preferia a solidão e tinha grande devoção pela Eucaristia e pela Virgem Maria. Para ir à Missa, tinha que caminhar duas milhas até a Igreja. Quando estudou com os jesuítas, visitava o templo antes e depois da escola.

Aos 20 anos, sentiu-se chamado ao sacerdócio. No seminário de Paris, o bibliotecário o autorizou a ler muitos livros da Virgem Maria e, como velador de morto, compreendeu que tudo neste mundo era vão e temporário.

Os superiores não sabiam se o tratavam como um santo ou como um fanático e, pensando mal dele, o mortificavam, humilhavam e insultavam na frente de todos. Era incompreendido por seus companheiros, que riam de Luís e o rejeitavam. Mas o santo se manteve firme na paciência como participação da cruz de Cristo.

Aos 27 anos, foi ordenado sacerdote, escolhendo como lema: “ser escravo de Maria”. Os superiores, sem saber o que fazer com ele, negaram-lhe que atendesse confissões e fizesse pregações, mantendo-o com ofícios menores.

Mais tarde, foi enviado a um povoado para ensinar catequeses às crianças e, em seguida, nomeado capelão do Hospital de Poitiers, asilo para pobres e marginalizados. Sua simplicidade e naturalidade para servir aos necessitados e os ensinamentos marianos que propagava fizeram com que fosse visto como um perigo.

Quando retornou à Paris, lançaram falso testemunho contra ele, seus amigos mais próximos o rejeitaram e o Bispo mandou que não falasse mais. Logo compreenderia a razão dos ataques à doutrina mariana que propagava: o demônio se aborrecia.

São Luís recorreu ao Papa Clemente XI para saber se estava errado em seus ensinamentos. O Pontífice o recebeu e lhe deu o título de Missionário Apostólico.

Desta forma, realizou centenas de missões e retiros que se caracterizaram pela recitação do Santo Rosário, procissões e cânticos à Virgem, incentivando a retornar aos sacramentos. “A Jesus por Maria” era a sua proposta.

Neste contexto, também foi perseguido pelos hereges jansenistas, os quais diziam que não se devia receber os sacramentos quase nunca porque ninguém é digno.

Fundou as congregações “Filhas da Sabedoria” e “Missionários Montfortianos (Companhia de Maria)”.

Escreveu o “Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem”. Alguns pensadores católicos chegaram a considerar esta obra como um exagero culto da Mãe de Deus, mas a Igreja não encontrou nenhum erro.

São Luís partiu para a Casa do Pai em 28 de abril de 1716, com apenas 43 anos. Foi enterrado na Igreja de Saint-Laurent. Passados 43 anos, a Beata Maria Luísa de Jesus, a primeira das “Filhas da Sabedoria”, morreu no mesmo dia, hora e local que São Luís. Foi, então, enterrada ao lado dele.

Séculos mais tarde, São João Paulo II o tomou como referência em sua encíclica “Redemptoris Mater” e visitou o túmulo de São Luís. Ali, ao lado da tumba, sofreu um atentado, pois plantaram uma bomba que foi descoberta pelos seguranças. Providencialmente, nada deteve o Papa de honrar o santo que tanto amava.

Fonte: ACI digital



Que Jesus e São José Operário abençoe todos que trabalham fora e em casa-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (28/abril
/2017), o Padre Marcelo Rossi continuou a semana de orações com o lema: "Vamos orar para que São José Operário abençoe a todos que trabalham".
Trouxe para vocês quatro lindos cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.
Fiquem todos na paz de Deus, um abençoado fim de semana no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:
 

ORANDO COM SÃO JOSÉ OPERÁRIO POR TODOS QUE TRABALHAM E SE ESFORÇAM PARA CUMPRIR SUAS FUNÇÕES DA MELHOR MANEIRA, MAS QUE MUITAS VEZES SÃO INJUSTIÇADOS E NÃO SÃO RECONHECIDOS! SÃO JOSÉ OPERÁRIO, ILUMINE NOSSOS CAMINHOS, ABRA-NOS AS PORTAS NA VIDA PROFISSIONAL E NOS FAÇA VALORIZAR AS FUNÇÕES IMPORTANTES!

Estamos nos fortalecendo no glorioso São José Operário, para que possamos atravessar este momento tão complicado para todos os trabalhadores brasileiros e para os trabalhadores de casa, que precisam manter os afazeres e lidam com o estresse causado pela crise: SÃO JOSÉ OPERÁRIO ABENÇOE E PROTEJA A TODOS QUE TRABALHAM!   
Você sabia que o manto marrom de São José tem um significado muito especial, é a cor da terra batida, do chão simples, simboliza humildade e simplicidade. Também é a cor da madeira. Por isso, o manto marrom de São José também nos lembra o ofício que ele desempenhava: o de carpinteiro. Portanto, o manto marrom de São José nos fala que ele era um homem humilde, simples e trabalhador! Assim estamos colocando no colo bendito de São José, todas as pessoas que trabalham. Os que trabalham fora e, principalmente, os que trabalham em casa, que na grande maioria das vezes não recebem a valorização devida! Vamos pedir com Fé: SÃO JOSÉ OPERÁRIO, ABENÇOE NOSSOS EMPREGOS, ABRA AS PORTAS PARA OS QUE PRECISAM E NOS FAÇA VALORIZAR AS DONAS DE CASA!

SÃO JOSÉ OPERÁRIO, ABENÇOE NOSSOS EMPREGOS, ABRA AS PORTAS PARA OS QUE PRECISAM E NOS FAÇA VALORIZAR AS DONAS DE CASA! !

Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 

"A única saída para o homem é não perder de vista o amor."





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*Facebook Padre Marcelo Rossi:


**Programa Nosso Momento de Fé com Padre Marcelo Rossi: 
Rádio Globo Am/FM (ou internet) de segunda a sábado, das 9:05 às 10:05hs
**Se você não pode ouvir no horário, escute o programa gravado diariamente no site do Padre Marcelo Rossi; procure por Web Radio e clique escute (se for sua primeira vez, o site pedirá para você se cadastrar);

*Site Padre Marcelo Rossi: 




quinta-feira, 27 de abril de 2017

O demônio incita ataques contra a Virgem Maria porque a odeia, assegura exorcista


Réplica da imagem de Nossa Senhora de Guadalupe. Foto: David Ramos / ACI Prensa.

Cidade do México, 27 Abr. 17 / 04:00 pm (ACI).- O sacerdote italiano Sante Babolin, conhecido como “o exorcista de Pádua”, assegurou que o demônio está por trás de vários ataques recentes ocorridos em diversos lugares do mundo contra a Virgem Maria.

Em declarações ao semanário católico mexicano ‘Desde la Fe’, o Pe. Babolin, professor emérito da Universidade Gregoriana de Roma, explicou que “diante do fracasso do ataque dos não crentes, atualmente, para ferir e confundir o povo católico, ataca-se a Virgem Maria, quem o diabo odeia”.

‘Desde la Fe’ recordou o caso da religiosa dominicana, Irmã Lucía Caram, que assegurou em um programa de televisão que Santa Maria e São José tinham relações sexuais, assim como o caso do drag queen espanhol Borja Casillas, o qual se disfarçou e zombou da Virgem durante um espetáculo.

Outro caso assinalado pelo semanário mexicano foi o de uma mulher que, disfarçada da Virgem Maria, representou um aborto durante uma manifestação feminista na Argentina.

O exorcista italiano disse que, “como prova desse ódio” do demônio contra a Mãe de Deus, “enquanto eu invocava insistentemente à Santíssima Virgem Maria, o maligno me respondeu: ‘Não suporto mais Ela, nem suporto você’. Então eu, apontando o tabernáculo, lhe respondi, ‘Eu sou um servo Dele; você não tem nada a ver com Ele’. E ele disse com raiva: ‘Padre, não entende nada! Eu não suporto você, porque é a Igreja que sempre se interpõe, e eu não posso fazer nada contra a Igreja”.

Em seguida, o Pe. Babolin recordou que “o Concílio Vaticano II declara que Maria, filha de Adão, ao aceitar a mensagem divina, se tornou a Mãe de Jesus e, ao abraçar com todo o seu coração e sem entorpecimento de nenhum pecado a vontade salvífica de Deus, se consagrou totalmente, como escrava do Senhor, à pessoa e à obra do seu Filho”.

O sacerdote destacou que no Ritual de Exorcismo é evocada a passagem do livro do Gênesis em que Deus diz à serpente: “ela esmagará a tua cabeça”.

Neste ritual, indicou, o exorcista ordena ao demônio: “Astuta serpente, não te atreverás mais a enganar a raça humana, perseguir a Igreja, atormentar aos eleitos por Deus e ceifá-los como se fossem trigo. O sagrado sinal da cruz ordena-te, como também o faz o poder dos mistérios da fé cristã, a gloriosa Mãe de Deus, a Virgem Maria, ordena-te; Ela, que pela sua humildade e desde o primeiro momento da sua imaculada Concepção, esmagou a tua orgulhosa cabeça”.

“Na minha experiência – até agora celebrei 2.300 ritos de exorcismo –, posso dizer que a invocação da Santíssima Virgem Maria muitas vezes provoca reações significativas na pessoa exorcizada”.

O Pe. Babolin indicou que “as reações mais fortes” do demônio durante o exorcismo ocorrem “quando se referem às suas aparições”.

Por isso, muitas vezes pronuncia o nome de Santa Maria com os títulos de Nossa Senhora de Lourdes, de Fátima ou Guadalupe.

Neste último caso, disse, “utilizo esta fórmula: ‘Santa Maria, Nossa Senhora de Guadalupe, Rainha do Tepeyac’”.

exorcista italiano advertiu que “o instrumento que habitualmente (o demônio) usa para nos capturar é dinheiro, pois oferece a possibilidade de satisfazer os impulsos que convergem no prazer e no poder”.

O demônio, disse, “nos subjuga a ele manipulando a verdade, oferecendo a sua luz fulgurante, mostrando a sua versão de ‘liberdade’ e prometendo-nos uma satisfação imediata dos nossos caprichos”.

“Quanto à comunicação interpessoal, o sentido da visão está se impondo ao sentido da audição; e, consequentemente, a imagem à palavra; ou seja, que o desejo precede à reflexão”, indicou.

Pe. Babolin encorajou os católicos a denunciar os ataques contra a fé, bem como organizar e participar dos eventos de oração, rezar o Rosário e participar das Missas em lugares onde ocorreram ofensas.

“Também podem se comprometer a rezar o terço em família, pelo menos durante um tempo”, assinalou.

Fonte: ACI digital



Curiosas nuvens impactam a Venezuela no Domingo da Misericórdia


CARACAS, 27 Abr. 17 / 12:00 pm (ACI).- Uma formação de nuvens no céu de Maracaibo (Venezuela) conquistou as redes sociais, após ser divulgada por fiéis que participaram em uma peregrinação no dia 23 de abril, Domingo da Divina Misericórdia. O fenômeno natural foi fotografado, filmado e rapidamente compartilhado por meio de Facebook, Twitter e WhatsApp.

Mais de 200 mil pessoas participaram da peregrinação no domingo. De acordo com o jornal venezuelano ‘La Verdad’, algumas pessoas destacaram a semelhança entre a formação das nuvens e a imagem de Jesus Misericordioso. 



Embora não possa distinguir uma imagem clara, alguns usuários nas redes sociais comentam a semelhança da formação das nuvens com o Todo-Poderoso, ao qual homenageavam hoje e pelo qual milhares de pessoas caminharam como demonstração de sua fé”, indicou ‘La Verdad’. 

Outros disseram que a formação das nuvens ocorreu devido a um cumulonimbus, causado, entre outros fatores, pela presença da umidade e pelo ar quente no meio ambiente.

Vídeo: https://www.instagram.com/p/BTQR6ZiDs3i/?taken-by=revelaciones_marianas

Fonte: ACI digital




Que Jesus e São José Operário abençoe todas as donas de casa-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (27/abril
/2017), o Padre Marcelo Rossi continuou a semana de orações com o lema: "Vamos orar para que São José Operário abençoe a todos que trabalham".
Trouxe para vocês quatro lindos cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.
Fiquem todos na paz de Deus, uma abençoada semana no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:
 

TODA VEZ QUE ORAMOS COM SÃO JOSÉ, AUTOMATICAMENTE ORAMOS POR TODOS OS OPERÁRIOS, ATENDENTES, CAIXAS, COZINHEIROS E DESTA VEZ TAMBÉM INCLUINDO AQUELAS QUE ACUMULAM QUASE TODAS ESTAS FUNÇÕES, AS DONAS DE CASA, ASSIM PEÇAMOS JUNTOS: SÃO JOSÉ OPERÁRIO, ILUMINE NOSSOS CAMINHOS, ABRA-NOS AS PORTAS NA VIDA PROFISSIONAL E NOS FAÇA VALORIZAR AS FUNÇÕES IMPORTANTES! 

Orar com São José nunca foi tão apropriado, pois estamos enfrentando um momento muito conturbado na nossa economia. Os que tem trabalho não estão felizes, os que não tem estão desesperados, por isso vamos continuar pedindo e confiando no pai adotivo de Jesus e SÃO JOSÉ OPERÁRIO IRÁ ABENÇOAR E PROTEGER A TODOS QUE TRABALHAM! 
Como destacamos no início deste texto, São José protege e abençoa todos os trabalhadores de Fé. Sempre que pensamos em trabalho lembramos de São José, mas não incluímos uma classe tão importante como todas as outras. Uma classe que muitas vezes trabalha de cozinheira, faxineira, passadeira, costureira, lavadeira, psicóloga, economista, ajudante geral entre outras, as donas de casa. Por isso vamos pedir que Jesus e nosso São José Operário, proteja todos que trabalham, abra o caminho dos que estão parados e coloque na mente de todos a valorização necessária e merecida perante as que cuidam dos lares!

SÃO JOSÉ OPERÁRIO, ABENÇOE NOSSOS EMPREGOS, ABRA AS PORTAS PARA OS QUE PRECISAM E NOS FAÇA VALORIZAR AS DONAS DE CASA! !

Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 

"O homem que cometeu um erro e não o corrige está cometendo outro erro."





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*Facebook Padre Marcelo Rossi:


**Programa Nosso Momento de Fé com Padre Marcelo Rossi: 
Rádio Globo Am/FM (ou internet) de segunda a sábado, das 9:05 às 10:05hs
**Se você não pode ouvir no horário, escute o programa gravado diariamente no site do Padre Marcelo Rossi; procure por Web Radio e clique escute (se for sua primeira vez, o site pedirá para você se cadastrar);

*Site Padre Marcelo Rossi: 




quarta-feira, 26 de abril de 2017

A posição da CNBB sobre a greve geral convocada para o dia 28

Brasília (RV) 26/04/2017 - “Consideramos fundamental que se escute a população”, afirma o Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, ao comentar a convocação de uma greve geral para o dia 28 de abril, contra as reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo Poder Executivo e em tramitação no Congresso Nacional.

Às vésperas da 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que tem início neste dia 26 em Aparecida (SP), o Bispo auxiliar de Brasília (DF) concedeu uma entrevista tratando da posição da entidade sobre as manifestações. Dom Leonardo considera “fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas”.

Qual é a posição da CNBB sobre a anunciada greve geral do dia 28 de abril?

A partir de amanhã, quarta-feira, 26 de abril, os bispos estarão reunidos em assembleia geral, em Aparecida (SP). A assembleia é a instância suprema da Conferência e dela pode sair novo posicionamento. Posso agora, reafirmar o que o Conselho Permanente da CNBB já declarou em Nota: “Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados”. Nesse sentido, consideramos fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas. Claro que nosso olhar se dá na perspectiva da evangelização e nossa posição brota das exigências do Evangelho. E isso significa reafirmar a busca do diálogo, da paz e do entendimento. Na afirmação dos bispos está a orientação de que esses momentos sejam marcados pelo respeito à vida, ao patrimônio público e privado, fortalecendo a democracia.

Qual o impacto de uma greve geral neste momento?

Certamente o conteúdo das manifestações se dará no sentido de defesa dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade, de modo muito particular dos mais pobres. O movimento sinaliza que a sociedade quer o diálogo, quer participar, quer dar sua contribuição. Reformas de tamanha importância não podem ser conduzidas sem esse amplo debate.

O Congresso Nacional e o Poder Executivo, infelizmente, têm se mostrado pouco sensível ao que a sociedade tem manifestado em relação às reformas. Os brasileiros e brasileiras desejam o bem do Brasil e para construir uma nação justa e fraterna querem participar das discussões e encaminhamentos.

É oportuno apresentar propostas de reformas na atual conjuntura?

O Brasil vive um momento particular de sua história, uma crise ética. Há situações de enorme complexidade nos quais estão envolvidos personagens do cenário político, sem falar da crise econômica que atinge a todos. Como encaminhar mudanças sem o respaldo da sociedade? Propostas de reformas que tocam na Constituição Federal, no sistema previdenciário, na CLT merecem estudo, pesquisa e aprofundamento. Sem diálogo não é possível criar um clima favorável que vise o bem do povo brasileiro. (CNBB)

Fonte: Radio Vaticano



Bento XVI nos alerta para os radicalismos ateu e islamista


O Papa emérito rompe o silêncio por ocasião de simpósio sobre a sua concepção de Estado 

O Papa emérito Bento XVI rompeu o silêncio do seu retiro vaticano para encorajar a superação de duas concepções do Estado que levam a radicalismos: o “Estado radicalmente ateu” e o “surgimento de um Estado radicalmente religioso nos movimentos islamistas”. As consequências de ambos os excessos podem ser sentidas “todos os dias”, observa ele.

Joseph Ratzinger compartilhou estas considerações em uma carta enviada aos participantes de um simpósio realizado em Varsóvia com o título “O conceito de Estado na perspectiva dos ensinamentos do cardeal Joseph Ratzinger”. O encontro foi organizado pelos bispos da Polônia e conta com o apoio do presidente do país, Andrzej Duda, e com a parceria da Fundação Ratzinger e da agência católica polonesa Kai.

Durante seu pontificado, Bento XVI reiterou o direito natural como lugar de encontro para crentes de diversas religiões ou de nenhuma e advogou com tenacidade por um diálogo entre a fé e a razão, apontando como patologia o racionalismo extremo que se fecha às perguntas da religião e denunciando, ao mesmo tempo, que “não agir segundo a razão é contrário à natureza de Deus”.

Pronunciamentos com esse teor, como o seu célebre discurso em Ratisbona, foram não poucas vezes criticados, tergiversados e instrumentalizados.

A urgência de um diálogo também racional com o islã e dentro do islã, porém, continua patente e cada vez mais evidente. No final deste mês, aliás, o Papa Francisco viajará ao Egito, país que está no centro de um debate crucial, no seio da comunidade muçulmana, sobre um conceito de cidadania que respeite as outras religiões e visões de mundo. Um dos locais a ser visitados pelo Bispo de Roma é a Universidade Al-Azhar, no Cairo, uma das principais instituições acadêmicas do islamismo sunita – que rompeu relações com o Vaticano quando Bento XVI pediu proteção às minorias após um atentado em Alexandria durante as celebrações de ano novo em 2011. As autoridades egípcias interpretaram as palavras do Papa, na ocasião, como “ingerência em assuntos internos”.

Na sua carta aos participantes do simpósio de Varsóvia, Bento XVI pede aos líderes políticos poloneses que desenvolvam “urgentemente” uma concepção de Estado capaz de superar tanto o radicalismo laicista quanto o fundamentalista. Como exemplo, ele coloca São João Paulo II e o cardeal Stefan Wyszynski, bispo durante os anos mais duros do regime comunista na Polônia. Estas grandes personalidades que “a Polônia deu à humanidade”, afirma o Papa emérito, sinalizam hoje o “caminho para o futuro”.

Fonte: Aletéia



Suspeitos invadem escritório de padre e roubam dinheiro de igreja em Peruíbe, SP


Crime aconteceu na madrugada desta quarta-feira, na Igreja Matriz de Peruíbe. Até o momento, ninguém foi preso. 

Por G1
Santos 26/04/2017 09h11 Atualizado há 9 horas

A igreja matriz de Peruíbe, no litoral de São Paulo, foi invadida e teve pertences furtados durante a madrugada desta quarta-feira (26). Os criminosos conseguiram roubar cerca de R$ 1200, além de equipamentos eletrônicos. Até o momento, ninguém foi preso.

De acordo com informações do padre responsável pela igreja, Marco Antonio Rossi, além do dinheiro, os criminosos conseguiram roubar uma câmera filmadora da paróquia. “Eles, provavelmente, entraram pela janela, arrombaram a porta do meu escritório e levaram o dinheiro e uma câmera”, disse o padre. Ainda segundo o padre Rossi, os suspeitos entraram na igreja com o objetivo de roubar o que tinha dentro do escritório. “O aparelho de som, os cálices e todo o resto está intocável, mas o que tinha dentro do escritório foi levado”, completou. O padre já registrou um boletim de ocorrência e aguarda a presença da perícia para que a investigação comece.





Fonte: G1
Fotos: Helio Sussumu/Arquivo Pessoal)



Com a intercessão de São José Operário por todos desempregados e valorização das donas de casa-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (26/abril
/2017), o Padre Marcelo Rossi continuou a semana de orações com o lema: "Vamos orar para que São José Operário abençoe a todos que trabalham".
Trouxe para vocês sete lindos cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.
Fiquem todos na paz de Deus, uma abençoada semana no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:
 

ESTAMOS NESTA SEMANA PEDINDO A INTERCESSÃO DO NOSSO GLORIOSO SÃO JOSÉ OPERÁRIO, POR TODOS OS TRABALHADORES, DESEMPREGADOS E POR TODAS AS DONAS DE CASA QUE TANTO TRABALHAM E NÃO RECEBEM A DEVIDA VALORIZAÇÃO! 

SÃO JOSÉ OPERÁRIO, ILUMINE NOSSOS CAMINHOS, ABRA-NOS AS PORTAS NA VIDA PROFISSIONAL E NOS FAÇA VALORIZAR AS FUNÇÕES IMPORTANTES! 
São José é o modelo ideal do operário. Sustentou sua família durante toda a vida com o trabalho de suas próprias mãos, cumpriu sempre seus deveres para com a comunidade, ensinou ao Filho de Deus a profissão de carpinteiro, por tudo isso estamos dedicando esta semana para orar com este grande homem, protetor de todos que trabalham: SÃO JOSÉ OPERÁRIO IRÁ ABENÇOAR E PROTEGER A TODOS QUE TRABALHAM!   
Algumas pessoas me perguntaram sobre a inserção das donas de casa nos pedidos desta semana voltados à São José Operário e eu respondi com outra pergunta: Existe uma função mais trabalhadora do que a função de dona de casa? Que não folga, que não tem férias nem remuneração! Por isso vamos estamos agrupando os trabalhadores que tanto sofrem com baixos salários e más condições de exercer suas funções. Os que estão fora do mercado de trabalho, que tanto se desesperam por não conseguir dar o sustento ao seus dependentes. E claro, as donas de casa, que trabalham sem parar para que nossa vida siga em ordem. Assim vamos continuar orando com toda a nossa Fé, pedindo ao grande São José, que esteja sempre atento e protegendo todas estas pessoas!  

SÃO JOSÉ OPERÁRIO, ABENÇOE NOSSOS EMPREGOS, ABRA AS PORTAS PARA OS QUE PRECISAM E NOS FAÇA VALORIZAR AS DONAS DE CASA! !

Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 

"Quando você se der conta de que  o que faz aos outros o faz a si mesmo, terá compreendido a Grande Verdade".








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*Facebook Padre Marcelo Rossi:


**Programa Nosso Momento de Fé com Padre Marcelo Rossi: 
Rádio Globo Am/FM (ou internet) de segunda a sábado, das 9:05 às 10:05hs
**Se você não pode ouvir no horário, escute o programa gravado diariamente no site do Padre Marcelo Rossi; procure por Web Radio e clique escute (se for sua primeira vez, o site pedirá para você se cadastrar);

*Site Padre Marcelo Rossi: 




Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana/Devoção e Fé