Filme infantil DC Liga dos Superpets tem cena de relacionamento homossexual

Imagem de divulgação da DC Liga dos Superpets / TM & © Warner Bros. Entertainment Inc. All rights reserved

Roma, 10 ago. 22 / 04:19 pm (ACI).- Giuliana Caccia, peruana e diretora da Asociación Origen, alertou que o filme infantil DC Liga dos Superpets, que estreou nos cinemas, tem uma cena de um relacionamento homossexual entre adolescentes.

“Isso não vai parar: incluir cenas que pretendem passar despercebidas em filmes infantis. Agora foi a vez do filme da Warner Brothers 'Superpets'. É uma cena quase no início do filme", ​​disse Caccia em sua conta no Facebook.


A breve cena publicada por Caccia em sua rede social mostra o cachorro protagonista Krypto conversando com outros dois bichinhos em um parque. Um desses cães comenta que sua dona tem uma parceira que ela ama mais do que a ele. Imediatamente a cena foca nas duas adolescentes, uma delas flertando com a outra debaixo de uma árvore.

“Em que mudaria a história se não tivesse essa cena? A agenda é clara e nosso trabalho como pais deve ser firme: não podemos deixar de nos envolver”, disse Caccia.

“Temos que estar atentos, conversar com nossos filhos, formar-nos para saber orientá-los. Não podemos, talvez, parar a Disney ou Hollywood, mas podemos falar e explicar aos nossos filhos, transmitindo os nossos valores baseados na Verdade”, acrescentou.

DC Liga dos Superpets estreou nos cinemas dos EUA em 29 de julho pela Warner Bros. Pictures e conta a história de Krypto, o "supercão" do Superman, cuja missão é resgatar seu dono e outros super-heróis da Liga da Justiça de um grupo de vilões.

Este não é o primeiro filme de animação deste ano que promove conteúdo com ideologia de gênero. O filme infantil Lightyear, produzido pela Disney e Pixar, causou rebuliço mundial por incluir um beijo homossexual.

Em junho de 2022, Giuliana Calambrogio, mestre em Matrimônio e Família pela Universidade de Navarra e mãe de oito filhos, disse à ACI Prensa, agência em espanhol do grupo ACI, que “a inocência dos filhos deve ser protegida” e “não colocá-los em situações em que tenham um conflito entre o que é natural e aquelas situações em que, embora aconteçam, não fazem parte do comum”.

“Uma criança entre quatro e seis anos está na idade do pensamento imaginário, acredita em unicórnios, fadas, Papai Noel, por isso alguns aproveitam essa idade para introduzir a ideia de gênero, de homossexualidade e tentam normalizar isso, algo que também se tornará um padrão que eles verão ao longo de seu desenvolvimento devido à influência da cultura e do cinema”, afirmou Calambrogio. 

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