Papa Francisco em encontro inter-religioso: A liberdade religiosa é um direito fundamental (06/03/2021)


Papa Francisco no encontro inter-religioso em Ur. Foto: Captura de tela YouTube Vatican Media

REDAÇÃO CENTRAL, 06 mar. 21 / 06:47 am (ACI).- O Papa Francisco dirigiu-se na tarde de hoje (horário local) à terra de Abraão, Ur da Caldéia, onde foi realizada um grande encontro com líderes religiosos no Iraque. Na ocasião o Santo Padre assinalou que a liberdade religiosa constitui um direito fundamental e que a violência é uma traição à tradição religiosa de todas as crenças presentes no Iraque.

Confira abaixo o discurso completo do Santo Padre:

“Queridos irmãos e irmãs!

Este lugar abençoado faz-nos pensar nas origens, nos primórdios da obra de Deus, no nascimento das nossas religiões. Aqui, onde viveu o nosso pai Abraão, temos a impressão de regressar a casa. Aqui ele ouviu a chamada de Deus, daqui partiu para uma viagem que mudaria a história. Somos o fruto daquela chamada e daquela viagem. Deus pediu a Abraão que levantasse os olhos para o céu e contasse as estrelas (cf. Gn 15, 5). Naquelas estrelas, viu a promessa da sua descendência, viu-nos a nós. E hoje nós, judeus, cristãos e muçulmanos, juntamente com os irmãos e irmãs doutras religiões, honramos o pai Abraão fazendo como ele: olhamos para o céu e caminhamos sobre a terra.

1. Olhamos para o céu. Ao contemplarmos o mesmo céu alguns milénios depois, aparecem as mesmas estrelas. Iluminam as noites mais escuras, porque brilham juntas. O céu oferece-nos assim uma mensagem de unidade: sobre nós, o Altíssimo convida a não nos separarmos jamais do irmão que está ao nosso lado. O Além de Deus envia-nos mais além de nós, ao outro, ao irmão. Mas, se quisermos salvaguardar a fraternidade, não podemos perder de vista o Céu. Nós, descendência de Abraão e representantes de várias religiões, sentimos que a nossa função primeira é esta: ajudar os nossos irmãos e irmãs a elevarem o olhar e a oração para o Céu. E disto todos precisamos, porque não nos bastamos a nós próprios. O homem não é omnipotente; sozinho, não é capaz. E se escorraça Deus, acaba por adorar as coisas terrenas. Mas os bens do mundo, que fazem muitos esquecer-se de Deus e dos outros, não são o motivo da nossa viagem sobre a terra. Erguemos os olhos ao Céu para nos elevarmos das torpezas da vaidade; servimos a Deus, para sair da escravidão do próprio eu, porque Deus nos impele a amar. Esta é a verdadeira religiosidade: adorar a Deus e amar o próximo. No mundo atual, que muitas vezes se esquece do Altíssimo ou oferece uma imagem distorcida d’Ele, os crentes são chamados a testemunhar a sua bondade, mostrar a sua paternidade através da nossa fraternidade.

A partir deste lugar fontal da fé, da terra do nosso pai Abraão, afirmamos que Deus é misericordioso e que a ofensa mais blasfema é profanar o seu nome odiando o irmão. Hostilidade, extremismo e violência não nascem dum ânimo religioso: são traições da religião. E nós, crentes, não podemos ficar calados, quando o terrorismo abusa da religião. Antes, cabe a nós dissipar com clareza os mal-entendidos. Não permitamos que a luz do Céu seja ocultada pelas nuvens do ódio! Sobre este país, acumularam-se as nuvens negras do terrorismo, da guerra e da violência. Com isso, sofreram todas as comunidades étnicas e religiosas; de modo particular quero recordar a comunidade yazidi, que chorou a morte de muitos homens e viu milhares de mulheres, donzelas e crianças raptadas, vendidas como escravas e sujeitas a violências físicas e conversões forçadas. Hoje rezamos por todas as vítimas de tais sofrimentos, por quantos ainda estão dispersos e sequestrados para que regressem brevemente às suas casas. E rezamos para que em toda a parte se respeitem e reconheçam a liberdade de consciência e a liberdade religiosa: são direitos fundamentais, porque tornam o homem livre para contemplar o Céu para o qual foi criado.

O terrorismo, quando invadiu o norte deste amado país, destruiu barbaramente parte do seu maravilhoso património religioso, incluindo igrejas, mosteiros e lugares de culto de várias comunidades. Mas, mesmo naquele momento escuro, brilharam estrelas. Penso nos jovens voluntários muçulmanos de Mossul, que ajudaram a refazer igrejas e mosteiros, construindo amizades fraternas sobre as ruínas do ódio, e penso nos cristãos e muçulmanos que hoje restauram conjuntamente mesquitas e igrejas. O professor Ali Thajeel referiu-nos também o regresso dos peregrinos a esta cidade. É importante peregrinar rumo aos lugares sagrados: é o sinal mais belo da saudade do Céu na terra. Por isso, amar e preservar os lugares sagrados é uma necessidade existencial em memória do nosso pai Abraão, que em vários lugares ergueu para o céu altares ao Senhor (cf. Gn 12, 7.8; 13, 18; 22, 9). Que o grande patriarca nos ajude a tornar oásis de paz e de encontro para todos os lugares sagrados de cada um. Pela sua fidelidade a Deus, tornou-se uma bênção para todos os povos (cf. Gn 12, 3); a nossa estada hoje aqui, seguindo os seus passos, seja sinal de bênção e esperança para o Iraque, o Médio Oriente e o mundo inteiro. O Céu não se cansou da terra: Deus ama cada povo, cada uma das suas filhas e cada um dos seus filhos! Nunca nos cansemos de olhar para o céu, de olhar para estas estrelas, as mesmas que outrora viu o nosso pai Abraão.

2. Caminhamos sobre a terra. Os seus olhos erguidos para o céu não desviaram, antes encorajaram Abraão a caminhar sobre a terra, a empreender uma viagem que, através da sua descendência, tocaria todos os séculos e latitudes. Mas tudo começou a partir daqui, do Senhor que o «mandou sair de Ur» (Gn 15, 7). Por conseguinte, o seu foi um caminho em saída, que implicou sacrifícios: teve de deixar terra, casa e parentes. Mas, renunciando à sua família, tornou-se pai duma família de povos. Algo de semelhante acontece também conosco: no caminho, somos chamados a deixar aqueles vínculos e apegos que, fechando-nos no nosso grupo, impedem-nos de acolher o amor ilimitado de Deus e ver os outros como irmãos. É verdade! Precisamos de sair de nós mesmos, porque temos necessidade uns dos outros. A pandemia fez-nos compreender que «ninguém se salva sozinho» (FRANCISCO, Carta enc. Fratelli tutti, 54); mas volta sempre a tentação de nos distanciarmos dos outros. Todavia «o princípio “salve-se quem puder” traduzir-se-á rapidamente no lema “todos contra todos”, e isso será pior que uma pandemia» (Ibid., 36). Nas tormentas que estamos a atravessar, não nos salvará o isolamento, não nos salvarão a corrida armamentista e a construção de muros, que aliás nos tornarão cada vez mais distantes e irados. Não nos salvará a idolatria do dinheiro, que nos fecha em nós mesmos e provoca abismos de desigualdade onde se afunda a humanidade. Não nos salvará o consumismo, que anestesia a mente e paralisa o coração.

O caminho que o Céu aponta para o nosso percurso é outro: é o caminho da paz. E este requer, sobretudo na tormenta, que rememos juntos na mesma direção. É indigno que, enquanto todos somos provados pela crise pandémica, e especialmente aqui onde os conflitos causaram tanta miséria, alguém pense avidamente nos seus negócios. Não haverá paz sem partilha e acolhimento, sem uma justiça que assegure equidade e promoção para todos, a começar pelos mais frágeis. Não haverá paz sem povos que estendam a mão a outros povos. Não haverá paz enquanto se olhar os outros como um «eles», e não como um «nós». Não haverá paz enquanto as alianças forem contra alguém, porque as alianças de uns contra os outros só aumentam as divisões. A paz não exige vencedores nem vencidos, mas irmãos e irmãs que, não obstante as incompreensões e as feridas do passado, passem do conflito à unidade. Na oração, peçamos isto para todo o Médio Oriente; penso em particular na vizinha e atormentada Síria.

O patriarca Abraão, que hoje nos reúne em unidade, foi profeta do Altíssimo. Uma antiga profecia diz que os povos «transformarão as suas espadas em relhas de arados, e as suas lanças, em foices» (Is 2, 4). Esta profecia não se realizou; antes, espadas e lanças tornaram-se mísseis e bombas. Então donde pode começar o caminho da paz? Da renúncia a ter inimigos. Quem tem a coragem de olhar as estrelas, quem acredita em Deus, não tem inimigos para combater. Tem apenas um inimigo a enfrentar, que está à porta do coração e insiste para entrar: é a inimizade. Enquanto alguns procuram mais ter inimigos do que ser amigos, enquanto muitos buscam o próprio benefício à custa de outros, quem olha as estrelas da promessa, quem segue os caminhos de Deus não pode ser contra ninguém, mas por todos; não pode justificar qualquer forma de imposição, opressão e prevaricação, não se pode comportar de modo agressivo.

Queridos amigos, será possível tudo isto? Encoraja-nos o pai Abraão, que teve esperança para além do que se podia esperar (cf. Rm 4, 18). Na história, muitas vezes corremos atrás de metas demasiado terrenas e caminhamos cada um por conta própria, mas, com a ajuda de Deus, podemos mudar para melhor. Cabe a nós, a humanidade de hoje e principalmente os crentes das diferentes religiões, transformar os instrumentos do ódio em instrumentos de paz. Cabe a nós instar fortemente os responsáveis das nações para que a proliferação crescente de armas ceda o lugar à distribuição de alimentos para todos. Cabe a nós fazer calar as mútuas acusações para dar voz ao grito dos oprimidos e descartados no planeta: muitos estão privados de pão, remédios, instrução, direitos e dignidade. Cabe a nós colocar à luz do dia as foscas manobras que giram à volta do dinheiro e pedir com veemência que o dinheiro não acabe sempre e só por nutrir a desenfreada comodidade de poucos. Cabe a nós salvaguardar a casa comum das nossas ambições predatórias. Cabe a nós lembrar ao mundo que a vida humana vale pelo que é e não pelo que tem, e que a vida de nascituros, idosos, migrantes, homens e mulheres de todas as cores e nacionalidades é sempre sagrada e conta como a de todos os outros. Cabe a nós ter a coragem de levantar os olhos e olhar as estrelas, as estrelas que viu o nosso pai Abraão, as estrelas da promessa.

O caminho de Abraão foi uma bênção de paz. Mas não foi fácil! Teve que enfrentar lutas e imprevistos. Também nós temos pela frente um caminho acidentado, mas precisamos, como o grande patriarca, de dar passos concretos, peregrinar para descobrir o rosto do outro, partilhar memórias, olhares e silêncios, histórias e experiências. Impressionou-me o testemunho de Dawood e Hasan, um cristão e outro muçulmano, que, sem se deixar abater pelas diferenças, estudaram e trabalharam juntos. Juntos, construíram o futuro e descobriram-se irmãos. Também nós, para prosseguir, precisamos de fazer, juntos, algo de bom e concreto. Este é o caminho, sobretudo para os jovens, que não podem ver os seus sonhos truncados pelos conflitos do passado. Urge educá-los para a fraternidade, educá-los para olharem as estrelas. Trata-se duma verdadeira e própria emergência; será a vacina mais eficaz para um amanhã pacífico. Porque sois vós, queridos jovens, o nosso presente e o nosso futuro!

Somente com os outros é que se podem curar as feridas do passado. A senhora Rafah contou-nos o exemplo heroico de Najy, da comunidade sabeia mandeia, que perdeu a vida na tentativa de salvar a família do seu vizinho muçulmano. Quantas pessoas aqui, no silêncio e ignorados pelo mundo, iniciaram caminhos de fraternidade! Rafah contou ainda as tribulações indescritíveis da guerra, que forçou muitos a abandonarem casa e pátria à procura dum futuro para os seus filhos. Obrigado, Rafah, por partilhares connosco a firme vontade de permanecer aqui, na terra dos teus pais! Oxalá todos aqueles que não o conseguiram fazer e tiveram de fugir encontrem um acolhimento benévolo, digno de pessoas vulneráveis e feridas.

Foi precisamente através da hospitalidade, traço caraterístico destas terras, que Abraão recebeu a visita de Deus e o dom, já não esperado, dum filho (cf. Gn 18, 1-10). Nós, irmãos e irmãs de diversas religiões, encontramo-nos aqui, em casa, e a partir daqui, juntos, queremos empenhar-nos para que se realize o sonho de Deus: que a família humana se torne hospitaleira e acolhedora para com todos os seus filhos; que, olhando o mesmo céu, caminhe em paz sobre a mesma terra”.

Comentários



Newsletter

Marcadores

Ano Jubilar Mariano10 Ano Santo93 Aparições113 Aparições de Jesus18 Aparições Marianas317 Aplicativos Android (católicos)16 Apostolado da Oração10 Arautos do Evangelho2 Arte Católica85 Baixada Santista2 Batalha Espiritual1 Beatificação128 Beatos e Beatas128 Bênçâo Urbi et Orbi18 Bíblia645 Blasfêmia55 Campanha da Fraternidade38 Campanhas123 Canção Nova8 Canonização94 Cardeais16 Cardeal Raniero Cantalamessa48 Cardeal Robert Sarah38 Catecismo413 Catequese do Papa282 Celebrações2387 Celebrações Marianas564 Círio de Nazaré26 Cisma1 CNBB490 Comportamento871 Concílio Vaticano II4 Conclave21 Confissão23 Conflitos2 Congresso Eucarístico12 Congresso Matrimônio Católico3 Congressos18 Consagração20 Consistório1 Contra Aborto208 COP 303 Corpo Incorrupto58 Cristofobia243 Cruzada de Oração8 Datas Comemorativas195 Declaração Dignitas infinita (dignidade infinita)2 Defesa da Vida274 Dependência5 Depressão73 Desastres Naturais62 Devoção2644 Dia de Finados2 Dia Mundial do Doente16 Dia Mundial dos Pobres3 Dilexi te “Eu te amei”1 Dilexit nos (Ele nos amou)2 Diocese de Santos69 Divina Misericórdia60 Divino Pai Eterno34 Doação de Órgãos2 Documentos da Igreja15 Dogmas da Igreja6 Dom Henrique Soares27 Doutor da Igreja27 Doutora da Igreja9 Doutrina670 Ecumenismo3 Educação150 Eleições12 Encíclicas37 Encontro Mundial das Famílias7 Era Digital2 Esporte5 Eucaristia129 Evangelho1126 Evangelização9 Excomunhão1 Exercícios Espirituais20 Exorcismo90 Exortação Apostólica21 Experiência de Deus51 ExpoCatólica1 Fake News3 Família751 2705 Festival Católico1 Festival Juvenil5 Fiducia supplicans11 Filme Católico96 Frases de Fé9 Frei Gilson9 Frei Roberto Pasolini10 Guerra106 Habemus Papam15 História da Igreja628 Hoje nasceu1 Homilias Papa Francisco92 Homilias Papa Leão XIV24 Homossexualidade63 Ícones31 Ideologia de Gênero100 Igreja no Brasil1709 Igreja no Mundo1178 Imagens Religiosas465 Indulgências5 Influenciadores Católicos4 Instituto Hesed1 Inteligência Artificial6 Intolerância Religiosa269 JMJ94 JMJ 202316 JMJ 20272 João Paulo II287 Jornada de Oração38 Jornada Mundial da Juventude28 Jornada Mundial das Crianças2 Jubileu 202538 Jubileu da Esperança6 Jubileu da Misericórdia93 Jubileu dos Jovens11 Laudato si1 Lectio Divina7 Liturgia232 Liturgia Dominical281 Lives Católicas11 Livros Católicos145 Lojas Católicas3 Louvor26 Mártires346 Matrimônio52 Medicina e Saude690 Mensagens104 Mensagens Católicas368 Mensagens do Papa1523 Mensagens-Padre Marcelo Rossi2 Milagres547 Milagres Eucarísticos27 Missa Tradicional12 Missionários Digitais2 Místicos da Igreja72 Música Católica51 Nossa Senhora858 Nossa Senhora Aparecida127 Nossa Senhora Auxiliadora14 Nossa Senhora da Rosa Mística3 Nossa Senhora da Saudade1 Nossa Senhora das Dores3 Nossa Senhora das Graças21 Nossa Senhora das Lágrimas3 Nossa Senhora de Akita1 Nossa Senhora de Fátima160 Nossa Senhora de Guadalupe64 Nossa Senhora de La Salette9 Nossa Senhora de Lourdes46 Nossa Senhora de Medjugorje23 Nossa Senhora de Nazaré23 Nossa Senhora de Schoenstatt3 Nossa Senhora do Bom Parto1 Nossa Senhora do Carmo31 Nossa Senhora do Leite1 Nossa Senhora do Mel1 Nossa Senhora do Monte Serrat21 Nossa Senhora do Perpétuo Socorro3 Nossa Senhora do Rosário16 Nossa Senhora do Silêncio2 Nossa Senhora do Sorriso1 Nossa Senhora dos Anjos2 Nosso Senhor Jesus Cristo1615 Notícias282 Notícias Católicas4192 Notícias do Blog78 Novena de Natal18 Novenas165 Objetos Religiosos1 Oração1796 Oração e Jejum48 Oração Online1 Orações (Epidemias e Pestes)53 Orações-Momento de Fé1430 Orações-No Colo de Jesus14 Ordens Religiosas870 Padre Alberto Gambarini2 Padre Chrystian Shankar2 Padre Duarte Lara15 Padre Eugenio Maria1 Padre Fabio de Melo11 Padre Gabriel Vila Verde17 Padre Léo10 Padre Marcelo Rossi1483 Padre Paulo Ricardo17 Padre Reginaldo Manzotti101 Padre Robson de Oliveira25 Padre Zezinho25 Padres da Igreja1687 Paixão de Cristo2 Pandemia167 Papa358 Papa Bento XVI269 Papa Francisco2341 Papa Leão XIV167 Páscoa142 Pastorais32 Pastoral da Pessoa Idosa77 Pastoral da Saude50 Pastoral Digital1 Pastoral Rodoviária2 Patrística21 Penitência162 Pentecostes94 Perseguição aos Cristãos417 Política529 Pregações47 Presépios10 Prof. Felipe Aquino10 Profanação30 Profecias48 Purgatório17 Quaresma380 Quaresma de São Miguel Arcanjo13 Racismo28 Rádios Católicas5 RCC51 Redes Sociais401 Reflexões6 Releases14 Relíquias da Igreja217 Renúncia do Papa6 Rosário121 Rosário da Madrugada3 Rosário das Crianças9 Rosário Mundial das Mulheres2 Rosário Mundial dos Homens1 Rumo à Santidade215 Sacramentais5 Sacramentos572 Sacrilégio143 Santas647 Santíssima Trindade9 Santos1396 São José45 Sede Vacante18 Selinhos1 Semana Santa150 Servo de Deus22 Sinodalidade3 Sínodo63 Sínodo da Amazônia58 Sínodo da Sinodalidade22 Solidariedade64 Tecnologia129 Tempo Comum382 Tempo da Quaresma380 Tempo do Advento212 Tempo do Natal296 Tempo Litúrgico985 Tempo Pascal244 Teologia da Libertação1 Terço70 Terço da Divina Misericórdia19 Terço das Crianças6 Terço das Mulheres3 Terço de Jericó1 Terço dos Homens20 Testemunhos203 Tradição2 Tráfico Humano23 Tragédias199 Tríduo Pascal120 TV Católica30 Unidade dos Cristãos28 Vaticano1887 Venerável4 Viagens27 Viagens Apostólicas235 Vida Eterna4 Vídeos do Blog44 Vídeos no TikTok45 Vigília de Oração3 Violência506 Violência Sexual Infantil65 Voto Católico18
Mostrar mais

Aviso

Olá irmãs e irmãos de fé! 
Paz e Bem! Nas postagens antigas, há diversas orações do antigo programa de rádio Momento de Fé, do Padre Marcelo Rossi. 
Todas estão no Marcador: 
Orações-Momento de Fé 

Este Blog não é do Padre Marcelo Rossi.
Para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele: 

Ladainha aos corações de Jesus e Maria

Sagrados Corações de Jesus e Maria

Ladainha dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Coração de Jesus, Filho do Pai Eterno, tende piedade de nós.
Coração de Maria, Mãe do Filho de Deus, rogai por nós.

Coração de Jesus, formado pelo Espírito Santo, tende piedade de nós.
Coração de Maria, obra-prima do Espírito Santo, rogai por nós.

Corações unidos no amor e na dor, salvai-nos.
Corações inflamados de caridade e misericórdia, ouvi-nos.
Corações adoráveis e compassivos, tende compaixão de nós.

Coração Sacratíssimo de Jesus, reinai em nossos corações.
Coração Imaculado de Maria, triunfai no mundo inteiro.

Jesus e Maria, fazei que nossos corações sejam semelhantes aos vossos!

✦ Santos de Devoção (orações) ✦

São Miguel Arcanjo

São Miguel Arcanjo

São Bento

São José

Nossa Senhora de Fátima

N. Sra. de Fátima

Nossa Senhora das Graças

N. Sra. das Graças

Santo Antônio

Santo Antônio

São Francisco de Assis

São Francisco

São Pio de Pietrelcina

São Pio

São Bento

São Bento

São João Paulo II

São João Paulo II

Beato Carlo Acutis

São Carlo Acutis

São Carlo Acutis

»Do prefácio de S. Ex.ª Rev.ma Card. Angelo Comastri

"Estar sempre com Jesus, este é o meu projeto de vida".
Com estas poucas palavras, Carlo Acutis esboça a distinta característica de sua breve existência: viver com Jesus, por Jesus, em Jesus».


Pedidos de Oração no Site Oficial