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Justiça arquiva ação que acusava o pe. Robson de lavagem de dinheiro

Padre Robson de Oliveira / Facebook (Reprodução)

Francisco Vêneto | 06/10/20

O Tribunal de Justiça de Goiás julgou hoje o sacerdote pelas acusações de lavagem de dinheiro e decidiu pelo trancamento da ação

Processo arquivado. O Tribunal de Justiça de Goiás decidiu trancar a ação que acusava o pe. Robson de Oliveira de lavagem de dinheiro.

ERRATANo primeiro momento, Aleteia publicou que o tribunal, por unanimidade, julgou o padre inocente. No entanto, por precisão técnica, o arquivamento do processo não significa em si mesmo um “veredito de inocência”. O que a decisão reconhece é que não há provas suficientes para incriminar o sacerdote. De fato, a Associação dos Filhos do Pai Eterno (Afipe) informou que continuará a auditoria administrativa na instituição, da qual o Pe. Robson era presidente. Além disso, cabe recurso à decisão do tribunal.

O julgamento começou às 13h desta terça-feira, 06, e durou quarenta minutos. A 1ª Câmara Criminal acompanhou a decisão do desembargador Nicomedes Domingos Borges, arquivando, portanto, a ação que o Ministério Público movia contra ele.
As investigações da Operação Vendilhões acusavam o sacerdote de movimentar ilegalmente 2 bilhões de reais ao longo de 10 anos. O dinheiro procedia de donativos que os fiéis faziam à Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe), com sede em Trindade, GO. As acusações, além disso, afirmavam que o padre tinha usado grande parte dos recursos para benefício próprio. Ele teria, por exemplo, comprado fazendas e uma casa de praia. No entanto, o Tribunal de Justiça julgou que as alegações de ilicitude na gestão da associação e dos seus recursos não se comprovaram.

Processo arquivado por decisão unânime

De fato, Pedro Paulo de Medeiros, advogado de defesa do sacerdote, destacou o reconhecimento de que não houve práticas ilícitas de parte do pe. Robson. Além disso, ele recordou que o sacerdote “sempre se dispôs a esclarecer toda e qualquer dúvida sobre a sua atuação na Afipe“, bem como “em qualquer outro âmbito de evangelização”. As informações são do jornal Correio Braziliense.

Cléber Lopes, também advogado de defesa do pe. Robson, corroborou que não houve desvio de valores da associação. Ele declarou, ademais, que todos os investimentos da Afipe contavam com a aprovação dos demais membros. E acrescentou:

“A decisão do tribunal reconhece o que a defesa já havia dito há algum tempo. Esperam, com isto, que o sacerdote possa ter a sua biografia restaurada”.

Fonte: Aleteia

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