Nossos parentes já falecidos intercedem por nós quando passamos dificuldades?


Zeynep Demir - Shutterstock

Aleteia Brasil / Arquidiocese de São Paulo | Dez 24, 2019

Quem responde é o pe. Cido: “Eu entendo que as pessoas que nos amaram nesta vida continuam amando na eternidade”

Na sua coluna de respostas aos leitores do jornal O São Paulo, da arquidiocese paulistana, o pe. Cido Pereira respondeu em artigo de julho de 2019 à questão colocada por Simone Alves, do bairro da Casa Verde, sobre a intercessão dos nossos entes queridos que já partiram desta vida:
Simone, quantos de nós costumamos dizer: “Minha mãe era uma santa! Meu pai foi um homem maravilhoso! Como meu marido foi um exemplo para os filhos, homem bom, trabalhador, com uma fé imensa no coração!”.

Pois então, eu entendo que as pessoas que nos amaram nesta vida continuam amando na eternidade. Isso é muito bonito. Isso é consolador.

Eu vou confessar para você uma coisa: eu tenho certeza de que minha querida mãe está no céu e que, na hora do aperto, eu peço a ajuda dela, peço mesmo, e alcanço. Porque minha mãe foi uma mulher maravilhosa, confiante em Deus, trabalhadora. Por que não pedir a sua intercessão nos momentos difíceis desta vida?

Se aqui na Terra, nós, os vivos, rezamos por quem se recomenda às nossas orações, se nesta vida tantos pais vivem na presença de Deus intercedendo pelos seus entes queridos, por que não pedirmos ajuda a quem já morreu para que interceda por nós?

Os que morreram e estão no purgatório nada podem pedir para si mesmos, mas podem por nós. Nós oferecemos preces em sufrágio de suas almas. E eles intercedem por nós, para que desviemos do caminho do mal e vivamos plenamente a nossa fé. O amor é mais forte que a morte.

Simone, em nome do amor, mantenhamos a comunhão dos santos, não deixando ninguém que morreu sem nossas preces, sem nosso amor.
 
Fonte: Aleteia

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