Arquidiocese de Teresina repudia ato obsceno promovido pela esquerda em frente a igreja


Data de publicação
31/05/2021

Uma mulher totalmente sem roupa, com os pés e mãos amarrados, foi colocada sobre uma mesa em frente a igreja. De imediato, as imagens repercutiram nas redes sociais.

Durante a última manifestação realizada contra o governo Bolsonaro, ocorrido neste último sábado (29/05), a arquidiocese de Teresina divulgou neste domingo (30/05), uma nota de repúdio perante ato ocorrido na Igreja de São Benedito, localizado no centro da capital piauiense. Diante dos fatos a Comissão Religiosa da OAB do Piauí também se posicionou sobre o ato.

Em nota, a Arquidiocese de Teresina repudiou o ato realizado contra a mulher que teve os pés e as mãos amaradas e toda despida em cima de uma mesa em frente à igreja.

Ainda em nota, a Arquidiocese de Teresina afirma que defende a liberdade de expressão, porém afirmou que deve haver princípios éticos, legais e morais.

Precisamos fazer as pessoas respeitarem o sagrado. Morada de Deus, espaço da Misericordia. – afirma uma seguidora do perfil.
 
Leia a Nota da OAB:

A Comissão de Liberdade Religiosa da OAB Piauí vem, publicamente, registrar o seu repúdio à manifestação realizada no adro da Igreja de São Benedito em Teresina-PI, neste final de semana, quando, sob pretexto de protesto político, uma mulher foi amarrada pelos pés e mãos e colocada nua em cima de uma mesa com uma fruta na boca.

É inaceitável nos depararmos com manifestações como a acima noticiada, afrontando a crença católica (ou qualquer outra crença) e menosprezando o sexo feminino. Não se comporta mais manifestações de intolerância religiosa ou de agressão às mulheres. O Estado Democrático de Direito, o Estado Laico, os princípios constitucionais da dignidade e da liberdade de consciência, de religião e de convicção e a igualdade de gênero perpetuados na Constituição pátria, são absolutamente contrários a toda e qualquer prática como as aqui suscitadas. A exibição de uma mulher nua no adro da Igreja não pode ser vista como normal ou apenas como o exercício de liberdade de expressão, pois o direito de se expressar não indica que não haja imposição de limites éticos, morais e legais, bem como não deve significar a liberdade absoluta para se fazer o que quiser e afrontar a liberdade de credo e crença, sejam elas de qual natureza for.

Essa Comissão solidariza-se com a Igreja Católica e com todas as mulheres piauienses, e sempre será contrária às práticas abomináveis de ódio religioso e de menoscabo ao sexo feminino, enfileirando-se em defesa dos direitos constitucionalmente resguardados.

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