2018 - Devoção e Fé - Blog Católico

quinta-feira, 24 de maio de 2018

Hoje é celebrada Nossa Senhora Auxiliadora, que nos sustenta em tempos difíceis (24 de maio)


Por Abel Camasca

REDAÇÃO CENTRAL, 24 Mai. 18 / 05:00 am (ACI).- “No céu, ficaremos gratamente surpreendidos ao conhecer tudo o que Maria Auxiliadora fez por nós na terra”, disse São João Bosco, grande propagador do amor a esta devoção mariana que se faz presente na Igreja e nas famílias cristãs nos momentos difíceis desde os tempos antigos.

Os cristãos dos primeiros séculos chamavam Virgem Maria com o nome de Auxiliadora. Tanto que os dois títulos lidos nos monumentos antigos do oriente são: Mãe de Deus (Theotokos) e Auxiliadora (Boeteia).

Santos como São João Crisóstomo, São Sabas e São Sofrônio a nomeavam também com esta advocação, sendo São João Damasceno o primeiro a propagar a jaculatória: “Maria Auxiliadora, rogai por nós”.

“Ó Maria, és poderosa Auxiliadora dos pobres, valente Auxiliadora contra os inimigos da fé. Auxiliadora dos exércitos para que defendam a pátria. Auxiliadora dos governantes para que nos alcancem o bem-estar. Auxiliadora do povo humilde que necessita de tua ajuda”, proclamou tempos depois São Germano.

No século XVI, o Papa São Pio V, grande devoto da Mãe de Deus, após a vitória do exército cristão sobre os muçulmanos na batalha de Lepanto, ordenou que fosse invocada Maria Auxiliadora nas ladainhas.

Na época de Napoleão, o Papa Pio VII estava preso por este imperador e o Pontífice prometeu que, se ficasse livre, decretaria uma nova festa mariana na Igreja. Napoleão caiu, o Santo Padre retornou triunfalmente a sua sede pontifícia em 24 de maio de 1814 e decretou que todos os dias 24 desse mês seria realizada em Roma a Festa de Maria Auxiliadora.

No ano seguinte, nasceu São João Bosco, a quem a Virgem apareceu em sonhos pedindo que lhe construísse um templo com o título de Auxiliadora. Foi assim que o santo iniciou dois monumentos: o físico que é a Basílica de Maria Auxiliadora de Turin e o “vivo” formado pelas Filhas de Maria Auxiliadora.

São João Bosco assegurava a seis jovens que ele e muitos fiéis obtinham grandes favores do céu com a novena de Nossa Senhora Auxiliadora e a jaculatória dada por São João Damasceno.

“Confiai tudo a Jesus eucarístico e a Maria Auxiliadora e vereis o que são milagres”, afirmava São João Bosco.

Oração à Nossa Senhora Auxiliadora

Ó Maria, Virgem poderosa,
Tu, grande e ilustre defensora da Igreja,
Tu, auxílio maravilhoso dos cristãos,
Tu, terrível como exército ordenado em batalha,
Tu, que só destruíste toda heresia em todo o mundo:
nas nossas angústias, nas nossas lutas, nas nossas aflições, defende-nos do inimigo;
e na hora da morte, acolhe a nossa alma no paraíso.
Amém.

Fonte: ACI digital


REDAÇÃO CENTRAL, 24 Mai. 18 / 06:00 am (ACI).- Hoje, dia 24 de maio, a Igreja comemora a Santíssima Virgem Maria sob a advocação de “Maria, Auxílio dos Cristãos”.

A seguir, confira alguns dados que talvez não conhecia sobre Nossa Senhora Auxiliadora:

1. Maria era chamada de “Auxiliadora” pelos primeiros cristãos

Os primeiros cristãos na Grécia, Egito, Antioquia, Éfeso, Alexandria e Atenas costumavam chamar a Santíssima Virgem Maria de “Auxiliadora”, em grego é “Boeteia”, e significa “a que traz auxílios vindos do céu”.

O primeiro Padre da Igreja que chamou a Virgem Maria de “Auxiliadora” foi São João Crisóstomo no ano 345 em Constantinopla. O santo disse: “Tu, Maria, é o auxilio potentíssimo de Deus”. Também foi reconhecida com este nome por Proclus no ano 476 e por Sebas de Cesária em 532.

2. Maria Auxiliadora intercedeu nas batalhas de Lepanto e Viena

Em 1572, o Papa São Pio V, depois da vitória do exército cristão sobre os turcos muçulmanos na batalha de Lepanto, ordenou celebrar no dia 7 de outubro a festa do Santo Rosário e que nas Ladainhas fosse invocada “Maria Auxílio dos cristãos”. Naquele ano, Nossa Senhora livrou prodigiosamente toda a cristandade da destruição de um exército maometano de 282 barcos e 88.000 soldados.

Em 1683, os turcos atacaram Viena durante o pontificado de Inocêncio XI. Sob o comando do rei da Polônia, João Sobieski, com um exército inferior derrotou o exército turco confiando na ajuda de Maria Auxiliadora. Pouco tempo depois, fundaram a Associação de Maria Auxiliadora, que atualmente está em mais de 60 países.

3. A festa nasceu durante a Revolução Francesa

A história do estabelecimento da festa de Nossa Senhora Auxiliadora remete há alguns anos depois da Revolução Francesa, a qual havia realizado um grande golpe à Igreja.

O Papa Pio VII foi preso no Palácio de Fontainebleau pelo imperador francês Napoleão Bonaparte e dedicou as suas orações à Maria Santíssima “Auxílio dos Cristãos”, para que protegesse a Igreja.

As preces do Papa foram ouvidas e, em 181, Napoleão assinou a sua abdicação. Em 1815, quando a Igreja tinha recuperado a sua posição e poder espiritual, o Papa instituiu a festa de Nossa Senhora Auxiliadora no dia 24 de maio, para perpetuar a memória do seu retorno a Roma depois do seu cativeiro na França.

4. A festa de Nossa Senhora Auxiliadora é celebrada na Ucrânia desde o século XI

O nome “Auxiliadora” foi dado à Virgem Maria na Ucrânia desde 1030 por ter libertado aquela região da invasão de tribos pagãs. Desde então, a Igreja Ortodoxa nesse país celebra a festa de Nossa Senhora Auxiliadora no dia 1º de outubro.

5. Maria Auxiliadora apareceu a São João Bosco

São João Bosco foi um grande propagador do amor a esta devoção mariana, porque a própria Virgem Maria apareceu a ele em 1860 e assinalou o lugar em Turim (Itália) onde queria que fosse construído um templo em sua homenagem. Do mesmo modo, pediu para ser homenageada com o título de “Auxiliadora”.

Em 1863, São João Bosco começou a construção da igreja com alguns centavos, mas com a intercessão da Santíssima Virgem Maria, em 9 de junho de 1868, apenas 5 anos depois, foi realizada a consagração do templo.

O Santo costumava dizer: “Cada tijolo deste templo corresponde a um milagre da Santíssima Virgem Maria”. A partir daquele Santuário, começou a espalhar pelo mundo a devoção a Maria sob o título de Auxílio dos Cristãos.

6. Três Papas eram devotos de Nossa Senhora Auxiliadora

O Papa São João XXIII cultivou uma especial devoção a Nossa Senhora Auxiliadora, cuja imagem tirada de um número do Boletim Salesiano, estava na parede perto da sua cama. Ele a proclamou Padroeira do Concílio com o título de Auxilium Christianorum, Auxilium Episcoporum, e em 28 de maio de 1963, gravemente doente, abençoou com profunda emoção as duas coroas destinadas ao quadro da Auxiliadora na Basílica do Sagrado Coração de Roma.

Por sua parte, São João Paulo II costumava visitar a igreja de Santo Estanislau Kostka dos Salesianos, em Cracóvia, entre os anos 1938 e 1944, e muita vez rezou na capela de Nossa Senhora Auxiliadora. Nesta igreja, no dia 3 de novembro de 1946, celebrou uma das suas primeiras missas como sacerdote.

O Papa Francisco, durante sua visita apostólica a Turim em 2015, por ocasião dos 200 anos do nascimento do fundador dos salesianos, São João Bosco, contou que durante a sua infância foi educado em um colégio salesiano e aprendeu a amar Nossa Senhora Auxiliadora:

“Eu lá (em um colégio salesiano) aprendi a amar a Virgem, os salesianos me formaram na beleza, no trabalho, e acredito que este é um carisma deles, me formaram na afetividade e isso era uma característica de Dom Bosco”, assegurou.

Fonte: ACI digital



quarta-feira, 23 de maio de 2018

Oração pelas vítimas de aborto e por quem praticou este crime contra a vida


Canção Nova|Maio 23, 2018

Peçamos a intercessão da Virgem Maria

“Santa Mãe de Deus e da Igreja, Nossa Senhora de Guadalupe, fostes escolhida pelo Pai e pelo Filho, através do Espírito Santo. Sois a Mulher vestida de Sol que dá à luz a Cristo, enquanto Satanás, o Dragão Vermelho, espera para devorar, vorazmente, Vosso Filho. Assim também, Herodes procurou destruir Vosso Filho, Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, para isso massacrando tantas crianças inocentes. O mesmo se faz hoje com o aborto, matando tantas crianças inocentes não-nascidas, e explorando tantas mães em seu ataque contra a vida humana e contra a Igreja, o Corpo de Cristo.

Mães dos Inocentes, louvamos a Deus em Vós, pelo dom que Vos deu em Vossa Imaculada Conceição, Vossa remissão preventiva contra todo pecado; vossa plenitude de graça, vossa Maternidade Divina e da Igreja, vossa Perpétua Virgindade e Vossa Assunção em corpo e alma ao Céu.

Ó, Cheia de Graças, Auxílio dos Cristãos, Refúgios dos Pecadores, Consoladora dos Aflitos, pedimos-vos, protegei todas as mães dos nascituros e os filhos que estão em seus ventres. Rogamos a Vós para que, por Vosso auxílio, termine o holocausto do aborto. Abrandai os corações para que a vida seja reverenciada!”.

Intercessão da Virgem Maria

“Mãe Santíssima, rogamos ao Vosso Doloroso e Imaculado Coração por todas as mães e todas as crianças não-nascidas para que possam viver em plenitude aqui na terra e, pelo Preciosíssimo Sangue derramado por Vosso Filho, possam ter a vida eterna com Ele no céu. Rogamos igualmente, ao Vosso Doloroso e Imaculado Coração, por todos os abortistas, os que apoiam o aborto, para que se convertam e aceitem Vosso Filho, Jesus Cristo, como Seu Senhor e Salvador. Defendei-nos a todos na batalha contra Satanás e os espíritos malignos nessas trevas atuais.

Desejamos que as inocentes crianças não-nascidas, que morreram sem Batismo, sejam salvas. Pedimos-Vos que alcanceis esta graça por elas, contrição, reconciliação e o perdão de Deus para seus pais e seus assassinos.

Que seja revelado, mais uma vez, na história do mundo, o poder do Amor Misericordioso de Jesus. Que Ele ponha fim ao mal. Que Ele transforme as consciências. Que o Vosso Doloroso e Imaculado Coração revele a todos a luz da esperança. Que Cristo Rei reine sobre nós, sobre nossas famílias, cidades, estados, nações e sobre toda a humanidade.

Ó clemente, ó amável, ó doce Virgem Maria, ouvi nossas súplicas e aceitai este brado de nossos corações!”

Nossa Senhora de Guadalupe, Protetora dos Nascituros, rogai por nós!

(via Canção Nova)

Fonte: Aleteia



Papa Francisco: com o Sacramento da Crisma ser sal e luz do mundo


O Pontífice deu início a um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado ao Sacramento da Confirmação.

Bianca Fraccalvieri - Cidade do Vaticano

Apesar do mau tempo, milhares de fiéis participaram com o Papa Francisco da Audiência Geral desta quarta-feira (23/05).

Na Praça S. Pedro, os peregrinos ouviram o Pontífice iniciar um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado ao sacramento da Crisma, também chamado Confirmação, quando os fiéis recebem o dom do Espírito Santo.

Sal e luz do mundo

Aos seus discípulos, Jesus confiou uma grande missão: ser sal da terra e luz do mundo. “São imagens que nos levam a pensar no nosso comportamento, porque seja a carência, seja o excesso de sal comprometem o alimento, assim como a falta ou excesso de luz impedem de ver”, disse o Papa, acrescentando que somente o Espírito de Cristo nos dá o sabor e a luz que clareia o mundo.

Este dom é recebido justamente no Sacramento da Confirmação. “Confirmação porque confirma o Batismo e reforça a sua graça; assim também “Crisma” porque recebemos o Espírito mediante a unção com o “crisma” – óleo consagrado pelo Bispo – termo que remete a “Cristo”, o Ungido pelo Espírito.

Nada podemos sem o Espírito Santo

Renascer para a vida divina no Batismo é o primeiro passo, explicou o Papa, depois é preciso se comportar como filhos de Deus, ou seja, conformar-se ao Cristo que atua na santa Igreja.

“Sem a força do Espírito Santo não podemos fazer nada. Assim como toda a vida de Jesus foi animada pelo Espírito, assim também a vida da Igreja e de cada seu membro está sob a guia do mesmo Espírito.”

A carteira de identidade de Cristo

Francisco ressaltou o modo com o qual Jesus se apresenta na sinagoga de Nazaré, a sua a carteira de identidade, isto é, Ungido pelo Espírito. «O Espírito do Senhor está sobre mim; por isso me consagrou com a unção e me enviou a levar aos pobres o alegre anúncio » (Lc 4,18).

O “Respiro” do Cristo Ressuscitado enche de vida os pulmões da Igreja. Pentecostes é para a Igreja aquilo que para Cristo foi a unção do Espírito recebida no Jordão, isto é, o impulso missionário a viver a vida pela santificação dos homens, a glória de Deus.

Deixar-se guiar pelo Espírito

No momento de fazer a unção, explicou ainda Francisco, o bispo diz estas palavras: “Receba o Espírito Santo que lhe foi confiado como dom”.

“É o grande dom de Deus”, finalizou o Pontífice. “Todos nós temos o Espírito dentro, o Espírito está no nosso coração, na nossa alma. E o Espírito nos guia para que nos tornemos sal e luz na medida certa aos homens. O testemunho cristão consiste em fazer somente e tudo aquilo que o Espírito de Cristo nos pede, concedendo-nos a graça de o realizar.”

Fonte: Vatican News



A homofobia não existe e é uma invenção de domínio totalitário, assegura Cardeal


Por Walter Sánchez Silva

Roma, 22 Mai. 18 / 05:00 pm (ACI).- O Prefeito Emérito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Ludwig Müller, assegurou que a homofobia não existe, mas é uma invenção do lobby gay para o “domínio totalitário” sobre as mentes dos outros.

Foi o que o Purpurado alemão indicou em uma entrevista concedida a Costanza Miriano, uma escritora católica italiana e mãe de quatro filhos, no contexto do recente Dia Internacional contra a Homofobia celebrado em 17 de maio e ante a próxima apresentação que o Cardeal realizará em Roma na sexta-feira, 25 de maio, do livro de Daniel C. Mattson “Por que não me defino gay: como me readaptei da minha realidade sexual e encontrei a paz”.

“A homofobia simplesmente não existe, é claramente uma invenção, um instrumento de dominação totalitária sobre o pensamento dos outros. O movimento homossexual carece de argumentos científicos e por isso construíram uma ideologia que quer dominar, buscando construir a sua realidade. É o esquema marxista, segundo o qual não é a realidade que constrói o pensamento, mas o pensamento que constrói a realidade”, destacou o Cardeal Müller na entrevista.

Então, continuou, “quem não aceita esta realidade deve ser considerado doente. Como se, entre outras coisas, pudéssemos agir contra a doença com a polícia ou com os tribunais”.

O Purpurado recordou que anteriormente, “na União Soviética, os cristãos eram trancados no manicômio”, uma medida de “regimes totalitários como o nacional-socialismo e o comunismo. Atualmente, na Coreia do Norte, acontece a mesma coisa com as pessoas que não aceitam o pensamento dominante”.

A respeito das iniciativas organizadas por líderes católicos para celebrar o Dia contra a Homofobia, o Prefeito Emérito comentou que, “hoje, alguns bispos não têm a coragem de dizer a verdade e se sentem intimidados: não entendem que a homofobia é um engano que serve para ameaçar as pessoas”.

“Nós, cristãos, não devemos ter medo das ameaças: nos primeiros séculos, os seguidores de Cristo foram presos ou despedaçados pelos animais. Hoje as pessoas são dilaceradas com o psicoterrorismo, aproveitando da sua ignorância”, assinalou.

O Cardeal disse que, “de um bispo, de um sacerdote, podemos esperar que seja capaz de não retroceder ante estas ideologias. Nós somos aqueles que buscam, com a graça de Deus, amar a todas as pessoas, inclusive aquelas que experimentam atração pelo mesmo sexo; mas deixando claro que amar não é obedecer à propaganda de gênero”.

Sobre o livro que apresentará em poucos dias, o Cardeal alemão indicou que está baseado na experiência do seu autor, Daniel C. Mattson, “e isso vale mais do que todas as ideologias”.

“Sua história mostra como estas ideologias são fortes e exercem uma pressão sobre todos aqueles que têm problemas com a própria sexualidade. Podem ter problemas por diferentes razões, mas a verdade é que uma pessoa só pode ser homem ou mulher. Existem dois sexos, isso é verdade. O resto são interpretações”, afirmou.

O Purpurado também recordou a “famosa frase’ que o Papa Francisco disse na coletiva de imprensa no avião de retorno do Rio de Janeiro a Roma em 2013: “Quem sou eu para julgar?”.

Explicou que aqueles que usam esta frase costumam esquecer que o Santo Padre disse “o mesmo que está no Catecismo: toda pessoa merece respeito porque é imagem de Deus, e não podemos usar as pessoas para nenhum fim”.

Em seguida, o Cardeal se referiu ao caso do “monsenhor gay” Krzystof Charamsa, que revelou a sua homossexualidade e a sua vida com um parceiro um dia antes do início do Sínodo sobre a Família em 2015.

“Nós, da Congregação para a Doutrina da Fé, tínhamos um colaborador, podemos dizer publicamente porque ele mesmo chamou a atenção ao dizer ‘eu sou gay’, que nunca pediu ajuda ou acompanhamento”.

“Pelo contrário, Mattson afirma ‘eu não quero me definir gay’, porque sabe que ‘gay’ é uma expressão falsa que expressa desprezo e por que, embora exista este problema de atração pelo mesmo sexo, não é a atração que define uma pessoa. Uma pessoa é sempre mais do que isso”, indicou.

O Cardeal Müller sublinhou que “somos criaturas e graças à redenção temos vocação à vida eterna, e quem sente esta atração deve viver a castidade, algo que todos os cristãos somos chamados a viver”.

Ao concluir, o Prefeito Emérito da Congregação para a Doutrina da Fé afirmou que “os nossos políticos na Europa devem se preocupar com muitas pessoas que estão desempregadas, assim como a natalidade, as famílias, e muitos problemas graves”.

“Em vez disso – concluiu –, se preocupam em transformar as nossas democracias em sistemas totalitários. As ideologias em si mesmas são violentas. Como um Parlamento pode estabelecer o que é verdadeiro ou não? Como pode afirmar que dois mais dois é cinco?”.

Fonte: ACI digital



terça-feira, 22 de maio de 2018

Hoje é celebrada Santa Rita de Cássia, padroeira das causas impossíveis


Por Abel Camasca

REDAÇÃO CENTRAL, 22 Mai. 18 / 05:00 am (ACI).- Santa Rita de Cássia não teve uma vida fácil. Foi uma filha obediente e esposa fiel, mas maltratada por seu marido. Ficou viúva e viu seus filhos morrer. Entretanto, seu amor por Jesus Cristo a levou a ser a santa do impossível e padroeira dos necessitados por milagres que Deus realizou durante sua vida e depois de sua morte. Sua festa é celebrada neste dia 22 de maio.

Ela nasceu em 1381, na Itália, em um momento de conquista, rebeliões e corrupção. Como seus pais, era analfabeta, mas Deus lhe concedeu a graça de ler. Queria ser religiosa, mas seus pais escolheram um esposo e ela aceitou de forma obediente.

Seu marido tinha maus hábitos, bebia muito, era mulherengo e a maltratava. Mas, Santa Rita se manteve fiel na oração. Tiveram filhos gêmeos que possuíam o mesmo temperamento do pai. Após 20 anos de casamento, o marido se converteu, Rita o perdoou e, juntos, aproximaram-se ainda mais da vida de fé. Um dia, ele não voltou para casa e foi encontrado assassinado.

Os filhos juraram vingar a morte de seu pai e a dor de Santa Rita aumentou ainda mais. Nem suas súplicas os fizeram desistir. A mãe aflita rogou ao Senhor para salvar seus filhos e tirar suas vidas antes que eles mesmos se condenassem com um pecado mortal. Assim, ambos sofreram de uma terrível doença e antes de morrer perdoaram os assassinos.

Mais tarde, Santa Rita quis ingressar na congregação das Irmãs Agostinianas, mas não foi fácil, porque tinha sido casada e por causa da morte sombria de seu marido. Ela se colocou em oração e certa noite ouviu que a chamavam três vezes pelo nome. Ele abriu a porta e encontrou Santo Agostinho, São Nicolau de Tolentino e São João Batista, de quem era muito devota.

Eles pediram que ela os seguisse e, depois de percorrer as ruas, sentiu que a elevavam no ar e a empurravam suavemente para Cássia até se encontrar em cima do Mosteiro de Santa Maria Madalena. Ali, entrou em êxtase e quando voltou a si estava dentro do Mosteiro e as religiosas agostinianas não puderam negar mais o seu ingresso na comunidade.

Fez sua profissão religiosa no mesmo ano (1417) e foi colocada à prova com duras provações por parte de suas superioras. Santa Rita recebeu os estigmas e as marcas da coroa de espinhos na cabeça. Ao contrário de outros santos com este dom, as chagas dela exalavam um odor ruim e teve que viver isolada por muitos anos.

Depois de uma doença grave e dolorosa, partiu para a Casa do Pai em 1457. A ferida de espinho em sua testa desapareceu e no lugar ficou um ponto vermelho como um rubi, que tinha deliciosa fragrância. Seu corpo permanece incorrupto.

Fonte: ACI digital



segunda-feira, 21 de maio de 2018

“Romaria pró-Lula” a Aparecida ocorreu e gerou polêmica entre católicos nas redes


Por Rafael Tavares

REDAÇÃO CENTRAL, 21 Mai. 18 / 07:00 pm (ACI).- No domingo, 20 de maio, militantes petistas realizaram em Aparecida (SP) a ‘Romaria Lula Livre’, conforme foi anunciado no início de maio pela senadora e presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, e participaram a Missa no Santuário Nacional, ato que foi repudiado por católicos nas redes sociais.

Conforme relatou o site oficial do Partido dos Trabalhadores (PT), os manifestantes “se encontraram na basílica velha da cidade de Aparecida, onde fizeram um ato com gritos de ordem pela liberdade de Lula e pelo restabelecimento da democracia. De lá caminharam para o Santuário Nacional em romaria”. A Senadora petista Gleise Hoffman também divulgou fotos do evento em sua conta de twitter:

“Os romeiros por Lula e Paz no Brasil participaram da missa das 14 horas no Santuário de Aparecida, onde fizeram suas preces pelo ex-presidente e pelo país”, acrescentou ainda o site petista.

Em vídeos publicados nas redes sociais, vê o momento em que durante a oração dos fiéis em Missa presidida pelo reitor, Pe. João Batista de Almeida, pede-se “pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para que Nossa Senhora Aparecida o abençoe e lhe dê muitas forças, e se faça a verdadeira justiça para que, o quanto antes, ele possa estar entre nós, construindo com nosso povo um projeto de país, que semeie a justiça e a fraternidade”.

Esta romaria já havia sido anunciada no início de maio pela senadora Geisi Hofmann através de seu Twitter. Na ocasião, o Santuário de Aparecida publicou uma nota rechaçando “toda e qualquer utilização do seu espaço para fins políticos ou ideológicos” e reiterando que não estava “organizando ou convidando pessoas para se mobilizarem em favor deste ou daquele político”.

Frente a esta “romaria” promovida por petistas, diversas manifestações nas redes sociais criticaram o fato, como a nota publicada no Facebook por Bruno Braga, católico de Minas Gerais e um influenciador digital de renome, que há meses vem denunciando a utilização da Igreja por partidários da esquerda para fins eleitorais.

“Realizaram-na mesmo após o Santuário afirmar que ‘se coloca contra toda e qualquer utilização do seu espaço para fins políticos e ideológicos’”, assinalou, em referência à nota do Santuário do início de maio.

Segundo Braga, os manifestantes “não afrontaram somente uma determinação do Santuário. Eles afrontaram e ofenderam a própria Virgem Maria, que em Fátima tentou alertar o mundo sobre os males do comunismo”.

“Mais. Os delinquentes profanaram o Santuário de Aparecida, a Casa da padroeira e Rainha do Brasil. Um desprezo total para com a centralidade de Cristo e da Santa Eucaristia na Santa Missa”, acrescentou.

Por sua vez, o tradutor, palestrante, ensaísta e escritor católico Bernardo Pires Küster publicou um vídeo no qual pontua alguns “problemas” que atos como esta romaria causam e, segundo ele, o primeiro destes males é o “abuso litúrgico”.

“Usar a liturgia da Igreja, a oração dos fiéis para fazer oração por alguém condenado na Justiça é abuso litúrgico, ainda mais se tratando de um indivíduo só e não de mais pessoas. É a oração dos fiéis, não do fiel”, declarou.

Küster, cujos vídeos alertando para a instrumentalização política da Igreja no Brasil já alcançaram mais de 20 milhões de usuários nas redes sociais, indicou que estas iniciativas podem representar um “incremento da tensão entre a Igreja e o Estado”, uma vez que pode dar a impressão de uma tentativa de “influenciar na política”.

Além disso, acrescentou, há uma questão de “politização da Liturgia”. Segundo ele, trata-se de “usar a Igreja Católica para” promover “movimento comunista”.

Küster indicou ainda que “a politização da liturgia é um absurdo, seja para qual lado for”.

Por fim, indicou, a realização de manifestações como esta ocorrida dentro do Santuário de Aparecida causam “uma divisão na Igreja. Não importa se é direita ou esquerda, não se pode politizar dentro da Igreja, porque isso causa divisão”.

"O que não divide a Igreja? Falar de Nosso Senhor Jesus Cristo, falar de Nossa Senhora, pregar o Evangelho, unir os fiéis na unidade pelo vínculo da paz”, completou.

Nossa redação entrou em contato com o Santuário Nacional de Aparecida, mas até o final desta edição não obteve por parte das autoridades do Santuário esclarecimentos sobre estas e outras denúncias de fiéis sobre atos ocorridos ontem na Basílica de Nossa Senhora Aparecida.

Fonte: ACI digital






Reitor do Santuário Nacional de Aparecida pede liberdade de Lula em Missa


A presidente do PT, Gleisi Hoffmann havia anunciado no início do mês que militantes de seu partido fariam uma peregrinação à Basílica de Aparecida, maior Santuário católico do país, neste domingo (20).

O objetivo seria rezar e “expressar nossa fé e pedir pela liberdade de Lula, Presidente dos pobres”. Não demorou muito para que o Santuário emitisse uma nota informando que esta peregrinação, assim como ocorre com outras romarias provenientes do Brasil todo, não foi “combinada” com o Santuário e disse ainda que "o Santuário Nacional de Aparecida é um espaço sagrado que acolhe todos os filhos e filhas de Nossa Senhora Aparecida, sem distinção mas que se coloca contra toda e qualquer utilização do seu espaço para fins políticos ou ideológicos, por isso, sob qualquer hipótese se posiciona ou se posicionará em favor de quaisquer líderes políticos, refutando toda e qualquer iniciativa que queira utilizar-se do Altar da Eucaristia para fins de promoção individual ou partidária" alegou ainda que não estava “organizando ou convidando pessoas para se mobilizarem em favor deste ou daquele político” e que “nenhuma celebração deste ou em qualquer outro dia na rotina deste Santuário é realizado com fim específico que não o de evangelização”.

Apesar disto, não só os petistas estiveram em Aparecida como o próprio reitor do Santuário, Padre João Batista de Almeida, um militante defensor do Socialismo e indiferente à luta contra corrupção, rezou uma missa pela liberdade do criminoso condenado Lula. Confira o vídeo:


O padre levantou o Cálice e pediu orações por Lula e por sua libertação. Fato é que Aparecida ficou infestada de gente trajando camisetas vermelhas, entre eles, alguns políticos do partido, como o vereador Eduardo Suplicy, o deputado federal Paulo Teixeira e o deputado estadual Simão Pedro, que não estavam lá por Nossa Senhora ou Jesus, mas sim por um corrupto e lavador de dinheiro.

Não há dúvidas de que o dinheiro comprou essa gente.

Fonte: iCatolica

Nota do Blog: É muito triste, a Santa Igreja, o Santo Altar não é lugar para adoradores de políticos, somente para adoradores do Senhor Jesus e veneradores de Nossa Senhora.



O dia em que a Mãe da Igreja completou a Praça de São Pedro

Por Natalia Zimbrão

REDAÇÃO CENTRAL, 21 Mai. 18 / 01:00 pm (ACI).- A Igreja celebra nesta segunda-feira a memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, estabelecida pelo Papa Francisco no início deste ano, invocação mariana cuja imagem completou a Praça de São Pedro em 1981.

Por ocasião desta primeira celebração da memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja, o site do Opus Dei recordou o relato do arquiteto Javier Cotelo, publicado por L’Osservatore Romano em 2011, sobre a construção do mosaico dedicado a Maria “Mater Ecclesiae”, que se encontra no topo da fachada do braço avançado do Palácio Apostólico e remete também à relação entre São João Paulo II e a Virgem Maria.

No texto, Cotelo admitiu que teve “o privilégio de viver de perto os antecedentes dessa decisão, que põe em evidência duas características” de João Paulo II, “a sua particular relação com os jovens e o seu sentido de agradecimento”.

Conforme relatou, na Semana Santa de 1980, João Paulo II recebeu em uma audiência milhares de jovens que participavam do Fórum UNIV, encontro internacional de universitários que frequentam Centros do Opus Dei em todo o mundo.

Naquela ocasião, “um dos jovens, chamado Julio Nieto, comentou ao Santo Padre que, depois de observar as imagens da Praça de São Pedro, tinha notado que faltava uma de Nossa Senhora e que, portanto, a praça estava incompleta”. Diante disso, João Paulo II respondeu: “Bem, muito bem! Temos que completar a praça”.

Javier Cotelo contou que “este diálogo chegou aos ouvidos de Dom Álvaro del Portillo, sucessor de São Josemaria Escrivá à frente do Opus Dei”, o qual, “movido pelo desejo de pôr em prática, sem demora, o que considerava um desejo do Santo Padre, pediu-me para pensar num lugar e numa solução para colocar, na praça, uma imagem de Nossa Senhora, acrescentando que se poderia pôr sob a invocação de Mater Ecclesiae”.

“Após várias semanas e depois de várias visitas à praça para encontrar alternativas, apresentei a Dom Álvaro uma possível solução, com as correspondentes fotomontagens e desenhos: substituir uma janela, na esquina do edifício que há entre o Cortile de São Dâmaso e a praça, por um mosaico de Nossa Senhora”.

Este projeto foi enviado ao Santo Padre em 27 de junho de 1980, mas se passaram vários meses sem respostas. Por isso, “voltou-se a enviar ao Santo Padre uma cópia do material, através do então secretário do Papa, Cardeal Stanislaw Dziwisz”.

Meses depois, o arquiteto recordou que João Paulo II sofreu o atentado na Praça de São Pedro, ao qual sobreviveu, “como ele próprio dizia, graças à proteção de Maria Santíssima”.

“Em sinal de agradecimento, quis que se colocasse uma imagem de Nossa Senhora na praça de São Pedro. Devido a esse encargo do Romano Pontífice, aquela proposta de Dom Álvaro foi submetida à apreciação das autoridades competentes do Vaticano e foi escolhido esse lugar como sede da Mater Ecclesiae”, recordou.

Segundo o arquiteto, o mosaico é “inspirado na Madonna della colonna que procedia da Basílica constantiniana” e foi instalado no dia 7 de dezembro de 1981, tendo sido abençoado pelo Papa João Paulo II no dia seguinte, após a oração do Ângelus.

Naquela ocasião, o Pontífice manifestou o desejo de “que todos os que venham a esta Praça de São Pedro, elevem o olhar para Ela para Lhe dirigir, com sentimento de filial confiança, a sua própria saudação e a sua própria oração”.

“Muitas vezes pensei neste acontecimento como uma pequena demonstração da relação especial de João Paulo II com os jovens; não deixa de ser surpreendente que aquele ‘temos que completar a praça’ que o Papa tinha dito a um universitário um ano e meio antes, se tornasse então realidade”, afirmou Javier Cotelo em seu artigo.

O Arquiteto lembrou ainda que em 11 de dezembro daquele mesmo ano, o Pontífice convidou Dom Álvaro Del Portillo para concelebrar a Missa em sua capela privada e tomar o café da manhã.

“Desejava comunicar-lhe a alegria que lhe tinha provocado benzer a imagem da praça e agradecer-lhe a ideia para a sua colocação”, relatou.

Segundo Cotelo, o Santo Padre teve ainda o pormenor de enviar a Dom Álvaro, “alguns dias depois, a cartolina com o desenho, a negro, do mosaico que se utilizou para testar a colocação das peças de cor”. “Este desenho, que aparece na fotografia, encontra-se atualmente na sede central da Prelazia do Opus Dei”, acrescentou.

Fonte: ACI digital



Hoje, celebra-se pela primeira vez a memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja


REDAÇÃO CENTRAL, 21 Mai. 18 / 05:00 am (ACI).- Neste dia 21 de maio, segunda-feira após o Domingo de Pentecostes, celebramos pela primeira vez a memória da Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, data que foi estabelecida pelo Papa Francisco no início deste ano, por meio de um Decreto da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos.

“Esta celebração ajudará a recordar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem oferente, Mãe do Redentor e dos redimidos”, afirma o documento.

O texto explica ainda que o Papa Francisco decidiu estabelecer esta memória da Virgem Maria, Mãe da Igreja, “considerando atentamente quanto à promoção desta devoção possa favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos Pastores, nos religiosos e nos fiéis, como, também, da genuína piedade mariana”.

O Evangelho de São João narra que, “junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Quando Jesus viu sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: ‘Mulher, eis aí teu filho’. Depois disse ao discípulo: ‘Eis aí tua mãe’” (Jo 19,25-27).

Com referência a este episódio evangélico, o decreto assinala que a Virgem Maria “aceitou o testamento do amor do seu Filho e acolheu todos os homens, personificado no discípulo amado, como filhos a regenerar à vida divina, tornando-se a amorosa Mãe da Igreja, que Cristo gerou na cruz, dando o Espírito”.

“Por sua vez, no discípulo amado, Cristo elegeu todos os discípulos como herdeiros do seu amor para com a Mãe, confiando-a a eles para que estes a acolhessem com amor filial”.

Além disso, continua o texto, “dedicada guia da Igreja nascente, Maria iniciou, portanto, a própria missão materna já no cenáculo, rezando com os Apóstolos na expectativa da vinda do Espírito Santo”.

Segundo o decreto, ao longo dos séculos, “a piedade cristã honrou Maria com os títulos, de certo modo equivalentes, de Mãe dos discípulos, dos fiéis, dos crentes, de todos aqueles que renascem em Cristo e, também, ‘Mãe da Igreja’, como aparece nos textos dos autores espirituais assim como nos do magistério de Bento XIV e Leão XIII”.

Assim, recorda que “o beato papa Paulo VI, a 21 de novembro de 1964, por ocasião do encerramento da terça sessão do Concílio Vaticano II, declarou a bem-aventurada Virgem Maria ‘Mãe da Igreja, isto é, de todo o Povo de Deus, tanto dos fiéis como dos pastores, que lhe chamam Mãe amorosíssima’ e estabeleceu que ‘com este título suavíssimo seja a Mãe de Deus doravante honrada e invocada por todo o povo cristão’”.

Além disso, a Sé Apostólica propôs uma Missa votiva em honra de Santa Maria, Mãe da Igreja, por ocasião do Ano Santo da Reconciliação em 1975. “A mesma deu a possibilidade de acrescentar a invocação deste título na Ladainha Lauretana (1980), e publicou outros formulários na Coletânea de Missas da Virgem Santa Maria (1986). Para algumas nações e famílias religiosas que pediram, concedeu a possibilidade de acrescentar esta celebração no seu Calendário particular”.

Agora, o Papa Francisco “estabeleceu que esta memória da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja, seja inscrita no Calendário Romano na Segunda-feira depois do Pentecostes, e que seja celebrada todos os anos”.

Fonte: ACI digital



domingo, 20 de maio de 2018

Oremos e sejamos plenamente capacitados pelo Espírito Santo-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje trouxe as mensagens que o padre Marcelo envia por e-mail, dos dias 18, 19 e 20 de maio/2018. 
O Padre Marcelo Rossi está fazendo a semana de orações com o lema: "Oremos e sejamos capacitados pelo Espírito Santo, para que o entendimento seja pleno!"
Trouxe para vocês 09 fotos que o Padre Marcelo colocou no facebook dele.
Fiquem todos na paz de Deus, um abençoado dia no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:


18/maio/2018 - ORANDO POR UM NOVO PENTECOSTES EM NOSSAS VIDAS, SEGUIMOS NESTA SEMANA NOS ENTREGANDO EM ORAÇÃO, PEDINDO QUE JESUS NOS TOQUE ATRAVÉS DO ESPÍRITO SANTO, PARA QUE POSSAMOS SER CAPACITADOS PELO ESPÍRITO E ASSIM ESTARMOS ABERTOS PARA A METANÓIA NECESSÁRIA, PARA A MELHORA ESSENCIAL, PARA O APERFEIÇOAMENTO EM NOSSA EVOLUÇÃO! TODOS NÓS SEJAMOS CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO E QUE O ENTENDIMENTO SEJA PLENO!

Desde o início do desenvolvimento da humanidade, o planeta vive em constante evolução e consequentemente em mutação. Por esta razão, estamos sempre nos adaptando e para isso precisamos melhorar e aprender constantemente, por isso vamos orar, vamos pedir a ajuda do nosso melhor amigo, aquele que melhor nos conhece, Jesus! Vamos orar para que estejamos sempre abertos e prontos para a recebermos nossa metanóia, nossa otimização necessária para estarmos em constante evolução, em constante melhora!  SEJAMOS CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO, PARA QUE O ENTENDIMENTO SEJA PLENO!

Estar com Jesus é ser positivo! Andar com Jesus é edificar! Por isso sempre pedimos para que você converse diariamente com Ele, porque é exatamente isso que Ele quer! Ele está sempre esperando por você! E ao falar com Ele, você se aproxima, você se torna mais íntimo e aprende a cada dia.  Mas não podemos apenas esperar que Jesus faça tudo sozinho, precisamos fazer nossa parte para ajudá-lo. Encontramos em Provérbios, capítulo 17, versículo 22: “O coração bem disposto é remédio eficiente, mas o espírito oprimido resseca os ossos”. Manter o pensamento sempre elevado renova nossa Fé, alegra nossa alma e faz bem ao nosso coração, ore! Busqu e coisas que te alegram, mas que alegram verdadeiramente, não falsamente como bebidas ou outras coisas que trazem falsos e passageiros prazeres, busquem alegrias duradouras como momentos e locais que te tragam paz, pessoas que te façam bem, músicas que te acalmem! Vamos melhorar nossos pensamentos e nossos corações e orar pedindo a Jesus, QUE TODOS NÓS SEJAMOS CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO!

"Um novo dia é uma página em branco na sua vida. Escreva apenas o que vale a pena."


19/maio - VAMOS NOS APROXIMANDO DO DIA DE PENTECOSTES E COM ISSO, FORTALECENDO NOSSAS ORAÇÕES E PEDIDOS, NOS COLOCANDO A DISPOSIÇÃO DE JESUS CRISTO, NOSSO SENHOR, PARA QUE ELE POSSA FAZER O QUE FOR NECESSÁRIO PARA NOS TRANSFORMAR E NOS APERFEIÇOAR, NOS DANDO SABEDORIA E PARA QUE TODOS NÓS SEJAMOS CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO E QUE O ENTENDIMENTO SEJA PLENO!

Estamos buscando uma profunda mudança no nosso modo de ser através deste Pentecostes, aproveitando esta data tão simbólica para a igreja, para nos colocar à disposição de Deus e nosso Pai do Céu faça sua obra em nós. Da mesma maneira que naquele Pentecostes após a vinda de Jesus ao mundo, os discípulos foram capacitados pelo Espírito Santo e puderam pregar o evangelho em outras línguas espalhando e divulgando a boa nova, vamos orar e pedir com Fé, que SEJAMOS CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO, PARA QUE O ENTENDIMENTO SEJA PLENO!

Durante esta semana, tivemos a oportunidade de aprender muito sobre a profundidade do Pentecostes na história da igreja. Foi no primeiro Pentecostes após a morte de Jesus, que a igreja começou a se expandir pelo mundo. Naquele Pentecostes, Pedro pregou o Evangelho por completo e cerca de 3 mil pessoas se converteram. Mesmo muitos judeus vindos de povoados diferentes e falando dialetos diferentes, todos se entenderam perfeitamente e a harmonia reinou absoluta. Assim, vamos tomar de exemplo mais esta maravilha de Deus e vamos orar, nos entregando totalmente à Jesus, para que Ele também faça sobre nós a Sua obra, nos capacitando a entender as diferenças, entender outros pontos de vista, para que sejamos sábios diante de qualquer problema, impasse ou adversidade da vida. Assim vamos seguir em oração, para que neste Pentecostes, TODOS NÓS SEJAMOS TOTALMENTE  CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO!

"É necessário elevar o nosso coração a Deus para receber o Espírito Santo."
 

20/maio - CHEGAMOS AO PONTO MÁXIMO DESTA SEMANA TÃO ESPECIAL, HOJE PODEMOS DIZER “FELIZ PENTECOSTES”! ASSIM, VAMOS SEGUIR ORANDO PARA QUE A PARTIR DE HOJE, SEJAMOS CONSTANTEMENTE CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO DE DEUS, EM TODAS AS ÁREAS QUE MAIS PRECISARMOS EM NOSSAS VIDAS, VAMOS PEDIR QUE JESUS NOS GUIE E QUE TODOS NÓS SEJAMOS PLENAMENTE CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO!

Passamos toda esta semana estudando sobre o Pentecostes, esta data tão especial que ganhou um novo significado após a morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus. O que anteriormente era a festa da colheita, se transformou em um marco que simbolizando a expansão da nossa igreja pelo mundo, o entendimento entre todas as pessoas e a propagação da mensagem de Deus! Oremos com Fé para que SEJAMOS CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO, PARA QUE O ENTENDIMENTO SEJA PLENO!

Atos dos Apóstolos, capítulo 2, versículos 1-4: “Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar. De repente veio do céu um som, como de um vento muito forte, e encheu toda a casa na qual estavam assentados. E viram o que parecia línguas de fogo, que se separaram e pousaram sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito os capacitava”. Naquele dia de Pentecostes o Espírito Santo desceu sobre os discípulos e os capacitou. Por isso, oramos durante toda esta semana, pedindo que Jesus nos ajude a sermos plenamente capacitados pelo poder imensurável de Deus e que a cada dia sejamos aperfeiçoados, otimizados e possamos cumprir nosso papel neste mundo com maestria e de maneira edificante. Hoje é Pentecostes, vamos redobrar nossas orações e deixar Deus agir sobre nossas vidas! Feliz Pentecostes e que SEJAMOS TOTALMENTE  CAPACITADOS PELO ESPÍRITO SANTO!


Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso, em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 









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+ Programa Momento de Fé:   
Novo horário: De segunda a sábado das 5h às 6h da manhã.
Obs.: Se você não pode ouvir no horário, escute o programa gravado diariamente no site do Padre Marcelo Rossi; procure por Web Radio e clique escute (se for sua primeira vez, o site pedirá para você se cadastrar);

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Homilia do Papa Francisco no Domingo de Pentecostes (20/05/2018)


Vaticano, 20 Mai. 18 / 12:26 pm (ACI).- O Papa Francisco refletiu sobre como o Espírito Santo atua nos corações dos que o recebem e como elimina o medo deles.

Durante a Missa por ocasião do Domingo de Pentecostes, o Santo Padre explicou que “o Espírito liberta os espíritos paralisados pelo medo. Vence as resistências. A quem se contenta com meias medidas, propõe ímpetos de doação. Dilata os corações mesquinhos. Impele ao serviço quem se desleixa na comodidade. Faz caminhar quem sente ter chegado. Faz sonhar quem sofre de tibieza. Esta é a mudança do coração”.

A seguir a homilia do Papa Francisco:

Na Primeira Leitura, a vinda do Espírito Santo no Pentecostes é comparada a uma «forte rajada de vento» (At 2, 2). Que nos diz esta imagem? A rajada de vento sugere uma força grande, mas não finalizada em si mesma: é uma força que muda a realidade. De facto, o vento traz mudança: correntes quentes quando está frio, frescas quando está calor, chuva quando há secura... O mesmo, embora a nível muito diferente, faz o Espírito Santo: Ele é a força divina que muda o mundo. Assim no-lo recordou a Sequência: o Espírito é «descanso na luta, conforto no pranto»; e, por isso, Lhe suplicamos: «Lavai nossas manchas, a aridez regai, sarai os enfermos e a todos salvai». Ele penetra nas situações e transforma-as; muda os corações e muda as vicissitudes.

Muda os corações. Jesus dissera aos seus Apóstolos: «Ides receber uma força, a do Espírito Santo (…) e sereis minhas testemunhas» (At 1, 8). E assim aconteceu: aqueles discípulos que antes viviam no medo, fechados em casa, mesmo depois da ressurreição do Mestre, são transformados pelo Espírito e – como Jesus anuncia no Evangelho de hoje – «dão testemunho d’Ele» (cf. Jo 15, 27). De hesitantes, tornam-se corajosos e, partindo de Jerusalém, lançam-se até aos confins do mundo. Medrosos quando Jesus estava entre eles, agora são ousados sem Ele, porque o Espírito mudou os seus corações.

O Espírito liberta os espíritos paralisados pelo medo. Vence as resistências. A quem se contenta com meias medidas, propõe ímpetos de doação. Dilata os corações mesquinhos. Impele ao serviço quem se desleixa na comodidade. Faz caminhar quem sente ter chegado. Faz sonhar quem sofre de tibieza. Esta é a mudança do coração. Muitos prometem estações de mudança, novos começos, renovações portentosas, mas a experiência ensina que nenhuma tentativa terrena de mudar as coisas satisfaz plenamente o coração do homem. A mudança do Espírito é diferente: não revoluciona a vida ao nosso redor, mas muda o nosso coração; não nos livra dum momento para o outro dos problemas, mas liberta-nos dentro para os enfrentar; não nos dá tudo imediatamente, mas faz-nos caminhar confiantes, sem nos deixar jamais cansar da vida. O Espírito mantém jovem o coração. A juventude, apesar de todas as tentativas para a prolongar, mais cedo ou mais tarde passa; ao contrário, é o Espírito que impede o único envelhecimento maléfico: o interior. E como faz? Renovando o coração, transformando-o de pecador em perdoado. Esta é a grande mudança: de culpados que éramos, faz-nos justos e assim tudo muda, porque, de escravos do pecado, tornamo-nos livres; de servos, filhos; de descartados, preciosos; de desanimados, esperançosos. Deste modo, o Espírito Santo faz renascer a alegria, assim faz florescer no coração a paz.

Por isso, aprendamos hoje o que devemos fazer, quando precisamos duma verdadeira mudança. E quem de nós não precisa? Sobretudo quando nos encontramos por terra, quando nos debatemos sob o peso da vida, quando as nossas fraquezas nos oprimem, quando avançar é difícil e amar parece impossível. Então servir-nos-ia um forte «reconstituinte»: é Ele, a força de Deus. É Ele – como professamos no Credo - «que dá a vida». Como nos faria bem tomar diariamente este reconstituinte de vida! Dizer, ao acordar: «Vinde, Espírito Santo, vinde ao meu coração, vinde acompanhar o meu dia!»

Depois dos corações, o Espírito muda as vicissitudes. Como o vento sopra por todo o lado, assim Ele chega às situações mesmo as mais imprevistas. Nos Atos dos Apóstolos – um livro que necessitamos absolutamente de descobrir, onde é protagonista o Espírito – assistimos a um dinamismo contínuo, rico de surpresas. Quando os discípulos menos esperam, o Espírito envia-os aos pagãos. Abre caminhos novos, como no caso do diácono Filipe. O Espírito impele-o por uma estrada deserta, de Jerusalém a Gaza (como este nome soa doloroso, hoje! Que o Espírito mude os corações e as vicissitudes e dê paz à Terra Santa!). Naquela estrada, Filipe instrui o funcionário etíope e batiza-o; em seguida o Espírito leva-o a Azoto, depois a Cesareia: sempre em novas situações, para difundir a vida nova de Deus. Temos também Paulo, que, «obedecendo ao Espírito» (At 20, 22), viaja até aos últimos confins do mundo então conhecido, levando o Evangelho a populações que nunca tinha visto. Quando está presente o Espírito, acontece sempre qualquer coisa; quando Ele sopra, nunca há bonança.

Quando a vida das nossas comunidades atravessa períodos de «lassidão», em que se prefere a comodidade doméstica à vida nova de Deus, é um mau sinal. Quer dizer que se busca abrigo do vento do Espírito. Quando se vive para a autoconservação e não se vai ao encontro dos distantes, não é um bom sinal. O Espírito sopra, mas nós amainamos as velas. E todavia, muitas vezes O vimos realizar maravilhas! Muitas vezes, precisamente nos períodos mais escuros, o Espírito suscitou a santidade mais luminosa! Ele é a alma da Igreja, sempre a reanima com a esperança, enche-a de alegria, fecunda-a de vida nova, dá-lhe rebentos de vida. Como na família, quando nasce uma criança, esta complica os horários, faz perder o sono, mas traz uma alegria que renova a vida, impelindo-a para a frente, dilatando-a no amor. Do mesmo modo o Espírito traz à Igreja um «sabor de infância». Realiza renascimentos contínuos. Reaviva o amor do começo. O Espírito lembra à Igreja que, não obstante os seus séculos de história, é sempre uma jovem de vinte anos, a Noiva jovem por quem está perdidamente apaixonado o Senhor. Não nos cansemos, então, de convidar o Espírito para os nossos ambientes, de O invocar antes das nossas atividades: «Vinde, Espírito Santo!»

Trazerá a sua força de mudança, uma força única que, por assim dizer, é ao mesmo tempo centrípeta e centrífuga. É centrípeta, isto é, impele para o centro, porque atua dentro do coração. Infunde unidade na fragmentação, paz nas aflições, fortaleza nas tentações. Assim no-lo recorda Paulo na Segunda Leitura, quando escreve que o fruto do Espírito é alegria, paz, fidelidade, autodomínio (cf. Gal 5, 22). O Espírito dá a intimidade com Deus, a força interior para avançar. Mas, ao mesmo tempo, Ele é força centrífuga, isto é, impele para o exterior. Aquele que conduz ao centro é o Mesmo que envia para a periferia, rumo a toda a periferia humana; Aquele que nos revela Deus impele-nos para os irmãos. Envia, torna testemunhas e, para isso, infunde – escreve ainda Paulo – amor, benignidade, bondade, mansidão. Somente no Espírito Consolador proferimos palavras de vida e encorajamos verdadeiramente os outros. Quem vive segundo o Espírito permanece nesta tensão espiritual: encontra-se inclinado conjuntamente para Deus e para o mundo.

Peçamos-Lhe que nos faça assim. Espírito Santo, rajada de vento de Deus, soprai sobre nós. Soprai nos nossos corações e fazei-nos respirar a ternura do Pai. Soprai sobre a Igreja e impeli-a até aos últimos confins, para que, levada por Vós, nada mais leve senão Vós. Soprai sobre o mundo o suave calor da paz e a fresca restauração da esperança. Vinde, Espírito Santo, mudai-nos por dentro e renovai a face da terra. Amen.

Fonte: ACI digital


A santidade é uma vocação para todos, assegura o Papa Francisco

Vaticano, 20 Mai. 18 / 11:00 am (ACI).- "A festa de hoje de Pentecostes, conclui o tempo pascal", anunciou o Papa Francisco durante a oração do Regina Coeli neste domingo, 20 de maio. Em sua reflexão, o Santo Padre recordou que "a santidade não é um privilégio de poucos, mas uma vocação para todos".

Esta solenidade “nos faz reviver a efusão do Espírito Santo sobre os Apóstolos e os outros discípulos, reunidos em oração com a Virgem Maria no Cenáculo. Naquele dia, começou a história da santidade cristã, porque o Espírito Santo é a fonte da santidade, que não é privilégio de poucos, mas vocação de todos”.

“Através do Batismo somos chamados a participar da mesma vida divina de Cristo e, através da Confirmação, a tornar-nos suas testemunhas no mundo”.

Nos textos bíblicos do Antigo Testamento, se pode ver como "através dos antigos profetas, o Senhor havia anunciado ao povo este seu projeto". Todas estas profecias "se realizam em Jesus Cristo, mediador e garante da perene efusão do Espírito. E hoje é a festa da efusão do Espírito”.

“Desde aquele dia, e até o final dos tempos, esta santidade, cuja plenitude é Cristo, é doada a todos os que se abrem à ação do Espírito e se esforçam em ser dóceis a ele. É o Espírito que nos faz experimentar uma alegria muito grande”.

O Papa continuou assinalou que “o Espírito Santo que está em nós, abre o coração à esperança a favorecer o amadurecimento interior na relação com Deus e com o próximo”.

E como nos diz São Paulo: “O fruto do Espírito é amor, alegria, paz, magnanimidade, benevolência, bondade, fidelidade, mansidão e domínio de si".

"Tudo isso faz o Espírito em nós. Por isso hoje festejamos essa riqueza que o Pai nos doa”, concluiu Francisco.

Fonte: ACI digital



Solenidade de Pentecostes-8° Domingo da Páscoa (Ano B)



Jesus ressuscitado está vivo na comunidade

Solenidade de Pentecostes – Ano B

Evangelho de João 20, 19-23

* 19 Era o primeiro dia da semana. Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: «A paz esteja com vocês.» 20 Dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos ficaram contentes por ver o Senhor. 21 Jesus disse de novo para eles: «A paz esteja com vocês. Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.» 22 Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: «Recebam o Espírito Santo. 23 Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados. Os pecados daqueles que vocês não perdoarem, não serão perdoados.»

Reflexão

A obra de Cristo e o Espírito Santo

“É bom para vós que eu me vá: se eu não for, o Paráclito não virá a vós. Mas se eu for, eu o enviarei a vós” (Jo 16,7). Meditando sobre a festa de Pentecostes, poderíamos dizer assim: Jesus foi a presença de Deus “em carne”, em existência humana, limitada no tempo e no espaço. Mas a presença de Deus na história da humanidade e no universo não se esgota em Jesus. O Espírito de Deus enche a terra e, contendo o universo, tem conhecimento de todo som” (Sb 1,7). O espaço que Jesus deixou ao encerrar sua missão na terra é preenchido pelo Espírito que vem do Pai, e que é também o Espírito de Jesus, pois, diferente dos dois, é o que une os dois.

Assim, o Espírito vem para continuar a obra de Jesus. Ele leva os discípulos a pregar o evangelho de Jesus (1ª Leitura). Ele é dado à Igreja para vencer o pecado (evangelho), como fez Jesus, “cordeiro que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29). A Igreja tem por missão limpar o mundo do pecado, do ódio, de tudo o que exclui Deus, tanto nas pessoas como nas estruturas da sociedade, na vida individual e na vida política – tudo isso, no poder do Espírito. Agindo assim, a Igreja completará a obra que Jesus selou com o dom da própria vida e mostrará que Jesus, “exaltado”  na cruz, lhe confiou o Espírito. O Espírito é a atualidade de Jesus. Por isso, é a alma do Corpo de Cristo, que é a Igreja (2ª leitura). Ele faz com que Jesus atue no mundo de hoje, por meio da Igreja. Ele faz com que a  Igreja não seja mera instituição burocrática, preocupada apenas em perpetuar-se a si mesma, mas constante  encarnação do Espírito que veio sobre Jesus no batismo e o levou a realizar sua  missão de ser a palavra de amor que Deus dirige ao mundo. Assim, ele é o Espírito do Pai e do Filho, como diz o Credo. Ele é o Espírito do Senhor glorioso, laço de amor divino que nos une, e que transforma o mundo em nova criação, na qual todos se abrem à voz de Deus.

Ninguém pode reclamar para si esse Espírito se não está na linha de Jesus. Mas o inverso é verdade também. Ninguém pode cumprir a missão recebida do Senhor glorioso se não se deixa animar pelo Espírito, que Jesus mesmo pede ao Pai para nós (Jo 14,16). Cristo é dinâmico e atual em nós  graças ao Espírito Santo. Assim, Pentecostes continua acontecendo como se mostrou no Concílio Vaticano II, quando a Igreja se voltou para os pobres e excluídos, e em tantas outras coisas que não chamam a atenção, mas que mostram a verdadeira “renovação da face da terra” (que o Sl 104 [103], atribui ao Espírito de Deus)

O Espírito do Senhor enche a terra, contém o universo. Nada escapa a seu calor, se o deixarmos penetrar. Não desejemos o Espírito para brilhar, para sermos diferentes dos outros, mas para sermos condutores de seu calor, para que atinja a todos..


Do livro “Liturgia Dominical”, de Johan Konings, SJ, Editora Vozes.

Oração do Dia

Deus eterno e todo-poderoso, quisestes que o mistério pascal se completasse durante cinquenta dias, até à vinda do Espírito Santo. Fazei que todas as nações dispersas pela terra, na diversidade de suas línguas, se unam no louvor do vosso nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.



sábado, 19 de maio de 2018

O Catecismo ensina: Os 8 surpreendentes símbolos do Espírito Santo


REDAÇÃO CENTRAL, 19 Mai. 18 / 07:00 am (ACI).- O Espírito Santo é a Terceira Pessoal da Santíssima Trindade, que coopera com o Pai e o Filho desde o começo da história. Na véspera de sua festa, Pentecostes, que celebraremos neste domingo, recordamos 8 símbolos que, segundo o Catecismo, o representam.

1. Água

O simbolismo da água é significativo da ação do Espírito Santo no Batismo, pois se torna em sinal sacramental do novo nascimento.

2. Unção

Simboliza a força. A unção com o óleo é sinônimo do Espírito Santo. No sacramento da Confirmação, unge-se o confirmado para prepará-lo para ser testemunho de Cristo.

3. Fogo

Simboliza a energia transformadora dos atos do Espírito.

4. Nuvem e luz

Símbolos inseparáveis nas manifestações do Espírito Santo. Assim, descendo sobre a Virgem Maria para “cobri-la com sua sombra”; no Monte Tabor, na Transfiguração; no dia da Ascensão; aparece uma sombra e uma nuvem.

5. Selo

É um símbolo próximo ao da unção. Indica o caráter indelével da unção do Espírito nos sacramentos e fala da consagração do cristão.

6. A Mão

Mediante a imposição das mãos, os Apóstolos e agora o Bispo transmitem o “dom do Espírito”.

7. O Dedo

“É pelo dedo de Deus que Jesus expulsa os demônios” (Lc 11,20). O hino “Veni Creator Spiritus” invoca o Espírito Santo como “digitus paternae dexterae” (“Dedo da mão direita do Pai”).

8. A Pomba

No Batismo de Jesus, o Espírito Santo aparece em forma de pomba e paira sobre Ele. (2)


5 coisas que todo católico deve saber sobre o Espírito Santo

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Mai. 18 / 07:00 am (ACI).- No próximo domingo será celebrado Pentecostes, dia em que os cristãos recordam quando Jesus, depois de sua Ascensão ao céu, enviou o Espírito Santo aos seus discípulos. Posteriormente, os apóstolos saíram às ruas de Jerusalém e começaram a pregar o Evangelho e “os que receberam a sua palavra foram batizados. E naquele dia elevou-se a mais ou menos três mil o número dos adeptos”.

A seguir, são apresentados alguns pontos para entender quem é o Espírito Santo.

1. O Espírito Santo é uma pessoa

O Espírito Santo não é uma “coisa” ou um “que”, o Espírito Santo é um “Ele” e um “quem”. Ele é a terceira pessoa da Santíssima Trindade. Embora possa parecer mais misterioso que o Pai e o Filho, é tão pessoa quanto eles.

2. É completamente Deus

Que o Espírito Santo seja “terceira pessoa da Trindade” não significa que seja inferior ao Pai ou ao Filho. As três pessoas, incluindo o Espírito Santo, são totalmente Deus e “há uma mesma divindade, igual em glória e coeterna majestade”, como diz o Credo de Atanásio.

3. Sempre existiu, inclusive nos tempos do Antigo Testamento

Embora tenhamos aprendido a maioria das coisas sobre Deus-Espírito Santo (assim como sobre Deus-Filho) no Novo Testamento, Este sempre existiu. Deus existe eternamente em três pessoas. Assim, quando ler acerca de Deus no Antigo Testamento, recorde que se trata das três pessoas da Trindade, entre eles o Espírito Santo.

4. No Batismo e na Crisma se recebe o Espírito Santo

O Espírito Santo pode estar ativo no mundo de formas misteriosas e que nem sempre se compreende. Entretanto, uma pessoa recebe o Espírito Santo de uma maneira especial pela primeira vez no Batismo (At 2,38) e, depois, é fortalecido com seus dons na Crisma.

5. Os cristãos são templos do Espírito Santo

Os cristãos têm o Espírito Santo, que habita neles de uma maneira especial e, portanto, existem graves consequências morais como explica São Paulo:

“Fuja da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo. Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo”. (1)

Fontes: ACI digital 1 e 2



quinta-feira, 17 de maio de 2018

Papa Francisco anuncia 'mudanças e resoluções' em Igreja chilena após casos de pedofilia


O Papa Francisco decidiu tomar medidas severas e fazer “mudanças e resoluções” na Igreja Católica do Chile. Ao final de três dias de reuniões com bispos chilenos, no Vaticano, e de conversas anteriores com vítimas de abuso sexual praticado por sacerdotes, Francisco anunciou que vai “restabelecer a Justiça”.

Em uma carta divulgada nesta quinta-feira (17) e entregue aos 34 bispos chilenos convocados pelo papa ao Vaticano, o chefe da Igreja Católica anunciou que está disposto a tomar medidas “em curto, médio e longo prazo” contra as autoridades da Igreja responsáveis por acobertar casos de “abusos sexuais e de poder” cometidos por religiosos contra menores de idade ao longo de décadas.

“Agradeço a plena disponibilidade que cada um manifestou para aderir e colaborar em todas as mudanças e resoluções que teremos que implementar em curto, médio e longo prazo”, escreveu o Papa Francisco. Tratam-se de medidas “necessárias para restabelecer a Justiça e a comunhão eclesial”, explicou o pontífice.

Na missiva, o papa reconheceu que seu encontro com bispos foi marcado por “um discernimento franco diante dos graves acontecimentos que prejudicaram a comunhão eclesial e enfraqueceram o trabalho da Igreja no Chile nos últimos anos.

A convocação pelo papa da hierarquia da Igreja chilena para o Vaticano foi uma medida excepcional, para “discernir o assunto” e preparar iniciativas para reparar o escândalo desatado pelos casos de pedofilia e pelo encobrimento desses escândalos.

Em abril, o papa havia convidado três vítimas para irem ao Vaticano. Ele manteve conversas individuais com os chilenos Juan Carlos Cruz, José Andrés Murillo e James Hamiltón, todos vítimas do padre Fernando Karadima. Eles pediram ao papa a adoção de medidas exemplares contra o religioso.

“À luz desses acontecimentos dolorosos sobre os abusos – de menores, de poder e de consciência -, nos aprofundamos na gravidade dos mesmos, assim como nas consequências trágicas que tiveram particularmente para as vítimas”, reconheceu o pontífice.

“A algumas delas eu mesmo pedi perdão de coração, ao qual vocês se uniram em uma só vontade e com o firme propósito de reparar os danos causados”, acrescentou.

Possível expurgo

Os  bispos chilenos se reuniram em quatro ocasiões com o pontífice argentino. Na terça-feira, depois do primeiro encontro, o papa impôs a eles 24 horas de silêncio, a serem dedicadas “à meditação e à oração”.

Entre os 34 bispos presentes – 31 dos quais em suas funções-, figuravam vários dos acusados ​​de terem encoberto durante décadas os abusos cometidos por Karadima. O sacerdote foi suspenso pelo resto da vida das suas atribuições como religioso, depois de ter sido declarado culpado, em 2011, por abuso sexual de menores de idade nas décadas de 1980 e 1990.

Nenhum dos presentes, entre eles o controverso bispo de Osorno, Juan Barros, quis falar com a imprensa, mantendo até agora uma atitude prudente. Barros foi o principal acobertador dos atos de Karadima.

Durante a sua viagem ao Chile, em janeiro, Francisco defendeu Barros. Mas ao retornar ao Vaticano, deu-se conta de seu equívoco, pediu desculpas às vítimas de abuso e ordenou uma investigação sobre o fato de ter sido mal informado sobre o caso.

Antes das reuniões cruciais, o bispo Fernando Ramos, secretário da Conferência Episcopal, e o bispo Juan Ignacio González expressaram á imprensa sua “dor e vergonha” e disseram estar dispostos a acatar as medidas tomadas pelo chefe da Igreja Católica.

Não se exclui a possibilidade de remoção de várias autoridades da Igreja no Chile – espécie de expurgo – e uma mensagem clara do Papa Francisco sobre sua vontade de acabar com os abusos ” tanto sexuais como de poder e de consciência” na Igreja, segundo a carta.

“Acredito que haverá medidas concretas em curto prazo”, adiantou à imprensa o padre espanhol Jordi Bertomeu, um dos encarregados pelo papa de investigar o caso no Chile.

Não é a primeira vez que um pontífice faz um expurgo de tal magnitude por casos de abuso sexual. João Paulo II fez isso em 2002 com a Igreja dos Estados Unidos.

Fonte: AFP /Veja



Com esta história, Papa Francisco adverte sobre influências new age dentro da Igreja


Por Walter Sánchez Silva

Vaticano, 17 Mai. 18 / 03:00 pm (ACI).- Em um recente encontro com uma delegação da Diocese de Roma, o Papa Francisco compartilhou uma história para advertir sobre a influência de práticas new age dentro da Igreja.

O encontro aconteceu na Basílica de São João de Latrão, na segunda-feira, 14 de maio.

O Santo Padre recordou que “há alguns anos, em Buenos Aires, houve uns exercícios espirituais que na primeira semana propunham técnicas psicológicas um pouco orientalistas, estranhas. As pessoas iam pela novidade, mas não tiram nada, porque só iam pelo novo”.

“A novidade – disse o Papa – pode acabar com um bom punhado de realidade: o sacerdote que dirigia os exercícios tinha uma doutrina especial sobre espiritualidade e cosmos. Havia uma Irmã, com cerca de 60 anos (...), uma espanhola corajosa” que o colocou em seu lugar.

O Pontífice contou que “este sacerdote tinha um método orientalista para fazer os exercícios. Sempre aconselhava as irmãs para que, de manhã, tomassem um banho de vida. Ele pediu para que a irmã se sentasse com outras 20 pessoas em um círculo e dizia: relaxem, alonguem”.

“A espanhola escutava e digeria; mas depois da segunda meditação, disse ao sacerdote: ‘Vim para fazer exercícios espirituais e não ginástica. Muito obrigada e adeus’. E se foi. Às vezes, é preciso alguém que nos dê uma bofetada, quando estamos buscando a novidade: buscar o creme sem o bolo”.

Em seguida, Francisco disse que, diante deste tipo de atitudes e outras semelhantes, “devemos buscar aquilo que faz a Igreja, o pasto que nos faz crescer como Igreja. O perigo neste caso, assinalei-o na exortação sobre a santidade: o gnosticismo. Buscamos coisas sem entrar na encarnação e assim nos tornamos mais individualistas, mais isolados”.

“É preciso sempre se olhar... As pessoas que só olham para si mesmas e buscam o ‘menu pessoal’, não o que o médico indica, mas só o que gostam, mostram essa ansiedade de novidade. Refiro-me aos cristãos corajosos que querem ir adiante, mas buscam isso e aquilo, só novidade. Quando alguém só busca novidade, precisa de um voz realista que lhe diga: olha, tem que ir ao essencial, siga para o essencial, não para a novidade”, ressaltou.

Fonte: ACI digital



Avisos

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Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana/Devoção e Fé