Agosto 2017 - Devoção e Fé - Blog Católico

domingo, 27 de agosto de 2017

Aviso: Devoção e Fé Blog

Boa tarde irmãos e irmãs de fé. Paz e Bem!
Vim avisá-los que não estou postando diariamente no Blog porquê estou com meu pai hospitalizado há 28 dias. Ele está com forte infecção urinária e outros problemas de saude que surgiram agora.
Não é fácil passar por isso novamente, afinal estou revivendo o que passei com meu marido há tão pouco tempo. Mas Deus é que me segura e não me deixa cair.
Mais uma vez peço que se lembrem de mim e agora de meu pai Raimundo em suas orações.
Que Deus os abençoe, fiquem com a paz de Jesus e o amor materno de Nossa Senhora.

Adriana dos Anjos-Devoção e Fé Blog






sábado, 19 de agosto de 2017

Hoje é celebrado São João Eudes, promotor da devoção ao Sagrado Coração de Jesus (19 de agosto)

São João Eudes promotor da devoção ao Sagrado Coração de Jesus


REDAÇÃO CENTRAL, 19 Ago. 17 / 05:00 am (ACI).- “Autor, pai, doutor, apóstolo, promotor e propagandista da devoção litúrgica aos sagrados Corações de Jesus e Maria”. Foi assim que São Pio X definiu São João Eudes, cuja memória litúrgica a Igrejacelebra neste dia 19 de agosto.

O sacerdote francês é o fundador da Congregação de Jesus e Maria e da Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor. Também foi ele quem, pela primeira vez,introduziu a festa pública do Sagrado Coração.

João Eudes nasceu em 14 de novembro de 1601, na Normandia, França. Era o primogênito dos seis filhos do casal Isaac e Marta. Desde menino, deu sinais de grande inclinação ao amor de Deus.

Aos 14 anos, João ingressou no colégio dos jesuítas de Caen. Seus pais desejavam que se casasse e seguisse trabalhando na granja da família. Mas João, que tinha feito voto de virgindade, recebeu as ordens menores em 1621 e estudou Teologia em Caen com a intenção de consagrar-se aos ministérios paroquiais.

Pouco depois ingressou na congregação do oratório, que tinha sido fundado em 1611. Depois de solicitar com grande dificuldade a permissão paterna, foi recebido em Paris pelo superior geral em 1623. A finalidade da congregação do oratório consistia em promover a perfeição sacerdotal. Dois anos depois, recebeu sua ordenação, dedicando-se integralmente à pregação entre o povo.

Em 1627, ocorreu na Normandia uma violenta epidemia de peste e João se ofereceu para assistir a seus compatriotas. O Pe. Eudes passou dois meses na assistência espiritual e material aos doentes. Depois, foi enviado ao oratório do Caen, onde permaneceu até que uma nova epidemia se desatou nessa cidade, em 1631. Para evitar o perigo de contagiar seus irmãos, João se separou deles e viveu no campo, onde recebia a comida do convento.

Passou os dez anos seguintes em missões evangelizadoras. São João Eudes se distinguiu entre todos os missionários. Assim que acabava de pregar, sentava-se para ouvir confissões, já que, segundo ele, “o pregador agita os ramos, mas o confessor é o que caça os pássaros”.

Uma das experiências que adquiriu durante seus anos de missionário, foi que as mulheres que tinham estado na prostituição e que tentavam se converter encontravam-se em uma situação particularmente difícil. Durante algum tempo, buscou resolver a dificuldade alojando-as provisoriamente nas casas das famílias piedosas, mas se deu conta de que esse remédio não era de todo adequado.

Assim, em 1671, São João Eudes alugou uma casa para as mulheres arrependidas, na qual podiam albergar-se, desde que encontrassem um emprego. Mais tarde, as religiosas que atendiam as mulheres arrependidas formaram a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora da Caridade do Refúgio, ordem que deu origem, no século XIX, à Congregação de Nossa Senhora da Caridade do Bom Pastor, conhecida como as Irmãs do Bom Pastor.

Em 1643, depois de muito rezar, refletir e consultar, São João Eudes abandonou a congregação do oratório. A experiência lhe ensinou que o clero precisava se reformar dos fiéis e que a congregação só poderia conseguir seu fim mediante a fundação de seminários.

Decidiu formar uma associação de sacerdotes diocesanos, cujo objetivo principal seria a criação de seminários para a formação de um clero paroquial zeloso. A nova associação foi fundada no dia da Anunciação de 1643, em Caen, com o nome de “Congregação de Jesus e Maria”.

São João Eudes e seus cinco primeiros companheiros se consagraram à “Santíssima Trindade, que é o primeiro princípio e o último fim da santidade do sacerdócio”. O distintivo da congregação era o Coração de Jesus, no que estava incluído misticamente o de Maria; como símbolo do amor eterno de Jesus pelos homens.

Em 1671, publicou um livro intitulado “A Devoção ao Adorável Coração de Jesus”. Já antes, o santo tinha instituído em sua congregação uma festa do Santíssimo Coração da Maria. Em seu livro incluiu uma Missa e um ofício do Sagrado Coração de Jesus.

Em  31 de agosto de 1670, celebrou-se pela primeira vez a dita festa na capela do seminário de Rennes e logo se estendeu a outras Dioceses. Assim, embora São João Eudes não tenha sido o primeiro apóstolo da devoção ao Sagrado Coração em sua forma atual, foi ele “quem introduziu o culto do Sagrado Coração de Jesus e do Santo Coração da Maria”, como o disse Leão XIII em 1903. O decreto de beatificação acrescentava: “Foi o primeiro que, por divina inspiração lhes tributou um culto litúrgico”.

Clemente X publicou seis bulas nas que concedia indulgências às confrarias dos Sagrados Corações de Jesus e Maria, instituídas nos seminários de São João Eudes.

Durante os últimos anos de sua vida, o santo escreveu seu tratado sobre “O Admirável Coração da Santíssima Mãe de Deus”; trabalhou na obra muito tempo e a terminou um mês antes de morrer, no dia 19 de agosto de 1680.

Foi canonizado em 1925 e sua festa foi incluída no calendário da Igreja do ocidente em 1928.

Fonte: ACI digital



sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Pe. Zezinho responde a pastor que zombou de Nossa Senhora Aparecida

Pe. Zezinho responde a pastor

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 17 / 12:55 pm (ACI).- Recentemente começou a circular nas redes sociais um vídeo que mostra um pastor protestante zombando de Nossa Senhora Aparecida; em resposta, o conhecido sacerdote brasileiro Pe. Zezinho, scj, condenou este ato e sublinhou a importância de Maria para os católicos.

No vídeo, o pastor Agenor Duque aparece com uma garrafa de coca-cola na mão, a qual compara com a imagem da Padroeira do Brasil e profere insultos contra ela, chegando a incentivar as pessoas a jogar fora suas imagens de santos.

O Pastor Agenor, “simbolicamente, deixou cair a garrafa dizendo que aquela garrafa não ora, nem ouve, nem pode ajudar a sua plateia-assembleia”, relatou Pe. Zezinho em uma publicação em sua página de Facebook.

“É claro que estava ridicularizando nossas imagens e símbolos e também nossa Bíblia, porque a nossa Bíblia e as Bíblias que imagina que ele usa também não falam porque são feitas de papel”, acrescentou.

Para responder ao ato do pastor da Igreja Plenitude do Poder de Deus, Pe. Zezinho afirmou: “Tenho 76 anos e, pela sua atuação na TV, o pastor Agenor Duque está a menos tempo pregando a fé cristã! Também não conheço seus escritos e sua formação em filosofia, sociologia ou teologia. Realmente não sei qual é a sua vertente cristã !”.

Entretanto, salientou que o gesto dele foi “uma agressão totalmente desnecessária ao ridicularizar uma de nossas imagens de Maria”.

“Temos muitas imagens dela através do mundo mostrando que a mãe de Jesus é mãe para negros, índios, europeus, esquimós, árabes, escravos e libertos, porque a vemos vestindo as dores, as vestes e as cruzes de quem sofre”, completou.

Por outro lado, em relação ao pastor Duque, citou outros vídeos em que aparece vestido “de mendigo e supostamente quer dizer alguma coisa com aquelas vestes de quem sofre e não visa riqueza nem lucro”.

Além disso, no vídeo, o pastor “quis dizer que é mais fiel a Jesus do que nós católicos, porque ele não pede oração à Mãe de Jesus nem acredita na intercessão dos santos do céu, embora ele mesmo na TV intercede por seus fiéis como santo pastor da terra que ele afirma ser”.

“Quem ora pelos seus fiéis está intercedendo. Maria faz a mesma coisa no céu onde o Filho a levou. Ou será que o pastor acha que Jesus ainda não levou sua mãe para o céu?”, questionou.

De acordo com Pe. Zezinho, “esse tipo de pregação ridicularizando Maria raramente dá certo” e “até mesmo entre seus ouvintes e fiéis haverá crentes chocados com o desrespeito do pregador pela Mãe de Jesus”.

O sacerdote esclareceu que “uma coisa é repercutir um vídeo de outra igreja e mostrar o que eles estão pregando; e outra coisa é vilipendiar um culto de outra igreja”.

Nesse sentido, “se um advogado católico quiser processá-lo por desprezo à religião e aos símbolos da outra igreja”, o pastor “terá enorme dificuldade em provar que não agrediu a nossa fé”.

“O pastor Agenor Duque, que se veste de mendigo humilde, nos ofendeu e chamou-nos de ignorantes porque ousamos representar Maria negra em veste azul. Acho que ele não lembrou que ele também é uma imagem exótica, quando ele mesmo entra naquele palco vestido de mendigo para anunciar sua igreja”, acrescentou.

Fonte: ACI digital



Hoje a Igreja celebra Santo Alberto Hurtado, fundador do “Lar de Cristo” (18 de agosto)

Santo Alberto Hurtado, fundador do Lar de Cristo

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 17 / 06:00 am (ACI).- Santo Alberto Hurtado quis imitar Jesus nas coisas simples de cada dia, como Cristo se dedicou aos pobres e órfãos e se preocupou em dar-lhes uma vida digna. Caracterizou-se pela sua fortaleza, generosidade e entrega incondicional a Deus.

Alberto Hurtado Cruchaga nasceu no da 22 de janeiro de 1901, em Vinha del Mar (Chile), no seio de uma família cristã. Seus pais, Alberto Hurtado e Ana Cruchaga viviam em um campo próximo à localidade de Casablanca. Na fazenda As Pereiras do Tapihue, Alberto passou seus primeiros anos de vida.

Quando tinha quatro anos de idade, seu pai faleceu deixando a sua mãe responsável por ele e seu irmão Miguel. Ana não tinha condições econômicas para criar seus dois filhos, então teve que vender a fazenda e mudar-se para Santiago onde foram acolhidos pelos seus familiares.

Em 1909, ingressou no Colégio Santo Inácio, onde se destacou por ser um bom companheiro, entusiasta e alegre. Foi neste lugar que começou a manifestar sua vocação ao sacerdócio.

Entretanto, a difícil situação econômica da sua mãe o impedia de realizar o seu sonho de entrar na Companhia de Jesus. Quando terminou o colégio, estudou direito na Pontifícia Universidade Católica do Chile. Para ajudar a sua família, trabalhava à tarde e colaborava na paróquia Virgem de Andacollo nas suas horas livres.

Nesses anos, Alberto nunca perdeu a esperança e rezava com confiança a Deus para que lhe permitisse ser sacerdote. Em 1923, suas orações foram ouvidas e conseguiu ingressar no seminário. Em 1933, foi ordenado sacerdote na Bélgica.

O santo regressou ao Chile em 1936. Imediatamente começou a trabalhar como professor no Colégio Santo Inácio. Dedicou-se a orientar os meninos e jovens que procuravam sua companhia e seus conselhos. Seu carisma com os jovens era tão grande que ultrapassou os limites do colégio e foi nomeado assessor da Ação Católica Juvenil.

Junto com seus colaboradores percorreu a pátria inflamando os corações juvenis com o desejo de lutar pela glória de Cristo.

O Lar de Cristo

Em uma noite, encontrou um pobre doente abandonado nas ruas e, em outra noite, viu um grupo de crianças que dormiam perto do rio Mapocho. Comoveu-se e reconhecia o rosto de Cristo em cada um deles. Por isso, decidiu ajudá-los. Pediu aos seus paroquianos que o apoiassem com todas as esmolas que fossem possíveis. Assim, reuniu dinheiro, joias e terrenos. Graças a estas doações fundou sua grande obra: o Lar de Cristo.

Com seu incansável amor, percorria as ruas em sua caminhonete para recolher os pobres e crianças e levá-los ao “Lar de Cristo”, onde lhes dava um leite quente e para que pudessem dormir em uma cama confortável.

Sempre tinha um novo projeto em suas mãos, uma nova casa de acolhida para as crianças, oficinas de formação, mais camas para as hospedarias. Também fundou várias oficinas para educar os jovens e capacitá-los para que conseguissem um trabalho digno. Apesar da incompreensão de muitos, sempre encontrava força para continuar servindo a Cristo.

Também publicou livros e deu conferências sobre o sacerdócio, os problemas da adolescência, a educação, a ordem social e o catolicismo. Fundou a revista Mensagem e várias para a Ação Sindical Chilena.

Apesar da quantidade de tarefas impostas, nunca deixou de oferecer Direção Espiritual. Com seu melhor sorriso, recebia e escutava seus “patrõezinhos”.

Tinha 51 anos quando foi diagnosticado com câncer. Apesar das fortes dores de sua doença, continuou trabalhando por Cristo na cama do Hospital Clínico da Universidade Católica. Até o final da sua vida, manteve-se alegre e contente, sempre dando uma palavra de esperança e apoio àqueles que o visitavam. Sempre repetia: “Contente, Senhor, contente”.

Partiu para a Casa do Pai no dia 18 de agosto de 1952. Em 16 de outubro de 1994, São João Paulo II beatificou o Pe. Alberto Hurtado. Foi canonizado no dia 23 de outubro de 2005 pelo Papa Bento XVI.

Fonte: ACI digital



Hoje é celebrada Santa Helena, que resgatou a Santa Cruz de Cristo (18 de agosto)

Santa Helena que resgatou a Santa Cruz de Cristo

REDAÇÃO CENTRAL, 18 Ago. 17 / 05:00 am (ACI).- Seu nome significa “tocha resplandecente”. Esta grande santa foi a mãe do imperador que concedeu a liberdade aos cristãos, depois de três séculos de perseguição, e conseguiu encontrar o Santa Cruz de Cristo em Jerusalém.

Helena nasceu no ano de 270 na Bitínia (sul da Rússia, junto ao Mar Negro). Era filha de um hoteleiro e em sua juventude era muito formosa.

Um dia, passou por essas terras um general muito famoso do exército romano, chamado Constâncio Cloro. Eles se apaixonaram e se casaram. O casal teve um filho chamado Constantino.

Anos mais tarde, o imperador de Roma, Maximiliano, ofereceu a Constâncio Cloro um cargo como seu colaborador mais próximo, mas com a condição de que repudiasse sua esposa Helena e se casasse com sua filha. Deixando-se levar por sua ambição de poder, Constâncio repudiou Helena.

A santa sofreu um abandono humilhante durante 14 anos. Entretanto, em meio à solidão, conheceu Deus e se converteu ao cristianismo.

Quando Constâncio morreu, Constantino foi proclamado imperador pelo exército.

Antes da batalha de Saxa Rubra contra seus inimigos na ponte Milvio, em Roma, Constantino teve um sonho em que Cristo lhe mostrava a cruz e dizia: “Com este sinal vencerás”. No dia seguinte, o imperador levou a Cruz no combate e venceu.

Após a vitória no ano 313, Constantino decretou a livre profissão da religião católica e expandiu o cristianismo por todo o império.

Constantino amava imensamente sua mãe Helena e a nomeou Augusta ou imperatriz. Mandou fazer moedas com a figura dela e lhe deu plenos poderes para empregar o dinheiro do governo nas obras de caridade que ela quisesse.

Helena foi a Jerusalém para buscar a Santa Cruz, levando consigo um grupo de trabalhadores que realizaram escavações no Monte Calvário e a encontraram.

No ano 326, a santa mandou trazer a Escada Santa do palácio de Pôncio Pilatos de Jerusalém. Segundo a tradição, Cristo subiu por ela na Sexta-feira Santa ao palácio para ser julgado e derramou sobre ela suas gotas de sangue. Está localizada em frente à Basílica de São João de Latrão, em Roma. Em 1723, foi forrada com madeira de nogueira para preservá-la dos desgastes, já que milhares de peregrinos sobem continuamente por ela de joelhos.

Santo Ambrósio narra que, apesar de ser a mãe do imperador, Santa Helena se vestia com simplicidade, ficava em meio aos pobres e utilizava o dinheiro que seu filho lhe dava para distribuir esmolas. Também era muito piedosa e passava muitas horas rezando no templo.

Na Terra Santa, construiu três templos: um no Calvário, outro sobre o Monte das Oliveiras e o terceiro em Belém.

Fonte: ACI digital



O que é devoção? (por Padre Paulo Ricardo)

O que é devoção? Padre Paulo Ricardo

Boa noite irmãos e irmãs de fé. Paz e Bem.
Hoje trouxe para vocês um vídeo com a excelente explicação do abençoado Padre Paulo Ricardo, sobre o significado da palavra devoção. Vamos entender com ele.
Que Deus os abençoe, fiquem com a paz de Jesus e o amor materno de Nossa Senhora!
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé Blog

O que é Devoção?

O mundo moderno, tão pusilânime nas coisas de Deus, não entende mais o significado da palavra devoção. Para os homens e mulheres de hoje as práticas devocionais não passam de sentimentalismo subjetivista que os mantém aprisionados ao passado. Falar em ato de vontade, em estar em estado de prontidão parece ser algo ultrapassado. Tudo precisa ser processado, ruminado, oferecido sem que seja preciso sacrifício ou esforço. A relativização chegou até mesmo ao culto a Deus. Urge recuperar o sentido da palavra e a sua prática, para assim, viver melhor a caridade e a devoção. É sobre esse tema que o Padre Paulo Ricardo fala nesta Resposta Católica.


Fonte: Padre Paulo Ricardo



quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Papa Francisco pediu perdão por “monstruosidade” de abusos sexuais na Igreja

Papa Francisco pediu perdão por abusos sexuais na Igreja

Roma, 17 Ago. 17 / 12:00 pm (ACI).- Em fevereiro deste ano, foi divulgado que o Papa Francisco escreveu o prólogo de um livro no qual pediu perdão pela “monstruosidade” dos abusos sexuais perpetrados por alguns sacerdotes na Igreja, uma notícia começou a circular nesses dias devido à publicação do texto em alemão.

O Pontífice escreveu o prólogo do livro “Perdoo-lhe, padre”, do francês Daniel Pittet, o qual conheceu em 2015 e foi vítima de abusos sexuais cometidos pelo sacerdote Joël Allaz.

Pittet, de 57 anos e pai de seis filhos, sofreu abusos sexuais entre 1968 e 1972, quando tinha entre 9 e 13 anos. No total, Allaz havia abusado de aproximadamente 24 menores entre 1958 e 1995, tanto na Suíça como na França.

Em novembro de 2016, Daniel entrevistou o seu abusador. Apesar de ter sofrido abuso sexual do sacerdote, este pai de família manteve firme a sua fé católica.

No prólogo, publicado integramente em espanhol no dia 13 de fevereiro deste ano, o Santo Padre se questionou: “Como é que um padre a serviço de Cristo e da sua Igreja pode infligir tanto mal? Como é que alguém que dedicou toda a sua vida para conduzir as crianças até Deus acaba, ao invés, por devorá-las naquilo a que chamei um ‘sacrifício diabólico’ que destrói tanto a vítima como a vida da Igreja?”.

“Algumas das vítimas acabam por se suicidar. Estas mortes pesam no coração e na consciência, minha e de toda a Igreja. Às suas famílias ofereço os meus sentimentos de amor e de dor e peço, humildemente, perdão”.

O abuso sexual, recordou Francisco, “é uma absoluta monstruosidade, um pecado horrível, radicalmente contra tudo o que Cristo nos ensina”.

O Santo Padre também salientou que “temos afirmado que é nosso dever ser extremamente rigorosos com os padres que traem a sua missão e com a hierarquia,bispos ou cardeais que os protejam, como já aconteceu no passado”.

O Papa indicou então que, “na sua adversidade, Daniel Pittet encontrou também outra face da Igreja e isso permitiu-lhe não perder a esperança nos homens e em Deus”.

“Fala-nos também do poder da oração que jamais abandonou e que o tem confortado nas horas mais escuras”, disse.

Daniel, assinalou o Papa, “optou por se encontrar com o seu atormentador 44 anos mais tarde, para olhar nos olhos daquele que o feriu até à profundeza da sua alma. Estendeu-lhe a mão”.

O Papa expressou a sua gratidão a Daniel, “porque os testemunhos como o dele deitam abaixo o muro de silêncio que tem coberto os escândalos e o sofrimento, lançando luz sobre uma área obscura e terrível da vida da Igreja”.

“Rezo pelo Daniel e por todos os que, como ele, viram a sua inocência ferida, que Deus os eleve e os cure, e que nos dê a todos o seu perdão e a sua misericórdia”, concluiu o Pontífice. (1)

---------------------

O autor

Nascido em Friburgo, Daniel Pittet, 58 anos, quando criança foi abusado por anos pelo frade capuchinho Joël Allaz. Após uma longa terapia, ele decidiu narrar os fatos de maneira crua e direta.

O Papa Francisco escreve ter visto “mais uma vez os danos assustadores causados pelos abusos sexuais e o longo e doloroso caminho que aguarda pelas vítimas”. Assim, “para quem foi vítima de um pedófilo – escreve Bergoglio -  é difícil contar aquilo que sofreu, descrever os traumas que ainda persistem mesmo há distância de anos. Por este motivo, o testemunho de Daniel Pittet é necessário, precioso e corajoso”.

O perdão


O livro também traz uma entrevista com o Padre Joël Allaz de julho de 2016, onde o sacerdote fala dos tantos abusos cometidos durante sua vida sacerdotal.

“No ano passado - contou Pittet - o encontrei. Estava velho, tive dificuldades em reconhecer o monstro da minha infância. Me olhou, percebi o seu medo. Mas não me pediu desculpas, não me pareceu arrependido de todo o mal que fez”.

“Escolheu encontrar o seu molestador 44 anos mais tarde e de olhar nos olhos o homem que o feriu no profundo da alma – sublinha o Papa. E estendeu a mão a ele. A criança ferida é hoje um homem em pé, frágil mas em pé. Fiquei muito tocado pelas suas palavras: “Muitas pessoas não conseguem entender que eu não o odeio. Eu o perdoei e construí a minha vida em cima daquele perdão”. (2)

Fonte: ACI digital (1) e Radio Vaticano (2)



Bispos brasileiros convocam Jornada de Oração e Jejum pelo Brasil (1° a 7 de setembro)

Bispos brasileiros convocam Oração pelo Brasil

REDAÇÃO CENTRAL, 17 Ago. 17 / 02:00 pm (ACI).- A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convoca todos os fiéis a uma Jornada de Oração e Jejum pelo país, entre os dias 1º e 7 de setembro, diante do “momento difícil e de apreensão” pelo qual se está passando.

Em carta enviada aos Bispos do Brasil, a presidência da CNBB explica que decidiu mobilizar os cristãos a rezar pelo país, após análise da realidade brasileira feita na última reunião do Conselho Episcopal Pastoral, nos dias 10 e 11 de agosto.

“A realidade econômica, política, ética vem acompanhada de violência e desesperança”, assinala a carta aos bispos.

A data escolhida como Dia de Oração é o 7 de setembro, porque marca a Independência do Brasil, sendo comemorado o Dia da Pátria.

Para o secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, a Jornada de Oração é uma oportunidade para os cristãos e as pessoas de boa vontade que querem um Brasil melhor.

“Nós estamos necessitados de um novo Brasil, mais ético; de uma política mais transparente. Nós não podemos chegar a um impasse de acharmos que a política pode ser dispensada. A política é muito importante, mas do modo do comportamento de muitos políticos, ela está sendo muito rejeitada dentro do Brasil”, assinalou ao site da CNBB.

De acordo com Dom Steiner, a expectativa é “que esse dia de jejum e oração ajude a refletir essa questão em maior profundidade”.

A Conferência enviou também aos Bispos uma oração, a mesma sugerida por ocasião da Solenidade de Corpus Christi, com uma pequena adaptação na última prece.

Confira a seguir a oração completa:

JORNADA DE ORAÇÃO PELO BRASIL

Semana da Pátria – 1º a 07 de setembro de 2017

07 de setembro – dia da Pátria: Vida em primeiro lugar

“A paz é o nome de Deus” (Papa Francisco)

Diante do grave momento vivido por nosso país, dirijamos nossa oração a Deus, pedindo a bênção da paz para o Brasil.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vivemos um momento triste, marcado por injustiças e violência. Para construirmos a justiça e a paz, em nosso país, necessitamos muito do vosso amor misericordioso, que nunca se cansa de perdoar.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Estamos indignados, diante de tanta corrupção e violência que espalham morte e insegurança. Pedimos perdão e conversão. Nós cremos no vosso amor misericordioso que nos ajuda a vencer as causas dos graves problemas do País: injustiça e desigualdade, ambição de poder e ganância, exploração e desprezo pela vida humana.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Ajudai-nos a construir um país justo e fraterno. Que todos estejamos atentos às necessidades das pessoas mais fragilizadas e indefesas! Que o diálogo e o respeito vençam o ódio e os conflitos! Que as barreiras sejam superadas por meio do encontro e da reconciliação! Que a política esteja, de fato, a serviço da pessoa e da sociedade e não dos interesses pessoais, partidários e de grupos.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vosso Filho, Jesus, nos ensinou: “Pedi e recebereis”. Por isso, nós vos pedimos confiantes: fazei que nós, brasileiros e brasileiras, sejamos agentes da paz, iluminados pela Palavra e alimentados pela Eucaristia.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Vosso filho Jesus está no meio de nós, trazendo-nos esperança e força para caminhar. A comunhão eucarística seja fonte de comunhão fraterna e de paz, em nossas comunidades, nas famílias e nas ruas.

Pai misericordioso, nós vos pedimos pelo Brasil!

Neste ano em que celebramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, queremos seguir o exemplo de Maria, permanecendo unidos a Jesus Cristo, que convosco vive, na unidade do Espírito Santo.

Amém!

(Pai nosso! Ave, Maria! Glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!)

Fonte: ACI digital



Imagem da Virgem Maria é encontrada no fundo do mar

Imagem da Virgem Maria é encontrada no mar

Por Natalia Zimbrão

Imagem da Virgem Maria no fundo do mar / Foto: Cibele Sanches - Bolhas em Foco

FLORIANÓPOLIS, 16 Ago. 17 / 10:00 am (ACI).- Uma imagem de Nossa Senhora encontrada no fundo do mar tem chamado a atenção de mergulhadores em Florianópolis (SC), mas ninguém sabe ainda dizer quem a colocou lá nem o motivo.

A imagem do Sagrado Coração de Maria, de 40 centímetros, foi encontrada a cerca de seis metros de profundidade, na reserva biológica da Ilha do Arvoredo, e alcançou grande repercussão nas redes sociais após a divulgação de fotos feitas pela mergulhadora e a fotógrafa subaquática Cibele Sanches.

Cibele contou à ACI Digital que ficou sabendo dessa imagem no fundo do mar em março, após ver algumas fotos. Há dois meses, conseguiu realizar um mergulho no local e fotografar a estátua da Virgem, em “um lugar muito bonito”.

Em uma recente reportagem de uma rede de televisão local, ela contou esta história e foram ao local onde está a imagem. Despois disso, a repercussão “ganhou uma proporção muito grande”.

De acordo com a fotógrafa, “a imagem está colocada bem no cantinho, protegida”, debaixo de duas pedras, como uma gruta natural.

“É muito pouco provável que tenha caído de uma embarcação”, ressaltou, explicando que trata-se de uma imagem “pesada, que está encaixada no local”. “Alguém colocou a imagem lá e teve muito trabalho”.

Para expressar a curiosidade e o mistério que gera a presença da imagem no fundo do mar, Cibele citou a frase dita por um amigo seu: “Isso é algo que nem os peixinhos contam”.


A fotógrafa, que diz não ser católica, mas sim religiosa, afirmou que “dependendo a crença de cada pessoa”, alguns podem se sentir protegidos pela Virgem Maria no fundo do mar com a presença daquela imagem.

“O mestre da embarcação em que estávamos é muito católico e eu disse a ele: ‘vou lá agradecer mais um pouquinho’”, contou.

Reserva biológica
A Ilha do Arvoredo é uma das únicas reservas marinhas biológicas do Brasil, desde a década de 1990, quando o então presidente José Sarney assinou o decreto.

O ponto onde foi encontrara a imagem da Virgem Maria está fora da unidade de conservação permanente, porém, o chefe do ICMBio, Ricardo Castelli Vieira, esclareceu ao site ‘Diário Catarinense’ que para colocar qualquer tipo de material no fundo do mar é preciso autorização da Marinha do Brasil.

A fotógrafa Cibele Sanches também alertou para a importância de preservar o meio ambiente, “mesmo que a imagem tenha ficado muito bonita lá”.

“É preciso dizer às pessoas que não devem colocar coisas no fundo do mar, para que outros não façam o mesmo. Existem outras maneiras de manifestar a fé e o respeito e tenho certeza que a santinha vai apreciar também”, manifestou.

Por fim, expressou o desejo de “que Ela proteja o mar”.

Imagens sob a água 

Em outras partes do mundo imagens da Virgem Maria estão presentes no fundo do mar. É o caso de uma imagem de 14 metros da Mãe de Deus colocada a cerca de 24 metros de profundidade na praia de Bien Unido, na província de Bohol, nas Filipinas, em 2010.

As autoridades consideraram que ao instalar a imagem sob o mar, desanimariam a pesca ilegal na região, danificada pelo uso de dinamites e cianeto. Além disso, expressaram que os mergulhadores poderiam “rezar debaixo d’água, para ter um momento de reflexão mais profunda daquela que normalmente se experimenta, e expressar seu agradecimento (a Deus) por guia-los a salvo através de todas as suas aventuras de mergulho”.

Por outro lado, em Málaga, na Espanha, uma imagem de Nossa Senhora do Carmo foi colocada no fundo do mar e todos os anos e é retirada por um grupo de mergulhadores para uma procissão, por ocasião da Festa desta devoção mariana.


Fonte: ACI digital
Facebook Bolhas em Foco

video




terça-feira, 15 de agosto de 2017

Santa Casa de Santos muda serviço religioso e tira Igreja Católica do hospital

Santa Casa de Santos tira Igreja Católica do hospital

Atividades deixam de ser realizadas por falta de acordo; capelão ecumênico foi contratado

A notícia da mudança na forma de atendimento religioso na Santa Casa de Santos surpreendeu fiéis na última semana. Sem acordo contratual entre a administração do hospital e a Província Camiliana, responsável pelo serviço no local, a capelania exclusiva deve ser encerrada até o final deste mês.

De acordo com o bispo diocesano, dom Tarcísio Scaramussa, as negociações para a renovação do convênio foram inconclusivas. “A Santa Casa apresentou uma proposta com condições impossíveis de serem cumpridas, pois interferiam diretamente no trabalho religioso. Eles também não aceitaram uma contraproposta”, explica.

Atualmente, além de missas diárias, o capelão José Carlos Romano faz visitas aos doentes, aconselha familiares, ministra a extrema-unção e atende no velório.

Apesar da afirmação do bispo, o padre Romano, que atua há 26 anos na Santa Casa, ainda não sabe quando deve deixar o posto. Sem receber a verba do contrato atual desde outubro de 2015, o religioso se diz perseguido dentro do hospital.

“Fui demitido pela mulher do provedor, apesar de não ser um funcionário. Como o que me importa de fato aqui é o meu trabalho com os doentes, continuei trabalhando, mesmo sem os recursos”, afirma.

Pelo acordo, Romano receberia cinco salários mínimos (R$ 4.685,00). Na proposta apresentada pela Santa Casa, esse valor seria reduzido para dois salários (R$ 1.874,00).

Scaramussa, no entanto, afirma que a Igreja Católica não deixará de atender quem precise dos serviços. “Vamos prestar o atendimento da mesma forma que fazemos nos outros hospitais da Cidade. Sempre que necessitarem, a Paróquia Santa Cruz (na Vila Mathias) continuará atendendo”.

Conforme o bispo, a capela que fica dentro da Santa Casa não pode ser utilizada para outro fim que não seja o de uma capela católica. “Foi construída com essa finalidade. Apesar de estar dentro da área da Irmandade, eles não podem usar (o imóvel) para outra coisa sem a permissão da Diocese”

Quem frequenta as missas da capela Santa Isabel ou conhece o serviço de capelania não entende a decisão. “Sei bem o quanto é importante ter esse apoio numa hora difícil. Já tive pai e mãe internados no hospital, e ter a capela e o padre disponíveis na hora que se precisa é um suporte muito grande”, afirma a assistente social Léa Pucciariello.

“Padre Romano é uma pessoa espirituosa, sempre querendo ajudar a todos. Se fizerem isso, vai fazer muita falta no atendimento”, afirma José Miranda Fernandes, agente da Pastoral da Saúde.

Custo é inviável, afirma instituição

Durante dois dias, A Tribuna solicitou entrevista com um representante da Santa Casa para comentar o assunto, mas ninguém foi posto à disposição para falar. Por nota, a entidade afirma que, em abril de 2016, enviou ofício à Província Camiliana Brasileira informando da rescisão do contrato.

O acordo estava vigente desde 1989 e previa o valor de 14 salários mínimos (equivalente, atualmente, a R$ 15 mil) mensais para manter um padre na capela do hospital.

“Quando a gestão atual assumiu, este valor estava em cinco salários mínimos mensais, tornando-se quantia inviável de ser mantida, (em) face (da) crise financeira que a instituição atravessava”, informa a nota.

A entidade afirma que chegou a oferecer R$ 3 mil para manter um padre na capela do hospital. “Porém, no dia 4 de agosto (sexta-feira passada), recebemos o comunicado de que a proposta não seria aceita ‘por questões operacionais".

A Santa Casa afirma, ainda, que “inúmeras reclamações por parte de pacientes e familiares, que registravam a insatisfação em nossa Ouvidoria”, fizeram com que a administração do hospital pedisse providências aos camilianos.

Em outubro do ano passado, após processo seletivo, a Santa Casa contratou um capelão ecumênico para dar atendimento a todas as religiões com um contrato de R$ 2,2 mil ao mês.

A nota informa, ainda, que a capela “permanecerá aberta, com acesso a todos que nela quiserem professar a palavra”.

Fonte: A Tribuna



Baixada Santista tem oito transferências de padres entre paróquias

Baixada Santista tem transferências de padres

Segundo bispo, o motivo é o baixo número de padres na região, o que dificulta a reposição

Mais uma vez, a Baixada Santista terá transferências de padres entre paróquias. Serão oito alterações a partir de setembro. Segundo o bispo da Diocese de Santos, dom Tarcísio Scaramussa, o motivo é a necessidade, já que a região atua com um número "apertado" no clero.

"Tem padre que vai estudar na Europa e preciso que alguém vá para a comunidade onde ele atua. Não temos padres avulsos ou sem nenhum cargo pastoral para repor", explica Scaramussa, destacando a dificuldade na missão. "Estamos com número estreito e, de alguma forma, está faltando (padre), sim. Enquanto não tivermos novas ordenações, estaremos no limite", diz o bispo, lembrando que nas alterações, o padre Wilhelm Barbosa, por exemplo, acumulará as paróquias N. Sra. do Perpétuo Socorro e São José de Anchieta, ambas de São Vicente.

Para este ano estão previstas duas ordenações. São 17 pessoas em estudos, mas são necessários sete anos para se formar um padre: três na faculdade de Filosofia e quatro em Teologia, além do seminário.

Mudanças

A lista de mudanças começa com o padre Felipe Sardinha Bueno, atual administrador Paroquial da Igreja Nossa Senhora da Lapa (Cubatão). Ele irá para Roma cursar mestrado em Teologia Moral, na Academia Alfonsiana (Pontifícia Universidade Lateranense).

Entra no lugar dele o padre João Chungath, atualmente na Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Santos).

Para cobrir a paróquia da Aparecida assume lá o pároco Lucas Alves da Silva, da São Tiago Apóstolo (Santos). Outra alteração é a ida do padre Aluísio Antônio da Silva, da Paróquia São José de Anchieta (São Vicente), para São Thiago Apóstolo (Santos).

Já o padre Wilhelm dos Santos Barbosa, da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (São Vicente), será Administrador Paroquial da São José de Anchieta (São Vicente). A sexta mudança é a entrada do padre Valdeci João dos Santos, Vigário Episcopal, para a dimensão social da evangelização, com residência na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida (Santos).

A sétima alteração é de José Fernandes da Silva, que será vigário paroquial na Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (São Vicente). E, por fim, Tom Thomas Anchnkandom será vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora da Conceição (Itanhaém).
Fonte: A Tribuna



Papa Francisco: Maria nos capacita a atravessar com fé os momentos dolorosos

Papa Francisco: Maria nos capacita
Cidade do Vaticano (RV) 15/08/2017 - “Trazendo Jesus, Nossa Senhora traz também a nós uma nova alegria, cheia de significado; nos traz uma nova capacidade de atravessar com fé os momentos mais dolorosos e difíceis”.
Falando aos milhares de fiéis presentes na Praça São Pedro para o Angelus na Solenidade da Assunção, o Papa Francisco recordou que devemos pedir a Maria para nossas famílias e comunidades aquele “dom imenso”, “a graça que é Jesus Cristo”.

A narrativa de Lucas da visita de Maria à sua prima Isabel inspirou a reflexão do Papa, que precede a oração do Angelus.

Francisco recordou que “na casa de Isabel e de seu marido Zacarias, onde antes reinava a tristeza pela falta de filhos, agora existe a alegria de uma criança que chega, uma criança que se tornará o grande João Batista, precursor do Messias”. E completou:

“E quando chega Maria, a alegria transborda e explode nos corações, porque a presença invisível mas real de Jesus preenche tudo com um sentido: a vida, a família, a salvação do povo, tudo!”

“E esta alegria plena – explica o Santo Padre – se expressa com a voz de Maria na oração estupenda” do Magnificat:

“É o canto de louvor a Deus que opera grandes coisas por meio das pessoas humildes, desconhecidas para o mundo, como é a própria Maria, como é o seu esposo José, e como é também o local onde vivem, Nazaré. As grandes coisas que Deus fez com as pessoas humildes! As grandes coisas que o Senhor faz no mundo com os humildes, porque a humildade é como um vazio, que deixa espaço para Deus. O humilde é poderoso, não porque é forte. E esta é a grandeza do humilde, da humildade.”

“Gostaria de perguntar a vocês, e também a mim - completou Francisco. Mas não se responde em voz alta, cada um responde no coração. Como está a minha humildade?”

“O Magnificat – disse o Papa – canta o Deus misericordioso e fiel que cumpre o seu plano de salvação com os pequenos e os pobres, com aqueles que têm fé n’Ele, que confiam na sua palavra como Maria”.

“A vinda de Jesus naquela casa por meio de Maria – sublinhou Francisco – criou não somente um clima de alegria e de comunhão fraterna, mas também um clima de fé que leva à esperança, à oração, ao louvor”:

“Tudo isto nós gostaríamos que acontecesse hoje em nossas casas. Celebrando Maria Santíssima Assunta ao Céu, gostaríamos que ela, mais uma vez, trouxesse a nós, a nossas famílias, às nossas comunidades, o dom imenso, a graça única que devemos sempre pedir por primeiro e acima das outras graças que também estão no coração: a graça que é Jesus Cristo”.

“Trazendo Jesus – acrescentou o Pontífice – Nossa Senhora traz também a nós uma alegria nova, cheia de significado”:

“Nos traz uma nova capacidade de atravessar com fé os momentos mais dolorosos e difíceis; nos traz a capacidade de misericórdia para perdoar-nos, compreender-nos, apoiarmo-nos uns aos outros”.

“Maria – disse o Papa ao concluir sua reflexão – é modelo de virtude e de fé”, “agradeçamos a ela porque sempre nos precede na peregrinação da vida e da fé”, pedindo que “nos proteja e nos sustente”. “Que possamos ter uma fé forte, alegre e misericordiosa, que nos ajude a sermos santos, para nos encontrarmos com ela um dia no Paraíso”. (JE)

Fonte: Radio Vaticano



Com tweet sobre entrega ao Senhor, Papa recorda São Maximiliano Kolbe

Papa recorda São Maximiliano Kolbe
Papa reza na cela subterrânea onde ficou preso São Maximiliano Kolbe no Campo de Concentração de Auschwitz - ANSA
Cidade do Vaticano (RV) 14/08/2017 –  Com o tweet  “O caminho para entregar-se ao Senhor começa todos os dias, desde a manhã”, o Papa Francisco recorda São Maximiliano Kolbe, cuja memória litúrgica é celebrada pela Igreja este 14 de agosto, véspera da Festa da Assunção.

Ao final do Angelus em 14 de agosto de 2016, o Papa assim recordou-se do santo franciscano: “Nos sustente no nosso caminho o exemplo de São Maximiliano Kolbe, mártir da caridade, cuja festa recorre hoje: que ele nos ensine a viver o fogo do amor por Deus e pelo próximo”.

São Maximiliano Kolbe foi morto no Campo de Concentração de Auschwitz em 1941, depois de oferecer a sua vida em troca daquela de um pai de família. Ele foi beatificado pelo Papa Paulo VI em 17 de outubro de 1971 e canonização por São João Paulo II em 10 de outubro de 1982.

“Cavaleiro da Imaculada”. Um homem de alma nobre como a sua, não poderia ter concebido outro título para a sua pequena revista dedicada a Mãe Celeste, que desde pequeno havia aprendido a amar. Maximiliano Kolbe foi um cavalheiro no sentido mais elevado da palavra, até o último respiro.

Cavaleiro na vanguarda

Cavaleiro no criar, sob o nome e a proteção da Imaculada, a sua “Milícia”, em um tempo em que – era 1917 – a Europa era atravessada por exércitos durante I Guerra Mundial.

Maximiliano, de caráter sociável e otimista, entende que para combater a propaganda totalitária que logo depois do pós-guerra começava a se propagar, era necessário o empenho pastoral dos franciscanos - para os quais entrou – seja sustentado por uma maior difusão, pelo uso da tecnologia à disposição, que na época queria dizer jornal e rádio.

Milicianos de Maria

Maximiliano é inteligente, bravo no estudo, mas a tuberculose que o debilita desde jovem, o impede de pregar ou ensinar.

Os Superiores permitem então que ele se dedique à sua “Milícia”, que não deixa de recolher adeptos onde quer que seja conhecida, e também conhecido e estimado é o seu propagador, desde pelos professores até os estudantes, dos agricultores semianalfabetos aos profissionais. E é neste ponto que o religioso polonês implanta sua sala de impressão. Em 1921 sai o primeiro número do “Cavaleiro”.

Do Japão à Índia


Rapidamente tudo cresce. Um outro nobre por título, um conde, doa a ele um terreno, usado para fundar a “Niepokalanow”, a “Cidade de Maria”, enquanto as espartanas cabanas tornam-se construções de material e a velha impressora transforma-se em uma moderna tipografia.

Padre Kolbe fica motivado para levar os “Cavaleiros” da sua Milícia até o Japão e Índia, mas a doença o leva à Polônia precisamente quando o Exército de Hitler está para invadir a Polônia. Os nazistas destroem a publicação e sobretudo perseguem os franciscanos que dão acolhida a 2.500 refugiados, 1.500 deles judeus. Em 17 de fevereiro de 1941, Padre Maximiliano Kolbe é preso e em 28 de maio abrem-se para ele os portões de Auschwitz.

Príncipe entre os horrores

Naquela gaiola dos horrores, o Cavaleiro vive a sua última e mais nobre etapa de sua existência. Perde o nome e se torna um número, o 16670, é submetido à violências e lhe é designado o transporte de cadáveres no forno crematório.

Mas no lugar onde a arte da crueldade é voltada a brutalizar, a grande dignidade do sacerdote e ser humano Padre Maximiliano, desponta como um diamante: “Kolbe era um príncipe entre nós”, contará mais tarde uma sobrevivente.

Somente o amor cria

O dos escolhidos é o jovem sargento polonês, Francisco Gajowniezek, que chora e suplica ao lagherfurher para poupá-lo, porque tem mulher e filhos. A este ponto, o Padre Kolbe pede para descer no bunker em seu lugar, para surpresa dos soldados.

O martírio é lento. Consolados pelo encorajamento e pelas orações recitadas pelo Padre Maximiliano, as vozes vão se esfriando uma após outra, até apagar. Depois de duas semanas, resistem ainda quatro, um deles é o Padre Kolbe.

Os SS decidem injetar nele ácido fênico. Estendendo o braço ao médico que está para matá-lo diz: “Você não entendeu nada da vida. O ódio não serve para nada. Somente o amor cria”.

As suas últimas palavras foram: “Ave Maria”. É 14 de agosto de 1941. O corpo do Cavaleiro é cremado no dia seguinte, Festa da Assunção. (JE/AC)

Fonte: Radio Vaticano



Hoje é celebrada a Solenidade da Assunção da Santíssima Virgem Maria (15 de agosto)


Solenidade da Assunção da Santíssima Virgem Maria

REDAÇÃO CENTRAL, 15 Ago. 17 / 05:00 am (ACI).- “A Imaculada Mãe de Deus, a sempreVirgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. Assim o Papa Pio XII definiu em 1950, através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus, este dogma que é celebrado solenemente neste dia 15 de agosto – a Assunção da Santíssima Virgem Maria.

A Igreja no Brasil celebra essa solenidade no domingo seguinte, neste ano, dia 20 de agosto.

O dogma da Assunção se refere a que a Mãe de Deus, ao cabo de sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória celestial.

Na celebração desta solenidade, em 2010, o Papa Bento XVI destacou a importância dessa data. “Nesta solenidade da Assunção, contemplamos Maria: ela nos enche de esperança a um futuro repleto de alegria e nos ensina o caminho para alcançá-lo: acolher na fé o Seu Filho; nunca perder a amizade com Ele, deixando-nos iluminar e guiar pela Sua Palavra; segui-lo cada dia, inclusive naqueles momentos nos quais sentimos que nossas cruzes ficam pesadas. Maria, a arca da Aliança que habita no santuário do céu, nos indica com claridade luminosa que estamos em caminha à nossa verdadeira Casa, a comunhão da alegria e da paz com Deus”.

O Catecismo da Igreja Católica explica que “a Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).

A importância da Assunção para homens e mulheres do começo do Terceiro Milênio da Era Cristã reside na relação que existe entre a Ressurreição de Cristo e nossa. A presença de Maria, ser humano como nós, que se encontra em corpo e alma já glorificada no Céu, é isso: uma antecipação da nossa própria ressurreição.

O Papa João Paulo II, em uma de suas catequeses sobre a Assunção, explicou isto nos seguintes termos: “O dogma da Assunção, afirma que o corpo de Maria foi glorificado depois de sua morte. Com efeito, enquanto para os demais homens a ressurreição dos corpos ocorrerá no fim do mundo, para Maria a glorificação do seu corpo se antecipou por singular privilégio”.

“Contemplando o mistério da Assunção da Virgem, é possível compreender o plano da Providência Divina com respeito a humanidade: depois de Cristo, Verbo Encarnado, Maria é a primeira criatura humana que realizou o ideal escatológico, antecipando a plenitude da felicidade prometida aos eleitos mediante a ressurreição dos corpos”, declarou São João Paulo II, na audiência geral de 9 de julho de 1997.

Ao celebrar esta solenidade em 1997, João Paulo II indicou: “Maria Santíssima nos mostra o destino final dos que ‘escutam a Palavra de Deus e a cumprem’ (Lc 11,28). Estimula-nos a elevar nosso olhar às alturas onde se encontra Cristo, sentado à direita do Pai, e onde também está a humilde escrava de Nazaré, já na glória celestial”.


Fonte: ACI digital


5 chaves para entender o dogma da Assunção da Virgem Maria

Por Liliana Montes

REDAÇÃO CENTRAL, 15 Ago. 17 / 08:00 am (ACI).- No dia 15 de agosto a Igreja celebra o dogma da Assunção da Virgem Maria aos céus. A seguir confira alguns pontos importantes que nos ajudarão a entender melhor esta verdade de fé:

1. O que é um dogma?


Um dogma é uma verdade de fé absoluta, definitiva, infalível, irrevogável e inquestionável revelada por Deus, através das Sagradas Escrituras ou da Sagrada Tradição. Depois de ser proclamado não se pode revogar ou negar, nem pelo Papa nem por decisão conciliar.

Para que uma verdade se torne dogma, é necessário que seja proposta de maneira direta pela Igreja Católica aos fiéis como parte de sua fé e de sua doutrina, através de uma definição solene e infalível pelo Supremo Magistério da Igreja.

2. O Dogma da Assunção da Virgem

Segundo a tradição e a teologia da Igreja Católica, a Assunção da Virgem é a celebração de quando o corpo e a alma de Maria, Mãe de Jesus Cristo, foram glorificados e levados ao Céu no final da sua vida terrena. Não deve ser confundido com a Ascensão, a qual se refere a Jesus Cristo.

Diz-se que a ressurreição dos corpos acontecerá no final dos tempos, mas no caso da Virgem Maria este acontecimento foi antecipado por um privilégio singular.

Este dogma também é celebrado pela Igreja ortodoxa.

3. Declaração do dogma


Desde 1849 começaram a chegar à Santa Sé diversos pedidos a fim de que a Assunção da Virgem fosse declarada doutrina da fé. No dia 1º de novembro de 1950, o Papa Pio XII publicou a Constituição Apostólica Munificentissimus Deus que declara como dogma de fé a Assunção da Virgem Maria com estas palavras:

“Depois de elevar a Deus muitas e reiteradas preces e de invocar a luz do Espírito da Verdade, para glória de Deus onipotente, que outorgou à Virgem Maria sua peculiar benevolência; para honra do seu Filho, Rei imortal dos séculos e vencedor do pecado e da morte; para aumentar a glória da mesma augusta Mãe e para gozo e alegria de toda a Igreja, com a autoridade de nosso Senhor Jesus Cristo, dos bem-aventurados apóstolos Pedro e Paulo e com a nossa, pronunciamos, declaramos e definimos ser dogma divinamente revelado que a Imaculada Mãe de Deus e sempre Virgem Maria, terminado o curso da sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória do céu”.

4. Importância da Assunção da Virgem


Esta festa tem dois objetivos: a feliz partida de Maria desta vida e a assunção do seu corpo ao céu. A resposta do motivo desta celebração ser importante para os católicos é encontrada no Catecismo da Igreja Católica, que diz: “A Assunção da Santíssima Virgem constitui uma participação singular na Ressurreição do seu Filho e uma antecipação da Ressurreição dos demais cristãos” (966).

A importância da Assunção da Virgem para nós está relacionada com a Ressurreição de Jesus Cristo e a nossa ressurreição. O fato de que Maria esteja em corpo e alma já glorificada no Céu é a antecipação da nossa própria ressurreição, pois ela é um ser humano como nós.

5. Dormição ou Morte de Maria?


A Escritura não dá detalhes a respeitos dos últimos anos de Maria sobre a terra, dePentecostes até a sua Assunção, apenas sabemos que a Virgem foi confiada por Jesus a São João. Ao declarar o dogma da Assunção de Maria, Pio XII não quis dizer se a Virgem morreu e ressuscitou em seguida ou se partiu diretamente ao céu. Muitos teólogos pensam que a Virgem morreu para se assemelhar mais a Jesus, mas outros sustentam a Dormição da Virgem, celebrada no Oriente desde os primeiros séculos.

Ambas as posições coincidem em que a Virgem Maria, por um privilégio especial de Deus, não experimentou a corrupção do seu corpo e foi assunta ao céu, onde reina viva e gloriosa, junto com Jesus.

Fonte: ACI digital



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Hoje a Igreja celebra São Maximiliano Maria Kolbe, o mártir da caridade (14 de agosto)

São Maximiliano Maria Kolbe

REDAÇÃO CENTRAL, 14 Ago. 17 / 05:00 am (ACI).- “Por Jesus Cristo estou disposto a qualquer tipo de sofrimento. A Imaculada está comigo e ela me ajuda”, costumava dizer São Maximiliano Kolbe, sacerdote que morreu mártir em um campo de concentração nazista e cujo memória litúrgica a Igreja celebra neste dia 14 de agosto.

São Maximiliano Maria Kolbe nasceu na Polônia em 8 de janeiro de 1894 na cidade da Zdunska Wola, que naquele tempo estava ocupada pela Rússia. Foi batizado com o nome Raimundo, na Igreja paroquial. Aos 13 anos, ingressou no seminário franciscano da Ordem dos Frades Menores Conventuais, na cidade polonesa do Lvov, a qual, por sua vez, estava ocupada pela Áustria. No seminário, adotou o nome de Maximiliano. Finalizou seus estudos em Roma e em 1918 foi ordenado sacerdote.

Devoto da Imaculada Conceição, pensava que a Igreja devia ser militante em sua colaboração com a Graça Divina para o avanço da Fé Católica. Movido por esta devoção e convicção, fundou em 1917 um movimento chamado “Milícia da Imaculada”, cujos membros se consagrariam à Bem-aventurada Virgem Maria e teriam o objetivo de lutar mediante todos os meios moralmente válidos, pela construção do Reino de Deus em todo mundo.

Verdadeiro apóstolo moderno, iniciou a publicação da revista mensal “Cavaleiro da Imaculada”, orientada a promover o conhecimento, o amor e o serviço à Virgem Maria na tarefa de converter almas para Cristo. Com uma tiragem de 500 exemplares em 1922, alcançou cerca de 1 milhão de exemplares em 1939.

Em 1929, fundou a primeira “Cidade da Imaculada”, no convento franciscano de Niepokalanów a 40 quilômetros de Varsóvia, que no passar do tempo se converteria em uma cidade consagrada à Virgem.

Em 1931, logo após o Papa solicitar missionários, ofereceu-se como voluntário. Em 1936, retornou à Polônia como diretor espiritual do Niepokalanów e, três anos mais tarde, em plena Guerra Mundial, foi preso junto com outros frades e enviado a campos de concentração na Alemanha e Polônia. Foi liberado pouco tempo depois, precisamente no dia consagrado à Imaculada Conceição.

Foi feito prisioneiro novamente em fevereiro de 1941 e enviado à prisão de Pawiak, para ser transferido em seguida ao campo de concentração de Auschwitz, onde, apesar das terríveis condições de vida, prosseguiu seu ministério.

Em Auschwitz, o regime nazista procurava despojar os prisioneiros de todo rastro de personalidade, tratando-os de maneira desumana e impessoal, como um número; a São Maximiliano, atribuíram o número 16670. Apesar de tudo, durante sua estadia no campo, nunca abandonou sua generosidade e preocupação com os demais, assim como seu desejo de manter a dignidade de seus companheiros.

Na noite de 3 de agosto de 1941, um prisioneiro da mesma seção em que estava São Maximiliano fugiu; em represália, o comandante do campo ordenou sortear dez prisioneiros para serem executados. Entre os homens escolhidos estava o sargento Franciszek Gajowniczek, polonês, casado e com filhos. São Maximiliano, que não estava entre os dez prisioneiros escolhidos, se ofereceu para morrer em seu lugar. O comandante do campo aceitou a troca e o Padre Kolbe foi condenado a morrer de fome junto com os outros nove prisioneiros.

Dez dias depois de sua condenação e ao encontrá-lo ainda vivo, os nazistas lhe deram uma injeção letal em 14 de agosto de 1941. Em 1973, o Papa Paulo VI o beatificou e, em 1982, São João Paulo II o canonizou como Mártir da Caridade.

Fonte: ACI digital

5 dados curiosos sobre a vida de São Maximiliano Kolbe, 
mártir do século XX 

REDAÇÃO CENTRAL, 14 Ago. 17 / 08:00 am (ACI).- Neste dia 14 de agosto, é celebrado São Maximiliano Maria Kolbe, sacerdote membro da ordem dos frades menores conventuais, que morreu mártir nos campos de concentração nazistas, ao oferecer a sua vida em troca pela de um pai de família condenado à morte.

A seguir, alguns dados curiosos da vida deste santo do século XX.

1. A Virgem Maria apareceu a ele quando era criança

Ainda criança, realizou uma travessura que sua mãe reprovou. Tempos depois, a mãe viu que Kolbe tinha mudado de atitude e que, frequentemente, rezava chorando diante de um pequeno altar.

O menino lhe disse: “Quando a senhora me perguntou, mamãe, o que iria ser de mim, rezei muito a Nossa Senhora para Ela me dizer o que seria de mim. Em seguida, indo àigreja, rezei novamente. Então Ela me apareceu, tendo nas mãos duas coroas, uma branca e outra vermelha”.

“A branca significava que perseveraria na prática da pureza; a vermelha, que eu seria mártir. Respondi que as queria. Então a Virgem me olhou docemente e desapareceu”.

2. Foi condenado a morrer de fome em uma cela e sobreviveu

Durante a Segunda Guerra Mundial, foi preso e enviado aos campos de concentração. No tempo em que esteve ali, condenaram a morrer de fome em uma cela 10 prisioneiros que tentaram escapar.

São Maximiliano trocou sua vida pela do sargento polonês Franciszek Gajowniczek, que tinha explicado: “Meu Deus, eu tenho esposa e filhos”.

Nessa cela, o sacerdote seguiu incentivando seus companheiros na fé, com orações e cantos. Após duas semanas, somente São Maximiliano continuava vivo. Necessitando da cela para outros réus, os nazistas decidiram acabar com sua vida injetando-lhe ácido carbônico na veia.

3. Foi muito devoto à Imaculada Conceição

Maximiliano sempre foi muito devoto à Imaculada Conceição. Em 1917, fundou um movimento chamado “A Milícia da Imaculada”, o qual se consagrou à Virgem para lutar com todos os meios pela construção do Reino de Deus em todo o mundo.

Também iniciou a publicação de uma revista mensal chamada “Cavaleiros da Imaculada”, orientada a promover o conhecimento, o amor e o serviço à Virgem Maria.

4. Papa Francisco visitou seu túmulo

Durante sua visita ao campo de concentração nazista de Auschwitz, no marco de sua viagem apostólica à Polônia pela Jornada Mundial da Juventude Cracóvia 2016, o Papa Francisco conheceu a “cela da fome”, onde São Maximiliano foi preso até o dia de sua morte, em 14 de agosto de 1941.

No recinto escuro, em cujas paredes há uma placa de recordação e estão gravadas as vítimas com três velas ao centro, o Santo Padre se sentou e rezou sozinho e em silêncio por cerca de seis minutos.

5. Na Polônia existem os frades bombeiros de São Maximiliano

Em 1927, o santo fundou a “Cidade da Imaculada” no convento franciscano de Niepokalanów, há 40 quilômetros de Varsóvia.

Há mais de 80 anos, aquele lugar conta com um Corpo de Bombeiros Frades de São Maximiliano Maria Kolbe.

Em 1928, Kolbe reuniu e disse aos frades: “Recebemos isso das pessoas, não é nosso, por isso, temos que nos assegurarmos de que não se destrua”. Logo colocaram mãos à obra e organizaram uma guarda contra incêndios.

Fonte: ACI digital



Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana/Devoção e Fé