domingo, 31 de janeiro de 2016

O preço da fidelidade ao Evangelho que anunciamos-4º Domingo do Tempo Comum (Ano C)


O preço da fidelidade ao Evangelho que anunciamos

4º Domingo do Tempo Comum

Evangelho de Lc 4, 21-30
21.Ele começou a dizer-lhes: Hoje se cumpriu este oráculo que vós acabais de ouvir.
22.Todos lhe davam testemunho e se admiravam das palavras de graça, que procediam da sua boca, e diziam: Não é este o filho de José?
23.Então lhes disse: Sem dúvida me citareis este provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo; todas as maravilhas que fizeste em Cafarnaum, segundo ouvimos dizer, faze-o também aqui na tua pátria.
24.E acrescentou: Em verdade vos digo: nenhum profeta é bem aceito na sua pátria.
25.Em verdade vos digo: muitas viúvas havia em Israel, no tempo de Elias, quando se fechou o céu por três anos e meio e houve grande fome por toda a terra;
26.mas a nenhuma delas foi mandado Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia.
27.Igualmente havia muitos leprosos em Israel, no tempo do profeta Eliseu; mas nenhum deles foi limpo, senão o sírio Naamã.
28.A estas palavras, encheram-se todos de cólera na sinagoga.
29.Levantaram-se e lançaram-no fora da cidade; e conduziram-no até o alto do monte sobre o qual estava construída a sua cidade, e queriam precipitá-lo dali abaixo.
30.Ele, porém, passou por entre eles e retirou-se.
Reflexão

Num sàbado, no culto da sinagoga, Jesus escolheu um texto do profeta Isaías (61,1), que anunciava em nome de Deus a libertação para o povo oprimido. O comentário que fez surpreendeu a todos: "Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir". A surpresa era dupla: ele anunciava que a salvação prometida tinha chegado e, mais espantoso ainda, ele se apresentava como aquele que vinha cumprir as promessas de Deus. Alegraram-se ao ouvir que a salvação estava acontecendo; muitos, porém, não queriam acreditar que Jesus fosse o realizador das promessas. Afinal, ele era apenas o "filho de José". Alegremo-nos porque já estamos swndo salvos e podwmos viver em paz e felicidade. E saibamos reconhecer o poder divino de salvação que se manifesta de modo aparentemente débil e pobre.

Oração

Senhor Jesus Filho de Deus, carpinteiro filho de José, eu vos reconheço como meu salvador, entrego-vos toda a minha vida, e quero seguir-vos até as últimas consequências. Alegro-me por vos conhecer e vos ouvir dizer que o Pai quer perdoar-me e fazer de mim seu filho. Vejo que por mim mesmo não posso ser feliz nem livre do pecado, mas vós dizeis que me podeis salvar: creio em vós, Senhor. Salvai-me. Levai-me pelos caminhos por onde quiserdes. Confio em vôs e não peço explicações. Apenas vos peço o favor de vossa ajuda para continuar firme e nunca vos abandonar. Estou contente por ser vosso discípulo, e quero ajudar outros a vos conhecer e amar. Ensinai-me o que lhes dizer, e tocai seu coração para que vos aceitem com Senhor e Salvador. Que se cumpram em nós vossas promessas de salvação. Amém.

Fonte: 
Revista de Aparecida (janeiro/2016)



sábado, 30 de janeiro de 2016

A presença de Jesus em nossa vida nos trará toda a prosperidade-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (30 de janeiro de 2016), o Padre Marcelo Rossi continuou a semana com o lema: 
"Vamos pedir que Jesus nos conceda a graça da prosperidade na certeza de que em Cristo Jesus iremos proclamar: eu e minha casa serviremos ao Senhor com a Mãezinha passando na frente".
Trouxe para vocês seis lindos cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.

Fiquem todos na paz de Deus, um abençoado fim de semana no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:
Amados, encerrando com chave divina esta semana voltada para a total prosperidade, vamos continuar orando para que A PRESENÇA DO SENHOR JESUS NOS TRAGA TODA A PROSPERIDADE! 

Que semana incrível realizamos, colocando a prosperidade como nossa meta principal, mas ao mesmo tempo, levando a todos os corações o verdadeiro sentido do que é prosperidade. Mostrando que os bens materiais e estruturais para uma boa vida são importantes, mas a prosperidade tem um sentido muito mais amplo, tem o sentido de bem estar, de saúde para si e para sua família e claro, para tudo que rodeia sua vida, inclusive os bens materiais. Vamos encerrar esta semana reafirmando que A PRESENÇA DE JESUS NOS TRARÁ TODA A PROSPERIDADE!

Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 


"Se nada mudar, invente, e quando mudar, entenda. Se ficar difícil, enfrente, e quando ficar fácil, agradeça. Se a tristeza rondar, alegre-se, e quando ficar alegre, contagie. E quando recomeçar, acredite, você pode tudo. Tudo é possível pelo amor, e pela fé que você tem em Deus!"









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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Papa Francisco: Mensagem para a XXIV Jornada Mundial do Doente (11/02/2016)


A celebração ocorrerá no próximo dia 11 de fevereiro de 2016, com o objetivo de recordar as pessoas que enfrentam algum tipo de enfermidade e necessitam da atenção da sociedade. Instituído pelo papa João Paulo II em 1992, o Dia Mundial do Doente marca a festividade de Nossa Senhora de Lourdes.
Leia abaixo a mensagem na íntegra:

MENSAGEM DE SUA SANTIDADE FRANCISCO

PARA A XXIV JORNADA MUNDIAL DO DOENTE

(Terra Santa - Nazaré, 11 de Fevereiro de 2016)

Tema: «Confiar em Jesus misericordioso, como Maria: “Fazei o que Ele vos disser” (Jo 2, 5)»

Amados irmãos e irmãs!

A XXIV Jornada Mundial do Doente dá-me ocasião para me sentir particularmente próximo de vós, queridas pessoas doentes, e de quantos cuidam de vós.

Dado que a referida Jornada vai ser celebrada de maneira solene na Terra Santa, proponho que, neste ano, se medite a narração evangélica das bodas de Caná (Jo 2, 1-11), onde Jesus realizou o primeiro milagre a pedido de sua Mãe. O tema escolhido – Confiar em Jesus misericordioso, como Maria: «Fazei o que Ele vos disser» (Jo 2, 5) – insere-se muito bem no âmbito do Jubileu Extraordinário da Misericórdia. A celebração eucarística central da Jornada terá lugar a 11 de Fevereiro de 2016, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lurdes, e precisamente em Nazaré, onde «o Verbo Se fez homem e veio habitar connosco» (Jo 1, 14). Em Nazaré, Jesus deu início à sua missão salvífica, aplicando a Si mesmo as palavras do profeta Isaías, como nos refere o evangelista Lucas: «O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano favorável da parte do Senhor» (4, 18-19).

A doença, sobretudo se grave, põe sempre em crise a existência humana e suscita interrogativos que nos atingem em profundidade. Por vezes, o primeiro momento pode ser de rebelião: Porque havia de acontecer precisamente a mim? Podemos sentir-nos desesperados, pensar que tudo está perdido, que já nada tem sentido...

Nestas situações, a fé em Deus se, por um lado, é posta à prova, por outro, revela toda a sua força positiva; e não porque faça desaparecer a doença, a tribulação ou os interrogativos que daí derivam, mas porque nos dá uma chave para podermos descobrir o sentido mais profundo daquilo que estamos a viver; uma chave que nos ajuda a ver como a doença pode ser o caminho para chegar a uma proximidade mais estreita com Jesus, que caminha ao nosso lado, carregando a Cruz. E esta chave é-nos entregue pela Mãe, Maria, perita deste caminho.

Nas bodas de Caná, Maria é a mulher solícita que se apercebe de um problema muito importante para os esposos: acabou o vinho, símbolo da alegria da festa. Maria dá-Se conta da dificuldade, de certa maneira assume-a e, com discrição, age sem demora. Não fica a olhar e, muito menos, se demora a fazer juízos, mas dirige-Se a Jesus e apresenta-Lhe o problema como é: «Não têm vinho» (Jo 2, 3). E quando Jesus Lhe faz notar que ainda não chegou o momento de revelar-Se (cf. v. 4), Maria diz aos serventes: «Fazei o que Ele vos disser» (v. 5). Então Jesus realiza o milagre, transformando uma grande quantidade de água em vinho, um vinho que logo se revela o melhor de toda a festa. Que ensinamento podemos tirar, para a Jornada Mundial do Doente, do mistério das bodas de Caná?

O banquete das bodas de Caná é um ícone da Igreja: no centro, está Jesus misericordioso que realiza o sinal; em redor d’Ele, os discípulos, as primícias da nova comunidade; e, perto de Jesus e dos seus discípulos, está Maria, Mãe providente e orante. Maria participa na alegria do povo comum, e contribui para a aumentar; intercede junto de seu Filho a bem dos esposos e de todos os convidados. E Jesus não rejeitou o pedido de sua Mãe. Quanta esperança há neste acontecimento para todos nós! Temos uma Mãe de olhar vigilante e bom, como seu Filho; o coração materno e repleto de misericórdia, como Ele; as mãos que desejam ajudar, como as mãos de Jesus que dividiam o pão para quem tinha fome, que tocavam os doentes e os curavam. Isto enche-nos de confiança, fazendo-nos abrir à graça e à misericórdia de Cristo. A intercessão de Maria faz-nos experimentar a consolação, pela qual o apóstolo Paulo bendiz a Deus: «Bendito seja Deus e Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda consolação! Ele nos consola em toda a nossa tribulação, para que também nós possamos consolar aqueles que estão em qualquer tribulação, mediante a consolação que nós mesmos recebemos de Deus. Na verdade, assim como abundam em nós os sofrimentos de Cristo, também, por meio de Cristo, é abundante a nossa consolação» (2 Cor 1, 3-5). Maria é a Mãe «consolada», que consola os seus filhos.

Em Caná, manifestam-se os traços distintivos de Jesus e da sua missão: é Aquele que socorre quem está em dificuldade e passa necessidade. Com efeito, no seu ministério messiânico, curará a muitos de doenças, enfermidades e espíritos malignos, dará vista aos cegos, fará caminhar os coxos, restituirá saúde e dignidade aos leprosos, ressuscitará os mortos, e aos pobres anunciará a boa nova (cf. Lc 7, 21-22). E, durante o festim nupcial, o pedido de Maria – sugerido pelo Espírito Santo ao seu coração materno – fez revelar-se não só o poder messiânico de Jesus, mas também a sua misericórdia.

Na solicitude de Maria, reflecte-se a ternura de Deus. E a mesma ternura torna-se presente na vida de tantas pessoas que acompanham os doentes e sabem individuar as suas necessidades, mesmo as mais subtis, porque vêem com um olhar cheio de amor. Quantas vezes uma mãe à cabeceira do filho doente, ou um filho que cuida do seu progenitor idoso, ou um neto que acompanha o avô ou a avó, depõe a sua súplica nas mãos de Nossa Senhora! Para nossos familiares doentes, pedimos, em primeiro lugar, a saúde; o próprio Jesus manifestou a presença do Reino de Deus precisamente através das curas. «Ide contar a João o que vedes e ouvis: os cegos vêem e os coxos andam; os leprosos ficam limpos e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam» (Mt 11, 4-5). Mas o amor, animado pela fé, leva-nos a pedir, para eles, algo maior do que a saúde física: pedimos uma paz, uma serenidade da vida que parte do coração e que é dom de Deus, fruto do Espírito Santo que o Pai nunca nega a quantos Lho pedem com confiança.

No episódio de Caná, além de Jesus e sua Mãe, temos aqueles que são chamados «serventes» e que d’Ela recebem esta recomendação: «Fazei o que Ele vos disser» (Jo 2, 5). Naturalmente, o milagre dá-se por obra de Cristo; contudo Ele quer servir-Se da ajuda humana para realizar o prodígio. Poderia ter feito aparecer o vinho directamente nas vasilhas. Mas quer valer-Se da colaboração humana e pede aos serventes que as encham de água. Como é precioso e agradável aos olhos de Deus ser serventes dos outros! Mais do que qualquer outra coisa, é isto que nos faz semelhantes a Jesus, que «não veio para ser servido, mas para servir» (Mc 10, 45). Aqueles personagens anónimos do Evangelho dão-nos uma grande lição. Não só obedecem, mas fazem-no generosamente: enchem as vasilhas até cima (cf. Jo 2, 7). Confiam na Mãe, fazendo, imediatamente e bem, o que lhes é pedido, sem lamentos nem cálculos.

Nesta Jornada Mundial do Doente, podemos pedir a Jesus misericordioso, pela intercessão de Maria, Mãe d’Ele e nossa, que nos conceda a todos a mesma disponibilidade ao serviço dos necessitados e, concretamente, dos nossos irmãos e irmãs doentes. Por vezes, este serviço pode ser cansativo, pesado, mas tenhamos a certeza de que o Senhor não deixará de transformar o nosso esforço humano em algo de divino. Também nós podemos ser mãos, braços, corações que ajudam a Deus a realizar os seus prodígios, muitas vezes escondidos. Também nós, sãos ou doentes, podemos oferecer as nossas canseiras e sofrimentos como aquela água que encheu as vasilhas nas bodas de Caná e foi transformada no vinho melhor. Tanto com a ajuda discreta de quem sofre, como suportando a doença, carrega-se aos ombros a cruz de cada dia e segue-se o Mestre (cf. Lc 9, 23); e, embora o encontro com o sofrimento seja sempre um mistério, Jesus ajuda-nos a desvendar o seu sentido.

Se soubermos seguir a voz d’Aquela que recomenda, a nós também, «fazei o que Ele vos disser», Jesus transformará sempre a água da nossa vida em vinho apreciado. Assim, esta Jornada Mundial do Doente, celebrada solenemente na Terra Santa, ajudará a tornar realidade os votos que formulei na Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia: «Possa este Ano Jubilar, vivido na misericórdia, favorecer o encontro com [o judaísmo e o islamismo] e com as outras nobres tradições religiosas; que ele nos torne mais abertos ao diálogo, para melhor nos conhecermos e compreendermos; elimine todas as formas de fechamento e desprezo e expulse todas as formas de violência e discriminação» (Misericordiae Vultus, 23). Cada hospital ou casa de cura pode ser sinal visível e lugar para promover a cultura do encontro e da paz, onde a experiência da doença e da tribulação, bem como a ajuda profissional e fraterna contribuam para superar qualquer barreira e divisão.

Exemplo disto são as duas Irmãs canonizadas no passado mês de Maio: Santa Maria Alfonsina Danil Ghattas e Santa Maria de Jesus Crucificado Baouardy, ambas filhas da Terra Santa. A primeira foi uma testemunha de mansidão e unidade, dando claro testemunho de como é importante tornarmo-nos responsáveis uns pelos outros, vivermos ao serviço uns dos outros. A segunda, mulher humilde e analfabeta, foi dócil ao Espírito Santo, tornando-se instrumento de encontro com o mundo muçulmano.

A todos aqueles que estão ao serviço dos doentes e atribulados, desejo que vivam animados pelo espírito de Maria, Mãe da Misericórdia. «A doçura do seu olhar nos acompanhe neste Ano Santo, para podermos todos nós redescobrir a alegria da ternura de Deus» (ibid., 24) e levá-la impressa nos nossos corações e nos nossos gestos. Confiamos à intercessão da Virgem as ânsias e tribulações, juntamente com as alegrias e consolações, dirigindo-Lhe a nossa oração para que Ela pouse sobre nós o seu olhar misericordioso, especialmente nos momentos de sofrimento, e nos torne dignos de contemplar, hoje e para sempre, o Rosto da misericórdia que é seu Filho Jesus.

Acompanho esta súplica por todos vós com a minha Bênção Apostólica.

Vaticano, 15 de Setembro – Memória de Nossa Senhora das Dores – do ano 2015.

Fonte: Vatican.va



No Ano da Misericórdia, Dia Mundial do Enfermo será celebrado na Terra Santa


VATICANO, 29 Jan. 16 / 11:30 am (ACI).- Em 11 de fevereiro, a Igreja recorda o Dia Mundial do Enfermo, data que celebra de forma solene a cada três anos. Neste ano, a celebração acontecerá de 7 a 13 de fevereiro, em Nazaré na Terra Santa, baseada na mensagem do Papa Francisco intitulada “Confiar em Jesus misericordioso, como Maria: Fazei o que Ele vos disser”, a qual foi lançada em setembro do ano passado.

O evento foi apresentado na quinta-feira, 28, na sala de Imprensa da Santa Sé, com a participação do presidente do Pontifício Conselho da Pastoral para os Agentes de Saúde, Dom Zygmunt Zimowski, dos membros do dicastério romano, Mons. Jean-Marie Musivi Mupendawatu e Pe. Augusto Chendi, e do secretário geral da Assembleia dos Ordinários Católicos da Terra Santa, Pe. Pietro Felet.

Este Dia Mundial do enfermo também será inserido no contexto do Ano da Misericórdia. Por isso, conforme Francisco explica em sua mensagem, Nazaré foi escolhida para acolher a celebração solene, uma vez que foi onde Jesus realizou seu primeiro milagre por intercessão de Maria.

“A Celebração Eucarística central da Jornada terá lugar a 11 de fevereiro de 2016, memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, e precisamente em Nazaré, onde ‘o Verbo Se fez homem e veio habitar conosco’” explica o Pontífice.

Ele acrescenta ainda que “em Nazaré, Jesus deu início à sua missão salvífica, aplicando a Si mesmo as palavras do profeta Isaías, como nos refere o evangelista Lucas: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu para anunciar a Boa-Nova aos pobres; enviou-me a proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; a mandar em liberdade os oprimidos, a proclamar um ano favorável da parte do Senhor’”.

Nos dias em que o evento acontece, Pe. Pietro Felet explicou que acontecerão diferentes atividades não apenas em Nazaré, mas também em Belém e Ramallah. O objetivo, conforme assinalou a Rádio Vaticano é “ir ao encontro das exigências dos peregrinos e dos fiéis residentes, alguns dos quais impedidos de ir e vir por parte das autoridades”.

Além disso, durante a coletiva, Pe. Augusto Chendi recordou que será concedida a indulgência plenária e parcial para quem, segundo diferentes modalidades, de 7 a 13 de fevereiro, participar das intenções do Dia Mundial do Enfermo.

A respeito dos enfermos, em sua mensagem, o Santo Padre afirma que “a doença, sobretudo se grave, põe sempre em crise a existência humana e suscita interrogações que nos atingem em profundidade”. Ele ressalta que “nestas situações, a fé em Deus se, por um lado, é posta à prova, por outro, revela toda a sua força positiva”.

Assim, durante a apresentação do Dia Mundial do Enfermo, o Arcebispo Zimowski assinalou que é neste ponto que esta data encontra sua razão de ser: “fazer o bem a quem sofre e fazer do próprio sofrimento um bem, ou seja, sensibilizar os doentes, para oferecer seus sofrimentos em favor dos outros, em favor da Igreja”, declarou, segundo a Rádio Vaticano.

O Prelado ressaltou que “o fato de não poder curar, de não poder ajudar como Jesus, nos intimida”. Entretanto, incentivou a “superar este embaraço”. De acordo com o site vaticano, Dom Zimowski salientou que “o importante é caminhar ao lado do homem que sofre”.

“Talvez, mais do que da cura, ele precise da nossa presença, do homem, do coração humano repleto de misericórdia e da solidariedade humana”, acrescentou.

Para o Arcebispo, todas as “instituições que servem à saúde humana são chamadas em causa”. Por isso, deve-se apoiar “a bonita tradição” e, assim, o trabalho de médicos e enfermeiros é vista como uma vocação e não apenas como uma profissão.

“O cuidado para com os menores e os anciãos, o cuidado para com os doentes mentais constituem, mais do que em qualquer outro âmbito da vida social, a medida da cultura da sociedade e do Estado”, destacou.

Fonte: ACI digital



Orando ao Senhor Jesus pela prosperidade em nossa vida-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (29 de janeiro de 2016), o Padre Marcelo Rossi continuou a semana com o lema: 
"Vamos pedir que Jesus nos conceda a graça da prosperidade na certeza de que em Cristo Jesus iremos proclamar: eu e minha casa serviremos ao Senhor com a Mãezinha passando na frente".
Trouxe para vocês seis lindos cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.

Fiquem todos na paz de Deus, um abençoado fim de semana no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:
Amados, vamos avistando o fim de mais uma semana incrível e vamos continuar orando para que A PRESENÇA DO SENHOR JESUS NOS TRAGA TODA A PROSPERIDADE! 

Queridos, com a crise que nosso País vem atravessando desde o início do ano passado, estamos notando que o número de pessoas que tem se aventurado e se arriscado em áreas diferentes de suas formações tem aumentado a cada dia. São muitas as pessoas que estão se tornando empreendedoras, abrindo negócios ou tentando espaço em áreas que não são as suas próprias. Algumas passaram a confeccionar objetos para vender, outras passaram a cozinhar e investir em dotes culinários para tentar aumentar sua renda, enfim, são muitas as pessoas que tem buscado outras alternativas para ganhar mais dinheiro, assim, hoje vamos também orar por todas elas na certeza de que A PRESENÇA DE JESUS NOS TRARÁ TODA A PROSPERIDADE!!

Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 


"Cuidemos do nosso coração porque é de lá que sai o que é bom e ruim, o que constrói e destrói."









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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Um samurai será elevado aos altares, após reconhecimento de seu martírio


DENVER, 27 Jan. 16 / 06:00 pm (ACI).- Takayama Ukon, foi um samurai que viveu durante o século XVI e, como o Papa Francisco aprovou em 22 de janeiro o decreto que reconhece seu martírio, será declarado beato e entrará na lista de católicos japoneses que preferiram morrer a renunciar a sua fé.

Inclusive, antes de morrer deixou tudo por Cristo. Renunciou a sua alta posição social e as suas riquezas: era dono de extensas propriedades e comandava grandes exércitos.

Pe. Anton Witwer, S.J., Postulador Geral da Companhia de Jesus (jesuítas), explicou anteriormente ao Grupo ACI que embora o samurai Takayama tenha morrido no exílio, seu martírio consistiu em “morrer por causa dos maus tratos que sofreu em sua pátria, por isso o processo de beatificação é o de um mártir”.

A causa deste Servo de Deus é uma das outras nove que estão rumo à santidade. Entre eles estão: o Beato Estanislao de Jesus, o Beato José Luis Sánchez del Rio, o Beato Giuseppe Gabriele del Rosário Brochero, o Servo de Deus Genaro Fueyo Castanon, o Servo de Deus Arsenio da Trigolo, a Serva de Deus Maria Luisa del Santíssimo Sacramento, o Venerável Francesco Maria Grego, a Venerável Elisabetta Sanna e o Venerável Pe. Engelmar Unzeitig.

Segundo o Pe. Witwer, a vida de Takayama exemplifica “a grande fidelidade da vocação cristã, ele perseverou apesar de todas as dificuldades”.

Em 2013, a Conferência Episcopal Japonesa enviou uma solicitação de 400 páginas para a beatificação do mártir samurai à Congregação para as Causas dos Santos. Agora que este decreto foi aprovado, o processo da beatificação está em caminho.

A vida do samurai

Takayama nasceu em 1552, três anos depois que o missionário jesuíta São Francisco Xavier introduziu o cristianismo no Japão. Um dos conversos foi seu pai, que o batizou quando tinha 12 anos com o nome de Justo pelo sacerdote jesuíta Pe. Gaspare di Lella.

Os Takayama eram daimio, membros da classe governante dos senhores feudais que secundavam os shogun, desde a época medieval até o início da era moderna no Japão. Pelo fato de serem daimio, possuíam várias propriedades e tinham direito a formar exércitos e contratar samurais.

Por isso, os Takayama ajudavam nas atividades missionárias no Japão e eram protetores dos cristãos e dos missionários jesuítas.

Em 1587, quando o samurai completou 35 anos, o Chanceler do Japão, Toyotomi Hideyoshi, começou uma perseguição contra os cristãos: expulsou os missionários e obrigou os católicos japoneses a abandonar a fé.

Fonte: ACI digital



Vamos orar para que a presença de Jesus nos traga a prosperidade-Pe Marcelo Rossi


Boa tarde irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (28 de janeiro de 2016), o Padre Marcelo Rossi continuou a semana com o lema: 
"Vamos pedir que Jesus nos conceda a graça da prosperidade na certeza de que em Cristo Jesus iremos proclamar: eu e minha casa serviremos ao Senhor com a Mãezinha passando na frente".
Trouxe para vocês seis lindos cartões que o Padre Marcelo colocou no facebook.

Fiquem todos na paz de Deus, um abençoado dia no Amor Ágape de Jesus e no Amor Materno de Nossa Senhora.
Adriana dos Anjos-Devoção e Fé

Mensagem do Padre Marcelo Rossi por E-mail:
Amado, estamos orando pela tão sonhada prosperidade em todos os sentidos de nossas vidas, QUE A TUA PRESENÇA, SENHOR JESUS, NOS TRAGA A PROSPERIDADE! 

Com Jesus, vamos todos prosperar, esta é a certeza que estamos levando ao coração de todas as pessoas nesta semana no Nosso Momento de Fé. Você sabe que podemos ter tudo, mas se não estivermos emocionalmente e espiritualmente equilibrados, sentiremos uma eterna insatisfação. Esta insatisfação jamais permitirá que possamos sentir a prosperidade tanto em nossas vidas materiais, como em nossa vida espiritual. Até porque, quando estamos tristes com nossas realizações pessoais, nunca nos sentiremos satisfeitos seja lá o bem que possamos possuir. Por isso vamos orar, para QUE A PRESENÇA DE JESUS NOS TRAGA A PROSPERIDADE!!!

Amados, desça sobre todos vós a bênção de Deus Todo Poderoso em Nome: Do Pai †, e do Filho †, e do Espírito Santo †. Amém! 


"Escutei de muitos que Deus tarda, mas nunca falha e aprendi que ele não falha e nem tarda, mas age na hora certa."







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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Papa Francisco aprova milagre que tornará santo menino “cristero” do México


VATICANO, 25 Jan. 16 / 03:30 pm (ACI).- O Beato José Luis Sánchez del Rio, assassinado com apenas 14 anos no México devido à perseguição religiosa sofrida pelos cristãos durante o regime de Plutarco Elías Calles (1924-1928), será elevado aos altares pelo Papa Francisco.

Foi o que confirmou o Vaticano no dia 22 de janeiro, ao comunicar a aprovação de um milagre atribuído a sua intercessão e publicar o decreto, que foi assinado na quinta-feira, 21, pelo Pontífice em uma reunião com o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato.

A vida do futuro Santo foi contada brevemente no filme “Cristiada”, lançado no cinema há alguns anos.

O Beato nasceu em Sahuayo, Michoacán, no dia 28 de março de 1913. Filho de Macario Sánchez e Maria del Rio, José Luis foi assassinado em 10 de fevereiro de 1928, durante a perseguição religiosa do México por pertencer aos cristeros, numeroso grupo de católicos mexicanos que lutou contra o regime totalitário de Plutarco Elías Calles.

Um ano antes do seu martírio, José Luis se uniu às forças cristeras do general Prudencio Mendoza, no povoado de Coteja, Michoacán.

No dia 10 de fevereiro, levaram o menino da paróquia ao local geral do exército federal. Cortaram a sola dos seus pés, obrigaram-no a caminhar com os pés descalços pela rua Insurgentes, dando a volta ao Boulevard, e seguiram até chegar ao panteão Municipal.

Durante todo este trajeto, José gritava: Viva Cristo Rei! Viva a Virgem de Guadalupe.

José chorava e ao mesmo tempo ia rezando pelo caminho. Colocaram-no ao lado de sua tumba, enforcaram-no e seus verdugos o esfaquearam.

Estava ali Rafael Gil Martínez, conhecido como “El Zamorano”, que desceu o menino da árvore onde tinha sido pendurado e lhe perguntou: “O que deseja que digamos aos seus pais?”. José conseguiu responder: “Que Viva Cristo Rei e que nos veremos no céu”.

O verdugo cheio de ódio, pegou seu revólver, atirou, matou o menino com um tiro na cabeça. Eram 23:30 em Sahuayo, Michoacán.

Fonte: ACI digital
Clique para ver o filme: Cristiada


Milagre que permitirá canonização de menino cristero 
no México salvou da morte uma bebê 

Por Maria Ximena Rondón

MEXICO D.F., 26 Jan. 16 / 02:00 pm (ACI).- A cura de um bebê mexicano, para quem “humanamente já não havia esperança de vida”, é o milagre que fez com que o Vaticano declare santo o menino cristero, Beato José Luis Sánchez del Rio, mártir da perseguição religiosa do México durante a segunda década do século XX.

No último dia 21 de janeiro, o Papa Francisco assinou o decreto que aprova o milagre atribuído a intercessão do menino beato de apenas 14 anos. O milagre se trata da cura milagrosa de Ximena Guadalupe Magallón Gálvez, um bebê mexicano que tinha meningite, tuberculose, convulsões e que teve um enfarte cerebral.

A história da bebê foi compartilhada por sua mãe, Paulina Gálvez Ávila, na página de Facebook do beato. A respeito da doença da sua filha, indicou que “humanamente já não havia esperança de vida” e que nessa ocasião colocaram-na nas mãos de Deus por intercessão de ‘Joselito””.

Esta é a história:

Ximena nasceu no dia 8 de setembro do 2008 nos Estados Unidos. Quando tinha um mês de idade, seus pais a levaram a cidade de Sahuayo, localizada no estado de Michoacán (México), onde nasceu o beato. Aos 15 dias de vida, o bebê começou a ter febre. Estava aos cuidados do seu pediatra, mas não melhorava. Tiraram uma radiografia para ver se estava com pneumonia. Foi internada no Hospital Santa Maria de Sahuayo e três dias depois recebeu alta. Entretanto, a febre não baixava.

Então, seus pais a levaram para o estado de Aguascalientes a fim de ser consultada por outros médicos. O caso de Ximena foi assumido pelo Dr. Rosendo Sánchez. Recomendou-lhes que o bebê fosse internado novamente em Sahuayo, pois achava que se tratava de uma pneumonia atípica. Ximena voltou para o hospital e o Dr. Adão Macías indicou que poderia ter pneumococo. Os pais chamaram ao Dr. Rosendo, que lhes pediu trazer a menina em urgência a Aguascalientes.

Paulina comentou que ao perceber que a sua filha estava debilitada de saúde, decidiram batizá-la. Ao regressar a Aguascalientes, os médicos descobriram que a menina tinha o pulmão direito cheio de líquido e lhe fizeram uma broncoscopia. A família voltou para Sahuayo e a bebê não melhorava.

“Passamos por este pesadelo durante dois meses e (os médicos) não entendiam o que estava acontecendo, pois, a bebê não respondia a nenhum tratamento. Achavam que seu piloro tinha uma fissura e que por aí o leite passava para o seu pulmão (…) Deveria ser operada”, narrou a mãe.

Um dia antes da operação, Ximena piorou. Segundo uma radiografia e a punção pleural: havia líquido em um dos seus pulmões.

“Conversamos com o Dr. Rosendo e nos informou que teria que submetê-la a uma operação muito delicada, na qual corria risco de morte. Consentimos a operação e pedimos que fizesse o que fosse necessário para salvar a nossa filha e a entregávamos nas mãos de Deus”, expressou Paulina.

Depois da operação, o médico analisou um pedaço de pulmão e disse aos pais de Ximena que ela poderia ter tuberculose.

“Quando nos disseram que efetivamente era tuberculose e levaram a Ximena para o quarto, percebi que estava estranha, com seu olhar fixo e ausente. Falávamos com ela, mas não reagia. Comentei este fato com o doutor, que a minha filha não era assim, antes era risonha”, assinalou a mãe.

A recém-nascida foi submetida novamente a uma terapia intensiva. No dia seguinte, quando sua mãe foi visitá-la disseram que Ximena tinha convulsionado. Paulina a viu e começou a rezar. Estava sendo cuidada pelas enfermeiras, mas não parava de convulsionar. Fizeram uma tomografia, mas não melhorava.

Paulina pediu para ver a sua filha. Antes de entrar no quarto onde estava, a doutora “me disse que minha bebê estava em estado vegetal e que deveria iniciar os trâmites correspondentes. Chegou o Dr. Rosendo e chorando lhe pedi que por favor salvasse a minha filha. Ximena entrou em coma e nos deram 72 horas para ver se ela sobreviveria, pois 90% de seu cérebro estava morto”.

“Fomos a missa todos os dias para pedir a Deus e a ‘Joselito’ que intercedesse pela minha filha, que fizessem este milagre...”, manifestou.

“Antes de desconectá-la, pedi aos doutores para ficar com ela e a abracei. Nesse momento, coloquei o meu bebê nas mãos de Deus e sob a intercessão de do Beato José Luis. Foi quando abriu seus olhos e sorriu para mim”. Ximena olhou para os doutores “e a sorrir para eles”. Eles “não podiam explicar o que havia acontecido, porque medicamente parecia que tudo estava perdido e foi então que afirmam que havia sido um Milagre”.

Os médicos fizeram uma tomografia e um encefalograma em Ximena. Ficaram surpreendidos ao ver que 80% do seu cérebro estava recuperado. No dia seguinte, seu cérebro estava totalmente recuperado.

Disseram que o bebê não poderia sugar. Entretanto, quando sua mãe lhe deu a mamadeira ela conseguiu tomá-la. Os doutores estavam atônitos. Acreditaram que caso a menina sobrevivesse, provavelmente não poderia caminhar nem pensar, ver ou escutar devido às sequelas do enfarte cerebral.

Contra os prognósticos dos médicos, Ximena se recuperou totalmente e está “muito bem graças a Deus e a intercessão do Beato Joselito. Agradecemos imensamente a Deus Todo-poderoso por este milagre e pela plena intercessão do Beato Mártir José Sánchez del Rio”.

O beato José Luis Sánchez del Rio foi torturado e assassinado aos 14 anos, durante a perseguição religiosa do presidente mexicano Plutarco Elías Calles entre 1924 a 1928. José Luis se listou nas filas dos cristeros, ao mando do general Prudêncio Mendoza.

Foi capturado pelo exército federal e seu martírio aconteceu na sexta-feira, 10 de fevereiro de 1928.

Cortaram a sola dos seus pés, obrigaram-no a caminhar com os pés descalços até a sua tumba. Durante todo este trajeto, José gritava: Viva Cristo Rei! Viva a Virgem de Guadalupe.

Ante sua tumba foi pendurado em uma árvore e esfaqueado. Um dos verdugos lhe perguntou: “O que deseja que digamos aos seus pais?”. José respondeu: “Que Viva Cristo Rei e que nos veremos no céu”. Ante esta resposta, o homem atirou na sua cabeça e o matou.

Fonte: ACI digital



Papa Francisco: Mensagem para a Quaresma de 2016


Foi publicada nesta terça-feira dia 26 de janeiro a Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano de 2016. Partindo da passagem do Evangelho de S. Mateus que nos diz: “Prefiro a misericórdia ao sacrifício” a mensagem propõe as obras de misericórdia no caminho jubilar.
Confira a Mensagem na íntegra:

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO

PARA A QUARESMA DE 2016

«“Prefiro a misericórdia ao sacrifício” (Mt 9, 13). 
As obras de misericórdia no caminho jubilar»

1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada

Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (Misericordiӕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus.

Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais.

2. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia

O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo.

Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf. Misericordiӕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela.

Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (Misericordiӕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá onde ele se perdeu e afastou d'Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa.

3. As obras de misericórdia

A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em actos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «torna-se de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga... a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gratuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé.

Diante deste amor forte como a morte (cf. Ct 8, 6), fica patente como o pobre mais miserável seja aquele que não aceita reconhecer-se como tal. Pensa que é rico, mas na realidade é o mais pobre dos pobres. E isto porque é escravo do pecado, que o leva a utilizar riqueza e poder, não para servir a Deus e aos outros, mas para sufocar em si mesmo a consciência profunda de ser, ele também, nada mais que um pobre mendigo. E quanto maior for o poder e a riqueza à sua disposição, tanto maior pode tornar-se esta cegueira mentirosa. Chega ao ponto de não querer ver sequer o pobre Lázaro que mendiga à porta da sua casa (cf. Lc 16, 20-21), sendo este figura de Cristo que, nos pobres, mendiga a nossa conversão. Lázaro é a possibilidade de conversão que Deus nos oferece e talvez não vejamos. E esta cegueira está acompanhada por um soberbo delírio de omnipotência, no qual ressoa sinistramente aquele demoníaco «sereis como Deus» (Gn 3, 5) que é a raiz de qualquer pecado. Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar. E podem actualmente mostrá-lo também as estruturas de pecado ligadas a um modelo de falso desenvolvimento fundado na idolatria do dinheiro, que torna indiferentes ao destino dos pobres as pessoas e as sociedades mais ricas, que lhes fecham as portas recusando-se até mesmo a vê-los.

Portanto a Quaresma deste Ano Jubilar é um tempo favorável para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais directamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas. Com efeito, é precisamente tocando, no miserável, a carne de Jesus crucificado que o pecador pode receber, em dom, a consciência de ser ele próprio um pobre mendigo. Por esta estrada, também os «soberbos», os «poderosos» e os «ricos», de que fala o Magnificat, têm a possibilidade de aperceber-se que são, imerecidamente, amados pelo Crucificado, morto e ressuscitado também por eles. Somente neste amor temos a resposta àquela sede de felicidade e amor infinitos que o homem se ilude de poder colmar mediante os ídolos do saber, do poder e do possuir. Mas permanece sempre o perigo de que os soberbos, os ricos e os poderosos – por causa de um fechamento cada vez mais hermético a Cristo, que, no pobre, continua a bater à porta do seu coração – acabem por se condenar precipitando-se eles mesmos naquele abismo eterno de solidão que é o inferno. Por isso, eis que ressoam de novo para eles, como para todos nós, as palavras veementes de Abraão: «Têm Moisés e o Profetas; que os oiçam!» (Lc 16, 29). Esta escuta activa preparar-nos-á da melhor maneira para festejar a vitória definitiva sobre o pecado e a morte conquistada pelo Esposo já ressuscitado, que deseja purificar a sua prometida Esposa, na expectativa da sua vinda.

Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38).

Vaticano, 4 de Outubro de 2015
Festa de S. Francisco de Assis

Fonte: Radio Vaticano
Fonte da Mensagem: Vatican.va



Santa Face de Manoppello - Véu de Verônica


Curiosidade: O Véu e a Verônica existiram?

Fizeram-me uma pergunta sobre a personagem da quarta estação da Via Sacra: “Existe alguma passagem nos Evangelhos sobre a Verônica e o seu véu?” Nem tudo que nós católicos acreditamos como revelado por Deus esta contido na Bíblia, na nossa fé católica existem três pilares a Sagrada Escritura, a Sagrada Tradição e o Sagrado Magistério. Estes três pilares juntos nos dão uma visão completa da Revelação de Deus. Verônica é um personagem que nos veio pela Sagrada Tradição.

Uma Tradição muito antiga da Igreja diz que uma mulher enxugou o rosto de Cristo no caminho do Calvário; milagrosamente a imagem de Jesus sofredor teria sido gravada no lenço da mulher. A tradição a chama de Verônica (Veros icona – ícone verdadeiro).

O Papa Bento XVI foi o primeiro Papa a visitar o Santuário do Santo Rosto de Manoppello, em agosto de 2006, onde, segundo a tradição, encontra-se o véu com o qual a Verônica teria enxugado o rosto de Cristo. (Zenit.org, Vaticano, 31 ago. 06). É algo novo e diferente; o que terá motivado o Papa a ver o ícone de Verônica? Certamente o Papa alimenta alguma esperança de que possa ser autêntico, como o santo Sudário de Turim.

O Santuário que acolhe a relíquia, conhecida antigamente como «a mãe de todos os ícones», confiada aos Freis Menores Capuchinhos, encontra-se em um pequeno povoado dos Abruptos, nos montes Asininos, a uns 200 quilômetros de Roma.

O Santo Rosto é um véu de 17×24 centímetros. Quando o se aproxima do véu, pode-se ver a imagem de um homem que sofreu, pelos golpes da paixão, como os que sofreu Cristo.

Pe. Heinrich Pfeiffer S.I., professor de iconologia e história da arte cristã na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, estudou este véu durante treze anos e foi o primeiro cientista a assegurar que se trata do véu da Verônica que antes se custodiava no Vaticano.

No livro apócrifo dos Atos de Pilatos (século VI), fala-se de uma mulher, conhecida com o nome de Verônica (do nome «Vera icona», «verdadeiro ícone»), que enxugou com um véu o rosto de Cristo na Via Sacra. Apesar destas fontes incertas, que se encontram já no século IV, segundo constata o Pe. Pfeiffer, alemão, a história do Véu da Verônica está presente através dos séculos na tradição católica. Em seu filme «Jesus de Nazaré», o diretor de cinema Franco Zeffirelli a recolhe.

Por ocasião do primeiro ano santo da história, no ano 1300, o Véu da Verônica converteu-se em uma das «Mirabilia urbis» (maravilhas da cidade de Roma) para os peregrinos que puderam visitar a Basílica de São Pedro no Vaticano. Confirma o maior poeta da história da Itália, Dante Alighieri (1265-1321), no canto XXXI do «Paraíso» (versículos 103-111) na «Divina Comédia».

As marcas do véu da Verônica se perderam nos anos sucessivos ao Ano Santo 1600, quando o véu foi encontrado em Manoppello. O Pe. Pfeiffer explica que no véu de Manoppello, na margem inferior, pode-se ver ainda um pequeno fragmento de vidro do relicário anterior, o que demonstraria sua procedência do Vaticano.

Segundo a «Relação Histórica», escrita em 1646 pelo sacerdote capuchinho Donato de Bomba, em 1608 uma senhora, Marzia Leonelli, para tirar seu marido da prisão, vendeu por 400 escudos o Véu da Verônica, que havia recebido como dote, a Donato Antonio de Fabritius. Dado que a relíquia não se encontrava em boas condições, Fabritius a entregou em 1638 aos padres capuchinhos de Manoppello.

Frei Remigio da Rapino recortou os cantos do Véu e o colocou entre duas molduras de madeira. As molduras e os vidros são o que ainda hoje conservam o véu em Manoppello.

Esta relação, da qual não há outras provas históricas, diverge da reconstrução do Pe. Pfeiffer, narrando a história popular da chegada do ícone aos Abruzos, das mãos de um peregrino, em 1506. Até 1638, o ícone teria passado por várias mãos. Com a criação desta lenda, opinam alguns dos investigadores, se poderia ter tentado ocultar o roubo do Vaticano.

O professor Donato Vittori, da Universidade de Bari, fez um exame do véu em 1997 com raios ultravioleta, descobrindo que as fibras não têm nenhum tipo de pigmentação. Ao se observar a relíquia com o microscópio, descobre-se que não está pintada e que não está tecida com fibras de cor.

Através de sofisticadas técnicas fotográficas digitais, pôde-se constatar que a imagem é idêntica em ambos os lados do véu, como se fosse um slide. A iconógrafa Blandina Pascalis Shloemer demonstrou que a imagem do Santo Sudário de Turim se sobrepõe perfeitamente ao Santo Rosto de Manoppello (com mais de dez pontos de referência).


O Pe. Pfeiffer recolheu as principais obras artísticas da história que se inspiram no véu da Verônica, até que Paulo V proibisse sua reprodução, após o provável roubo no Vaticano, e todas parecem ter por modelo a relíquia de Manoppello.

O Pe. Pfeiffer esteve em Manoppello com o Papa, e explicou que: «Quando os diferentes detalhes se encontram reunidos em uma só imagem, esta última deve ter sido o modelo de todas as demais. Todas as demais pinturas imitam um só modelo: a Verônica de Roma. Por este motivo, podemos concluir que o Véu de Manoppello não é senão o original da Verônica de Roma».
Mais informações em http://www.voltosanto.it

A Igreja não nos obriga a crer nestas relíquias e deixa a livre uso da fé de cada um; mas pelo que vimos acima há chances de que o ícone de Verônica seja verdadeiro; o que levou o Papa a ter interesse de vê-lo.

Eis o rosto ensangüentado/ Por Verônica enxugado / Que no pano apareceu / Que no pano apareceu. Pela Virgem dolorosa/ Vossa MÃE tão piedosa/ Perdoai ó meu JESUS/ Perdoai ó meu Jesus.

Minha benção fraterna+
Padre Luizinho, Com. Canção Nova.

Fonte: Blog Padre Luizinho
Fotos inseridas: Google

A Santa Face

A Santa Face fica exposta numa moldura de metais preciosos com vidros protetores de um rico altar de mármore. A primeira coisa que chama a atenção é o Rosto, quase transparente e como que impresso nos dois lados de um delicado pano. Nesse Rosto se podem observar surpreendentes mudanças de expressão.

Acontece que, prestando atenção – narra o Pe. Heinrich Pfeiffer S.J. –, tem-se a impressão de “que uma pessoa viva se encontra por trás desse tecido e que nos olha através desse pano sutilíssimo, uma pessoa com cabelos de um esplendor maravilhoso, [...] que descem em dois cachos soltos sobre os ombros. O que mais fala nesta Face são os olhos com um branco muito intenso. O olhar é gentil. Há como que um sorriso na expressão” (cfr. Heinrich Pfeiffer S.J. Il Volto Santo di Manoppello, CARSA, Pescara 2000, p. 28).

Mais ainda, “há qualquer coisa de inexplicável e totalmente inusitado. Por exemplo, o pano parece muito antigo, com a superfície enferrujada, mas de um momento para outro aparece como um tecido finíssimo e delicadíssimo, totalmente transparente, até esplendoroso. Dessa maneira, a face humana que se percebe sobre o pano aparece ora com uma cor intensíssima e uma forma delineada, com muita precisão no desenho dos cabelos e nos outros detalhes, ora a gente se encontra diante de uma imagem que aparece compactamente de uma tonalidade ocre com traços esverdeados, ora a gente fica surpreendida vendo um tecido branco que parece quase um voile, de tal maneira é leve”. (id.)

E ainda, “se se puser o Véu contra a luz, ela atravessa diretamente o tecido, como se fios da trama tivessem sido transformados e absorvidos pela luz” (p. 29). (Fonte: Ciência Confirma a Igreja)

Obs.: Achiropita ("não feitas por mãos humanas"): são um tipo particular de ícones que acredita-se terem sido criados de forma milagrosa e não pelas mãos humanas. Invariavelmente, trata-se de imagens de Jesus ou da Virgem Maria. As famosas imagens “aqueropitas” a saber, o Santo Sudário de Turim, o manto ou “tilma” de Guadalupe e o Véu de Manoppello.







Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana/Devoção e Fé

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