Fevereiro 2013 - Devoção e Fé - Blog Católico

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Oração Poderosa A São Bento-Pe Marcelo Rossi


Bom dia irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (28 de fevereiro) o Padre Marcelo Rossi continou a semana de orações para combater as tentações que nos derrubam. O Padre colocou no Facebook a Oração Poderosa A São Bento.
Ouça o programa de rádio Momento de Fé e sinta o Amor Ágape de Jesus e o poder da oração transformar sua vida.
Fiquem na paz de Jesus e no amor de Maria.
Adriana-Devoção e Fé

Oração Poderosa A São Bento

Ó glorioso patriarca São Bento que se mostrou sempre generoso com os necessitados, faz com que nós, recorrendo à sua poderosa intercessão, tenhamos seu auxílio em todas as nossas aflições; que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto físicas como espirituais, especialmente o mal do pecado.
Ó São Bento, atenda o meu pedido (faça aqui o seu pedido) e, alcançai do Senhor a graça (repita aqui o seu pedido) que nós suplicamos.
Finalmente, pedimos ao Santo que ao término de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus junto consigo, no paraíso, onde tudo começou. Amém!

Termine esta oração rezando 1 Pai Nosso e 1 Glória ao Pai.

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**Programa Nosso Momento de Fé com Padre Marcelo Rossi: Rádio Globo Am/FM (ou internet) de segunda a sábado, das 9:05 às 10:05hs
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Bento XVI-Sua Santidade também será chamado Papa Emérito ou Romano Pontífice Emérito

 Às 20h de quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013, termina o Pontificado de Bento XVI, 265º sucessor de Pedro. Desde 19 de abril de 2005, dia de sua eleição, Joseph Aloisius Ratzinger dirigiu a Igreja universal por 7 anos, 10 meses e 9 dias.
Cidade do Vaticano (RV) 26 Fev. 13 / 10:39 am– Nesta terça-feira, 26, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, realizou na uma coletiva de imprensa, esclarecendo algumas das perguntas dos jornalistas sobre pontos específicos da vida do Papa após sua renúncia. Uma delas é sobre como Bento XVI será chamado a partir do dia 28 de fevereiro. Segundo o porta-voz Vaticano, ele continuará a chamar-se Sua Santidade Bento XVI, mas foi escolhido também o título Papa Emérito ou Romano Pontífice Emérito.


Sobre as vestes: branca, simples, sem mantelete. Não são mais previstas os sapatos vermelhos (A cor vermelha dos múleos papais simboliza o sangue dos mártires e a completa submissão do papa à autoridade de Jesus Cristo).  

“Parece que o Papa ficou muito satisfeito com os sapatos que lhe presentearam no México, em Leon”, disse Pe. Lombardi. (De acordo com o site mexicano “Informador”, durante sua viagem ao México no ano passado, Bento XVI foi presenteado com seis pares de sapato, fabricados por artesãos locais, que observaram os modelos, cor e gosto do Pontífice em imagens fotográficas. Alguns modelos foram bordados ou gravados com o nome de Bento XVI e com o escudo do Vaticano.)


Não usará mais o anel do pescador, para o qual o Camerlengo, com o decano, darão o fim que a Constituição prevê. O adereço, que o papa recebe no momento da coroação e usa no dedo anular direito, simboliza a autoridade, segundo o porta-voz.
Quando o papa morre, o anel é retirado na presença do Colégio dos Cardeais e, em seguida, quebrado, simbolizando o fim do pontificado. O anel foi adotado no pontificado de Clemente IV (por volta de 1.265) e era usado como selo secreto para correspondências privadas.

Ao deixar o pontificado, Bento XVI, de 85 anos, passará a viver, por dois meses, em Castel Gandolfo – residência de verão dos papas. Em seguida, Bento XVI passará a viver no Mosteiro Mater Ecclesia, na região do Vaticano. Segundo ele, vai se manter em oração e isolamento.


Quinta-feira, às 11h, haverá a saudação aos Cardeais, com o discurso do Decano no início. Às 16h55 (12h55 de Brasília), a partida de carro do pátio de São Dâmaso, saudação dos superiores. No heliporto, haverá a saudação do Cardeal Decano. Às 17h15, a chegada a Castel Gandolfo, onde estarão presentes o Bispo de Albano e outros autoridades. Às 17h30, no Pátio interno o Papa saúda os fiéis – a última saudação pública do Santo Padre. Haverá também um momento altamente simbólico para assinalar o fim do ministério do Papa. Os membros da guarda suíca, encarregada de proteger o Santo Padre, estarão de pé às portas de Castel Gandolfo e às 20:00h deixarão seus postos.
"Eles simbolicamente protegem o Papa, de modo que já não serão necessários. Mas não se preocupem, a polícia do Vaticano seguirá protegendo os jardins vaticanos e seus arredores ", explicou o Pe. Federico.


Hoje, 27 de fevereiro, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi falou sobre a data de ínicio do conclave: "No dia primeiro de março, o cardeal decano convoca as Congregações Gerais dos cardeais. Ele as convoca a partir de 4 de março, como reuniões. No âmbito dessas reuniões, os cardeais definem a data de início do Conclave. Saberemos a data nos primeiros dias da semana sucessiva por decisão da Congregação dos Cardeais", concluiu Pe. Lombardi.





quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Oração Para Resistir À Tentação Do Pecado-Pe Marcelo Rossi


Bom dia irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (27 de fevereiro) o Padre Marcelo Rossi continou a semana de orações para combater as tentações que nos derrubam. O Padre colocou no Facebook a Oração Para Resistir À Tentação Do Pecado e a Oração A Nossa Senhora Diante Das Tentações.
Ouça o programa de rádio Momento de Fé, deixe o Amor Ágape de Jesus renovar suas forças, sua alegria de viver. Sinta o Amor de Jesus e o poder da oração transformar sua vida.
Fiquem na paz de Jesus e no amor de Maria.
Adriana-Devoção e Fé

Oração Para Resistir À Tentação Do Pecado

Senhor, Ajuda-me a ser forte em minha mente e espírito para que eu não caia em quaisquer armadilhas do inimigo.
Não permitas que eu caia em tentação, mas livra-me do maligno e dos planos dele para minha destruição.
A área com a qual mais me preocupo é (mencione a área em que você pode ser tentado).
Em nome de Jesus, quebro qualquer poder que a tentação tenha sobre mim.
Mantém-me forte e capaz de resistir a qualquer coisa que venha a me tentar e afastar daquilo que tu tens para mim.
Peço-Te que não tenha pensamentos secretos quando alimento desejos impuros ou digo algo que não deveria.
Peço-te que eu não tenha uma vida secreta na qual faço coisas das quais me envergonharia diante de outros.
Não quero ser cúmplice de obras infrutíferas das trevas.
Antes, ajuda-me a reprová-las (Efésios, capítulo 5, versículo 11).
Faze meus caminhos retos (Hebreus, capítulo 12, versículo 13).
Não permitas que o inimigo se aproxime da área em que não posso vê-lo e me pegue de surpresa.
Sei que tu não és Deus "de confusão, e sim de paz" (1 carta de Coríntios, capítulo 14, versículo 33).
Preciso de tua ajuda para não me envolver em qualquer confusão a esse respeito.
Ajuda-me a guardar tua palavra em meu coração para que eu veja com clareza e não cometa pecado contra ti (Salmo 119, versículo 11).
Pelo poder de teu Espírito em mim, não permitirei que o pecado reine sobre mim ou leve-me a obedecer a suas paixões (Romanos, capítulo 6, versículo 12).
Obrigada, Senhor, pois Tu estás perto quando Te invoco e acudirás à vontade daqueles que Te temem.
Obrigado por ouvires meu clamor e me salvares de qualquer fraqueza que poderia afastar-me de tudo o que tens para mim (Salmo 145, versículos 18 e 19).
Obrigado por Tu saberes "livrar da provação os piedosos" (Pedro, capítulo 2, versículo 9).
Obrigado porque Tu me livrarás de toda tentação e a manterás afastada de mim. Amém! 


Oração A Nossa Senhora Diante Das Tentações

Mãe querida, acolhe-me em teu regaço, cobre-me com teu manto protetore, com esse doce carinho que tens por teus filhos afasta de mimas ciladas do inimigo, e intercede intensamente para impedir que suas astúcias me façam cair.
A Ti me confio e em Tua intercessão espero.
Amém!


 
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Papa Bento XVI-Mensagem da Última Audiência Geral 27/02/2013


Na última audiência, Bento XVI diz 
que papado teve 'águas agitadas'

Histórica audiência geral na manhã desta quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013. Papa Bento XVI, que no último dia 11 surpreendeu o mundo anunciando sua renúncia ao ministério petrino, despediu-se hoje dos fiéis católicos na Praça São Pedro. A Cidade do Vaticano e seus arredores se coloriram com dezenas de milhares de pessoas providas de bandeiras, bancos dobráveis, garrafinhas de água e máquinas fotográficas para imortalizar o evento.
Muitas famílias levaram suas crianças, e visto que as Universidades Pontifícias cancelaram as aulas para permitir que os alunos participassem da audiência, a Praça estava também repleta de jovens, muitos religiosos e religiosas estudantes na cidade.



Bento XVI chegou a bordo do papamóvel, saudando os fiéis de todos os setores do perímetro da Praça São Pedro. O automóvel parou por alguns instantes para pegar nos braços uma criança e beijá-la na cabeça.



Do palco montado para a ocasião, recebeu um caloroso aplauso de todos os presentes e proferiu a catequese, a última de seu pontificado. Agradecendo principalmente a Deus, que guia e faz crescer a Igreja, o Pontífice quis “abraçar” a Igreja de todo o mundo, assegurando que tem consigo todos nós em suas orações. “Estou realmente comovido e vejo a Igreja viva!” – prosseguiu. Em seguida, disse sentir-se muito confiante de que o Evangelho purifique e renove, levando frutos aonde quer que a comunidade o escute e receba a graça de Deus, vivendo na caridade.
Relembrando o dia 19 de abril de quase 8 anos atrás e o tempo passado até hoje, o Pontífice disse que o Senhor sempre lhe esteve próximo e ele pode sentir cotidianamente sua presença:
“Foi um trecho do caminho da Igreja que teve instantes de alegria e de luz, mas também momentos difíceis; tempos de sol e brisas leves, em que a pesca foi abundante, e momentos em que as águas estiveram agitadas e o vento contrário. Mas eu sempre soube que naquele barco estava o Senhor e que o barco não era meu, nem de vocês, mas Dele, que não o deixa naufragar. É Ele que o conduz, certamente através também dos homens que escolhe, porque os quer. Esta foi e é uma certeza que nada pode ofuscar. E é por isso – completou Bento XVI – que hoje meu coração está pleno de graças a Deus, porque nunca fez faltar à Igreja e a mim o seu consolo, sua luz e seu amor”. [1]

2013-02-27 Rádio Vaticana
 
“Amar a Igreja significa também ter a coragem de fazer opções difíceis, árduas, tendo sempre em vista o bem da Igreja e não nós mesmos” – recordou Bento XVI, na serena e ao mesmo tempo vibrante alocução que constituiu a última palavra pública do seu pontificado.
Na véspera de deixar o ministério petrino (amanhã, quinta-feira, 28 de fevereiro, às 20 horas), o Papa quis, antes de mais, “dar graças de todo o coração a Deus, que guia e faz crescer a Igreja, que semeia a sua Palavra, alimentando assim a fé no seu Povo”.
Bento XVI alargou o seu olhar a toda a Igreja e a todo o mundo, assegurando levar a todos no coração, na oração, confiando tudo e todos ao Senhor. E declarou viver este momento com “grande confiança”, na certeza de que “a Palavra de verdade do Evangelho é a força da Igreja, é a sua vida”. “É esta a minha confiança, a minha alegria”.
Foi neste contexto que Bento XVI evocou o dia 19 de abril de 2005, quando assumiu o ministério de Pedro. Vejamos as palavras com que, mais adiante nesta audiência, o Papa resumiu em português o essencial desta sua alocução:

Queridos irmãos e irmãs,


No dia dezenove de Abril de dois mil e cinco, quando abracei o ministério petrino, disse ao Senhor: «É um peso grande que colocais aos meus ombros! Mas, se mo pedis, confiado na vossa palavra, lançarei as redes, seguro de que me guiareis». E, nestes quase oito anos, sempre senti que, na barca, está o Senhor; e sempre soube que a barca da Igreja não é minha, não é nossa, mas do Senhor. Entretanto não é só a Deus que quero agradecer neste momento. Um Papa não está sozinho na condução da barca de Pedro, embora lhe caiba a primeira responsabilidade; e o Senhor colocou ao meu lado muitas pessoas que me ajudaram e sustentaram. Porém, sentindo que as minhas forças tinham diminuído, pedi a Deus com insistência que me iluminasse com a sua luz para tomar a decisão mais justa, não para o meu bem, mas para o bem da Igreja. Dei este passo com plena consciência da sua gravidade e inovação, mas com uma profunda serenidade de espírito.

Na alocução mais desenvolvida, em italiano, Bento XVI convidou todos a renovarem a sua firme confiança no Senhor, a confiarem-se “como crianças nos braços de Deus (disse), na certeza de que esses braços sempre nos sustentam, permitindo-nos caminhar dia após dia, apesar da fadiga”.
“Agradeçamos ao Senhor por cada um dos nossos dias, com a oração e com uma vida cristã coerente. Deus ama-nos, mas espera também que nós o amemos!”

 

Mas não foi só a Deus que Bento XVI quis agradecer neste momento especial da sua vida e antes da conclusão do seu pontificado. Na verdade – recordou – “um Papa nunca está sozinho na condução da barca de Pedro, embora lhe toque a primeira responsabilidade”.
“Nunca me senti sozinho na (responsabilidade) de levar a alegria e o peso do ministério petrino. O Senhor pôs ao meu lado muitas pessoas que, com generosidade e amor a Deus e à Igreja, me ajudaram com a sua proximidade”.

E aqui o Papa mencionou expressamente: os cardeais, cuja “sageza, conselhos e amizade foram preciosos”, prosseguindo com os colaboradores mais diretos, desde o Secretário de Estado mas incluindo todos os que estão ao serviço da Santa Sé, muitos deles “na sombra, no silêncio e na dedicação quotidiana, com espírito de fé e de humildade”, “um apoio seguro e fiável”. Uma palavra de gratidão também ao Corpo Diplomático, representantes das Nações, e a “todos os que trabalham para uma boa comunicação”, um “importante serviço”. Menção de especial e afetuosa gratidão à “sua” diocese de Roma, a todos os irmãos no episcopado e no presbiterado, todos e todas as consagradas, e todo o Povo de Deus…
“nas visitas pastorais, nos encontros, nas audiências, nas viagens, sempre adverti grande atenção e profundo afeto; mas também eu quis bem a todos e a cada um, sem distinções, com aquela caridade pastoral que é o coração de cada Pastor, sobretudo do Bispo de Roma, do Sucessor do Apóstolo Pedro. Cada dia levei na oração cada um de vós , com coração de pai”.
 
Bento XVI agradeceu também de todo o coração as numerosas pessoas de todo o mundo que nas últimas semanas lhe enviaram – disse – “comoventes sinais de atenção, amizade e oração”.
“Sim, o Papa nunca está só, experimento-o agora uma vez mais, de um modo tão grande que toca o coração. O Papa pertence a todos e tantíssimas pessoas sentem-se muito perto dele”.
Não foram só os “grandes do mundo” (chefes de Estado, chefes religiosos, representantes do mundo da cultura…) a escrever – esclareceu Bento XVI. Chegaram-lhe “também muitas cartas de pessoas simples”, que exprimem o que o coração lhes dita mostrando “todo o seu afeto, que nasce do estar conjuntamente com Cristo Jesus, na Igreja”…
“Escrevem como irmãos e irmãs ou como filhos e filhas, com o sentido de um elo familiar muito afetuoso. Aqui se pode tocar com a mão o que é a Igreja – não uma organização, não uma associação com fins religiosos ou humanitários, mas um corpo vivo, uma comunhão de irmãos e irmãs no Corpo de Jesus Cristo, que nos une a todos. Experimentar a Igreja neste modo e poder assim com que poder tocar com as mãos a força da sua verdade e do seu amor, é motivo de alegria, num tento em que tantos falam do seu declínio”.
“Nestes últimos meses senti que as minhas forças tinham diminuído (confessou Bento XVI), e pedi a Deus com insistência, na oração, que me iluminasse com a sua luz para me fazer tomar a decisão mais justa, não para o meu bem, mas para o bem da Igreja”.
“Dei este passo na plena consciência da sua gravidade e também novidade, mas com uma profunda serenidade de espírito. Amar a Igreja significa também ter a coragem de fazer escolhas difíceis, dolorosas, tendo sempre presente o bem da Igreja, e não nós próprios”.

 
Na parte final da sua alocução, Bento XVI voltou uma vez mais com o espírito ao início do seu pontificado, há oito anos atrás, ao dia 19 de abril de 2005, para sublinhar que com a sua renúncia não regressa a uma vida “privada”. “A gravidade da decisão (de assumir o ministério petrino) – observou ainda o Papa – estava precisamente também no facto de que a partir daquele momento ficava empenhado sempre e para sempre com o Senhor”.
“Sempre – quem assume o ministério petrino já não tem qualquer privacidade. Pertence sempre a totalmente a todos, a toda a Igreja. A sua vida vem, por assim dizer, totalmente retirada a dimensão privada. Pude experimentar, e experimento-o agora, que uma pessoa recebe a vida precisamente quando a dá”.
“O sempre – insistiu Bento XVI – é também um para sempre – não é um regresso ao privado. A minha decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério, não revoga isto”.
“Não regresso à vida privada, a uma vida de viagens, encontros, recepções, conferências, etc. Não abandono a cruz, mas permaneço de modo novo junto do Senhor Crucificado”.
Embora “já sem o poder de ofício para o governo da Igreja”, Bento XVI declarou permanecer “no serviço da oração”, ficando “por assim dizer, no recinto de São Pedro”. E invocou o grande exemplo de São Bento, neste ponto. São Bento “mostrou a via para uma vida, que, ativa ou passiva, pertence totalmente à obra de Deus”.

 
E Bento XVI concluiu convidando todos a viver o caminho da Igreja numa atitude fé:
“Caros amigos! Deus guia a sua Igreja, sustenta-a sempre também e sobretudo nos momentos difíceis. Nunca percamos de vista esta visão de fé, que é a única verdadeira visão do caminho da Igreja e do mundo. No nosso coração, no coração de cada um de vós, haja sempre a jubilosa certeza de que o Senhor está ao nosso lado, não nos abandona, está perto de nós envolvendo-nos com o seu amor. Obrigado!"
 
Antes das palavras pronunciadas pelo Papa em português, Bento XVI foi saudado na nossa língua, por Mons. Ferreira da Costa…
Não faltou como sempre a saudação aos peregrinos lusófonos:
"Amados peregrinos de língua portuguesa, agradeço-vos o respeito e a compreensão com que acolhestes a minha decisão. Continuarei a acompanhar o caminho da Igreja, na oração e na reflexão, com a mesma dedicação ao Senhor e à sua Esposa que vivi até agora e quero viver sempre. Peço que vos recordeis de mim diante de Deus e sobretudo que rezeis pelos Cardeais chamados a escolher o novo Sucessor do Apóstolo Pedro. Confio-vos ao Senhor, e a todos concedo a Bênção Apostólica." [2]

Fonte: 
http://www.news.va/[2]








segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Oração Quando Estou Enfrentando Uma Tentação-Pe Marcelo Rossi


Boa noite irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (25 de fevereiro) o Padre Marcelo Rossi começou a semana de orações para combater as tentações que nos derrubam. O Padre colocou no Facebook o Pai Nosso e a Oração Quando Estou Enfrentando Uma Tentação
Ouça o programa de rádio Momento de Fé, deixe o Amor Ágape de Jesus renovar suas forças, sua alegria de viver. Sinta o Amor de Jesus e o poder da oração transformar sua vida.
Fiquem na paz de Jesus e no amor de Maria.
Adriana-Devoção e Fé

MENSAGEM DO DIA - PADRE MARCELO ROSSI
"Amados, baterias carregadas para uma semana de muita oração, força e fé, para combatermos as tentações que nos derrubam! Juntos vamos tirar de nossa vida tudo que nos atrapalha! Forte Ágape, Deus abençoe!"
E vamos começar com o PAI NOSSO: 

Pai nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso Reino; seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos aos que nos ofenderam; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

Oração Quando Estou Enfrentando Uma Tentação

“Bem-aventurado os que resistem à tentação. Os que passarem pelo teste receberão a coroa da vida que o Senhor prometeu para aqueles que o amam”.(Thiago, capítulo 1, versículo 12)
“Jesus disse: Vigiem e orem para que não caiam em tentação; o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Matheus, capítulo 26, versículo 41)

Senhor meu Deus, mais do que nunca preciso ficar perto de Ti, pois em Ti está minha segurança e minha fortaleza para que eu possa resistir as tentações que hoje se abatem sobre mim, e vem com tanta força que parece que não vou resistir.
Dai-me a fortaleza de Jesus que no momento do Gólgata resistiu, mesmo tento suado sangue…assim quando Ele no deserto o demônio lhe ofereceu saciar sua fome, riqueza e poder para corromper seu coração.
Ele soube resistir, hoje se abate sobre mim diversas tentações; diga a sua tentação (as vezes de vingança, obsessão, as vezes sexualidade, vícios de bebidas, drogas, gastar compulsivamente, traição, adultério, roubar, agredir, xingar, gritar, ofender, ficar remoendo o passado, querendo morrer ou ficar doente, principalmente aquela pessoa que vem sempre me convidar para ir com ela fazer o que não devo.)
Lava-me Jesus deste mal, lava-me os meus ouvidos que ouvem estas tentações e elas ficam martelando na minha cabeça…vai aliviando estes sentimentos e estes pensamentos que mais parecem uma loucura…algo desenfreado que entrou na minha alma…nos meus desejos… minha vontade, é como se fizessem parte de mim e me alimentassem disto para viver …mas sinto nojo de tudo isto…quero me libertar destas perseguições e desta tentações.
Vem anjos de Deus combater por mim. Vem anjos da virtudes preencher este vazio corrompido por este mal.
Vem me libertar de todas esta contaminações que entraram no meu inconsciente e foi me dilacerando.
Dai-me Senhor esta graça de resistir por mais um dia.
Lava-me todas as áreas atingidas com Seu sangue redentor e que todo meu interior seja moldado no Seu e como Jesus sob resistir a tudo isto.
Vem Senhor me capacitar para resistir as tentações de minhas obsessões, seja no vestir, na comida, nas cores de roupas, pelo meu time de futebol, meus acessórios, em minhas compulsões em me lavar, lavar as mãos, fechar e abrir portas.
Vem me libertar desta obsessões que muitas vezes não tinha consciência, mas que agora quero ser livre.
Dai-me a graça de santificar meus sentimentos e acalmar toda esta ansiedade que alimenta minha vida e minha necessidades interiores.
Purifica meus olhos para que eu veja como Jesus via.
Purifica meus ouvidos para ouvir como Jesus ouvia.
Purifica minha boca para que eu possa falar como Jesus.
Purifica meu corpo para que seja tão cheio de graça como o de Jesus. Dai-me todo entendimento como o de Jesus…
Obrigado Jesus e que eu possa descansar hoje em Teus braços , que eu possa dormir nos teus braços e que Teus anjos me acompanhem durantes estes dias para me proteger e ter força para superar estas tentações sempre…..Amem!
Obrigado Senhor por me atender e me capacitar para vencer todo mal….Amem!

 Anel que o Padre Marcelo Rossi está usando.
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Bento XVI no último Ângelus : “Não abandono a Igreja”


 Bento XVI no último Angelus : “Não abandono a Igreja”

Cidade do Vaticano (RV) – “Não abandono a Igreja, pelo contrário. Continuarei a servi-la com a mesma dedicação e o mesmo amor”: palavras de Bento XVI pronunciadas em seu último Angelus como Pontífice.
Mais de 100 mil pessoas lotaram a Praça S. Pedro para este evento histórico. Faixas e cartazes em várias línguas demonstravam o carinho dos fiéis. Desde as primeiras horas da manhã, a Praça aos poucos foi sendo tomada por religiosas, sacerdotes, turistas, mas principalmente por famílias com crianças e muitos jovens.


Ao meio-dia, assim que a cortina da janela de seus aposentos se abriu, Bento XVI foi aclamado pela multidão.
Comentando o Evangelho da Transfiguração do Senhor, o Papa citou o evangelista Lucas, que ressalta o fato de que Jesus se transfigurou enquanto rezava: a sua é uma experiência profunda de relacionamento com o Pai durante uma espécie de retiro espiritual que Jesus vive sobre um alto monte na companhia de Pedro, Tiago e João.
Meditando sobre esta passagem do Evangelho, explicou o Pontífice, podemos tirar um ensinamento muito importante. "Antes de tudo, a primazia da oração, sem a qual todo o trabalho de apostolado e de caridade se reduz ao ativismo. Na Quaresma, aprendemos a dar o justo tempo à oração, pessoal e comunitária, que dá fôlego à nossa vida espiritual. Além disso, a oração não é um isolar-se do mundo e de suas contradições."
A existência cristã – disse o Papa, citando sua Mensagem para a Quaresma –, consiste num contínuo subir o monte do encontro com Deus, para depois descer trazendo o amor e a força que dele derivam, a fim de servir nossos irmãos e irmãs com o mesmo amor de Deus.
“Queridos irmãos e irmãs, esta Palavra de Deus eu a sinto de modo particular dirigida a mim, neste momento da minha vida. O Senhor me chama a 'subir o monte', para me dedicar ainda mais à oração e à meditação. Mas isto não significa abandonar a Igreja, pelo contrário. Se Deus me pede isso, é precisamente para que eu possa continuar a servi-la com a mesma dedicação e o mesmo amor com o qual eu fiz até agora, mas de um modo mais adequado à minha idade e às minhas forças.” 

Na saudação em várias línguas, Bento XVI falou também em português: “Queridos peregrinos de língua portuguesa que viestes rezar comigo o Angelus: obrigado pela vossa presença e todas as manifestações de afeto e solidariedade, em particular pelas orações com que me estais acompanhando nestes dias. Que o bom Deus vos cumule de todas as bênçãos”.(BF)

 Fonte: NewsVA
 





domingo, 24 de fevereiro de 2013

Transfiguração de Jesus-2º Domingo da Quaresma (Ano C)


2º Domingo da Quaresma
Evangelho segundo Lucas 9,28b-36

Naquele tempo, Jesus levou consigo Pedro, João e Tiago, e subiu à montanha para rezar. Enquanto rezava, seu rosto mudou de aparência e sua roupa ficou muito branca e brilhante.
Eis que dois homens estavam conversando com Jesus: eram Moisés e Elias. Eles apareceram revestidos de glória e conversavam sobre a morte, que Jesus iria sofrer em Jerusalém.
Pedro e os companheiros estavam com muito sono. Ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com ele.
E, quando estes dois homens se iam afastando, Pedro disse a Jesus: “Mestre, é bom estarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. Pedro não sabia o que estava dizendo.
Ele estava ainda falando, quando apareceu uma nuvem que os cobriu com sua sombra. Os discípulos ficaram com medo ao entrarem dentro da nuvem.
Da nuvem, porém, saiu uma voz que dizia: “Este é o meu Filho, o Escolhido. Escutai o que ele diz!”
Enquanto a voz ressoava, Jesus encontrou-se sozinho. Os discípulos ficaram calados e naqueles dias não contaram a ninguém nada do que tinham visto.


Reflexão

Os três apóstolos foram escolhidos para uma experiência que marcaria sua vida. Tanto que o autor da Segunda Carta de Pedro (1,16-18) apela para essa experiência para garantir a autenticidade de sua mensagem: "Não é baseando-nos em fábulas imaginadas que vos fizemos conhecer o poder e a vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas por termos visto a sua majestade com nossos próprios olhos. Porque ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando do seio da glória magnífica lhe foi dirigida esta voz: Este é o meu Filho muito amado, em quem tenho posto todo o meu afeto. Esta mesma voz que vinha do céu nós a ouvimos, quando estávamos com ele no monte santo". Movidos pelo dom da fé, acolhemos o testemunho dos apóstolos, que todos morreram por Cristo.

Oração

Senhor, eu creio que Jesus de Nazaré é vosso Filho, igual a vós em divindade e poder. Por isso Jesus é importante para mim: porque é Deus e me ama, e pode transformar-me interiormente.
Creio que nele se cumpriram todas as vossas promessas da salvação.
Eu o escolho como centro de minha vida, como meu defensor e libertador do mal. Quero seguir em tudo sua palavra, quero viver como ele me ensinou. Nele coloco toda a minha confiança.
Jesus, eu vos amo, e estou feliz porque me chamastes para ser vosso amigo. Dai-me força e coragem para enfrentar as dificuldades da vida, não permitais que vos abandone. Iluminai-me para que, por meu testemunho, vos faça mais conhecido e amado por aqueles com os quais convivo. Amém.

Fonte: Revista de Aparecida (fevereiro-2013)   



Programação Especial-Cruz Peregrina na Paróquia N. Sra. Aparecida-Santos/SP


Cruz Peregrina na Paróquia N. Sra. Aparecida
Programação de 24 a 27 de fevereiro
 Santos/SP

Dia 24/fev/13 – domingo

17:00h – Chegada. Entrada solene na missa (Luisete/jovens)
19:00h – Missa com os jovens (Luisete/jovens)
              Após, osculação da Cruz (Luisete/jovens)

Dia 25/fev/13 – segunda – 


06:30h – Café comunitário
07:00h – Oração da manhã (Padre João)
08:00h -  Terço meditado (Diácono)
09:00h – Vigília eucarística (Vicentina)
10:00h – Leitura orante (Vicentina)
12:00h – Oração do meio-dia (Padre João)
13:00h – Ensaio de canto CF (Álvaro/Rita)
14:00h – Via Sacra
15:00h – Terço bíblico (Padre João)
16:00h – Adoração ao Santíssimo (Diácono)
17:00h – Preparação penitencial (Padre João)
18:00h – Estudo do documento Porta da Fé (Catequese)
19:00h – Missa solene (Padre João)
20:00h – Terço dos homens

Dia 26/fev/13 – terça – 


06:30h – Café comunitário
07:00h – Oração da manhã
08:00h – Terço meditado ( Diácono)
09:00h – Vigília eucarística (Rosângela)
10:00h – Leitura orante (Rosângela)
12:00h – Oração do meio-dia
13:00h – Ensaio do canto CF (Álvaro/Rita)
15:00h – Terço bíblico (Padre João)
16:00h – Preparação penitencial (Padre João)
17:00h – Adoração do Santíssimo (Diácono)
19:00h – Missa seguida de Via Sacra na igreja (Padre João)

Dia 27/02/13 – quarta – 


06:30h - Café comunitário
07:00h - Oração da manhã
08:00h – Terço meditado (Diácono)
09:00h – Vigília eucarística (Rosângela)
10:00h – Vigília eucarística (Rosângela)
13:00h – Ensaio de canto CF (Álvaro/Rita)
17:00h – Missa de encerramento (Padre João)
18:00h – Saída da Cruz (Luisete/jovens)


Fonte: 
http://pascomdaparecida.blogspot.com.br/2013/02/programacao-especial-para-os-tres-dias.html



Papa Bento XVI Concluiu Último Retiro Espiritual Perante a Cúria Romana

 Papa adverte sobre o mal, o sofrimento e a corrupção perante a Cúria
23/fevereiro/2013 - Cidade do Vaticano (RV) – Conclui-se esta manhã, no Vaticano, o retiro quaresmal do Papa e da Cúria Romana. Depois da última reflexão do pregador dos Exercícios Espirituais deste ano, Card. Gianfranco Ravasi, cujo tema foi “Arte de acreditar, arte de orar”, o Papa Bento XVI tomou a palavra para agradecer:

“No final dessa semana espiritualmente tão densa, permanece somente uma palavra: obrigado, obrigado a vocês por esta comunidade orante em escuta, que me acompanharam esta semana. Obrigado principalmente ao senhor, eminência, por essas caminhadas tão belas no universo da fé e no universo dos salmos. Ficamos fascinados pela riqueza, profundidade e beleza desse universo da fé e estamos gratos porque a palavra de Deus nos falou de modo novo, com nova força.”

Bento XVI recordou que a “arte de crer, arte de rezar” foi o fio condutor dessas meditações, e lhe veio em mente o fato que os teólogos medievais traduziram a palavra logos não somente como verbo, mas também como arte. “O logos não é somente uma razão matemática. O logos tem um coração, o logos é também amor.”
 "O demônio sempre tenta sujar a criação de Deus" através "do mal deste mundo, do sofrimento e da corrupção". "Escuridão e sujeira. O mal trabalha para escurecer, para sujar a beleza de Deus". "Mas da escuridão e da lama - continuou - emerge com a fé que ajuda a encontrar a bússola entre as trevas, a mão de Deus, para redescobrir o amor e a verdade".

A verdade é bela, explicou. Verdade e beleza caminham juntas. A beleza é o sigilo da verdade. Todavia, o mal e o sofrimento estão comprometendo a criação. “Parece que o maligno quer permanentemente sujar a criação para contradizer Deus e para tornar irreconhecível a sua verdade e a sua beleza.”

O Filho encarnado é coroado com uma coroa de espinhos e justamente nesta figura sofredora do filho de Deus começamos a ver a beleza mais profunda do nosso Criador e Redentor. Podemos no silêncio da noite escura ouvir a palavra. E acreditar nada mais é do que, na obscuridade do mundo, tocar a mão de Deus e assim, no silêncio, ouvir a Palavra, ver o amor.

No final, o Papa disse:

“Gostaria de agradecer a todos vocês não somente por esta semana, mas por esses oito anos em que carregaram comigo com grande competência afeto, amor e fé o peso do ministério petrino. Permanece em mim esta gratidão e mesmo que agora acabe esta visível comunhão exterior, permanece a proximidade espiritual, fica uma profunda comunhão na oração. Nesta certeza prosseguimos, certos da vitória de Deus, certos da verdade da beleza e do amor. Obrigado a todos vocês.”

Além desse breve pronunciamento, Bento XVI escreveu uma carta de agradecimento ao Presidente para a Cultura, Card. Gianfranco Ravasi.

Na missiva, o Pontífice afirma que a semana dos Exercícios constitui um tempo ainda mais intenso de silêncio e de oração.

O itinerário proposto pelo Cardeal, permitiu renovar a “ars credendi”: “Uma exigência solicitada pelo Ano da Fé, que se torna ainda mais necessária pelo momento especial que eu pessoalmente e a Sé Apostólica estamos vivendo. O Sucessor de Pedro e os seus colaboradores são chamados a dar à Igreja e ao mundo um testemunho de fé claro, e isso é possível somente graças a uma profunda e estável imersão no diálogo com Deus”.

Bento XVI conclui afirmando que o Senhor saberá recompensar o Card. Ravasi pelo seu trabalho, que ele desempenhou “brilhantemente”, garantindo-lhe suas orações e seu afeto. (BF)



sábado, 23 de fevereiro de 2013

Cruz Peregrina na Paróquia N. Sra. Aparecida-Santos/SP

N. Sra. Aparecida - 24 a 27/2

Acesse o site da paróquia:

http://pascomdaparecida.blogspot.com.br/2013/02/cruz-peregrina-na-paroquia-nossa.html

Os jovens da Diocese de Santos já estão a caminho da Jornada Mundial da Juventude, que acontece no Rio de Janeiro, em julho deste ano. A caminhada teve início em agosto do ano passado com a saída da réplica da Cruz da Juventude e do Ícone de N. Senhora (símbolos da Jornada) em peregrinação pelas paróquias da Diocese. Até agora já foram percorridas 26 paróquias de Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, São Vicente, Cubatão e Guarujá. Até maio, a Cruz e o Ícone de N. Senhora passarão pelas paróquias de Bertioga e Santos.

Agenda da Cruz Peregrina
Diocese de Santos

Santos
 
N. Sra. dos Navegantes - 13 a 16/2
N. Sra. do Carmo -  17 a 20/2
Sagrado Coração de Jesus - 20 a 23/2
N. Sra. Aparecida - 24 a 27/2
S. Benedito - 27/2 a 2/3
Embaré - 3 a 6/3
Senhor dos Passos - 6 a 9/3
S. Jorge - 10 a13/3
S. José Operário - 13 a 16/3
Imaculado Coração de Maria - 17 a 20/3
N. Sra. do Rosário de Pompéia - 20 a 23/3
S. Paulo Apóstolo - 24 a 30/3
S. Judas Tadeu - 31/3 a 3/4
Santa Cruz - 3 a 6/4
Jesus Crucificado - 7 a 10/4
Seminário S.  José - 10 a 13/4
N. Sra. da Assunção - 17 a 20/4
Catedral - 21 a 24 (passando pelo Convento do Carmo)
S. Tiago - 24 a 27/4
Sagrada Família - 28/4 a 1/5
Santa Margarida - 1 a 4/5 - encerrando com a vigília.


Fonte: www.diocesedesantos.com.br/



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Festa da Cátedra de São Pedro-22 de fevereiro


Festa da Cátedra de São Pedro-22 de fevereiro

Cátedra significa símbolo da autoridade e do magistério do bispo. É daí que se origina a palavra catedral, a igreja-mãe da diocese. Estabeleceu-se então, a Cátedra de São Pedro para marcar sua autoridade sobre toda a Igreja, inclusive sobre os outros apóstolos.

A autoridade do nosso Papa fundamenta-se na Sagrada Escritura: encontramos no Evangelho de São Mateus no capítulo 6, essa pergunta que Jesus fez aos apóstolos e continua a fazer a cada um de nós: "E vós, quem dizei que eu sou?" São Pedro, em nome dos apóstolos, pode assim afirmar: "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo". Jesus então lhe disse: "Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi nem a carne, nem o sangue que te revelou isso, mas meu Pai que está no céus, e eu te declaro: Tu és Pedro e sobre essa pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; eu te darei a chave dos céus tudo que será ligado na terra serás ligado no céu e tudo que desligares na terra, serás desligado nos céus". 
 
Logo, o fundador e o fundamento, Nosso Senhor Jesus Cristo, o Crucificado que ressuscitou, a Verdade encarnada, foi Ele quem escolheu São Pedro para ser o primeiro Papa da Igreja e o capacitou pelo Espírito Santo com o carisma chamado da infalibilidade. Esse carisma bebe da realidade da própria Igreja porque a Igreja é infalível, uma vez que a alma da Igreja é o Espírito Santo, Espírito da verdade.  

A Cátedra de São Pedro era comemorada em duas datas, que marcaram as mais importantes etapas da missão deixada ao apóstolo pelo próprio Jesus. A primeira, em 18 de janeiro se comemorava a sua posse em Roma, a segunda, em 22 de fevereiro, marca o aparecimento do Cristianismo na Antioquia, onde Pedro foi o primeiro bispo. Por se tratar de uma das mais expressivas datas da Igreja o martirológio decidiu unificar os dois dias e festejar apenas o dia 22 de fevereiro, que é a mesma data do livro "Dispositio Martyrum", único motivo da escolha para a celebração. [1,2]

A Cadeira de São Pedro

A Cátedra de Pedro ou Cadeira de São Pedro (Cathedra Petri em latim) é uma relíquia católica, conservada na Basílica de São Pedro em Roma, dentro de um compartimento de bronze, dourado, projetado e construído por Gian Lorenzo Bernini entre 1647 e 1653, que possuí a forma de uma cadeira de espaldar alto.

Alguns historiadores afirmam que foi utilizado pelo próprio São Pedro, outros porém, afirmam que na realidade ela foi um presente de Carlos II de França ao Papa Adriano II em 875. O certo é que existe uma inscrição muito mais antiga, datada de 370, atribuída ao Papa São Dâmaso, falando de uma cadeira portátil dentro do Vaticano e que houve festas em sua honra anteriores a essa data.


Assim da primitiva existiriam apenas uns pequenos pedaços que seriam encrostados nesta nova cadeira, igualmente de madeira, que encontra-se lacrada no tal compartimento de bronze da autoria de Gian Lorenzo Bernini. Para se o compreender é preciso pensar que, na altura, estava-se em plena contra-reforma em que foram construídos diversos outros relicários com a intenção de proteger as respectivas relíquias. Podemos ver que, como em O Êxtase de Santa Teresa, este é uma fusão da arte Barroco, escultura e arquitetura ricamente policromada, manipulando efeitos de luz. Depois possuí um painel com estofos padrão com um baixo-relevo de Cristo dando as chaves do céu a Pedro. Diversos anjos estão em torno do painel, em baixo há uma assento almofadado de bronze vazio: a relíquia da antiga cadeira está lá dentro.

Na Bíblia, em Mateus 16:18-19, Jesus fala para Pedro: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos Céus e o que ligares na terra será ligado nos céus. E o que desligares na terra será desligado nos céus", esta frase está inscrita na cúpula em cima do relicário, sendo ambos vistos como símbolos da autoridade do Papa. Este evento é conhecido como Confissão de Pedro.

São Pedro

A festa da Cadeira de São Pedro é uma boa oportunidade para fazermos memória viva e atualizante do primeiro dos Apóstolos, Simão Pedro. Nascido em Cafarnaum, exercia a sua profissão de pescador quando se encontrou com Jesus de Nazaré. Deixou o trabalho, a casa e a família para seguir o Senhor. Os evangelhos deixam-nos entrever a sua personalidade simples, espontânea e simpática. Jesus escolheu-o como primeiro no grupo dos Doze. Com a festa que hoje celebramos, apoiando-nos no símbolo da cadeira, realçamos a missão de mestre e de pastor conferida a Pedro por Cristo. O Senhor fez assentar sobre ele, como sobre uma pedra, todo o edifício da Igreja.

Sem dúvida alguma foi o mais importante dos escolhidos por Jesus Cristo. Recebendo a incumbência de se tornar a pedra sobre a qual seria edificada Sua Igreja, Pedro assumiu seu lugar de líder, atendendo a vontade explícita de Jesus, que lhe assinalou a tarefa de "pascere" em grego, isto é guiar o novo povo de Deus, a Igreja.

Veremos de fato que Pedro desempenhando, depois da Ascensão, o papel de guia. Presidiu a eleição de Matias e foi o orador do dia de Pentecostes. Mais tarde enfrentou a perseguição de Herodes Agripa, que pretendia matá-lo para aplicar um duro golpe no cristianismo. Implantou as fortes raízes do catolicismo em Antioquia, e então partiu para Roma, onde reinava o imperador Cláudio.

A Igreja ganhou grande força com a sua determinação. Alguns fatos históricos podem ser comprovados através da epístola de São Paulo aos Romanos, do ano 57. Nela, este apóstolo descreve o crescimento da fé cristã, em todos os territórios dos domínios deste Império, como obra de Pedro.

Mas foi na capital, Roma, que Pedro deu impulso gigantesco à expansão do Evangelho, até o seu martírio e a morte, que aconteceram na cidade-sede de toda a Igreja. Conforme constatação extraída dos registros das tradições narradas na época e aceita por unanimidade pelos estudiosos, inclusive os não cristãos. Posteriormente atestadas, de modo histórico irrefutável, pelas escavações feitas em 1939, por ordem do Papa Pio XII, nas Grutas Vaticanas, embaixo da Basílica de São Pedro, e cujos resultados foram acolhidos favoravelmente também pelos estudiosos não católicos.

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  Papa Bento XVI explica o significado 
da «cátedra» de Pedro

A liturgia latina celebra hoje a festa da cátedra de São Pedro. Trata-se de uma tradição muito antiga, testemunhada em Roma desde os finais do século IV, com a qual se dá graças a Deus pela missão confiada ao apóstolo Pedro e a seus sucessores. A «cátedra», literalmente, quer dizer a sede fixa do bispo, colocada na igreja mãe de uma diocese, que por este motivo é chamada «catedral», e é o símbolo da autoridade do bispo e, em particular, de seu «magistério», ou seja, do ensinamento evangélico que ele, enquanto sucessor dos apóstolos, está chamado a custodiar e transmitir à comunidade cristã. Quando o bispo toma posse da Igreja particular que lhe foi confiada, com a mitra e o báculo, senta-se em sua cátedra. Desde essa sede guiará, como mestre e pastor, o caminho dos fiéis, na fé, na esperança e na caridade!

Qual foi, então, a «cátedra» de São Pedro? Ele, escolhido por Cristo como «rocha» sobre a qual edificar a Igreja (Cf. Mateus 6, 18), começou seu ministério em Jerusalém, depois da Ascensão do Senhor e de Pentecostes. A primeira «sede» da Igreja foi o Cenáculo, e é provável que naquela sala, onde também Maria, a Mãe de Jesus, rezou junto aos discípulos, se reservasse um posto especial a Simão Pedro.

Sucessivamente, a sede de Pedro foi Antioquia, cidade situada no rio Oronte, na Síria, hoje na Turquia, naqueles tempos a terceira cidade do império romano depois de Roma e de Alexandria do Egito. Daquela cidade, evangelizada por Barnabé e Paulo, na qual «pela primeira vez os discípulos receberam o nome de “cristãos”» (Atos 11, 26), Pedro foi o primeiro bispo. De fato, o Martirológio Romano, antes da reforma do calendário, previa também uma celebração específica da Cátedra de Pedro em Antioquia. Desde ali a Providência levou Pedro a Roma. Portanto, encontramo-nos com o caminho que vai de Jerusalém, Igreja nascente, a Antioquia, primeiro centro da Igreja, que agrupava pagãos, e ainda unidos também à Igreja proveniente dos judeus. Depois, Pedro dirigiu-se a Roma, centro do Império, símbolo do «Orbis», a «Urbis» que expressa o «Orbis», a terra, onde concluiu com o martírio sua carreira ao serviço do Evangelho.

Por este motivo, a sede de Roma, que havia recebido a maior honra, recebeu também a tarefa confiada por Cristo a Pedro de estar ao serviço de todas as Igrejas particulares para a edificação e a unidade de todo o Povo de Deus.

A sede de Roma, depois destas migrações de São Pedro, foi reconhecida como a do sucessor de Pedro, e a «cátedra» de seu bispo representou a do apóstolo encarregado por Cristo de apascentar todo seu rebanho. Testificam isso os mais antigos Padres da Igreja, como por exemplo Santo Irineu, bispo de Lyon, mas que era originário da Ásia Menor, que em seu tratado «Contra as heresias» descreve a Igreja de Roma como a «maior e mais antiga conhecida por todos, (…) fundada e constituída em Roma pelos dois gloriosos apóstolos Pedro e Paulo», e acrescenta: «Com esta Igreja, por sua exímia superioridade, deve estar em acordo a Igreja universal, ou seja, os fiéis que estão por toda parte» (III, 3, 2-3). Pouco depois, Tertuliano, por sua parte, afirma: «Esta Igreja de Roma é bem-aventurada! Os apóstolos derramaram nela, com seu sangue, toda a doutrina» («Prescrições contra todas as heresias», 36). A cátedra do bispo de Roma representa, portanto, não só seu serviço à comunidade romana, mas também sua missão de guia de todo o Povo de Deus.

Celebrar a «cátedra» de Pedro, como hoje fazemos, significa, portanto, atribuir a esta um forte significado espiritual e reconhecer nela um sinal privilegiado do amor de Deus, Pastor bom e eterno, que quer reunir toda sua Igreja e guiá-la pelo caminho da salvação. Entre os numerosos testemunhos dos Padres, quero oferecer o de São Jerônimo, tomado de uma carta sua escrita ao bispo de Roma, particularmente interessante porque menciona explicitamente a «cátedra» de Pedro, apresentando-a como porto seguro de verdade e de paz. Assim escreve Jerônimo: «Decidi consultar a cátedra de Pedro, onde se encontra essa fé que a boca de um apóstolo exaltou; venho agora pedir alimento para minha alma ali, onde recebi a veste de Cristo. Não sigo outro primado senão o de Cristo; por isso, ponho-me em comunhão com tua beatitude, ou seja, com a cátedra de Pedro. Sei que sobre esta pedra está edificada a Igreja» («As cartas» I, 15, 1-2).

Queridos irmãos e irmãs, na abside da basílica de São Pedro, como sabeis, encontra-se o monumento à cátedra do apóstolo, obra de Bernini em sua maturidade, realizada em forma de grande trono de bronze, sustentada pelas estátuas de quatro doutores da Igreja, dois de Ocidente, Santo Agostinho e Santo Ambrósio, e dois do oriente, São João Crisóstomo e Santo Atanásio. Convido-vos a deter-vos ante esta obra sugestiva, que hoje é possível admirar, adornada com velas, e a rezar particularmente pelo ministério que Deus me confiou. Ao elevar o olhar ante o vitral do alabastro que se encontra precisamente ante a cátedra, invocai o Espírito Santo para que sustente sempre com sua luz e sua força meu serviço cotidiano a toda Igreja. Por isso e por vossa especial atenção, dou-vos graças de coração. 
Benedictus PP. XVI 
22/fevereiro/2006

Fonte: Wikipédia [1] CançãoNova[2]

http://www.paulinas.org.br/



Oração Tenho Sede De Paz e Oração Da Felicidade-Pe Marcelo Rossi


Boa tarde irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!
Hoje (22 de fevereiro) o Padre Marcelo Rossi continuou com a semana de orações contra o desânimo. O Padre colocou no Facebook as seguintes orações: Oração Tenho Sede De Paz, Oração Da Felicidade e Oração Contra o Desânimo II.
Ouça o programa de rádio Momento de Fé, deixe o Amor Ágape de Jesus renovar suas forças, sua alegria de viver. Sinta o Amor de Jesus e o poder da oração transformar sua vida.
Fiquem na paz de Jesus e no amor de Maria.
Adriana-Devoção e Fé

Oração Tenho Sede De Paz

Senhor Jesus, sei que Tu me amas e o Teu amor por mim levou-o a padecer no espinho, nos pregos e na cruz, ainda no Calvário.
Ajuda-me a render-me ao fato de que meu sofrimento é a minha cruz, que minha cama é o meu calvário.
Dá-me paz com o Teu amor (Ágape): Leva-me a entender que em cada cruz está escondida a Tua graça.
Com a Tua santa ajuda aceito, com alegria, este sofrimento e todos os acontecimentos do dia de hoje como forma de exprimir o meu amor; como forma de dizer-Te: “obrigado”. Amém!
 

Oração Da Felicidade

Senhor, permita-me ser feliz, mesmo diante de minha própria ignorância e superando as condições adversas em que renasci.
Deixa-me, enquanto busco sair de meus equívocos, sentir alegria e viver com determinação, confiante na Sua misericórdia.
Consinta-me, enquanto ajudo meu próximo, tão sofredor quanto eu, perceber a vitalidade nas coisas e a grandeza da Vida.
Encoraja-me para que, mesmo na dor ou no sofrimento, na luta diária pela minha subsistência, eu viva com coragem e consciência de minhas limitações, buscando superá-las com harmonia.
Deixa-me levar aos outros a felicidade de que sou portador e a certeza de que minha força vem de nossa íntima e perene ligação.
Conceda-me a ventura de, tanto quanto enxugar a lágrima, também entender o sentimento que a fez surgir, transformando-a no amor que traz a felicidade.
Incentiva-me a alcançar a felicidade possível, disseminando-a por onde passar, a serviço do Seu infinito amor (Ágape).
Permita-me continuar dono de meu destino, com a capacidade de administrar minha liberdade, a serviço da construção de um mundo melhor. Amém!
 

Oração Contra o Desânimo II

Para aqueles momentos em que estamos desanimados, querendo desistir de tudo reze esta poderosa oração, pois com Deus podemos superar qualquer obstáculo em nossa vida.
Meu Deus, a Ti eu clamo: dentro de mim há trevas, mas em Ti encontro a luz.
Sinto-me sozinho (a), mas Tu não me abandonas.
Estou desanimado (a), mas em Ti encontro auxílio.
Estou inquieto (a), mas em Ti encontro a paz.
Dentro de mim há amargura, mas em Ti encontro paciência.
Não compreendo Teus planos, mas Tu conheces o meu caminho.
Vinde, Senhor em meu auxílio, retira minha alma do abismo da morte.
Cura e liberta meu coração de todas as amarras. Preciso de Ti, Senhor.
Socorre-me em minhas angústias, ansiedades e todas as minhas preocupações.
Muda tudo o que eu não posso mudar Senhor. Amém!



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Facebook Padre Marcelo Rossi:
**Programa Nosso Momento de Fé com Padre Marcelo Rossi: Rádio Globo Am/FM (ou internet) de segunda a sábado, das 9:05 às 10:05hs
**Se você não pode ouvir no horário, escute o programa gravado diariamente no site do Padre Marcelo Rossi; procure por Web Radio e clique escute (se for sua primeira vez, o site pedirá para você se cadastrar). 
*Site Padre Marcelo Rossi = para ouvir o Momento de Fé



Avisos

Olá irmãs e irmãos de fé! Paz e Bem!

Para ajudar, tenho colocado as orações do programa de rádio Momento de Fé, porém muitos estão se confundindo e achando que meu blog é do Padre Marcelo Rossi. Irmãs(os), este blog não é do Padre Marcelo Rossi, para que sua mensagem chegue ao padre, você terá que acessar os sites dele : 1) Padre Marcelo Rossi 2) Facebook Padre Marcelo Rossi

Obrigada - Adriana/Devoção e Fé